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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Viva!

 

Porque estou plenamente convicta do impacto que poderá ter na tua existência e porque a conselheira espiritual do Ainda Solteira merece este mais do que justo tributo, já que todos os meses nos cede pro bono as suas previsões energéticas, desafio-te a inscreveres-te no próximo workshop de reprogramação mental da spiritual coach Isabel Soares dos Santos, a minha guru do bem, como gosto de lhe chamar.

 

Feito um anjo de luz, esta alma iluminada adentrou pela minha vida para me consciencializar que a saúde espiritual  – a par da física e da mental  – é uma das três pedras basilares da felicidade humana. Foi com ela que me iniciei na arte da meditação, que encetei a minha primeira regressão a uma vida passada, que abri a minha mente para o invisível aos olhos, que aprendi a aquietar o meu coração e que renovei a esperança em mim e na humanidade. 

 

Desde que fiz este curso, no passado dia 28 de abril, a minha vida conheceu melhorias inesperadas e inimagináveis, numa mescla de milagres e mistérios. Não tenho dúvidas de que tais mudanças foram despoletadas pelos ensinamentos assimilados nesse dia e que se resumem a um único propósito: fazer da minha mente uma aliada e não uma adversária, como até então.

 

Para teres uma ideia mais concreta a que me refiro, digo-te que, apenas cinco dias depois de ter estado nesse evento, surgiu a oportunidade de viajar para Barcelona, uma oferta surpresa de uma amiga muito querida, que fez questão de me proporcionar a concretização de um sonho há muito acalentado. Literalmente de um dia para o outro, ainda por cima com o passaporte caducado, lá consegui apanhar um voo da TAP com destino à cidade de Gaudi. Coincidência? Provavelmente! 

 

À chegada a Barcelona, ainda antes de recolher a bagagem, recebo um telefonema de uma antiga entidade patronal a perguntar se tinha disponibilidade para reforçar (temporariamente) o serviço com o qual colaborei há dois anos e no qual não consegui permanecer por pura implicância de uma Cruella de Vida que me considerou demasiado "vistosa" para a instituição em questão. 

 

Foi assim que – ainda que por meras semanas – regressei ao trabalho dos meus sonhos e com todos os meus direitos salvaguardados em contrato: descontos para a segurança social e fisco, seguro de saúde, salário decente, horário reduzido, uma equipa fantástica e a possibilidade de exercer na área que eu mais gosto e que tão bem sei criar valor. Outra coincidência? Já não estou tão certa disso! 

 

À minha amiga maior foi-lhe diagnosticada, no auge dos seus 40 aninhos, um tumor no peito, cujo índice de malignidade pairava entre os 50 e os 95%. Como é de se prever, ao tomar conhecimento da notícia desmoronei-me feito um iglu em plena praia de Ipanema, vergada pela antevisão do sofrimento pelo qual ambas iríamos seguramente passar. O desespero que me tomou de assalto a alma representou uma séria ameaça à onda de pensamentos e vibrações positiva na qual tinha estado a trabalhar até à data.

 

Numa operação digna de Hollywood, lá consegui resgatar os preceitos apreendidos no workshop, obrigando a minha mente a encarar o assunto, não como uma sentença de morte, mas antes uma provação, ainda que duríssima, por certo. Inspirada pela atitude serena e corajosa da minha mana do coração (que nem por um momento se deixou panicar), lá consegui voltar aos braços da aura positiva e otimista de antes, na firme crença de que no fim tudo acabaria por dar certo.

 

E não é que deu mesmo? O resultado da tal biópsia que visava determinar a localização do carcinoma, não poderia ser mais tranquilizador: a malignididade não se confirmou. Esta minha amiga revelou-se mais sortuda que o primo Gastão da Disney. Perante uma chance mínima de 50%, conseguiu ela a proeza de acertar em cheio na metade que lhe garantia conservar a saúde.

 

Removida a espada que nos pendia sobre a cabeça, eis-nos de volta à rotina nossa de sempre; eu em Lisboa e ela do outro lado do Atlântico. Depois do que acabaste de ler, ainda achas que a força do pensamento positivo é conversa de quem não tem mais o que fazer?

 

O texto já vai longo, reconheço, mas ainda há tempo para confessar que, ainda à custa deste workshop, rendi-me ao poder do ho'oponopono, uma técnica capaz de proporcionar a dose diária recomendada de leveza espiritual e mental e que consiste em duas meditações (de manhã e à noite) de 15 minutos apenas, durante 21 dias, tempo que o ser humano precisa para se adaptar à mudança.

 

A versão tradicional desta terapia é composta por quatro frases chaves: sinto muito, perdoa-me, amo-te e sou grata; ambicionando cada uma delas conduzir o praticante na passagem por quatro etapas sentimentais: arrependimento, perdão, amor e gratidão. De acordo com os entendidos na matéria, a simples repetição destas palavras revela-se capaz de ativar a libertação de bloqueios, lembranças negativas e traumas, de modo a podermos assumir um controlo mais tranquilo sobre o próprio corpo e a própria vida.

 

Se ainda te sobra alguma réstia de dúvida em relação à revolução que uma formação destas pode provocar na tua vida, deixa-me dizer-te que os seguidores do AS terão direito a condições especiais de participação, desde que para isso se inscrevam através do blog. Atreve-te, que não te arrependerás, garanto-te!

 

Deixo-te que são horas do meu ho'oponopono. Hasta!

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Viva!

 

Em pleno dia de jejum, nada mais pertinente que revelar-te alguns dos segredos por detrás do minha (boa) forma física. Já aqui assumi em vários posts que tenho cuidado com o que levo à boca. Tento, sempre que me é possível, primar por uma alimentação saudável, isenta de fritos, açúcar adicionado, lactose, produtos refinados e carbohidratos pobres em fibra.

 

Escusado será dizer que também eu cometo – com mais regularidade do que seria desejável – alguns, na verdade vários, pecados gastronómicos. Por não reconhecer a eficácia das dietas restritivas e da abstinência calórica, deles não faço tenção de abrir mão. Só para teres uma ideia, sou uma adita da pizza (comia-a todos os dias, se o meu nível de colesterol não disparasse em fecha); no que toca a queijos, considero-me uma Minnie; sou incapaz de resistir a sorvetes; vejo a batata frita como a terceira maravilha do mundo; sumos naturais deviam ser prescritos pelos médicos e as gastronomias cabo-verdiana, portuguesa, brasileira, japonesa e italiana de consumo obrigatório. 

 

Sorte minha que, à exceção do queijo e do iogurte, nunca fui chegada em derivados de leite. Também não sou apreciadora de ovos, motivo pelo qual raramente tenho que me debater com o drama das sobremesas. Só isso já me rende uns bons quilos a menos, já que a doçaria portuguesa é baseada essencialmente nesses dois ingredientes, e no açúcar, o qual o meu organismo já só consegue suportar uma pitada e pouco mais.

 

Só para teres uma ideia, eu sou do tipo de pessoa que entra numa pastelaria com vontade de comer qualquer coisinha saborosa e sai de lá frustrada por não encontrar nada que lhe agrade verdadeiramente.

 

Feita a contextualização, eis os meus truques para comer de tudo e mesmo assim continuar a vestir o tamanho 34, aos 40 anos e sem por o pé no ginásio há quase um ano:

1 - Jejum de 24 horas uma vez por semana

2 - Pela manhã, água morna com ½ limão ou duas colheres de vinagre de cidra e mel

3 - Comer como uma rainha num dia e como uma plebeia no dia seguinte

4 - ½ taça de vinho tinto às refeições de garfo e faca

5 - Snacks caseiros à base de milho

6 - Iogurte e queijo sem lactose

7 - Pão, arroz e massa integral

8 - Panqueca de milho ao pequeno-almoço

9 - Sal das Himalais para condimentar

10 - Zero fritos em casa

11 - Zero açúcar branco em casa

12 - Zero açúcar em chás e infusões

13 - Zero bebidas açúcaradas

14 - Em casa, só peixe

15 - Batata doce ao pequeno-almoço

16 - Chá de louro para depois dos exageros

17 - Andar a pé e subir escadas sempre que possível

18 - Dormir entre 9 a 10 horas por noite

19 - Banho frio o ano inteiro

20 - Frutos secos nas horas em que a fome ataca

21 - Chocolate preto

22 - Fruta fresca sempre que possível

23 - Consumo limitado de alimentos processados

24 - 1,5 a 2 litros de água por dia

25 - Zero refogados

 

Por experiência própria posso atestar que a boa forma física depende essencialmente de pequenas rotinas, que, aliadas a um programa alimentar adequado ao estilo de vida de cada um, se revelam uma aposta ganha. Por acreditar que o corpo humano precisa de um pouco de tudo, não me privo de comer nada. Mesmo assim consigo manter um corpo magro, elegante e são. Isto porque como com peso e medida e contrabalanço uma asneira nutricional com uma opção saudável.

 

Até à próxima!

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Viva!

 

Qual é a pergunta qual é ela que todos os solteiros temem ouvir? Como é evidente, "Porque não tens ninguém?". De entre todas as respostas – espontâneas, evasivas, resmungonas ou depressivas – esta é aquela que não me lembro de alguma vez ter ouvido sair da boca de um mortal: "É porque como nunca saio de casa, estou à espera que o amor me venha bater à porta!".

 

A experiência pessoal permite-me afirmar que dificilmente existe uma única explicação para o facto de se estar desemparelhado. É facto que um determinado momento e um determinado acontecimento ditaram o dia, o mês e o ano em que a pessoa se autoconsciencializa solteiro. Depois disso, vários argumentos são descaradamente evocados para justificar e/ou reforçar o não estar num relacionamento: preferência por atuações a solo, aversão e/ou medo de compromissos, cara metade esquiva ou, pura e simplesmente, falta de sorte.

 

Independentemente do motivo por detrás da solteirice nossa de cada dia, a auto sabotagem, ainda que na maioria das vezes perpetrada de forma inconsciente, é responsável por uma siginificativa percentagem de corações solitários que andam a vaguear pelos calabouços do amor.

 

De acordo com a psicóloga Melanie Schilling, "minamos e bloqueamos de forma ativa as oportunidades que impliquem qualquer tipo de interação social ou que possam levar a conhecer possíveis parceiros. Ao adotarmos essa postura, transmitimos a mensagem de não estamos interessados numa relação".

 

Como é que fazemos isso? Atribuindo a responsabilidade da nossa situação amorosa a fatores externos – por exemplo, 'está muito frio, começo a sair mais e a ir a encontros quando o inverno acabar' ou 'não há homens de jeito' –, quando na verdade só estamos com medo.

 

"Frequentemente quando já sofremos no passado tornamo-nos demasiado protetores de nós próprios. E tememos sentir intimidade e vulnerabilidade com alguém. Porém, há uma diferença entre ser razoavelmente cético e boicotar a própria felicidade", esclarece a psicóloga.

 

No parecer desta inspetora da mente, muitos dos que inconscientemente sabotam as suas hipóteses de encontrar o amor, 'agarram-se' a três tipos de noções negativas: acerca deles próprios ('estou melhor sozinho'), acerca dos homens/mulheres em geral ('provavelmente vão trair-me') e acerca dos relacionamentos ('não tenho tempo para uma relação').

 

Perante este quadro, o diagnóstico é irrefutável: não estamos preparados para namorar se cultivamos um desses três pensamentos. Ups!

 

O poço de verdade na qual estas ideias saciam a sua empiricidade é tal que não me resta outra opção que não seja fazer mea culpa e encetar uma análise isenta de "achismos" sobre os reais motivos porque continuo solteira. Agora vejo que muitos de nós cometemos o pecado de não saber reconhecer que estar desemparelhado deve-se, acima de tudo, às nossas próprias atitudes e ao nosso modo de estar na vida.

 

E com esta retiro-me de costas, não vá a verdade dos factos seguir-me ecrã fora. Até à próxima, single mine.

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20
Mai18

Queres f**** comigo?

por LegoLuna

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Viva!

 

Ainda que sob pena de ultrapassar a linha que separa o erótico do pornográfico, arrisco-me a partilhar contigo o olhar do Marcos Bulhões sobre as relações nos tempos atuais. Em respeito para com a boa digestão virtual e para com o alinhamento editorial deste blog, o termo f**** será alvo de uma pequena censura, os tais asteriscos. Quanto à imagem, após hora e meia de indecisão, lá acabei por escolher a mesma que o autor usou na publicação original.

 

Sexo casual 
é o novo modelo de relacionamento.
Uma mensagem,
Um olhar,
Algumas palavras e pronto!
O sexo ganhou um novo pseudónimo:
o aclamado "foda".
Então prepara o preservativo
que a noite vai ser de prazer.
Mas a preservação não é só 
por uma gravidez inesperada ou uma DST,
também nos preservamos 
do compromisso,
do apego,
das cobranças
e sobretudo do AMOR.
É mais fácil tirar a roupa do que o sorriso.
Tocar corpo do que o coração.
Preferimos alguém pra comer numa noite,
a alguém que fique para comer connosco no café da manhã.
Estamos tão fragilizados com compromisso
que matamos o prazer enquanto a carência nos enterra.
Houve um tempo em que as pessoas 
faziam amor, e eram felizes.
Mas hoje, elas f****!!!
E talvez por isso exista pouca gente feliz
e tanta gente f*****.

 

A primeira ilação que se pode tirar do acima exposto é que os sentimentos mais profundos parecem já não interessar assim tanto, ao passo que os mais efémeros e superficiais parecem alastrar-se tal e qual um derrame de crude em pleno oceano.

 

Claro que cada um sabe o que é melhor para si, assim como cada qual faz o uso que lhe convém do livre arbítrio. Eu não me identifico de todo com este tipo de relações, como, aliás, não me canso de aqui repetir. Na verdade, um dos grandes motivos porque continuo solteira é precisamente o facto de partilhar do ponto de vista do Marcos.

 

Quando é uma mulher a abordar esta questão ela sujeita-se a levar com rótulos do tipo romântica, ingénua ou sentimental. Mas quando é um gajo a por o dedo no cancro das relações modernas: a primazia do físico em detrimento do emocional, o assunto assume outras nuances.

 

É, single mine, quem tem a sorte de ter um amor com letras maísculas que o conserve bem, porque para aqueles que não o têm, só mesmo recorrerendo ao Tom Cruise para completar a missão.

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Viva!

 

Escolhi para hoje um texto do Pedro Caballero Serodio, focado na azáfama da vida contemporânea, mais precisamente na "catrefada" de coisas que a sociedade nos recomenda (quando não impõe) como politicamente corretas e/ou saudáveis.

 

Dizem que todos os dias temos que comer uma maçã para o ferro e uma banana para o potássio. Também uma laranja para a vitamina C, meio melão para melhorar a digestão e uma chávena de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes.
 
Todos os dias temos que beber dois litros de água (sim, e logo a seguir mijá-los, que leva quase o dobro do tempo que os levei a beber). Todos os dias temos que tomar um Activia ou um iogurte para ter 'L.Cassei Imunitas', que ninguém sabe exactamente que merda é, mas parece que se não ingeres um milhão e meio todos os dias começas a ver toda a gente com uma grande diarreia ou presos dos intestinos.
 
Cada dia uma aspirina, para prevenir os enfartes, mais um copo de vinho tinto, para a mesma coisa. E outro de vinho branco, para o sistema nervoso. E um de cerveja, que já não me lembro para que era... Se os tomares todos juntos, mesmo que te dê um derrame cerebral ali mesmo, não te preocupes, pois o mais certo é que nem dês conta disso.
 
Todos os dias tens que comer fibras. Muita, muitíssima fibra, até que sejas capaz de cagar uma camisola bem grossa! Tens que fazer quatro a seis refeições diárias leves, sem te esqueceres de mastigar cem vezes cada garfada.
 
Ora, fazendo um pequeno cálculo, apenas a comer vão-se assim de repente umas cinco horitas. Ah, depois de cada refeição deves escovar bem os dentes, ou seja: depois do Activia e da fibra, os dentes. Depois da maçã, os dentes. Depois da banana, os dentes e assim, enquanto tiveres dentes sem nunca te esqueceres de passar o fio dental massajador das gengivas e bochechar com PLAX...
 
Melhor! Amplifica a casa de banho e põe a aparelhagem de música lá, porque entre a água, a fibra e os dentes vais passar horas, quase metade do dia ali dentro. Equipa-o também com jornais e revistas para te pores a par do que se passa enquanto sentado na sanita.
 
Temos que dormir oito horas e trabalhar outras oito, mais as cinco que usamos a comer, faz vinte e uma. Restam três horas, sempre que não surja algum imprevisto. Segundo as estatísticas, vemos três horas de televisão diárias. Bem, já não podes porque todos os dias devemos caminhar pelo menos uma meia hora (dado por experiência: ao fim de 15 minutos é melhor regressar, senão andas mas é uma hora!).
 
E há que cuidar das amizades porque são como uma planta: temos que as regar diariamente. E quando vais de férias também, suponho, senão as plantas morrem nas férias. Para além disso há que estar bem informado e ler pelo menos um dos jornais diários e outro de uma revista séria para comparar a informação. Ah! E temos que ter sexo todos os dias, mas sem cair na rotina: temos que ser inovadores, criativos, renovar a sedução. Claro!
 
Isso leva o seu tempo. E já nem estamos a falar do sexo tântrico! (A respeito disso, relembro: depois de cada refeição temos que escovar os dentes!).
 
Também temos que arranjar tempo para a maquilhagem, a depilação/fazer a barba, varrer a casa, lavar a roupa, lavar os pratos e já nem digo, os que têm gatos, cães, pássaros e uma catrefada de filhos...
 
No total, a mim dá-me umas 29 horas diárias. Isto se nunca parares! A única possibilidade que me ocorre é fazer várias destas coisas ao mesmo tempo: por exemplo, tomas duche com água fria e com a boca aberta, e assim bebes logo os dois litros de água de uma vez. Enquanto sais do banho com a escova de dentes na boca, vais fazendo o amor, o sexo tântrico, parado junto ao teu mais que tudo, que de passagem vê TV e te vai contando o que se passa, enquanto varres a casa.
 
Sobrou-te uma mão livre? Não, não penses nisso! Telefona aos teus amigos e aos teus pais! Bebe o vinho (que depois de telefonares aos teus pais vai fazer-te falta!). O iogurte com a maçã pode dar-te o teu par, enquanto ele come a banana com a Activia. No dia seguinte troquem! E menos mal que já crescemos, porque senão tínhamos que engolir mais umas cerelacs e um Danoninho Extra Cálcio todos os santos dias. Úuuuf! Mas se te restam 2 minutos, reenvia isto aos teus amigos (que temos que regar como as plantas) enquanto comes uma colherzinha de Muesli ou Al-Bran, que faz muito bem...
 
E agora vou deixar-te porque entre o iogurte, o meio melão, o primeiro litro de água e a terceira refeição do dia já não faço a mínima ideia o que é que estou a fazer porque preciso urgentemente de uma casa de banho.
Ah, vou aproveitar e levo comigo a escova de dentes...
 
Depois do que acabei de postar, vou repensar alguns dos conteúdos deste texto nos quais me revi. Oh se vou! Até à proxima adulto contemporâneo.

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Viva!

 

Olha só quem voltou ao teu convívio. Antes que comeces com cobranças, deixa-me dizer-te que sinto muito por cada um destes 10 dias que fiquei longe de ti. Tanto aconteceu desde o último artigo, que vou ter que ir relatando os acontecimentos aos poucos, sob pena deste artigo ultrapassar as quatro laudas.

 

Como te dei conhecimento através do Instagram, na quinta-feira passada voei até Barcelona para uma escapadela de quatros dias. A minha excitação era indescritível, não só por ir viajar (coisa que amo fazer), mas sobretudo porque estava prestes a realizar um sonho de há muito: conhecer uma das cidades que ano entra ano sai constava da minha wish list.

 

À chegada ao aeroporto de El Prat, recebo um telefonema de Lisboa a perguntar se estaria disponível para voltar para o trabalho dos meus sonhos (aquele que tinha perdido há dois anos por causa da implicância de uma fulana que achou que eu era demasiado vistosa para a instituição em causa). Como o voo de regresso estava marcado para domingo à noite e eles tinham grande precisão dos  meus préstimos, comprometi-me a "picar o ponto" na segunda, logo às nove da manhã.

 

Descaradamente mais esfusiante do que antes, desfrutei de três dias de puro deleite, a namorar a cidade, a absorver tudo o que me chegava aos olhos, a conviver com pessoas de diferentes nacionalidades, a praticar o portunhol, a descobrir recantos, segredos e estórias da Catalunha, a dançar na rua às tantas da noite, a subir e a descer encostas, a visitar exposições de arte; ou seja, a turismar.

 

Até que... a lua de mel dá lugar à lua de fel. A passagem do paraíso para o inferno dá-se por uma questão de minutos. Devido a um atraso de meia hora, em parte justificado pelo escaldante Barcelona-Real Madrid desse dia, que deixou os transportes a rebentar pelas costuras, eis que perco o voo que me traria de volta para casa. Com a cidade mais apinhada do que o costume (à custa dos blaugrana), os voos para Lisboa estavam todos lotados, motivo pelo qual só consegui um novo para dali a dois dias.

 

Entre procurar alojamento à última da hora, voltar ao estilo de vida estudantil – em que se dorme no sofá de alguma alma caridosa, lava-se roupa numa lavandaria, come-se pão com cuspo ao pequeno-almoço e otras cositas más – lá consegui aterrar na Alfacilândia na terça de manhã, mesmo a tempo de apanhar o Carris Express para o (novo) trabalho, com 36 horas de sono em cima (16 delas sem uma higiene pessoal digna desse nome), longas horas de jejum (forçado) e com a minha tralha a descoberto, já que na volta a minha mochila (comprada na véspera) foi inutilizada pelo pessoal de handling.

 

Enfim... foi uma aventura e tanto. Pena eu não ter tempo nem disposição para te contar os detalhes mais sórdidos. Estou a cair para o lado de tanto sono e cansaço. Desde que cheguei de viagem, tenho trabalhado das nove da manhã às tantas da noite, hoje inclusive.

 

Conto voltar à rotina já amanhã. Ainda bem, porque sinto-me à beira de uma estafa. Na última semana dormi pouco, comi mal, trabalhei em contrarrelógio e não escrevi uma única frase. Preciso mesmo retomar as aulas de código, as crónicas do Ainda Solteira, o social media manager da missão diplomática, o convívio com a minha tribo, as tarefas domésticas, as idas ao supermercado, e por aí fora. Preciso respirar, relaxar, meditar e vegetar, nem que seja por umas horitas.

 

Até lá, deixo-te com aquele abraço amigo e desejos de uma semana abençoada.

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Mai18

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Viva!

 

O quinto mês do ano traz previsões que tanto têm de curiosas como auspiciosas. Eu que estou toda sintonizada no lado espiritual da vida, só tenho a agradecer à nossa guru do bem, a Isabel Soares dos Santos, e dizer a maio que estou pronta para receber tudo que ele me quiser trazer, que lhe ficarei grata na mesma. Eis o que nos reserva o mês da mãe e das noivas.

 

Durante todo o mês deverás trabalhar o poder da tua mente, principalmente aprender a conseguir desligar os pensamentos que te perturbam. A todo o momento surgem pensamentos negativos, pensamentos derrotistas ou apenas confusões mentais.... Depois de os últimos meses terem sido muito intensos energeticamente, o mês de maio pede para parares e relaxares, mas se não conseguires desligar a tua mente de todas as preocupações, vais acabar por não conseguir de todo relaxar.

 

Cada vez mais deves apostar em práticas de relaxamento como a meditação, o yoga ou o tai-chi, ou até mesmo algum exercício físico mais intenso. Quando a mente não está treinada para desligar sozinha, então o melhor a fazer é cansar o corpo, de modo que a mente acabe por sucumbir ao cansaço.

 

Olhando bem para a mulher na imagem, é percetível que, apesar de os últimos meses terem sido desgastantes e de todas as vozes que teimam em fazer-se presente, ela transmite serenidade. O corpo está em posição de meditação representando relaxamento, os ombros direitos representando segurança e a face a esboçar um leve sorriso representando tranquilidade.

 

Por isso, a pensar em todas as vozes que não gostamos de ouvir e em todos os nossos medos interiores que muitas vezes nos bloqueiam, deves trabalhar para encontrar a tua paz interior. Saber viver em harmonia e paz constantes é o principal caminho para conseguires tudo o que desejas na vida.

 

Desejos de um mês muito feliz!

Abraço de Luz,
Isabel 💗

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02
Mai18

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Viva!

 

Ando sumida, não porque não queira estar contigo, mas porque ando numa azáfama tal que pouco tempo e inspiração me tem sobrado para tal. Como te disse há umas semanitas, no sábado passado fui ao tal workshop de reprogramação mental.

 

Há tanto para contar que, até conseguir tempo para despejar tudo, vou resumir essa experiência numa só palavra: transformador. Mesmo! A todos os níveis e de tal modo profundo que (apenas) quatro dias depois tenho a possibilidade de realizar uma das minhas viagens de sonho. De modo totalmente inesperado, como se, de facto, o universo começasse a trazer até mim tudo o que esteve na calha durante tanto tempo.

 

Vou estar fora uns dias, mas para a semana estarei de volta com mais novidades e estórias incríveis para contar. Até lá fica com aquele abraço amigo e votos de um fantástico fim de semana. 

 

P.S. - Para saberes onde estarei nos próximos dias fica atenta ao Instagram que vou tratar de postar lá umas fotos giras.

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