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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que não cumpriu o papel para o qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!


14
Nov15

Je suis Paris, toujours Paris!

por Sara Sarowsky

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Absolutamente chocada com os atentados de ontem em Paris, a cidade de todos os encantos, a cidade que acolheu os meus, a cidade que tanto amo. Penso que nunca comentei que toda a minha família (pai, mãe, todos os irmãos e sobrinhos) vivem ali, daí eu ter uma relação muito especial com aquela cidade e tudo que seja ou cheire a gaulês.

 

Como ontem fiquei sem televisão (esta é uma outra história que contarei noutra ocasião), só há pouco, quando esta senhorita se dignou levantar-se da cama, é que tomei conhecimento do horror porque passou (e ainda passa) a capital francesa. Apesar de até agora só ter tido notícias da mana do meio, acredito que os restantes membros da minha tribo tenham passado incólumes aos incidentes. Afinal as notícias más chegam logo.

 

Ainda assim não posso deixar de manifestar o meu mais profundo repúdio por este ato infame e anti-humano. Mais um! Não me entra na cabeça o motivo que leva seres humanos a fazerem coisas assim. A inflingirem morte, dor, terror, pânico e sofrimento a outros seres em tudo iguais a si. E que não me venham com o orgumento das ideologias religiosas e convicções políticas porque essas coisas jamais poderão justificar nenhum atentado.

 

Por hoje é tudo, pelo que só me resta despedir-me com o coração enlutado e a alma encolhida, numa mais do que justificada solidariedade para com as vítimas, os parisienses, os franceses e o resto do mundo que condena estes massacres.

 

Liberté, égalité et fraternité. Sempre e para sempre!

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13
Nov15

Cuidado com o gato preto

por Sara Sarowsky

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12
Nov15

Máscara firmadora caseira

por Sara Sarowsky

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Esta não posso mesmo deixar de partilhar, afinal que mulher fica indiferente a um truque de beleza caseiro, simples, barato, fácil de fazer e altamente eficaz?

 

De acordo com a revista Máxima, este tratamento é indicado para diminuir a aparência de poros dilatados e recuperar a firmeza da pele com um ingrediente natural. Para tal, basta aplicar a clara de um ovo, pura, sobre todo o rosto, depois é só esperar secar totalmente e retirar com água morna. Pelos vistos, ela promove um efeito de lifting por ser rica em proteínas que estimulam a produção de colágeno na pele. O tratamento pode ser repetido diariamente.

 

Com um ovo numa mão e o tablet na outra, eis-me pronta para por em prática esta dica. Depois conto-te se faz (ou não efeito). Fui aí ficar mais bonita e volto amanhã!

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12
Nov15

Uma lady na mesa...

por Sara Sarowsky

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Sabes aquela máxima que diz que mulher que é mulher deve ser "uma lady na mesa e uma louca na cama"? É precisamente sobre ela que recai o post de hoje. Bem... pelo menos sobre uma parte dela, que da outra, a que toca à loucura na cama, prometo falar noutro dia. Combinado?

 

Óbvia para muitos, para outros nem tanto, uma inspeção períodica às regras de etiqueta, a meu ver, nunca é acessória, principalmente para nós trintinhas e trintonas, profissionais ativas, bem resolvidas e que ambicionam um lugar ao sol no mercado de trabalho.

 

Quanto a ti não sei dizer, mas uma das coisas que mais abomino numa criatura é a falta de modos e etiqueta social. E olha que sou uma pessoa que não teve uma educação aprimorada, e que, por isso mesmo, fez questão de se ir refinando ao longo da vida, por forma a correr atrás do prejuízo de não ter nascido num berço de ouro. Tenho perfeita consciência que nem toda a gente tem acesso ao conhecimento, à formação e à etiqueta, mas há coisas que são básicas e que devem fazer parte da existência de todo ser social, independentemente de pertencer à classe A, B ou C.

 

Eis então 30 (numa mais que óbvia homenagem à nossa faixa etária) das principais regras, que convém fazerem parte do nosso quotidiano, sobretudo no contexto laboral, aspeto assumidamente fulcral nesta fase da nossa vida.

 

Principais regras à mesa para recordar ou apre(e)nder:

1. Reservas. O protocolo exige que se ligue para o restaurante com um ou dois dias de antecedência. Para os restaurantes que têm lista de espera, aconselha-se marcação com uma ou duas semanas de antecedência. Reconfirmar o almoço ou jantar horas antes da marcação.

2. Entrevista de emprego. A mesa é um dos locais onde se avaliam candidatos para qualquer emprego. Se for este o caso, o candidato deve seguir quem o convidou em todos os seus passos, desde o pedido da comida ou bebida, evitando pratos complicados, bem como temas polémicos.

3. Postura. Sente-se comodamente, costas direitas, mãos sobre a mesa e cotovelos junto ao corpo. Os cotovelos só podem estar em cima da mesa quando não há pratos, nem talheres.

4. Equipamentos de comunicação. Convém desligar ou colocar no silêncio todo e qualquer dispositivo de comunicação antes de entrar no restaurante. Se se esquecer e o telefone tocar, não atenda e desligue-o imediatamente, não enviando sequer mensagens.

5. Sentar-se. Quando se tratam de grupos num restaurante, por exemplo, é o empregado que leva os clientes à mesa. No caso de ser numa casa particular, é o anfitrião que senta os convidados.

6. Fazer o pedido. Para mostrar que está pronto para pedir, feche o menu e coloque-o sobre a mesa. Abra o guardanapo em cima do colo e mantenha-o aí durante toda a refeição.

7. Começar. Espera-se que seja o anfitrião a dar inicio à refeição. Se for num restaurante, o empregado serve a comida à sua esquerda e bebidas à direita. Quando o empregado apresenta a travessa, deve servir-se com o garfo na mão esquerda e colher na direita.

8. Esperar por convidado. No sentido de melhor sentar os convidados, é admissível esperar por alguém que está atrasado. No entanto, nunca além de 20 minutos.

9. Copos. Os copos de cocktail não devem ser levados para a mesa do jantar ou almoço, porque aí vão ser servidas outras bebidas com a refeição. Os copos de vinho branco seguram-se pelo pé e os copos de vinho tinto pelo balão.

10. Talheres. Na maior parte das situações, o uso dos talheres faz-se no sentido de fora para dentro. Comida servida num prato come-se com garfo e faca, numa taça, com uma colher. Quando surgem um garfo e uma colher, saiba que o garfo serve para segurar a porção e a colher para cortar e meter a comida na boca.

11. Falar, comer e beber. Se estiver a participar numa conversa, engula primeiro a comida, pouse o garfo no prato e só depois fale. Quanto à bebida, para evitar que o copo fique sujo ou entre comida para o seu interior, aconselha-se a limpeza da boca com o guardanapo antes de beber.

12. Gesticular. Quando segura um talher, descanse a outra mão no colo. Quando não segura os talheres, as mãos devem estar no colo. Não aponte ou gesticule com os talheres, muito menos mexa no cabelo.

13. Comer sopa. Levar a colher à frente da boca e não de lado. A colher descansa sempre fora da taça da sopa, sobremesa ou outra, mesmo quando termina é aí que fica, fora da taça, no prato por baixo.

14. Provar a comida alheia. Se tiver muita curiosidade em relação ao prato do colega, entregue-lhe o seu garfo, ele espeta um pouco da sua comida e devolve-lhe o garfo colocando-o no seu prato.

15. Espirrar, tossir e assoar o nariz. Se não tiver como evitar, cubra o nariz e a boca com o guardanapo e proceda discretamente e o mais rápido possível. Numa emergência, saia da mesa.

16. Bebidas quentes. Para verificar a temperatura de uma bebida quente, aconselha-se um simples sorvo com a ponta da colher. Se bebeu sem provar e queimou-se, beba água imediatamente.

17. Comida desconhecida. Espere até que alguém comece a comer e faça igual. Se não tiver vergonha, pergunte se o prato deve ser comido à mão ou com garfo.

18. Cortar comida. Cortar a comida em um ou dois pedações, com a dimensão de uma dentada. Comer silenciosamente. Raspar o prato, bater com os talheres ou sorver e mastigar com vigor a comida é considerado deselegante.

19. Comida à mão. Coloque a comida no prato, coma à mão, mas não lamba os dedos, use o guardanapo. Se tem dúvidas como proceder, observe ou use o garfo.

20. Buffets. Para reabastecer o prato num almoço ou jantar num buffet faça-o com um prato novo, entregando o sujo ao empregado.

21. Lidar com comida desobediente. Num almoço ou jantar formal, a faca deve empurrar a comida contra o garfo. Numa refeição mais informal, esta função pode caber a um pedaço de pão.

22. Tirar comida da boca. Um osso ou uma espinha devem ser tirados da boca da mesma forma que foram lá parar. Ou seja, se está a comer com as mãos é com as mãos que tira, se for com um garfo, é com o garfo.

23. Comida presa nos dentes. Pode ser bastante desconfortável, mas nunca, em circunstância alguma, remova esta comida à mesa, muito menos com um palito. Faça-o em privado.

24. Sair da mesa. Se por qualquer motivo tiver de sair da mesa por uns instantes, diga "desculpem-me, não demoro nada" ou algo do género.

25. Comida na cara. Se perceber que alguém próximo de si tem comida na cara, faça um gesto discreto com dedo indicador apontando na sua cara o local onde está a comida.

26. Pedir um vinho. Comece por procurar uma região que o interesse e, dentro disso, o preço em que se sinta mais confortável. Indique ao empregado a sua escolha e peça-lhe a opinião, não se esquecendo que o preço é o critério não o nome do vinho.

27. Serviço. Numa refeição informal, são os convidados que se servem, passando as travessas ao convidado mais perto de si, e habitualmente, à sua direita. Não se esqueça de agradecer.

28. Mala e carteiras. Num almoço ou jantar privado são entregues à chegada ao anfitrião da casa. Num restaurante devem ser colocados e no colo e não em cima da mesa, pois criam confusão com pratos, talheres, copos.

29. Batom. Uma senhora deve abster-se de retocar o batom antes de ir para a mesa, para não deixar copos e guardanapos marcados durante a refeição.

30. Chapéus e bonés. Adereços desaconselhados, embora sejam permitidos em algumas refeições ao ar livre.

 

Não vou dar uma de snob e vangloriar-me de ter tirado 20 valores, mas orgulho-me de admitir que nenhuma destas regras me soou a novidade; o que a meu ver, me habilita para fazer boa figura em qualquer evento que me apareça pela frente.

 

E tu, meu bem, desta lista quantas regras fazem parte do teu dia-a-dia? Faz o teste e depois conta-me o resultado. Pode ser?

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11
Nov15

Corpo ativo, mente saudável

por Sara Sarowsky

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É do conhecimento geral da noção cibernética (e não só) que sou uma adepta confessa do exercíco físico, em primeira instância, e do bem-estar em geral, em segunda instância. E por isso mesmo, não me canso de incentivar aqueles de quem gosto a aderirem a esta prática, não somente por questões de beleza, tão sobejamente conhecidos e que tanto prezo, mas também pela saúde, o bem mais precioso que temos, imediatamente a seguir à vida.

 

Tudo isto para dizer que a publicação de hoje vem no sentido de frisar a importância de um estilo de vida são, já que é certo e sabido que o exercício físico é uma das fórmulas mais eficazes para uma vida mais longa e sustentável. Por nos proporcionar mais energia, esta prática faz com que vivamos mais tempo, fazendo dele um verdadeiro medicamento natural anti-envelhecimento e anti-doeças.

 

E fundamento essa teoria com base numa pesquisa recente, através da qual um grupo de investigadores estabeleceu uma relação entre a condição corporal e a cerebral. Através da análise de um grupo de homens com mais de 60 anos, constatou-se que os que praticam exercício físico apresentaram uma melhor capacidade mental do que os homens sedentários. Os cientistas ainda não sabem ao certo a justificação para este fenómeno, teorizam na possibilidade de que uma parte do cérebro deteriora-se com a idade.

 

O facto é que o estudo atesta que aqueles que praticam exercício físico conseguem conservar a parte saudável do cérebro durante mais tempo. A meu ver, isso faz com que possamos estar perante a melhor terapia anti-envelhecimento, para além de um look mais jovem, mas sobretudo uma mente mais ativa, mais jovem, mais dinâmica.

 

Convém é não esquecermos que não existem milagres, ou seja, para conseguirmos todos estes benefícios é fundamental apostar numa alimentação saudável, parte integrante de uma vida com mais qualidade e saúde.

 

Amiga, convencida ou são precisos mais posts sobre o assunto? Vemo-nos por aí, num ginásio qualquer da vida. Até lá nada de sedentarismo nem abuso de junk food!

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10
Nov15

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Assim que os meus olhos bateram no título do artigo, a primeira coisa que me veio à cabeça foi: "Não podem estar a falar a sério. Isto só pode ser uma brincadeira!". Mas enquanto ia consumindo avidamente as palavras do texto, fui tomando consciência que não era nada disso, antes pelo contrário, a ideia até estava sustentada com argumentos credíveis, não obstante suscetíveis de contestação.

 

A esta altura do campeonato deves estar à nora, pensando "mas do que fala esta gaja?". Refiro-me ao artigo Quer ser promovido? Entregue-se à bisbilhotice, publicado pelo site Dinheiro Vivo, no qual defendem que a cusquice, palavra tão lusitana, pode ser usada como uma escada para o sucesso profissional, mais concretamente para se conseguir uma promoção.

 

De acordo com o artigo mantermo-nos fora das conversas sobre outras pessoas, pode fazer com que estejamos a perder alguma coisa, na medida em que "estaremos a desdenhar todo o género de informações que nos podem ser úteis, assim como à nossa carreira e ao nosso trabalho". E como fundamento desta teoria, citam Linda Hill, professora de Gestão de Negócios na Harvard Business School.

 

Para esta docente, dar ouvidos a tagarelices de escritório é uma excelente maneira de ficar a saber o que se passa na empresa – que grupo conseguiu recentemente um bom negócio, por que razão o diretor financeiro esteve ausente do escritório uma semana ou quais as iniciativas que o CEO é capaz de aprovar. Pelos vistos, trocas informais de informação podem ser tão úteis como as formais e ajudam-nos a construir relações com os colegas. "Isto constrói um laço porque as pessoas sentem que confiam em nós o suficiente para partilhar informação sensível", justifica Hill.

 

De facto, informação é poder e quem o detém parece estar sempre um passo à frente, mas custa-me acreditar que, na realidade, as coisas funcionem nestes moldes. Se bem que... o que não faltam são exemplos de pessoas que ascendem no trabalho à custa de esquemas, coscuvilhices, intrigas, rasteiras, sem falar nos exercícios horizontais (vulgo job de cama).

 

A ser verdade, pode ser este o motivo para que nunca tenha sido promovida. Agora a questão para um milhão de euros é: vale a pena abrir mão de um dos meus princípios morais mais básicos para subir na carreira? Despeço-me com esta deixa e espero que para ti esta teoria faça mais sentido do que para mim.

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09
Nov15

Oração das mulheres

por Sara Sarowsky

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Há pouco o facebook lembrou-me desta imagem, publicada há quatro anos. Apesar do português brasileiro, penso que dá para perceber perfeitamente o espírito da coisa.

 

Noite feliz mulher!

 

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09
Nov15

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Quem nunca amaldiçoou a segunda-feira, o (maldito) primeiro dia últil da semana? Quem nunca sentiu aquele ressentimento gratuito, porém genuíno, para com o dia em a maioria de nós é arrancado impiedosamente do abraço aconchegante do domingo? Quem nunca desejou que esse dia fosse pura e simplesmente banido do calendário laboral?

 

Voltar ao ativo após dois dias isentos de horários e compromissos, não é nada motivante, antes pelo contrário. Só de pensarmos naquele maldito despertador que toca às primeiras horas da matina, altura em que a cama está mais convidativa (nem de propósito!). Só de pensarmos na correria para sairmos de casa a tempo e horas. Só de pensarmos em trânsito congestionado e/ou transportes coletivos apinhados de gente mal humorada (sem falar naquele cheirete de corpos que fedem por falta de higiene). Só de pensarmos em chefias e colegas mal amados, que parecem ter prazer em descarregar nos outros as responsabilidades pelas suas vidas frustradas. Só de pensarmos que são precisos mais cinco dias de puro contrarrelógio até voltarmos novamente ao modo fim-de-semana. Só de pensarmos nisso tudo o humor altera-se, a alegria desvanece-se e o desânimo instala-se.

 

Porque pessoas com alto astral fazem toda a diferença no nosso dia e porque não temos que ser mais um desses mal humorados das segundas-feiras, partilho contigo alguns dos meus truques, inspirados na meditação mindfulness, para obter aquela dose diária recomendada de energia positiva tão necessária, sobretudo no início da semana.

 

Segundo Vasco Gaspar, autor do livro 'Aqui e Agora: Mindfulness', esta técnica de meditação, além de ajudar a lidar com problemas físicos e psicológicos, como ansiedade, depressão, dependências várias, desordens alimentares e tensão arterial alta, quando usada no dia-a-dia ajuda a equilibrar o corpo e a mente. Como? Seguindo estas 20 dicas simples:

  1. Observar a respiração.
  2. Olhar-se ao espelho.
  3. Ouvir música calma.
  4. Ler um livro.
  5. Meditar.
  6. Observar as pessoas à volta.
  7. Desligar os dispositivos móveis (telemóvel, tablets, ipods…).
  8. Fazer um elogio genuíno.
  9. Ajudar alguém.
  10. Soltar-se e rir.
  11. Organizar algo (relacionado com o trabalho ou casa).
  12. Escrever como se fosse para um jornal.
  13. Definir pequenas metas diárias.
  14. Escrever pequenas notas em post-it.
  15. Cozinhar uma refeição.
  16. Saborear cada dentada enquanto comemos.
  17. Criar algo artístico.
  18. Fazer exercício físico.
  19. Dar um passeio.
  20. Tomar um banho longo.

 

De modo a minimizar ao máximo os efeitos nefastos da segunda-feira na minha mente, tento sempre cumprir pelo menos metade desta lista ao longo do dia de domingo.

 

Espero ter ajudado a fazer deste seu início de semana uma experiência mais positiva e infinitamente mais compensadora. Uma feliz semana a todos nós, que bem merecemos!

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Companheira, amiga e seguidora deste meu caderno de impressões (tão nosso), eis-me de volta ao ativo, pós uma curta ausência, justificada por um ataque fulminante de desinspiração. E comigo trago um tópico já anteriormente abordado, mas que dada a sua incontestável pertinência, vale sempre a pena partilhar: inteligência emocional, desta vez acasalada com o sucesso.

 

Num artigo publicado no LinkedIn, o especialista Travis Bradberry, cofundador da TalentSmart e autor do best-seller Emotional Intelligence 2.0, atesta que a   inteligência emocional está intimamente ligada ao sucesso e como prova disso identificou nove caraterísticas comportamentais dos emocionalmente inteligentes.
 

1. Não viver no passado

Quando se vive no passado, o mais provável é nunca se conseguir seguir em frente. Deste modo, o fracasso pode "minar" a nossa autoconfiança e impedir-nos de ser bem sucedido no futuro. "As pessoas emocionalmente inteligentes sabem que o sucesso reside na sua capacidade de ultrapassar o fracasso, e não podem fazer isso ao viverem no passado", explica Bradberry. O importante as pessoas acreditarem que nada se consegue sem riscos e esforços, acreditando sempre nas suas capacidades de vencer.

 

2. Não se refugiar nos problemas

Para Bradberry, o foco da atenção determina o estado emocional, ou seja, quando uma pessoa se fixa num problema as emoções serão negativas e stressantes. Esse tipo de sentimentos vai influenciar de forma negativa o seu desempenho. Deste modo, ao invés de se "afundarem" nos problemas, as pessoas emocionalmente inteligentes focam-se em procurar soluções para resolvê-lo.

 

3. Não se focar na perfeição

Na pesquisa desenvolvida, as pessoas bem sucedidas não procuravam a perfeição, conscientes de que esta não existe. "Quando a perfeição é o objetivo, a pessoa sentirá sempre a sensação de fracasso, gasta o seu tempo a lamentar o que deixou de fazer e o que poderia ter feito de forma diferente, em vez de apreciar o que era capaz de alcançar", acrescenta Bradberry.

 

4. Não viver cercados de pessoas negativas

As pessoas que estão constantemente a queixar-se dos seus problemas e que são negativas (vulgo "pessoas tóxicas") representam um perigo para o sucesso dos que as rodeiam, já que, longe de se preocuparem com soluções, apenas pretendem levar alguém consigo "para a cova", de modo a se sentirem melhor. Por estas razões e mais algumas, devemos mantê-las bem afastadas de nós, ainda que isso nos possa fazer sentir mal e insensível. "Há uma linha que separa emprestar um ouvido simpático e ser sugado para dentro de uma espiral emocional negativa", defende o especialista.

 

5. Não ter medo de dizer "não"

"Dizer não é realmente um grande desafio para a maioria das pessoas", admite Bradberry. Contudo, quando é necessário dize-lo, as pessoas bem sucedidas fazem-no sem rodeios, e de forma direta. A investigação concluiu que a dificuldade em dizer "não" está relacionada com o stress e com a depressão. Ao conseguir dizer esta palavra está a assumir os seus compromissos e a defender o que quer, o que lhe permite alcançar o sucesso.

 

6. Não deixar ninguém influenciar a sua felicidade

Quando as pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem, elas não deixam que os outros estraguem esse estado de espírito com opiniões e sentimentos destrutivos. E também não comparam felicidades. Não importa o que as outras pessoas pensam ou fazem, a nossa autoestima vem de nós. Devemos preocupar-nos com aquilo que fazemos, não com o que os outros fazem.

 

7. Perdoar, mas não esquecer

A investigação concluiu que as pessoas com maior inteligência emocional são rápidas a perdoar, o que não quer dizer que esqueçam. Não ficam a "remoer" o que se passou, mas isso não significa que irão dar hipóteses a um novo erro.

 

8. Não desistir da luta

Segundo Bradberry, pessoas deste tipo sabem o quão importante é lutar para viver no dia seguinte. Deste modo, em alturas de conflito, enfrentam os problemas e não se deixam abater pelas dificuldades. Fazem-no com cautela, controlando as suas emoções e capacidades com sabedoria. Esta é a forma mais eficaz de defenderem o "seu território e saírem vitoriosos".

 

9. Não guardar rancor

Guardar rancor é, na verdade, uma resposta ao stress. Pesquisadores da Universidade de Emory mostraram que este sentimento contribui para a pressão arterial e para doenças cardíacas. Ao guardar rancor estamos a guardar também o stress, e assim, nunca alcançaremos o sucesso. Ou seja, aprendermos a libertar do rancor não só vai fazer com que nos sintamos melhor como também vai melhorar a nossa saúde. As pessoas emocionalmente inteligentes sabem que devem evitá-lo a todo o custo.

 

Quanto a mim, reconheço a necessidade de limar umas quantas arestas, rumo a uma trintona mais bem resolvida, mais emocionalmente inteligente e, infinitamente, mais orgulhosa da sua condição de ser humano que labuta incansavelmente para fazer a diferença neste mundo. Pela positiva, claro está!

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02
Nov15

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Quando perdemos alguém que amamos, sobretudo quando alheio à nossa vontade, sofremos muito (nessa matéria sou pós-doutorada, e com distinção, acreditem!). No entanto, é possível encurtar o tempo que se demora a recuperar de um desgosto amoroso. Para tal a revista Super Interessante aponta três dicas baseadas em estudos:

 

1. Tratar como se fosse uma droga

Helen Fisher, professora de antropologia e pesquisadora do comportamento humano na Universidade Rutgers, nos EUA, chegou à conslusão que o amor desperta as mesmas zonas no cérebro que a cocaína ou o tabaco, logo pode viciar tanto como qualquer droga. Sendo assim deve ser tratado como tal. Livrar-se de tudo o que faça lembrar o(a) ex é imperativo.

 

2. Acabar com a obsessão

Por sua vez, o psicólogo Robert Stemberg, da Universidade de Oklahoma, defende quatro formas rápidas de se evitar recaídas: focar-se nos defeitos; ter sempre em mente que "quando um não quer, dois não fica junto"; continuar a acreditar no amor e conhecer outras pessoas; e manter-se ocupado.

 

3. Deixar o tempo passar

Fisher percebeu que quem tinha terminado um relacionamento apresentava uma atividade menor na região associada à sensação de apego, por isso sugere um truque para sentirmo-nos melhor: abraços de familiares ou amigos, uma vez que ajudam a confortar o espírito e a acalmar a alma.

 

Não é preciso ser-se uma especialista em ciências da mente para reconhecer a validade e fiabilidade destas indicações. No meu caso particular, a terceira é a única que tem realmente funcionado. Quase cinco anos já lá vão e ainda continuo em rehab. Um dia de cada vez, que o caminho é para a sempre!

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