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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


letter-f.jpgOra viva!

É impressão minha ou só dá F esta semana? Vejamos:

* Na terça, houve Festival Eurovisão da Canção, onde o concorrente português ficou apurado para a final.
* A Queima das Fitas já está nas ruas, cabendo à cidade Invicta o pontapé de saída.
* Aguarda-se com uma expectativa acrescida a chegada do papa Francisco.
* À conta da tolerância de ponto desta sexta-feira, os assalariados públicos e aparentados ganharam um Feriado extra.
* As comemorações de Fátima atingem o ponto alto da sua história: celebração do centenário pelas mãos do chefe máximo da madre igreja.
* É altamente provável que o mundo do Futebol conheça já este fim de semana o seu desfecho, com o Benfica magistralmente posicionado para festejar o tetra.

* Escusado será dizer que o saldo de todas estas atividades há de traduzir-se em muita F***, a mais importante vitamina para o corpo e o balão de oxigénio para as exigências do quotidiano.

Resumindo e concluindo, esta semana remete para Festa, com opções para todos os gostos, idades, credos, adeptos, públicos, audiências, preferências e disponibilidades. Um excelente F para ti (seja ele qual for).

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Ora viva!

 

Um dos motivos porque continuo solteira tem precisamente a ver com o pesadelo das exs, verdadeiras almas penadas que mais não fazem que assombrar a relação das que as procedem, cujo único propósito é ser e fazer o outro feliz.

 

O que não falta no historial da minha vida amorosa são casos de antigas namoradas que não sossegaram até envenenarem a minha relação, ao ponto desta acabar por não resistir às suas investidas fatais.

 

Por não terem conseguido que a relação delas desse certo, o que as move é impedir que outra possa ser bem sucedida onde elas falharam. No meu último namoro então, já lá vão mais de seis anos, a ex tanto fez que ainda hoje continuo traumatizada. A forma como tudo aconteceu deixou marcas tão profundas que nunca mais consegui voltar a confiar em homem algum ao ponto de me entregar sem reservas e menos ainda de acreditar num happy end.

 

Porque te estou a contar tudo isto? Porque se tivesse estado mais atenta aos sinais, alguns tão flagrantes que até o Stevie Wonder seria capaz de retratar, talvez tivesse saltado fora da relação a tempo de salvaguardar este meu incauto coração de uma dor que, por mais do que uma vez, acabou com a minha alegria de viver.

 

A crónica de hoje tem precisamente a ver com algumas evidências sobre quando ele (ainda) não cortou o cordão umbilical que o liga à falecida. No meu caso, trata-se de um bom pretexto para rever a matéria dada e fazer um update ao sistema de alerta. No teu, pode ser uma dica amiga para te precaveres no caso de te reveres nestes sete exemplos, citados pela Women’s Health:

 

1. Ele fala da ex com muita frequência e parece continuar muito envolvido na vida dela.

2. Todos os pretextos são válidos para estar sempre a 'checar' e a 'gostar' das publicações que a ex faz nas redes sociais. 

3. Seja para elogiar ou para criticar, ele fala demasiadas vezes nela. 

4. Ele está tão empenhado na nova relação que dá a sensação que é para provar alguma coisa à ex. 

5. Sabe mais do que devia sobre a dita cuja, ao ponto de estar constantemente a fazer comparações entre ti e ela. 

6. Ele ainda guarda/usa o algum objeto pessoal que ela lhe ofereceu ou fez. 

7. Ele faz questão de manter a proximidade com a família dela.

 

No outro dia, perante a pergunta do quizz Quem Quer Ser Milionário, um dos meus passatempos favoritos, sobre quantos sentidos possui o ser humano, a minha resposta só poderia ser: "Depende do género. Se for homem, cinco: visão, audição, olfato, tato e paladar. Se for mulher, seis: visão, audição, olfato, tato, paladar e intuição".

 

Cito este exemplo como forma de deixar claro que se tens "aquela" sensação de que a pessoa com quem andas a sair, ou até mesmo o teu crush, ainda não ultrapassou a ex-namorada, talvez haja mesmo motivos para isso.

 

Portanto, olho aberto, foco na intuição e atenção nestes sinais.

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gettyimages-683995385.jpgOra viva!

A semana costuma arrancar com resoluções de todo o tipo, algumas significativas, outras nem por isso. Uma das mais frequentes tem a ver com a prática do exercício físico, seja ela em versão indoor ou outdoor. Estou certa ou estou errada?

Nem sei como ainda me surpreendo com aquele fenómeno em que, mal o sol começa a assumir o comando do dia e a temperatura a escalar o termómetro, os ginásios tornam-se lugares altamente concorridos, autênticas tábuas de salvação daqueles que passaram o resto do ano na mais perfeita inércia física.

Numa corrida alucinada contra o tempo, em que o objetivo primeiro e último é a obtenção de um corpo minimamente decente à vista alheia, apela-se a (quase) tudo: dietas milagrosas, suplementos de toda a espécie, personal training, tudo que remeta para a palavra detox, horas e horas de treino, uma data de tratamentos estéticos e por aí fora.

O que me parece é que os adeptos desta forma de estar na vida – correr atrás do prejuízo aos 90 minutos do segundo tempo – denotam alguma dificuldade em assimilar que corpo de verão trabalha-se o ano todo. Mais importante ainda, esse mesmo corpo trabalha-se não só para a praia mas para o bem estar em geral.

Já está mais do que provado que a atividade física é o agente por excelência na prevenção de uma infinidade de maleitas, tanto físicas como psíquicas e emocionais. A prática regular (e sustentável) do exercício físico, aliada a uma alimentação saudável e equilibrada, assumem-se como os mais eficazes antídotos para uma das maiores ameaças ao bem estar do ser humano: o sedentarismo.

Sendo assim, exercitar-se deve ser um hábito, assim como comer, dormir e escovar os dentes. Perante tanta variedade de opções, perante ofertas de todo o tipo, parece-me que quem se recusa a dar tarefa ao corpo está, em última instância, a lixar-se para a sua saúde.

Meu bem, se for esse o teu caso, segue o conselho desta que te quer bem e mexe-te. Se não tanto pela beleza que seja pela saúde, o teu bem mais precioso, já que sem ela de nada te serve tudo o resto.

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05
Mai17

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Ora viva!

Um artigo da Visão, assinado por Ana Alexandra Carvalheira, sobre relações à distância retrata o quanto esta é uma realidade cada vez mais comum nesta nossa "aldeia" global, onde o maior dos desafios talvez seja conciliar o currículo amoroso com o profissional, este último cada vez mais implacável nas suas exigências.

Neste cenário, a internet, poderosa ferramenta na procura de amor, sexo e todo o tipo de relações, assume um papel essencial. Esta não só permitiu a dissipação das fronteiras geográficas como acabou por fomentar o encontro de corações que de outra forma jamais seria possível.

Ainda que a distância já não possa ser considerada elemento dissuasor do emparelhamento, embarcar nesse tipo de parceria amorosa não deve ser pera doce. Até porque é certo e sabido que relações exigem muito. Longe da vista então… o desafio torna-se gigantesco e as dificuldades e ameaças acrescidas.

Nem vou perder tempo a enumerar os aspetos negativos de uma relação a longitudes distintas, até porque não é disso que se trata esta crónica. Ao contrário, vários aspetos positivos estão associados a este modelo relacional, pelo que passo a enumerá-los:

1. É protetora do desejo sexual, particularmente do feminino, uma vez que as separações durante certos períodos de tempo impedem a nefasta influência da rotina no desejo sexual das mulheres. Sentir a falta do outro estimula o desejo e pode ser um ingrediente erótico muito interessante em alguns casais.

2. Na sequência da anterior, o erotismo fica mais protegido, já que não sofre a erosão da rotina, da falta de novidade ou da previsibilidade. Relações desse tipo permitem um maior investimento erótico, talvez porque o desejo não está desgastado.

3. Permite mais e melhor comunicação entre os parceiros. Não só permite como exige, já que, na ausência da presença física, a palavra é tudo o que têm para manter a ligação, por conseguinte, a comunicação pode tornar-se mais rica, mais profunda e mais cuidada.

4. Possibilita ainda mais qualidade no tempo que se passa junto. O próximo encontro é sonhado e desejado e por conseguinte, pode ser mais cuidadosamente planeado.

5. Por outro lado, também o tempo em que não se está junto da pessoa amada pode ser aproveitado para coisas da esfera individual. Ou seja, cada um pode ter mais tempo para si, para as coisas de que gosta, para os seus próprios interesses, que muitas vezes podem não coincidir com os da outra pessoa.

6. E por último, mas não menos importante, está a saudade, palavra exclusiva do vocábulo lusitano e que tão bem descreve a falta que uma pessoa deixa na vida de outra. Este sentimento pode ser coisa boa. Desde que não traga sofrimento, ela aquece o coração, acende o desejo e traz renovação à relação.

Mue bem, depois do que acabaste de ler, vai uma relação à distância?

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Ora viva!

 

Pelos vistos o sonho de morar sozinha na urbe alfacinha, assunto abordado no post Viver sozinho: sonho ou pesadelo?, não é exclusividade minha. Pelo contrário. O que não faltam são novas e testemunhos daqueles que, à causa da insuficiência económica, não conseguem custear uma residência na área metropolitana e áreas adjacentes.

 

Este relato da jornalista Raquel Costa, publicado esta quarta-feira no cidades online, é um retrato falado do drama daqueles que não têm a sorte de fazer parte das camadas panorâmicas da pirâmide socioeconómica, vulgo abastados ou desafogados financeiros.

 

"Por motivos vários vejo-me, aos 34 anos, nesta caricata situação: tenho um emprego estável, com contrato, mas não tenho rendimentos suficientes para viver sozinha em Lisboa ou arredores.

O boom do turismo na capital provocou uma inflação absurda no preço das rendas, o que torna praticamente impossível o arrendamento de uma casa a quem tenha um rendimento abaixo dos 1000 euros.

Há uns quatro, cinco anos, houve ligeiros sinais de adaptação do mercado imobiliário a uma nova realidade. Casas que estavam “empatadas” há vários anos começaram a entrar no mercado do arrendamento, permitindo a pessoas como eu poderem viver em habitações condignas.

Mas esse momento rapidamente desapareceu, dando lugar à venda (e compra... porque os bancos estão de novo aí, em força, a emprestar dinheiro a quem quiser) ou então ao arrendamento de curta duração (os airbnb desta vida).

Então o cenário atual é o seguinte: queres alugar casa? Ou tens amigos/conhecidos que te fazem o favor de alugar um T1 /T0 abaixo do valor de mercado ou estás lixado. Descontada esta opção, restam as filas para as visitas a imóveis das carteiras das imobiliárias. E é aí que as coisas se tornam absurdas.

Dei por mim a não saber se ria se chorava quando, às três da tarde, me encontrei na fila para ver um T1 num subúrbio de Lisboa. Para ver apenas, sublinho, um T1 a 380 euros, situado num prédio que parecia que tinha sido atingido por um míssil nuclear... com todas as características simpáticas e elevada segurança do dito subúrbio.

Ponderei, durante alguns minutos, ainda dar uma hipótese, sabendo de antemão a ginástica orçamental a que aquela renda me obrigaria. Ponderei desvalorizar o aspecto pouco simpático da vizinhança, ponderei pedir dinheiro emprestado a amigos para pagar os 3 meses (!) de caução que estes contratos hercúleos exigem atualmente.

Por fim, vim-me embora, frustrada e com alguma vergonha. “Onde é que eu falhei na minha vida?”.

A verdade, nua e crua, é esta. Para se ser independente, neste momento, em Lisboa, é preciso ganhar, no mínimo, 1500 euros. A outra opção é dividir casa, lotaria essa que pode resultar numa verdadeira batalha campal psicológica.

Vejo-me confrontada com este triste e misógino pensamento: estivesse eu casada ou em união de facto com alguém, já não teria este problema.

Tudo isto existe, tudo isto é triste, tudo isto é fado (trocar o 'a' pelo 'o')."

 

Verdade seja dita que este texto não poderia ser mais revelador da realidade atual – para mal dos pecados daqueles que, como eu, não querem ficar longe do burburinho da cidade. A esses só restam estas boas opções: torcer para que este cenário se reverta (o que não me parece muito provável), partilhar o lar com outros (por vezes tem-se sorte), apostar todas as fichas no euromilhões (nunca se sabe...), rezar para receber uma herança qualquer (milagres acontecem), trabalhar que nem um camelo para conseguir uns trocos extras no final do mês (deixa-se é de ter tempo para viver) ou… tornar-se um suburbano inconformado (no comment).

 

No meu caso optei pela segunda e posso dizer que, tirando uma coisa ou outra, não tenho muito do que me queixar. Afinal, há que louvar o que se tem ao invés de lamentar o que (ainda) falta ter. Tenho dito!

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Ora viva!

Eu sei que quase uma semana se passou desde a última vez que nos falamos. Mas é que os últimos dias foram uma loucura. Arranjei um biscate como administrativa durante duas semanas, o que me exigia picar o ponto das nove às dezoito. Era um trabalho tão estressante, que ao final da jornada tinha a cabeça a explodir e o ânimo ligado a soro.

Como se não bastasse, andei uns dias a dormir em casa alheia, mais precisamente na de uma amiga que foi de férias e me pediu que olhasse pelas suas crias e assessorasse a empregada no que fosse preciso.

Dado que ela mora do outro lado da cidade, na hora de ir e voltar do trabalho, vi-me obrigada a apanhar transportes públicos em hora de ponta. Que horror! Em todos estes anos nesta terra, nunca tive que vivenciar o dia a dia do assalariado no que toca ao vai-vem diário. Sempre trabalhei ou ao pé de casa ou a partir de casa. Portanto rush hour é um conceito com o qual estou pouco familiarizada e do qual quero continuar à parte.

Agora que aquele trabalho findou e que a minha amiga voltou a assumir o comando da sua família, tudo volta a ser como antes: massagens à coluna, meditação às quartas, dedicação ao Ainda Solteira, energia para ginasticar, sono tranquilo e alegria de viver. Pode parecer ingratidão, mas afeiçoei-me tanto a esta minha rotina quotidiana, que tudo o que possa comprometê-la deixa-me mais desorientada que bobo da corte em noite de coroação real.

Tinha em mente abordar o tema das relações à distância, mas fica para outra ocasião, que já estou em cima da hora para a massagem. Amanhã há mais, conta com isso. Boa semana.

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01
Mai17

Previsão energética de maio

por Sara Sarowsky

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2017 parece que está a passar a uma velocidade estonteante. Ainda agora começou e estamos quase a meio do ano. Preparem-se para um mês de maio com muita energia. A energia necessária para "arrumar a casa" e fazer as mudanças necessárias para uma vida melhor.

Maio será o mês para dizer BASTA! Basta a uma relação que destrói em vez de construir, basta a um emprego que vos põe doentes, basta a familiares ou amigos tóxicos, basta ao negativismo e a tudo o que vos ponha em baixo!

Como costumo dizer sempre que sai esta carta, em maio será para "partir a loiça toda"! Para erguerem a vossa voz bem alto e para dizerem NÃO a tudo que já não vos faz felizes. A vida é mesmo assim, uma constante mudança e aprendizagem. Tal como vamos passando de ano na escola, com a vida acontece o mesmo, após a aprendizagem feita segue um novo capítulo.

Todas as mudanças são acompanhadas de alguma dor no início, mas depois tudo suaviza e a paz reinará. Aceitem isso, faz parte, imaginem que são as dores de crescimento. Viemos ao mundo para evoluir e para encontrar o caminho da nossa felicidade. Por vezes perdemo-nos... poderíamos ter escolhido um caminho mais fácil e mais rápido, mas é sempre o caminho mais difícil que nos trará mais autoconhecimento e melhor preparação para o novo.

Maio será um mês de grande sucesso para quem está disponível para abandonar a zona de conforto e arriscar. Deve aproveitar o excesso de energia que surge neste mês para dar passos concretos no caminho da sua felicidade!

Abraço de Luz,
Isabel

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