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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

09
Jun16

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Na segunda, prometi que voltava ao tema solteirice com um texto enviado por uma seguidora deste blog. Como promessa é dívida, ei-lo: assinado por Bruna Cosenza, este fala sobre como aproveitar um estado civil, (aparentemente) desfavorável, a nosso favor. Com isso quero dizer que namorar é bom, mas estar sozinha também o é.

 

Toda mulher solteira já teve medo de ser solteira. Esta frase é muito esquisita, mas acredito que seja uma verdade para muitas mulheres. Eu mesma confesso que já passei por isso, mas hoje já vejo o grande erro que é sentir medo de ser solteira.

 

Se tentarmos entender a origem disso tudo, começaremos a filosofar sobre os inúmeros padrões que a sociedade estabelece e como isso afeta principalmente as mulheres, que desde pequenas se veem na obrigação de seguir o famoso "felizes para sempre" da Disney.

 

Bom, mas este texto não é para indagar os padrões e nem tentar entender por que a sociedade é tão sacana com a mulher em alguns aspetos. Este texto é para realmente tentar libertar essas mulheres solteiras que se sentem tão pressionadas.

 

Meu grande e precioso conselho para as minhas amigas solteiras é apenas um: vivam! Existem tantas coisas maravilhosas para se fazer quando se é solteira. Por favor, joguem essa carência pro lado, sacudam a poeira da necessidade constante de ter alguém com quem conversar no Whatsapp, e venham viver a vida com tudo o que ela tem de bom para oferecer.

 

Nem de longe este é um texto para incentivar o desapego. Até porque seria um pouco esquisito alguém como eu desacreditar no amor. Não. Eu acredito muito na importância do amor pelo outro. Mas eu também acredito MUITO no amor próprio. É ele que nos move o tempo todo, que nos faz descobrir coisas novas, superar obstáculos, e enxergar o mundo de várias formas diferentes ao mesmo tempo.

 

Estar com alguém é realmente muito bom, não nego. Porém, estar sozinha também é extraordinário. E confesso que morro de aflição de ver esse monte de mulheres que simplesmente não conseguem passar um fim de semana sozinhas, que não ficam um dia sem trocar mensagens completamente banais com algum cara, que não têm nenhum medo na vida que vá além do pavor de ficar para a titia.

 

Garotas, acordem! Primeiro de tudo: o amor chega para os distraídos. Já repararam como as maiores paixões de nossas vidas batem na nossa porta quando não estamos esperando por elas? Pois é… Segundo: há milhares de coisas incríveis para fazer quando se é solteira. E calma lá que eu nem estou me referindo a sair pegando todos os caras que existem. Estou querendo dizer exatamente o contrário.

 

Estar solteira é ter muito tempo para si mesma – muito tempo mesmo. Estar solteira é poder fazer absolutamente o que quiser no fim de semana. Pegar o carro e descer pra praia sem dar satisfações, sair com as amigas para dançar e voltar de madrugada, ou simplesmente ficar em casa enfiada debaixo dos cobertores vendo seu filme preferido pela milésima vez. É claro que também podemos fazer tudo isso quando estamos namorando, mas o gostinho sempre muda dependendo do nosso estado civil.

 

Porém, eu ainda acho que estar solteira é mais do que isso. Para mim, a maior vantagem de estar solteira é a autodescoberta que isso promove. É claro que ao nos relacionarmos com alguém também fazemos uma grande viagem dentro de nós mesmos, mas é quando estamos apenas em nossa própria companhia que desvendamos nossos maiores medos, inseguranças, e também descobrimos muitos dos nossos sonhos.

 

E não poderia ser diferente… Afinal, é na solidão que temos nossos momentos de maiores reflexões. Então, é claro que meu conselho não poderia ser diferente. Mulheres solteiras de todos os cantos, raças e credos parem de se lamentar por não terem ninguém com quem dividir a xícara de café. Apenas vivam. Até porque se vocês querem tanto um "felizes para sempre" com alguém, é mais do que primordial terem um momento sozinhas antes disso. Só assim terão certeza de que estão plenas com si mesmas e prontas para dividirem uma vida quando encontrarem a pessoa certa.

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08
Abr16

CORAO%~1.JPGSe te andas a lamentar por continuares sem namorado, este artigo vai dizer-te o que pode estar entre ti e o teu príncipe, ou melhor, entre ti e aquele que te vai fazer feliz. Profunda esta introdução, não? Pena que não seja minha, mas sim da revista Activa que, citando Margarida Vieitez, mediadora familiar e autora do livro O melhor da Vida Começa aos 40 e da página de Facebook Love Doctors, aponta vários motivos capazes de justificar a solteirice de uma mulher. Ei-los:

A expectativa
"Temos expectativas desfasadas", considera esta especialista: "Queremos o companheiro ideal, 'o grande amor da nossa vida', e já não procuramos o Príncipe Encantado, procuramos o Super-Homem: tem de ser giro, inteligente, com bom nível socioeconómico. Que nos faça feliz, nos dê atenção, que nos seduza, que nos conquiste, e quando alguma destas coisas não acontece, ficamos desiludidas." (De facto...)

O 'tipo'
Quantas vezes não disseste já 'ai ele não é nada o meu tipo'. "Somos muito mais seletivas agora", concorda Vieitez. E não é bom sermos exigentes? "Só é bom se nos fizer bem. Mas se, por causa disso, estamos sistematicamente sozinhas, estaremos a viver bem a nossa vida? Não somos feitos para viver sozinhos. Há pessoas que nem sequer se aproximam porque as características físicas não correspondem àquilo que elas definiram como critério. É óbvio que é importante existir atração. Mas há pessoas que rejeitam à partida, porque a imagem delas não corresponde àquilo que querem. Os homens fazem muito isto, por isso é que há tantas mulheres sozinhas." (Minha Nossa Senhora da Solteirice livrai-me deste pecado!).

A vaidade
Ah, portanto, escolhemos uma pessoa por vaidade? "Às vezes. Os homens querem uma mulher para exibir, parece que a namorada é o bilhete de identidade deles. Mas as mulheres fazem isto quanto ao sucesso profissional dos homens. Se não tiverem uma boa posição financeira, elas também os rejeitam. Ou seja, estamos a ter critérios de escolha de parceiros como temos critérios de escolha de um carro. E estamos a ficar cada vez mais sozinhos, apesar das inúmeras possibilidades abertas pelas redes de encontros, que promovem também estas características", nota esta mediadora familiar. (Guilty!)

A experiência
A vida marca-nos, deixa-nos medos e receios de voltarmos a ser magoadas. Por isso, as pessoas muitas vezes preferem recuar a ter a hipótese de se magoar novamente. (Duplamente culpada)

O trabalho
É normal que, em tempo de crise, a carreira se torne cada vez mais na grande prioridade da vida, e também num enorme sugadouro de tempo e de energia. Conciliar isto com filhos e uma relação, é muito complicado, especialmente para as mulheres. "É preciso tempo para investir na busca de um novo amor. É preciso tempo, vontade e paciência para voltar a sair com amigos, para ir a um ginásio, para frequentar cursos, para conhecer pessoas novas, para se divertir, e quando é que as mulheres têm tempo para elas?", diz Margarida Vieitez. (Desse mal não sofro)

A paz
Mas é bom estar em paz, ou não? Claro que é bom: se é aquilo que queres. Mas se o que queres é um novo amor, a rotina não te ajuda. Estar confortável, ter uma boa vida, uma casa bonita, DVDs para ver à noite, tudo isso é fantástico, mas a verdade é que vais ter de sair do sofá se queres que qualquer coisa aconteça na tua vida fora da televisão. "As pessoas querem encontrar um novo amor, mas depois não fazem nada para que isso aconteça. Se ficares em casa todos os fins de semana sentada no sofá a ver séries, é pouco provável que te caia no colo o homem da tua", explica esta. Bem, pode-te aparecer alguém no Facebook, mas mais dia menos dia vais ter de sair com ele, ou a coisa transforma-se numa daquelas relações totós que não andam para a frente nem para trás. (Acuso-me!

O Facebook
Não entendas mal: hoje em dia as redes sociais são a forma mais imediata e prática para se conhecer alguém. O que é importante é saber usá-las: se estás ali para fazer amiguinhos novos e ter alguém com quem dar uns dedos de conversa à noite e mais nada, ótimo. Se procuras mais qualquer coisa, evite os fundos falsos. "Há muitas pessoas que passam horas a conversar com imensa gente, mas depois a relação não evolui para nada e não passa dali mesmo", nota Margarida Vieitez. Quer dizer: é preciso que as mulheres aprendam a distinguir os homens que não querem compromissos, e que não insistam em batalhas perdidas. Se estás num site de encontros, atenta-te que te vão aparecer pessoas muitíssimo diferentes. "É um risco, mas conheço vários casais sólidos e felicíssimos que se conheceram pelas redes sociais." (Ups, i did it again!)

O sexo
Não o sexo em si, mas o facto de se ser homem ou mulher. Continua mais fácil para um homem refazer a sua vida amorosa depois do divórcio do que para uma mulher, principalmente por causa dos filhos, que ficam quase sempre a cargo das mulheres. E também porque os homens continuam a preferir mulheres mais novas. (Sem informação suficiente para comentar

A carência
"Há mulheres tão carentes que afugentam os homens, sem se aperceberem. Não há nada que assuste mais um homem do que uma mulher muito ansiosa por encontrar um novo amor, porque eles percebem isso e afastam-se, e elas acabam por atrair homens também eles desesperados", nota Margarida. Conselho: tem calma, que o amor acaba por acontecer. Enfim, ou não, mas de outra maneira pode acontecer qualquer coisa que não tem nada a ver com amor. (Hum... tem dias!)

A descrença
As pessoas já partem derrotadas e a achar que nunca vão ser felizes. "Têm muita dificuldade em acreditar que o amor possa acontecer de novo, o que as leva muitas vezes a baixar os braços", explica. "Isso são medos, que, trabalhados e percebidos, são ultrapassáveis. O que deves ter em mente: não existem pessoas perfeitas nem relações perfeitas: tenta encarar o outro como um ser imperfeito e tenta perceber se consegues aceitá-lo na sua imperfeição ou não. Isso é o fundamental." (It's me!)

Esta conselheira nascida em Moçambique, há 48 anos, vai mais longe e sugere alguns sítios onde podemos encontrar o amor: nos ginásios, nos cursos, em aulas de dança, em casa de amigos. Mas chama a atenção para o facto de que esta empreitada pode levar tempo, e não te deixares abater se a coisa não funcionar ou se encontrares mais tipos parvos do que homens que são 'o teu tipo'. Contacta os amigos que também estão sozinhos, juntem-se para jantar ou ouvir música, partilhem amizades. É um processo que leva tempo, mas hoje em dia há cada vez mais divórcios e cada vez mais gente disponível. Podes frequentar a Internet, mas tendo cuidados básicos e percebendo que tipo de pessoas são aquelas que lhe aparecem.

Para mal dos meus pecados revi-me em (quase) todas as situações por ela descritas. O que só reforça aquilo que já todas sabemos: sou uma solteira nata. E tu, solteira minha, inocente ou culpada?

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Nos últimos dias tenho refletido bastante sobre as relações, especialmente em como parece cada vez mais difícil as mulheres inteligentes e bem resolvidas conseguirem estabelecer ou manter um relacionamento amoroso verdadeiro e saudável. Sim, porque relações há muitas, mas que valem, de facto, a pena não abundam por aí.

Falo por mim, óbvio, mas também pelas amigas que desabafam comigo e ainda pelas leitoras deste caderno que partilham suas estórias de vida comigo. E a conclusão a que chego é que pessoas inteligentes revelam um maior ceticismo e desapego em relação ao amor. Não porque não lhe reconhecem a importância, mas, essencialmente, por estes três motivos: sabem exatamente o que querem e melhor ainda o que não querem; os seus padrões de exigência são elevados; são tão bem resolvidas que a independência, o amor-próprio, a realização pessoal e os projetos de vida acabam por falar mais alto que o compromisso emocional.

Com isso quero dizer que para estas pessoas o amor não é fácil de encontrar. Eis seis razões que justificam isso:

1. Não é uma prioridade
Na medida em que faz mais sentido a dedicação ao trabalho/carreira, por exemplo, do que um companheiro.

2. Beleza oculta
As pessoas inteligentes, mais do que fisicamente atraentes, possuem uma beleza oculta, ou seja, um tipo de beleza interior que só uma pessoa especial consegue reconhecer e apreciar, sem sentir-se inseguro ou complexado.

3. A inteligência basta
A realização que sentem por serem inteligentes é suficiente para as suas vidas, fazendo assim com que um amor assuma um papel secundário. Não precisam de um relacionamento para se sentirem completos, mas se ele surgir, ele vem para acrescentar valor às suas vidas.

4. Objetividade
Têm a exata noção do que é certo e errado, pelo que muitas vezes fazem questão para o que outro saiba o que está errado na relação. Convenhamos, que nem toda a gente sabe lidar com essa objetividade.

5. Não são fáceis de entender
Por terem uma mente por vezes um pouco complicada, nem sempre conseguem fazer-se entender. Isso não quer dizer que não tentam, mas é difícil e cansativo estar o tempo todo a explicar o que lhes vai na cabeça e no coração.

6. Falta de sutileza
Dado que se focam nas coisas maiores, deixam passar as dicas sutis da outra pessoa acerca de coisas insignificantes. Não o fazem propositadamente, mas ainda assim pode magoar o parceiro.

O amor faz falta? Claro que sim! O amor dá outra cor à vida? Sem dúvida! O amor ilumina o sorriso, aquece a alma, acalma o coração, devolve a paz e ilumina a vida? Absolutamente! Seria mais feliz com ele? Com certeza! Posso viver sem ele? Estou aqui, não estou? Apesar de lhe reconhecer o seu valor, não é coisa sem a qual não possa viver ou ser feliz.

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tumblr_nlz2xrUpaN1s2j0zlo1_1280-1.jpgNinguém melhor do que nós mesmos para lidar com a nossa própria vida, sonhos e paixões. Daí que seja imperativo não permitirmos certas coisas por parte dos outros. Coisas essas que pouco ou nada acrescentam à nossa felicidade. Bem pelo contrário!

A meu ver, um dos luxos da idade adulta é o livre arbítrio para podermos decidir quem deve (ou não) fazer parte do nosso círculo de convivência. A nós mulheres então, na qualidade de criaturas confiantes e bem resolvidas, cabe-nos a tarefa - muitas vezes dolorosa e ingrata - de afastar de nós certo tipo de pessoas e de atitudes que simplesmente boicotam a nossa felicidade. O artigo de hoje debruça-se sobre algumas delas:

1. Quem sabe da tua vida és tu
Não permitas que te digam como viver a tua vida, e muito menos que nela interfiram nela, sobretudo em relação ao que deves vestir, com quem deves namorar e o que deves comer.

2. A tua paz de espírito deve ser sagrada
Bane da tua vida as pes­soas tóxicas, que servem apenas para perturbar a tua paz de espírito, sugar a tua energia e interferir com o teu bem-estar psíquico e emocional.

3. A tua vida privada deve ser inexpugnável
A vida é tua e só tu sabes as batalhas que enfrentas todos os dias. Por isso mesmo, não temas em manter dis­tância dos bis­bilho­teiros e das pes­soas que não se im­portam con­tigo, mas que, ainda assim, insistem em intrometer-se e dar palpites na tua vida privada.

4. O sonho comanda a vida
Evita contato com todo aquele que faz pouco dos teus sonhos, que os desvaloriza e até ri deles. Em compensação, cerca-te de quem acre­dita neles e que te pode ajudar a realizá-los.

5. Tolerância zero para com segundas oportunidades
Com isso quero dizer que dar uma se­gunda hi­pó­tese a pessoas que já te desiludiram e nas quais deixaste de confiar é o mesmo que esperar que chova no deserto do Saara. Ou seja, espera-se demasiado tempo para presenciar tal fenómeno. Acre­ditar nas promessas de quem não soube merecer a tua confiança não passa de ilusão, por isso afasta-te desse tipo de espécie humana.

6. Se conselho fosse bom, seria pago
Todo mundo tem conselhos para dar sobre tudo e mais alguma coisa. Sobre a vida alheia, então…. Perante aquelas pessoas que passam a vida a dizer-te como deves viver a tua, em especial as que não põem em prática o que apregoam, só há uma coisa sensata a fazer: não desperdiçares o teu tempo com elas, já que o mais provável é que não saibam o que é me­lhor para elas quanto mais para ti.

7. Os fracassos são teus e mais ninguém tem direito a fazer uso deles
In­fe­liz­mente, algumas pes­soas sentem-se me­lhor me­nos­prezando os ou­tros. Não permitas que tal aconteça contigo. Man­tém-te firme na tua po­sição e evita o tipo de pessoas que te atira com os fracassos à cara e te faz sentir incompetente ou incapaz.

8. És digna de amor sim e ponto final
Por isso, evita as pessoas que in­sistem em dizer que és com­pli­cada e tal e que de­verias mudar. Acredita que existem pes­soas que te amam e te aceitam exatamente como és, ou seja, com todos os teus defeitos. São essas que interessa ter sempre por perto. O resto é o resto. E nunca ninguém precisou de restos para ser feliz.

9. Usar e abusar da tua bondade
Permitir que façam uso indevido das tuas qualidades mais altruístas é emocionalmente desgastante e uma batalha inglória. Dás o teu melhor e, em contrapartida, absorvem toda a tua boa vontade, sem falar no teu tempo, sem nada de bom dar em troca. Escusas deixar de ser uma boa amiga para saberes iden­ti­ficar quando alguém te toma por garantida.

10. É a paixão que nos faz querer ir mais além
Não deixes que te desviem da tua paixão, ainda que esta pa­reça insana, exequível ou incapaz de te garantir o sustento. Per­mitir que os ou­tros in­ter­firam com a tua verdadeira vo­cação é abrir mão do melhor de ti e deixar que outros assumam o comando da tua vida.

11. O teu tempo é mais importante de que o tempo dos outros
Não deixes que te pressionem com limites de tempo. As pessoas adoram ca­lendá­rios e prazos, mas isso não quer dizer que tenhas que te regular em função delas. Dá o teu me­lhor, sempre dentro do teu timing, e deixa a vida te levar.

12. Os artigos é que levam rótulos
Não permitas que te rotulem. As pessoas adoram ro­tular os ou­tros - vul­ne­rável, emo­ci­onal, louco, inde­ciso, chato, exigente, com­pli­cado e por aí adiante - porém não és obri­gada a aturar isto. Abre mãos de todos os ró­tulos para não ter que levar com nenhum deles.

13. Os teus planos devem ser a tua prioridade
Não permitas que te façam desistir dos teus planos. E se fores abrir mão deles, que seja por ti e não pelos outros. Na vida há que arriscar e de ter fé, pelo que não vale a pena par­tilhares os teus planos e as tuas ideias com quem não será capaz de os en­tender.

14. Os erros alheios não são responsabilidade tua
Não deixes que te culpem pelos erros dos outros e muito menos admitas que te usem como saco de pancada ou bode ex­pi­a­tório para fa­lhas alheias.

15. Cada um tem o lugar que merece na tua vida
Dá a cada pessoa o lugar que ela merecer, caso contrário, corres o risco de te sentires usada, esgotada ou até mesmo de­ce­cionada. Se alguém te trata como prioridade, dá-lhe um lugar de destaque na tua vida. Se não, relega-a para os bastidores, de preferência dentro de um armário trancado a cadeado e cuja chave caiu num calabouço.


Para o bem da nossa sanidade mental, social e, porque não dizer física, convém não darmos margens a esse tipo de atitudes, que só servem para nos deixar ansiosos, estressados, diminuídos, infelizes, frustrados e ressentidos. Se para isso tivermos que banir algumas pessoas do nosso convívio…, olha temos pena. O importante é sermos e estarmos felizes, pelo que quem não contribui para tal coisa, não merece fazer parte da nossa vida.

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Que o sexo é algo inerente à condição humana e que sem ele a vida não seria a mesma coisa, estamos nós cansadas de saber. Longe de debruçar-se sobre a importância do sexo, este artigo visa analisar o processo cognitivo inerente à questão: dar ou não dar?

 

A decisão de "partir para o finalmente" não é algo que deva ser encarado de ânimo leve, até porque tudo o que implica riscos exige ponderação. E o sexo, por melhor que seja, implica vários riscos:

* Emocionais (coração despedaçado ou arrependimento)

* Sociais (ser rotulada de promíscua ou fácil)

* Físicas (a outra parte pode revelar-se violenta)

* Saúde (vulgo, doenças)

* Morais (dependente das convicções religiosas de cada um)

* Biológicos (gravidez indesejada ou acidental)

 

Portanto, antes de nos deixarmos dominar pelas hormonas, convém procedermos a este check-up recomendado pela psicóloga Leslie Becker-Phelps, no site WebMD:

 

1. O que representa o sexo para mim?

É importante perceber se o ato sexual vai de encontro àquilo em que se acredita. Por exemplo, se acreditas que é necessário haver um certo tipo de intimidade ou que é preciso ter algum tipo de compromisso antes de passar ao próximo nível, talvez seja boa ideia esperar pelas cenas dos próximos capítulos.

 

2. De que maneira vai afetar a minha vida?

Convém não ignorar as circunstâncias da tua vida. Se estás em algum tipo de relacionamento – se for casado ou mancebado – pensa de que maneira é que ter relações sexuais com essa pessoa vai influenciar a tua vida. E mesmo que ele seja solteiro, importa ter esta questão em mente se decidires envolver-te sexualmente com um colega de trabalho, com o teu chefe ou até mesmo com um amigo próximo.

 

3. Será a pessoa certa?

Mesmo que as tuas hormonas estejam ‘possuídas’ pelo espírito da própria Messalina, convém não ignorar a voz da razão. Muitas pessoas têm consciência que a pessoa com quem começaram a andar ou a pessoa que lhe interessa não é a melhor escolha - seja por ser controlador, por ser ciumento ou simplesmente por ser demasiado diferente. Ter relações sexuais com essa pessoa só irá aumentar a intimidade entre os dois e isso pode complicar-lhes a vida na hora de por um ponto final na história.

 

4. Será um bom timing?

O timing também tem uma palavra a dizer nesta matéria, na medida em que a pessoa até pode ser a certa, mas o momento não. Por exemplo, se saíste há pouco tempo de uma relação, talvez seja melhor ponderar se é boa ideia envolver-se com alguém logo a seguir – seja por uma noite ou uma nova relação.

 

Despeço-me por agora, não sem antes deixar este repto: és das que pensam antes de fazer, das que fazem antes de pensar ou das que nem uma coisa nem outra?

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01
Dez15

Toda a verdade sobre ELES

por Sara Sarowsky

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Que tal te parece esta lista da revista Máxima, na qual elencam 20 verdades sobre os homens?

 

1- Os homens reparam se eu ganhar 2 ou 5 quilos?
Dois, não. Cinco, sim! 

 

2- Do que é que têm mais medo na cama?
Que possas estar a fingir o orgasmo.

 

3- Quando digo: "Não se passa nada. Está tudo bem", ele acredita mesmo em mim?
Provavelmente não. Os estudos mostram que os homens nem sempre são bons a ler as nossas emoções, mas reconhecem as expressões que significam "alerta vermelho".

 

4- Como é que ele prefere que eu me redima depois de ter feito asneira?
Faz um simples contato visual e pede-lhe desculpa, pois a maior parte dos homens não precisa de mais.

 

5- O meu marido já não tem muitos amigos chegados. Devo preocupar-me?
Sim. Ele vai começar a sentir-se isolado. Organiza um jantar em vossa casa e pede-lhe para convidar alguns colegas de trabalho. 

 

6- Quando é que começam a considerar uma relação séria?
No momento em que param de dormir com outras mulheres e não têm qualquer problema com isso. 

 

7- Os homens com pénis pequenos sabem que têm o pénis pequeno?
Sim, eles têm noção do tamanho médio.

 

8- Se uma mulher é muito louca na cama, isso fá-los pensar que não é a pessoa certa para uma relação séria?
Pode acontecer. Espera pelo estatuto de namorada antes de soltares a sex bomb que tens dentro de ti.

 

9- Porque é que a atenção dos homens nunca divaga durante o sexo?
Eles estão habituados em focar-se num assunto de cada vez, logo não é de estranhar que esteja, completamente concentrado durante a relação sexual. E ainda bem…

 

10- Porque é que os homens nunca notam quando cortamos o cabelo?
Ele olha para a imagem geral, não para os pequenos detalhes, como o teu novo penteado.

 

11- A seguir ao sexo, o que é que ele partilha com os amigos?
Depende. Se for o caso de uma noite, tudo. Se ele achar que poderá tratar-se da próxima namorada, absolutamente nada.

 

12- E se estivermos a falar de uma relação estável, o que é que contam aos amigos sobre a vida sexual?
Na realidade, muito pouco. Mais do que isso poderia aguçar a curiosidade alheia.

 

13- O que é que passa pela cabeça de um homem quando me vê nua pela primeira vez?
Pura luxúria. 

 

14- Porque é que nunca se conseguem recordar de aniversários ou das datas especiais?
Eles odeiam que as mulheres os considerem incapazes de memorizar datas e recusam-se apontá-las nas agendas, como forma de protesto. O problema é que depois acabam mesmo por se esquecer.

 

15- Porque é tão mais fácil para os homens terem uma relação sem compromisso e não ficarem emocionalmente ligados à parceira?
É uma questão biológica. O organismo das mulheres liberta uma substância chamada ocitocina, o que faz com que nos seja mais fácil criarmos uma ligação emocional.

 

16- A quem é que os homens pedem conselhos quando têm um problema sentimental?
A ninguém, na maioria dos casos. Se estiverem realmente aborrecidos, desabafam com um amigo.

 

17- Como sei se um homem já ultrapassou uma má separação?
Se conseguir falar disso abertamente.

 

18- Se não me relacionar com os amigos dele, isso significa que vai pensar que a relação não é para durar?
Não é um bom sinal, de facto…

 

19- Porque é que os homens se tornam autênticas crianças quando estão doentes, mesmo quando se trata de uma simples constipação?
Os homens dramatizam os sintomas para receber mais atenção.

 

20- Porque razão é que os homens odeiam fazer planos a longo prazo, como uma viagem no aniversario de namoro?
Porque assim não lhe podes dizer: "Mas tu prometeste que fazíamos isto…", caso ele entretanto mude de ideias.

 

Depois desta, a conclusão a que chego é que os homens são criaturas simples, diria até binárias, que reagem ao "sim" e ao "não" conforme o estímulo que se lhes dá. Quando o estímulo prende-se com a líbido e as questões carnais o "sim" é quase certo. Quando o estímulo prende-se com questões emocionais, aí a cantiga é outra.

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29
Out15

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De acordo com o especialista Anthony de Mello, a maturidade emocional é nada mais do que a perceção de que não temos necessidade de culpar ou julgar ninguém pelo que nos acontece. Sendo assim, a idade pouco pode ter a ver com isso, ao contrário da maturidade (convencional), normalmente associada à idade e aos anos de experiência de vida cronológica.

 

À semelhança de qualquer outra caraterística intrínseca, a maturidade emocional não surge do nada; exige trabalho, esforço, boa vontade e o desejo de olhar para dentro e conhecer-se melhor, com a razão e a emoção em perfeita sintonia. Amadurecer significa encarar a realidade tal como ela é, muitas vezes bem mais dolorosa do que o desejado. Significa ainda entender que não existe amor maior do que o amor próprio, aprender e aceitar o que a vida nos apresenta e seguir adiante.

 

Sete caraterísticas das pessoas emocionalmente maduras:

1- Sabem dizer adeus - pessoas assim sabem que a vida fica muito melhor quando é vivida sem amarras, porque entendem que ficar preso ao passado impede-nos de fechar ciclos, curar feridas emocionais e seguir em frente.

2 - Conseguem encarar o seu passado emocional sem dor - reconhecem a importância de viver o já, aqui e agora, superando e aceitando o que passou. O que aconteceu, já lá vai, não pode ser mudado, por isso mais vale aprender com os erros e avançar.

 

3 - Têm consciência do que pensam e sabem - a clareza mental das pessoas maduras contrasta com a preguiça e o caos mental daqueles que não o são. Nesta ótica, a maturidade emocional ajuda a resolver problemas de forma eficaz.

 

4 - Quase não reclamam -  já aprenderam que somos o que pensamos, por isso parar de reclamar é a melhor maneira de promover mudanças, dado que as queixas podem aprisionar-nos em labirintos sem saída.

 

5 - Conseguem ser empáticas sem permitirem que as emoções alheias os influenciem - têm respeito por si mesmas e pelos outros; têm habilidade para se relacionar da melhor forma possível com os demais e sabem ouvir, falar e trocar informações.

 

6 - Não se castigam pelos seus erros - não se punem por possuírem limitações, simplesmente as aceitam e tentam melhorar. Sabem que nem sempre tudo acontece como queremos, mas cada erro é uma lição de vida e uma boa oportunidade para o crescimento pessoal.

 

7 - Aprenderam a abrir-se emocionalmente - maturidade emocional implica assumir o controlo da própria vida, ter a própria visão de mundo e ambição para o sucesso. Neste contexto, é muito importante assumir compromissos, amor, autoconfiança e acreditar nas pessoas. Convém não ser perfecionista, não esperar a perfeição dos outros, esquecer as desavenças e perdoar, inclusive a nós mesmos.

 

Para os que se identificam com estes traços de personalidade um bem haja da minha parte. Acreditem que fazem toda a diferença, pois o mundo precisa de mais indivíduos como vocês. Para os demais, é hora de arregaçar as mangas e trabalhar a maturidade emocional, afinal vale sempre a pena tornarmo-nos seres humanos melhores.

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