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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


14
Nov16

desktop-img2.st.jpgOlha lá, que tipo de seguidor(a) és tu que não me deste um toque na sexta-feira, dia 11 de 11, (alegadamente) o dia mundial do solteiro? Pelo menos na China. Mau mau mau... Acaso não sabes que a minha vida hoje em dia resume-se a cama-trabalho-cama e que por causa disso ando praticamente por fora da atualidade? Foi por isso que só me dei conta da efeméride dois dias depois. Como é que esta data pode ter passado em branco, justamente aqui um espaço essencialmente dedicado ao tema?

Bom, o que lá vai lá vai... O facto é que, nos próximos dias, vais ter que levar com dois artigos alheios  – muito bons por sinal, não te preocupes – alusivos ao assunto, pois não há tempo nem cabeça para enfornar algo da minha autoria. O de hoje é um pertinente texto de Ana Chaves, publicado a 22 de agosto último; mais um testemunho de que ser solteiro não significa estar só. Pelo contrário!

Durante várias gerações impregnou-se a ideia, no que respeita às mulheres, de que ser-se solteira era sinónimo de "ficar para tia" como se se tratasse de uma condição que ia resistindo impávida e incólume ao passar do tempo. Para aquelas mulheres, permanecer só nunca foi uma opção — mesmo que fosse. Ninguém as queria.

Para os homens, o inverso. Davam-se ao luxo de gozar a vida (e as mulheres), de escolher casar ou ter filhos, de preferir não assumir compromissos. O livre arbítrio era um capital exclusivamente masculino — mesmo que, na realidade, ninguém lhes pegasse.

Mudam-se os tempos (e os verbos), percebem-se as vontades: viver só é diferente de sentir-se só. A independência/autonomia afectiva e a multiplicidade das experiências nas residências unipessoais são sinais evidentes das designadas sociedades líquidas do pós-modernismo em que as hierarquias e as tradições mais rígidas se vão esboroando.

A palavra "solteiro" determina tão-só um termo estatutário e não um estado de alma, um desamparo, um infortúnio. Dito de outra forma: num quadro de escolha, o copo da escova de dentes não é partilhável.

"Maria Silva" (nome fictício) está solteira há quase meio ano. Filha única, sempre se habituou a estar só e confortável no silêncio. No seu grupo de amigos, há vários na mesma situação, os tais que escolheram não ter um compromisso ou, por outro, que preferem estar sós a "mal acompanhados".

Não se trata, no entanto, de um acto celibatário. Maria, não nega que, no futuro, possa ter uma companhia, "mas para me fazer abdicar deste conforto e liberdade, terá que ser alguém muito especial". Até porque a médica de 33 anos, diz não experimentar a solidão.

"É uma opção muito lúcida"
Fátima Simão sente-se menos sozinha actualmente, enquanto solteira, do que na sua última relação, que durou quatro anos. É uma "opção muito lúcida" e trata-se sobretudo de uma questão de auto-estima, liberdade e conforto pessoal.

Os amigos há muito que desistiram de forçar encontros/relações precisamente porque se aperceberam que esta é uma escolha, não é uma infelicidade. Reconhece o preconceito nos olhares alheios, embora cada vez a incomodem menos. No entanto, estar solteira não é um "statement": "Se aparecer alguém, tudo bem, vamos ver. Não vivo centrada nisso".

Aos 35 anos, Fátima já não acalenta a ideia romântica do "viveram felizes para sempre" e ser mãe não é uma prioridade.

Rosário Mauritti, socióloga e docente no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, abordou precisamente este tema na sua tese de doutoramento. Em 'Viver Só', a socióloga tece uma diferença bem clara entre "viver sozinho" e "estar só" ou "sentir-se só": "Estas pessoas não se vêem a si próprias como sozinhas ou solitárias", frisa em entrevista ao P3.

A sua amostra, composta por 36 indivíduos, revela perfis-tipo idênticos, com "laços familiares e amicais bastante fortes", salientando-se vidas muito intensas, pautadas pela autonomia e equilíbrio, pouco permeáveis a cedências em termos de espaço, objectos e até calendário. As mono-residências conduzem ainda a processos de individualização, autonomia, emancipação.

A felicidade de estar só
Solteiro há dois anos, Flávio Rodrigues não se imagina a viver uma relação tradicional. "Se me voltar a apaixonar, o ideal será cada pessoa ter a sua casa; também não quero casar e prefiro não ter filhos".

Flávio namorou durante dez anos e, nesta fase da vida, sente "necessidade de estar sozinho". "Ter o meu próprio espaço, uma casa que pude decorar ao meu gosto sem ter que negociar quais vão ser os tapetes ou os lençóis da cama foi algo muito importante para mim. Imaginava muito como seria a minha casa e agora não me vejo a partilhá-la com ninguém".

"Não vive só quem pode, vive quem quer"
Apesar do número de agregados unipessoais ter vindo a aumentar ao longo das décadas, em termos gerais, nesta matéria Portugal apresenta, depois de Malta, menor expressão do que qualquer outro país europeu.

Em 2015, segundo a Pordata, 59,4% dos suecos viviam sós, seguidos pela Dinamarca (43,9%), Finlândia (40,9%) e Alemanha (40,9%); em Portugal, apenas 21,6% da população não partilha o lar. Rosário Mauritti explica: "Nos países nórdicos, sair da casa dos pais faz parte do ritual de passagem para a vida adulta. Esta auto-experimentação é até apadrinhada por todos — e Portugal não tem esse tipo de orientação cultural". "Aqui, não vive só quem quer, vive quem pode", conclui a socióloga.

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12
Nov16

Mulheres são como maças

por Sara Sarowsky

mulher-comendo-maca-620x330.jpgMulheres são como maçãs em árvores.
As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas,
porque eles têm medo de cair e se machucar.
Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão,
que não são boas como as do topo,
mas são fáceis de se conseguir.

Assim, as maçãs no topo pensam
que algo está errado com elas,
quando na verdade ELAS são maravilhosas...
Elas têm que esperar um pouco mais
para o homem certo chegar...
aquele que é valente o bastante
para escalar até o topo da árvore.

Machado de Assis

 

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img_818x455$2016_11_10_15_07_12_575213_im_63614387Em estado de choque e negação, ainda busco respostas para a catástrofe política de quarta-feira. Se nunca morri de amores pelo modo americano de ser, agora então... Foi por isso que ontem, apesar de ter estado de folga, não dei as caras por aqui. Na verdade, não dei a cara em lado nenhum. Sem sequer por o nariz fora de casa, passei o dia todo no sofá a ver filmes. Em momentos como esses, em que levo um baque da realidade, a ficção é, sem dúvida, o meu melhor refúgio.

O que me consola é que por cada dez políticos de quinta – os Trash da esfera pública, como lhes chamo – existe, pelo menos, um político digno desse nome. O presidente dos afetos, vulgo Marcelo Rebelo de Sousa, é um desses exemplos capazes de nos fazer resgatar a fé e a confiança numa classe que, supostamente, deve ser a legítima representante dos interesses dos cidadãos.

Por me ter movimentado durante anos na arena diplomática tive o privilégio de com ele privar em várias ocasiões, muito antes da sua chegada a Belém. Na minha perspetiva, uma figura digna, afável, hiperativa, irrequieta, bem disposta, com um sentido de humor apuradíssimo e cumpridor da palavra dada.

Conhecia-o dos media – quem não? – mas o nosso primeiro tête-a-tête foi num seminário na Culturgest, já lá vão uns anitos. Chamou-me logo a atenção o entusiasmo que transmitia na voz, o domínio magistral da oratória e a descontração e espontaneidade com que se chegava a todos. No intervalo desse evento, por sabê-lo sozinho na primeira fila, lá fui eu – na qualidade de responsável pela informação e comunicação de uma missão diplomática – meter conversa, a fim de assegurar-me de que de nada se queixava ele. Dois dedos de prosa depois, éramos praticamente BFFs; tanto assim foi que permiti a captação do momento em imagens, coisa pouco comum na minha postura profissional e pessoal.DSC05201.jpgSou aversa a tirar fotografias com figuras públicas, por mais importantes e mediáticas que estas sejam. Só para teres uma ideia, já estive com o CR7 em duas ocasiões, com vários chefes de estado e de governo, incontáveis ministros, cantores, atores, apresentadores, celebridades nacionais e internacionais e por aí fora, sem nunca ter registado o momento. Até já estive com o (falecido) Kadafi, imagina tu.

De entre todas essas personalidades apenas fiz questão de guardar para a posterioridade o meu momento com o professor Marcelo e com o jornalista e escritor José Rodrigues dos Santos. Os motivos para tal, deixo ao teu critério.

Voltando ao professor, um tempo depois voltei a encontrá-lo num outro evento, desta feita no Palácio Foz. Dado que a Feira do Livro de Lisboa ia arrancar em breve, convidei-o, ainda que informalmente, a visitar o pavilhão do país que representava e no qual ia estar a trabalhar. Aceitou de bom grado o convite e garantiu que daria um saltinho até lá.

Como promessa de político é o que se sabe, ainda mais para alguém cuja agenda estava sempre assoberbada, não depositei muita fé nisso. Qual não foi o meu espanto, e contentamento, quando, no dia combinado, lá me aparece um sorridente Marcelo à frente. Cuscou, indagou, partilhou estórias, comprou, conversou, brincou, pousou para a câmara e até deixou-se levar pelo doce embalo de uma morna, tocada ao vivo na praça em frente. Se dúvidas houvesse, foi nesse dia que me rendi definitivamente aos seus encantos.

Voltei a encontrá-lo em outras ocasiões, sendo a última em maio deste ano, aquando da tomada de posse dos novos órgãos da ordem profissional para a qual estava a prestar serviço. Nessa altura – ele o mais alto magistrado da nação e eu uma mera técnica, ainda por cima contratada a prazo – só me foi possível visualizá-lo ao longe. Sequer tive oportunidade para aquele abraço amigo e votos de um mandato recheado de afetos e consensos.

Lembrei-me de partilhar contigo a minha estória com o presidente dos afetos, a propósito da última imagem dele, que anda a fazer furor nas redes sociais, no qual ele é "apanhado" a engraxar os sapatos numa rua de Lisboa como um simples e comum mortal. Porque o político não passa disso mesmo: um mero mortal no qual o povo confiou para defender os seus interesses e proporcionar-lhe uma vida mais digna, próspera e pacífica.

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Donald Trump 2 sm.jpgNão há alergia (sim, ando, novamente, a braços com uma violenta reação alérgica, ao que tudo indica a um medicamento), braço paralisado (por causa deste novo trabalho tenho tido preocupantes episódios em que perco totalmente a sensibilidade do braço direito), cansaço (depois de mais uma extenuante noite, desta feita dedicada em exclusivo a inventário e auditoria), desmotivação, preguiça ou outro motivo qualquer que me tem impedido de aqui vir com mais frequência que me impeçam de expressar o que me vai na alma neste dia em que o mundo, e eu, voltou a testemunhar novo acontecimento, impensável até um dia atrás.

Choque, incredulidade, preocupação e repúdio são apenas algumas das palavras que me vem à cabeça toda vez que me lembro que o Donald Trump – Trash, para mim – é o novo presidente eleito dos Estados Unidos. E o que mais dói é que ele foi democraticamente eleito. Como é possível?

Tu que me segues há já algum tempo sabes que não sou muito dada a trazer politiquices para este blog, até porque acredito que existam sítios melhores e pessoas mais qualificadas para tal. Sem falar que o mote deste é outro, a solteirice.

Aprecio convictamente a política, a ciência e não o sistema, convém ressalvar. Para desgosto meu tenho acumulado desilusão atrás de desilusão com o estado atual do panorama político, dentro e fora de portas. O sucedido neste histórico dia 8 de novembro de 2016 é, a meu ver, o atestado-mor do estado periclitante e desnorteado da política que se faz nos dias de hoje. O que o mundo assistiu na madrugada desta quarta-feira é demasiado importante (e grave) para não ser merecedor de um post.

Depois do Brexit, que não acreditei ser possível, hoje a minha alma volta a apalermar-se e o meu espírito de cidadã deste mundo global e sem fronteiras volta a vivenciar novo fenómeno estapafúrdio.

Alguém consegue fazer-me entender como uma personagem caricata; uma figura grotesca; um político de quinta, declaradamente xenófobo e fascista; um tarado, para não dizer predador sexual; um gajo simplesmente repugnante consegue chegar à Casa Branca?

E o mais grave é que não foram somente os americanos estúpidos e iletrados que nele votaram. Pelo contrário, a massa eleitoral que o elegeu é composta por pessoas que sabiam muito bem o que estavam a fazer. O que me leva a uma indagação ainda mais arrepiante: se votaram nele é porque concordam, e se identificam, com as ideias delirantes e surrealistas do Trash.

O meu medo, que a cada dia ganha contornos alarmantes, é que a maior economia mundial esteja a enveredar por um caminho perigoso e sem retorno, que pode desembocar num futuro de incertezas, conflitos e intolerância extrema.

O ultra nacionalismo que, de algum tempo para cá, vem ganhando rosto, voz e assento político no velho continente pelos vistos sobrevoou o Atlântico e aterrou na torre de Trump, o aspirante mais improvável da história moderna americana, mas que acaba de receber as chaves do poder.

Talvez um dia a história consiga explicar-me como é que um candidato com o discurso mais arrogante e provocador que alguma vez se assistiu, tratado como uma celebridade inofensiva, uma personagem pitoresca, vai passar a mandar e desmandar nos Estados Unidos, a curto prazo, e em mais de metade do mundo em vias de desenvolvimento e um terço dos já desenvolvidos, a médio prazo.

É com esta hecatombe, um autêntico tsunami político de proporções imprevisíveis e claramente catastróficas, em mente que vou deixar-te. O corpo já reivindica o sono perdido em mais uma noite de labuta. Sei, com toda a certeza, que o corpo vai ceder ao cansaço, mas a cabeça esta deverá permanecer alerta, divagando sobre a improvável vitória da abominável criatura da media, que, a partir de janeiro próximo, atenderá pelo nome de The President of United States of America.

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04
Nov16

mulher-magra.jpegDesde que comecei este trabalho noturno ando com os horários todos trocados e nenhuma vontade de navegar pela rede. Fora a atualização da página deste blog, tenho passado dias e dias sem cuscar as redes sociais. Ontem foi day off, logo houve tempo e vontade para conectar-me com o mundo virtual. Foi assim que me deparei com um artigo da Visão sobre vários esforços inúteis que devemos riscar da nossa vida, porquanto não valem a pena.

Admito que algumas delas são prática constante da minha rotina. A fiar-me no que diz o referido artigo, sinto que andei este tempo todo a perder tempo. Em relação ao item 2 e 14, a fonte que me desculpe mas vou continuar a agir como até aqui. Afinal, não temos que dizer amém a tudo que diz a ciência, pois não?

São estas as 14 teorias que dão razão aos fãs incondicionais da lei do menor esforço:
1. Tomar suplementos de vitamina C
Estudo após estudo, a ciência tem vindo a provar que não vale a pena. A menos que se viva num clima polar, esteja exposto a situações de stresse extremo ou fume uma quantidade absurda de cigarros por dia, estes suplementos não têm qualquer efeito na nossa saúde.


2. Usar fio dentário
Não há evidência científica que prove que o uso do fio dentário combinado com o uso da escova de dentes tenha algum efeito na nossa higiene oral. Elixir após o escovar dos dentes é quanto baste para assegurar a nossa higiene oral. Gostava que me explicassem como fazer com os restos de comida que ficam entalados entre os dentes.


3. Lavar calças de ganga
Segundo o CEO da Levi's, nunca deveríamos lavar os jeans porque é nas lavagens que estas se estragam e ganham o mau aspeto do passar dos anos. Como solução pode-se colocá-las ao ar livre a arejar. Mas, por via das dúvidas, não fazendo disso rotina, sugerimos que as laves pontualmente.


4. Beber oito copos de água por dia
É uma recomendação demasiado estática e não tem em consideração fatores como a idade, o peso, a altura, o estado de saúde (que pontualmente pode exigir o consumo de mais ou menos água) e o nível de atividade física de cada pessoa. Com mais ou menos copos, o importante é que procurar estar sempre hidratado.


5. Usar o frigorífico em excesso
Evita colocar os tomates no frigorífico para não lhes tirar o sabor. E o pão, porque se vai estragar mais rápido. E cebolas, porque precisam de estar num local ventilado. E batatas, porque altera os níveis de amido e o sabor. E o ketchup, porque simplesmente não precisa. Poupas tempo, espaço no frigorífico e o próprio eletrodoméstico, que quanto mais vezes se abre mais se degrada.


6. Lavar o cabelo todos os dias
Nunca como agora se lavou tanto o cabelo. A verdade é que não é nem necessário nem saudável para a saúde do couro cabeludo que o lavemos todos os dias. De dois em dois dias, ou até com menos frequência no caso de ter o cabelo encaracolado, é o ideal.


7. Levar o cartão de eleitor quando for votar
Nas próximas autárquicas, escusas de perder tempo à procura do cartão de eleitor. Isto porque uma das funções do Cartão de Cidadão é precisamente essa. Sem falar que o local de voto tem as informações eleitorais dos munícipes.


8. Descascar algumas frutas e vegetais
Se puderes evitar... estás à vontade. A fibra dos frescos está sobretudo na casca e na pele.


9. Carregar nos botões para abrir e fechar as portas dos elevadores
À semelhança de boa parte dos botões verdes de alguns semáforos, na maioria das vezes funciona apenas como figura meramente decorativa. Na verdade, em boa parte dos casos, o elevador faz o que quer e o que foi programado para fazer independentemente das vezes em que se toque nos botões para abrir e fechar.


10. Deitar para o lixo comida fora de validade
A comida não fica estragada exatamente à meia noite do ultimo dia estipulado como prazo final da sua validade. Portanto, faz uma avaliação sensata do estado daquele queijo, daquele iogurte e daquele pacote de batatas fritas, cuja validade expirou não há muito tempo. A menos que a comida não cheire bem, tenha bolor ou um aspeto estragado, podes comer.


11. Comprar um antivírus
Este ano o Departamento de Segurança Nacional dos EUA encontrou alguns softwares com "vulnerabilidades" claras e críticas. Usando a verificação de conteúdo dos motores de busca e dos sistemas informáticos é possível detetar ameaças de forma segura.


12. Usar água oxigenada para limpar as feridas
Segundo a Academy of Medical Royal Colleges, no Reino Unido, "vários estudos vieram provar que a água potável sem gás é tão eficaz a limpar e desinfetar feridas e cortes como qualquer solução salina esterilizada".


13. Alongar antes de fazer exercício físico
Não há nenhuma evidência científica de que o alongamento pré-esforço físico melhore a performance ou minimize o risco de lesões. Portanto, em caso de dúvida, deixe a lei do menor esforço ganhar.


14. Forrar o tampo da sanita com papel higiénico
Tens por hábito fazer quase uma tenda à volta das sanitas públicas antes de as usar? Talvez não valha a pena. "Porque os tampos das sanitas não são agentes de transmissão de doenças infeciosas", assegura William Schaffner, professor de Medicina Preventiva no Vanderbilt University Medical Center.

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03
Nov16

14937323_586390828230771_5041097495619136831_n.jpg

Mais uma previsão da querida Isabel Soares dos Santos, a talentosa especialista em spiritual healing e outras performances esotéricas que gentilmente cede a este "cronicário" as suas previsões mensais.

 

Novembro surge com uma forte energia da totalidade. É a altura ideal de sermos totais e completos com tudo o que se passa na nossa vida, mas acima de tudo, connosco mesmos.

Qualquer relação, trabalho/emprego ou sentimento em que não se sintam 100% completos deve ser revisto ao milímetro.

O que está a fugir do vosso controlo e a desgastar-vos deve ser abandonado. Quando se vive em totalidade não se vive em desgaste.

Por quanto tempo deixarão que situações externas dominem a vossa vida? Por quanto tempo continuarão a arranjar desculpas por não serem vocês próprios? Assumam a responsabilidade pela vossa vida e pelos vossos actos.

Durante o mês de novembro, quem tiver a coragem de ser um bocadinho mais autêntico com a sua essência e de viver a 100%, estará de certo muito mais perto de viver a vida dos seus sonhos.

Quem souber aproveitar esta energia de totalidade durante este mês, estará sem duvida, a passos largos de viver um 2017 muito mais completo e feliz!

Desejos de um novembro extraordinário a todos!

Abraço de Luz,
Isabel

 

 

Bem, parece que o meu mês traz consigo perspetivas auspiciosas. On va voir!

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02
Nov16

Afetos que curam

por Sara Sarowsky

pictures-for-friends.jpgPorque nem só de lamentos é feita a minha existência, hoje é dia de partilhar uma bonita e comovedora manifestação de afeto de uma amiga, que me chegou pelas "mãos" do Mr. FB. Ora lê e depois diz-me se não é uma verdadeira injeção de ânimo.

Oh minha amiga,
Sabes, pode não parecer, mas sinto remorsos por não te procurar mais vezes, por, com alguma frequência, me "demitir" do sentimento de responsabilidade que tenho por ti, por imaginar que precisas muito mais das minhas palavras que eu das tuas, isto porque, eu aprendi desde muito cedo a viver na adversidade e imagino sempre que tu não, que foi a vida que te colocou nessa situação de por vezes estares tão em baixo e a precisar de uma mão que te puxe.

Quero dizer-te que se não te procuro mais vezes não é porque não pense em ti, não é porque não precise de ti na minha vida, não é porque não faças a diferença entre o ter-te e o não ter-te... não, é tudo ao contrário, gosto de ti, gosto de saber que gostas de mim, gosto de saber que se precisar de uma palavra amiga, posso ir buscá-la em ti porque não a negarás, nunca!

Acontece Lego, que demasiadas vezes ao longo da minha vida precisei de ser só minha, ser só para mim, estar só comigo, ouvir-me, falar-me, rejeitar-me e reconquistar-me ... demasiadas vezes precisei de me resgatar emocionalmente e isso só tem sido possível comigo mesma e em mim mesma... infelizmente não tenho conseguido deixar-me resgatar por outros que não os que vivem em mim. E é por isso que às vezes fico longe, quieta a deixar o tempo passar, porque se não estou positivamente bem que contributo vou dar a quem precisa de ânimo?

Geralmente estou sempre bem, aprendi a relativizar quase tudo e como tal não amo demais, mas também não sofro demais e assim mantenho-me à tona da vida.

Tudo isto para te dizer que, embora esteja há semanas sem te dizer nada, isso não quer dizer que não pense sempre em ti e fico triste e com remorsos ao ler a tua última crónica.

Também quero repetir aquilo que já te disse outras vezes, o tempo é o senhor de todos os momentos, os bons, os maus e os menos bons e a sabedoria que o sr. tempo nos passa é que devemos respeitá-lo e deixá-lo fazer o seu trabalho de cura dos momentos maus e dos menos bons. Desejo-te um dia e dias tranquilos e serenos na rota da felicidade ou pelo menos no caminho da conquista. Beijosss.

De facto, os afetos (quase) tudo curam e o que não curam, pelo menos, ajudam a sarar. Depois dessa o desânimo deu lugar à esperança, a tristeza cedeu vez à motivação e a confiança que andava perdida recuperou o rumo. Amanhã há mais: mais dia, mais vida, mais oportunidade, mais expectativa, mais sonho.

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