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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Ago18

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Viva!

 

A labutar em três frentes – pensar que houve uma altura em que não tinha nenhum trabalho e que agora tenho-o em dose tripla – e com um bloqueio criativo severo, por mais que tente (acredita que o tenho feito), não me tem sido de todo possível escrever seja o que for. Quando há tempo não há inspiração; quando há inspiração não há tempo; quando há uma ou outra, falta energia. Busco uma solução sustentável, pois assim não dá para continuar.

 

O Ainda Solteira (AS) é um mais do que um blog para mim. É um projeto de vida, uma causa que abracei com dignidade e do qual me orgulho muitíssimo. Nele investi demasiado para simplesmente deixá-lo morrer de inanição. Ainda que praticamente relegado ao abandono desde maio, continuo a receber propostas de anunciantes, mensagens de seguidores e subscrições novas. Como poderei abrir mão de tudo isso assim sem mais nem menos? Não posso, claro está!

 

Resta-me descobrir onde encontrar inspiração e tempo para escrever, trabalhando praticamente de segunda a segunda e em três áreas completamente distintas. Vida dura a desta solteira que teve não teve a sorte de ter nascido nos estratos superiores da pirâmide social (leia-se classes A e B+). Adiante… que lamentos não pagam contas nem redigem posts.

 

À semelhança dos anos anteriores, durante este mês vou tirar férias do blog, não porque mereça – já que não tenho aqui dado expediente nos últimos tempos –, mas porque preciso aplacar o sentimento de culpa que me assola cada vez que me lembro que não tenho publicado nada. Pretendo aproveitar este interregno para "dar à luz" o bendito artigo que o mais prestigiado jornal nacional acedeu publicar, já lá vão mais de cinco meses.

 

Vou, não sem antes deixar-te com as previsões da Isabel, a conselheira espiritual que, mensamente, cede ao AS as suas previsões energéticas. Para este querido mês de agosto os astros nos reservam o seguinte:

 

Eis-nos chegados ao mês das férias, em que o ritmo acelerado do dia-a-dia abranda e o corpo pede descanso. É também tempo de reflexão, de colocar os pensamentos em ordem, de analisar todos os passos desde o início do ano, de modo a podermos tomar decisões sobre os próximos até ao final do ano.

 

2018 é um ano de profunda transformação. Quem o souber aproveitar da melhor maneira, rapidamente irá entrar numa espiral positiva, quase mágica, onde, num curto espaço de tempo, tudo começará a acontecer. A isso chama-se sincronicidade, em que, num ápice, tudo começa a acontecer; todas as peças do puzzle a juntarem-se, tudo a fazer sentido.

 

Saber viver com sabedoria este mês irá fazer com que essa sincronicidade e essa espiral de mudanças positivas comece a ser sentida já em setembro. De repente, todos os teus sonhos, todos os teus projetos guardados na gaveta, todas aquelas coisas que nos teus pensamentos acreditavas serem impossíveis de acontecer, começam a tornar-se realidade. Pode parecer que é magia, e se calhar até será, já que a magia da vida constrói-se diariamente, sempre com determinação e garra de vencer.

 

Já desde o mês passado que a energia tem estado bastante pesada. Vários planetas retrógrados não ajudam à festa e com isso as pessoas sentem-se mais irritadiças, perdem a paciência com muita facilidade, outras até podem ficar doentes devido ao cansaço extremo que é sentirem-se sem rumo. Quem desistir agora, quem não quiser continuar a lutar, vai ter um mês muito difícil, que poderá mesmo levar a depressões e a estados de apatia total, do género "não há mais nada que eu possa fazer, não tenho mais forças!"

 

Mas o que é facto é que há sempre mais qualquer coisa que podemos fazer. Podemos sempre parar, resguardarmo-nos da loucura do quotidiano e começarmos a tomar decisões. Que atitudes são boas ou más para mim? Que pessoas são boas ou más para mim? Que realidade profissional é boa ou má para mim?

 

Relembro que em agosto continuaremos com alguns planetas retrógrados, nomeadamente Mercúrio, o planeta da comunicação. Por isso, de pouco adiantará fazer grandes comunicados sobre ti ou sobre o que pretendes mudar na tua vida. Apenas analisa, pesa bem todos os prós e contras e apenas no final do mês, lá para o dia 28, começa a tomar decisões concretas rumo à mudança.

 

Para todos aqueles que queiram aproveitar este mês da melhor maneira, o meu principal conselho é que descansem o máximo possível, resguardem-se, meditem, peçam ajuda a um especialista (se for o caso), mas acima de tudo, que aproveitem para tomar decisões sobre a vida que têm neste momento. Todos os dias ao acordar pergunta-te: esta é a minha versão mais feliz? É assim que eu quero ser todos os dias da minha vida?

 

Podes até ter muitas coisas boas neste momento, mas tenho a certeza absoluta que rapidamente irás perceber o que gostarias de mudar em ti. E a cada novo dia é o dia perfeito para fazeres em ti a mudança que gostarias de ver no mundo. A mudança existe em nós! Apenas nós temos o poder de transformar a nossa vida e promovermos a mudança para um mundo melhor.

 

Desejo a todos um mês de agosto abençoado, cheio de luz, harmonia dos pensamentos e amor para tomarmos as decisões certas!

 

Abraço de Luz,
Isabel 💗

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Viva!

 

Porque não quero que mais ninguém das minhas relações caia em semelhante esquema, partilho contigo um resumo alargado da novela Livoo, a estória de uma burla.

 

Não deve ser novidade para ti que eu sou, desde há muito, freguesa assídua dos cupões de desconto na internet. Inclusive, publiquei dois artigos exclusivamente dedicados a esta temática, um deles "patrocinado" pela MaisCupão. Modéstia à parte, devo ter sido das pioneiras a aderir a este tipo de promoções. Anos se passaram desde que descobri essa forma económica, prática e diversificada de aceder a uma infinidade de produtos e serviços a preços verdadeiramente irresistíveis. Só para teres uma ideia, nessa altura o Forretas não chegava às 100 ofertas diárias. Neste momento, a média anda a beirar as quatro mil.

 

Tirando um ou dois casos sem grande relevância, ao longo destes anos a minha experiência em relação a este assunto sempre foi muito positiva. Até à semana passada, quando tive a infelicidade de adquiri um voucher para tratamentos estéticos, por via de uma empresa chamada Livoo, com a qual não estava minimamente familiarizada, apesar de saber que era mais uma que operava no mercado dos cupões de desconto.

 

Para que percebas melhor toda a estória, deixo aqui um copy-paste da reclamação que submeti ao Portal da Queixa, após o qual fui agraciada com uma resposta no mínimo intrigante por parte de alguém da empresa.

 

Boa tarde.
Adquiri um voucher no dia 3 de julho e ao tentar fazer a marcação junto da empresa, qual não foi o meu espanto ao ser informada de que a mesma não trabalha com a Livoo desde 31 de dezembro do ano passado.
Tentei entrar em contacto com a empresa, através dos números disponíveis no voucher, mas nunca ninguém atendeu, não obstante as minhas inúmeras tentativas.
Resolvi então enviar um email à empresa solicitando o reembolso imediato do valor pago, assim como a retirada dos meus dados pessoais da base de dados deles.
Considero inadmissível que, volvidos mais de seis meses após a cessação do acordo comercial, a empresa ainda continue a vender um serviço para o qual não estão "habilitados".
Já se passaram cinco dias e nenhuma reação da empresa.
Continuo a tentar ligar e ninguém atende.
Para mim é cada vez mais claro que se trata de um caso flagrante de burla.
Alerto a todos os incautos e desinformados para que não adquiram absolutamente nenhum serviço desta empresa.
Muito obrigada.

 

Isto aconteceu esta segunda-feira à tarde. Horas depois, por volta da meia-noite e tal, alguém que se autodenominou "Apoio Livoo", responde à minha reclamação nestes termos:

 

Bom dia,
estimada ....,
lamentamos a situação ocorrida, mas repare que existem vários parceiros que encerram as portas sem que nos avisem de tal situação e muitas as vezes só temos conhecimento quando os clientes nos confrontam com essa situação.
não obstante, verifique por favor se está a enviar o e-mail corretamente, pois não recebemos qualquer comunicação, queira enviar novamente para clientes@livoo.pt
aproveitamos para informar que não deverá efetuar julgamentos de valor que prejudiquem a nossa imagem e bom nome, sem que tenha reais motivos para tal, pois desde que efetuou a sua compra até hoje apenas passaram 4 dias uteis e as acusações de burla são de facto prejudiciais para a nossa empresa que atua de bom fé para com os clientes.
Melhores cumprimentos,
Apoio Livoo

 

Nem vou perder o meu tempo e o teu a descrever o sentimento de que fui acometida quando me deparei com esta resposta logo pela manhã ao conectar-me com o ciberespaço. O que te posso dizer é que foi só o tempo de chegar ao trabalho, beber um chá verde, respirar fundo e por os dedos a trabalhar a todo o valor, no sentido de apresentar uma contraargumentação à altura.

 

Caro Apoio Livoo,

É de se louvar a sua resposta, sobretudo por constatar que esta foi efetivada às tantas da noite (insónias ou horas extras?, resta saber). Contudo, tenho a dizer que esta ficou incomensuravelmente aquém do que seria desejável, pelos motivos que posso a citar:

Motivo 1 – Para sua informação, o parceiro não encerrou portas. Ao contrário, goza de boa saúde, tanto assim é que adquiri o mesmo voucher comercializado por si na concorrência. O parceiro apenas deixou de trabalhar consigo (por motivos que opto por não referir, sob pena de atentar contra essa "boa imagem" que daqui a pouco desmistificarei). Ouvi da boca do próprio parceiro que o desvinculo foi-vos comunicado várias vezes. Palavras do mesmo: "Com a Livoo não trabalho desde 31 de dezembro e ainda continuam a vender os nossos vouchers. Estou farta de os avisar que não trabalho mais com eles e volta e meia aparecem pessoas com um voucher deles. Com eles não trabalho. Pode comprar noutras empresas, menos na Livoo".

 

Motivo 2 – Acatando a sua sugestão, confirmo que o endereço de email é exatamente o mesmo para o qual enviei a minha reclamação. Sou uma profissional de comunicação e marketing que lida o tempo todo com o costumer care, razão pela qual tenho o cuidado em esgotar todas as alternativas antes de vir para a praça pública lavar a roupa suja. Agora é a minha vez de lhe sugerir que verifique a sua caixa de correio, em especial o endereço legoluna.

 

Motivo 3 – O seu argumento de que só se passaram 4 dias úteis seria válido se estivéssemos a falar do Serviço Nacional de Saúde ou da Segurança Social. Tratando-se de uma empresa de pequena dimensão, com meia dúzia de colaboradores, e que subsiste essencialmente à custa dos cupões de descontos adquiridos pelos clientes, quatro dias úteis são uma vida. Devo lembrá-lo que estarmos em pleno século XXI, e que, nos tempos atuais, a satisfação das necessidades dos clientes encontram-se à distância de um clique? Portanto, este seu argumento é contraproducente, para não dizer retórico.

 

Motivo 4 – Agora é a minha vez de ter a audácia de lhe dar uma lição de moral: a "imagem e o bom nome" de uma empresa não é algo que se exige do público. É algo que se conquista, diariamente, com base em valores como credibilidade, competência, confiança, integridade, humildade e muito foco no cliente. Ter consciência disso e traçar uma estratégia corporativa que vá de encontro a esse posicionamento é o que separa as empresas bem-sucedidas das restantes.

 

Motivo 5 – Os meus julgamentos de valor não foram feitos de forma leviana. Têm fundamento e esses foram expostos de forma transparente e desprovida de motivações ocultas. Paguei por um serviço; não obtive esse serviço; tentei, sem êxito, contactar com o fornecedor desse mesmo serviço, pelos meios por ele facultado; e, só em última instância, recorri ao Portal da Queixa, um canal credenciado e perfeitamente alinhado com o Estado de Direito que é Portugal. Como pode constatar, tenho reais motivos para tal e esses são absolutamente legítimos.

 

Motivo 6 – A ser verdade a sua preocupação com a boa imagem institucional, o meu conselho (perdoe-me o atrevimento) é que não se ponha a jeito. Um maior cuidado na forma de atuação e atenção ao cliente seria um bom começo. Ao invés de perder tempo com lições de moral, deveria estar a envidar mais e melhores esforços no sentido de dar vazão à demanda de clientes insatisfeitos, que, a julgar pelo que circula na rede, são em nada abonatórias dessa "boa imagem" pelo qual assume tanto zelo. Só deve atirar pedras ao telhado alheio quem não o tem de vidro. No caso da Livoo, já nem telhado deve ter, tantas as pedradas que tem levado de clientes insatisfeitos nos últimos tempos.

 

Motivo 7 – Ao longo da minha vida profissional e pessoal aprendi que, mais importante do que se diz, é o que não se diz. E em momento algum disse que iria proceder à devolução do dinheiro e menos ainda que iria tomar providências no sentido de evitar que situações semelhantes se repetissem, no futuro. Estou certa ou estou errada?

Motivo 8 – Por último, desafio-lhe a fazer prova de toda essa boa-fé que teve a amabilidade de arrotar por cima da minha reclamação e proceda à devolução imediata do valor pago, que é irrisório, mas meu por direito.

 

Sem nenhuma estima,
.....

 

A seguir cenas do próximo episódio, que acredito deverá estar para breve. Até lá, deixo-te com aquele abraço amigo de sempre!

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Viva!

 

O bloqueio criativo do qual tenho padecido nas últimas semanas ainda não deu o ar da sua desgraça, só para saberes. Como a vida segue o seu rumo, não esperando por ninguém (menos ainda pela minha pessoa), eis-me de volta ao teu convívio com um artigo sobre a perceção dos géneros em relação ao mundo, em geral, e ao romance, em particular. 

 

Que elas e eles são diferentes, determinou o criador no momento da criação. Que essas diferenças são muitas e percetíveis a olho nu, estamos cientes. E no que ao flirt se refere, será que a visão feminina é assim tão díspar da masculina? A ver vamos com esta crónica!

 

Antes de adentrar pelo âmago da questão, convém fazer uma pequena análise das principais dissemelhanças entre o feminino e o masculino, entre o yin e o yang, para usar uma linguagem mais fancy. Por exemplo, a nós discípulas de Eva é reconhecido o talento inato da multifuncionalidade (ou multitasking, na gíria empresarial). É-nos, igualmente, associado um maior grau de intuição, emoção e sensibilidade. Aos descendentes de Adão – ou pelo menos à maioria – costuma-se agregar caraterísticas como frontalidade, praticidade, racionalidade e serenidade.

 

Ao que parece, também no campo amoroso existe uma acentuada discrepância na forma como ambos os sexos expressam e interpretam as coisas. Um estudo da Universidade de Tecnologia do Texas vem agora reforçar o que estamos cansados de saber: a forma de atuação e comunicação entre mulheres e homens é de tal forma distinta que esta tem implicação direta na arte da conquista.

 

Enquanto que nós flertamos para nos divertirmos, numa lógica de caça desportiva, eles o fazem para "comer", numa lógica de caça fisiológica. Por valorizarmos muito mais a comunicação, conseguimos captar todo o tipo de sinais não-verbais bem melhor do que eles, que precisam de tradução simultânea, muitas vezes com recurso à legenda e linguagem gestual.

 

Por sua vez, eles revelam-se uns experts em confundir as coisas, ao ponto de conseguirem encontrar insinuações sexuais onde elas não existem, de todo. Isto não te traz à memória nenhuma situação em que tal tenha ocorrido?

 

Talvez resida aqui o motivo porque os homens se sentem tão à vontade com a praga moderna que é o fazer a corte por mensagens. Por terem conversas bem mais factuais do que as mulheres, revelam-se mais fraquinhos quando se trata de entender tudo o que não sejam palavras.

 

Essa coisa de ler nas entrelinhas, os tais sinais não-verbais que referi há pouco, não é de todo o forte do sexo oposto. A ciência assim o comprova com este estudo.

 

Bom descanso e até à próxima!

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Jul18

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Viva!

 

Volto ao teu convívio, exatamente um mês depois, com as previsões da conselheira espiritual do Ainda Solteira, Isabel Soares dos Santos, para o sétimo mês do ano, que hoje arranca.

 

Meio ano já passou e entramos na segunda metade do ano com a mensagem de assumirmos a nossa essência, de assumirmos quem realmente somos.

Ainda ontem numa formação explicava a importância de vivermos o nosso eu verdadeiro e deixarmos cair todas as nossas máscaras, pois só assim conseguimos entrar em contacto com a nossa verdade e saber o que estamos cá a fazer.

Julho é o mês ideal para deixares cair todas as tuas máscaras e assumires a tua verdade. À medida que avançamos na nossa evolução espiritual vai-se tornando praticamente impossível continuarmos a mentir a nós próprios. Os sentimentos verdadeiros e as pessoas verdadeiras da tua vida estão agora prontos para aparecerem. Aproveita essa oportunidade e não tenhas medo da mudança. Bem sei que não é fácil quando escolhemos determinados caminhos, mas sei com toda a minha certeza que, quando chegamos ao destino final, o que encontramos é bem melhor do que o que deixámos para trás.

Por isso, está na hora de saboreares a tua essência sem medos do que os outros irão pensar. Não te escondas mais. Aceita-te com toda a tua luz e também com toda a tua sombra. Estás a iniciar um processo incrível de evolução. Mesmo com medo, arrisca. Deita fora todos os teus pesos, todas as tuas máscaras e arrisca a viver a tua verdade a cada dia da tua vida.

Cada dia é um bom dia para iniciares a mudança. Cada dia é um bom dia para seres uma pessoa melhor, mais verdadeira e disponível para te amares tal como és, mesmo com todas as tuas limitações. E a cada novo dia surgem oportunidades fantásticas para transformares as tuas limitações em aprendizagens incríveis que te vão dar mais força a cada novo dia. A tua maior limitação pode tornar-se na tua fonte de poder.

Eu adoro as minhas limitações, pois a cada dia me lembram que tenho novas oportunidades de aumentar o meu poder pessoal.


Julho é sem duvida um mês de poder. Quem o souber viver da melhor maneira, quem não tiver medo, quem se conhecer muito bem e souber utilizar todas as suas limitações a seu favor tem agora a oportunidade de mudar radicalmente a sua vida e começar a viver todos os seus sonhos.

A cada dia eu mudo mais um pouco. A cada dia tenho um novo sonho. E a cada dia tenho novas conquistas. Sou mesmo muito grata e abençoada por tudo o que a vida me tem dado.

Saiba que a mudança faz parte da vida e arrisca. Assume a tua verdade. Afasta-te de pessoas que não te fazem bem. Afasta-te de situações que te desgastam. Mesmo com medo, escolhe viver apenas aquilo que te faz feliz. Escolhe viver apenas a tua verdade.

Este é o mês do meu aniversário e estou mesmo muito feliz por todas as mudanças que tenho realizado em mim e por todas as conquistas que a vida me tem dado. No dia 15 de julho iniciarei um novo ciclo de vida (falando dos ciclos de 7 anos) e garanto-vos que vou estar imparável. A cada dia aumento o meu poder pessoal e a cada dia fico mais feliz por ver os meus sonhos a realizarem-se 🌟

Desejos de um mês muito feliz a todos!
Abraço de Luz,
Isabel 💗

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Viva!

 

Estou com bloqueio. Volto quando tiver recuperado a inspiração. Até lá, vou-me consolando com este bom e velho amigo.

 

Até um dia destes!

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Jun18

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Viva!

 

No parecer da conselheira espiritual do Ainda Solteira, o sexto mês do ano, que hoje arranca com uma ovação aos humanos mirins, promete estranheza, turbulência, mas também recompensa e abundância para quem souber tirar partido das oportunidades. Eis as previsões energéticas de junho, gentilmente cedidas pela guru do bem, a Isabel Soares dos Santos.

 

E estamos quase a chegar a meio do ano de 2018! Um ano que pode ser absolutamente incrível para quem o souber aproveitar da melhor maneira para transformar a sua vida. Uma onda de energia positiva, amor incondicional e abundância irá acompanhar-nos durante todo o ano.

 

Mas junho chega-nos com uma energia estranha, de tudo ou nada, de 8 ou 80, de ganhar ou perder oportunidades, de num dia nos sentirmos invencíveis e no seguinte parecer que um camião nos passou por cima, ao ponto de não nos conseguirmos levantar da cama.

 

Esquizofrenia é o nome desta imagem. E se olharmos bem vemos um homem que está preso pelas mãos e pelos pés, alguém que tem medo de largar um dos lados, pois acredita que vai cair no abismo. Como o mais importante é arranjarmos soluções para lidar com o momento presente, vamos lá analisar o sentido desta carta:

1) Ficares na posição em que estás, significa que nada irá acontecer na tua vida, nem de bom nem de mau; ou seja ficas estagnado, numa inércia constante. O mês vai passar e quando chegar ao fim irás perceber o tempo que andaste a perder e que podias ter feito muito mais.

2) Largares as mãos significa ficares agarrado ao passado, não quereres andar para a frente e o peso do passado vai acabar por te arrastar para o abismo.

3) Ficares agarrado pelas mãos no momento presente significa libertares-te do passado e começares a subir degrau a degrau a montanha da liberdade. Faz pequenas coisas a cada dia, que te vão deixar mais forte, mais consciente do que queres e mais focado nos teus objetivos.

 

Para sobreviveres e viveres cheio de luz e energia positiva durante este mês podes começar por adotar hábitos de vida saudáveis, como por exemplo, meditar, praticar exercício físico, alimentares-te de forma saudável, beber (mais) água, ler, estar próximo de pessoas positivas e fazer da gratidão o sentimento predominante o tempo todo.

 

Eu sou muito grata a tudo o que a vida me tem dado; mesmo todos os desafios eu agradeço profundamente, pois só me tornaram mais forte. E tenho um orgulho imenso na pessoa que sou hoje e na missão de vida que tenho, que a cada dia ajudo mais pessoas a encontrarem o seu caminho. Espero que estas minhas simples palavras também te ajudem. 🙏

 

Estamos juntos na caminhada para a felicidade.

 

Desejos de um mês muito feliz!
Abraço de luz,
Isabel 💗

 

As precisões da Isabel acabam de dissipar o restinho de dúvidas que eu ainda pudesse ter sobre o meu futuro profissional e financeiro. Elas acabam de confirmar a minha sensação de que este mês ser me á especialmente generoso, ainda mais auspicioso que maio, que foi um dos mais felizes dos últimos 10 anos.

 

Espero de todo o coração que estes prognósticos tenham acionado aquela luz (verde) da esperança que tanta falta tem feito à humanidade. Fica bem e até à próxima!

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Viva!

 

Porque estou plenamente convicta do impacto que poderá ter na tua existência e porque a conselheira espiritual do Ainda Solteira merece este mais do que justo tributo, já que todos os meses nos cede pro bono as suas previsões energéticas, desafio-te a inscreveres-te no próximo workshop de reprogramação mental da spiritual coach Isabel Soares dos Santos, a minha guru do bem, como gosto de lhe chamar.

 

Feito um anjo de luz, esta alma iluminada adentrou pela minha vida para me consciencializar que a saúde espiritual  – a par da física e da mental  – é uma das três pedras basilares da felicidade humana. Foi com ela que me iniciei na arte da meditação, que encetei a minha primeira regressão a uma vida passada, que abri a minha mente para o invisível aos olhos, que aprendi a aquietar o meu coração e que renovei a esperança em mim e na humanidade. 

 

Desde que fiz este curso, no passado dia 28 de abril, a minha vida conheceu melhorias inesperadas e inimagináveis, numa mescla de milagres e mistérios. Não tenho dúvidas de que tais mudanças foram despoletadas pelos ensinamentos assimilados nesse dia e que se resumem a um único propósito: fazer da minha mente uma aliada e não uma adversária, como até então.

 

Para teres uma ideia mais concreta a que me refiro, digo-te que, apenas cinco dias depois de ter estado nesse evento, surgiu a oportunidade de viajar para Barcelona, uma oferta surpresa de uma amiga muito querida, que fez questão de me proporcionar a concretização de um sonho há muito acalentado. Literalmente de um dia para o outro, ainda por cima com o passaporte caducado, lá consegui apanhar um voo da TAP com destino à cidade de Gaudi. Coincidência? Provavelmente! 

 

À chegada a Barcelona, ainda antes de recolher a bagagem, recebo um telefonema de uma antiga entidade patronal a perguntar se tinha disponibilidade para reforçar (temporariamente) o serviço com o qual colaborei há dois anos e no qual não consegui permanecer por pura implicância de uma Cruella de Vida que me considerou demasiado "vistosa" para a instituição em questão. 

 

Foi assim que – ainda que por meras semanas – regressei ao trabalho dos meus sonhos e com todos os meus direitos salvaguardados em contrato: descontos para a segurança social e fisco, seguro de saúde, salário decente, horário reduzido, uma equipa fantástica e a possibilidade de exercer na área que eu mais gosto e que tão bem sei criar valor. Outra coincidência? Já não estou tão certa disso! 

 

À minha amiga maior foi-lhe diagnosticada, no auge dos seus 40 aninhos, um tumor no peito, cujo índice de malignidade pairava entre os 50 e os 95%. Como é de se prever, ao tomar conhecimento da notícia desmoronei-me feito um iglu em plena praia de Ipanema, vergada pela antevisão do sofrimento pelo qual ambas iríamos seguramente passar. O desespero que me tomou de assalto a alma representou uma séria ameaça à onda de pensamentos e vibrações positiva na qual tinha estado a trabalhar até à data.

 

Numa operação digna de Hollywood, lá consegui resgatar os preceitos apreendidos no workshop, obrigando a minha mente a encarar o assunto, não como uma sentença de morte, mas antes uma provação, ainda que duríssima, por certo. Inspirada pela atitude serena e corajosa da minha mana do coração (que nem por um momento se deixou panicar), lá consegui voltar aos braços da aura positiva e otimista de antes, na firme crença de que no fim tudo acabaria por dar certo.

 

E não é que deu mesmo? O resultado da tal biópsia que visava determinar a localização do carcinoma, não poderia ser mais tranquilizador: a malignididade não se confirmou. Esta minha amiga revelou-se mais sortuda que o primo Gastão da Disney. Perante uma chance mínima de 50%, conseguiu ela a proeza de acertar em cheio na metade que lhe garantia conservar a saúde.

 

Removida a espada que nos pendia sobre a cabeça, eis-nos de volta à rotina nossa de sempre; eu em Lisboa e ela do outro lado do Atlântico. Depois do que acabaste de ler, ainda achas que a força do pensamento positivo é conversa de quem não tem mais o que fazer?

 

O texto já vai longo, reconheço, mas ainda há tempo para confessar que, ainda à custa deste workshop, rendi-me ao poder do ho'oponopono, uma técnica capaz de proporcionar a dose diária recomendada de leveza espiritual e mental e que consiste em duas meditações (de manhã e à noite) de 15 minutos apenas, durante 21 dias, tempo que o ser humano precisa para se adaptar à mudança.

 

A versão tradicional desta terapia é composta por quatro frases chaves: sinto muito, perdoa-me, amo-te e sou grata; ambicionando cada uma delas conduzir o praticante na passagem por quatro etapas sentimentais: arrependimento, perdão, amor e gratidão. De acordo com os entendidos na matéria, a simples repetição destas palavras revela-se capaz de ativar a libertação de bloqueios, lembranças negativas e traumas, de modo a podermos assumir um controlo mais tranquilo sobre o próprio corpo e a própria vida.

 

Se ainda te sobra alguma réstia de dúvida em relação à revolução que uma formação destas pode provocar na tua vida, deixa-me dizer-te que os seguidores do AS terão direito a condições especiais de participação, desde que para isso se inscrevam através do blog. Atreve-te, que não te arrependerás, garanto-te!

 

Deixo-te que são horas do meu ho'oponopono. Hasta!

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Viva!

 

Em pleno dia de jejum, nada mais pertinente que revelar-te alguns dos segredos por detrás do minha (boa) forma física. Já aqui assumi em vários posts que tenho cuidado com o que levo à boca. Tento, sempre que me é possível, primar por uma alimentação saudável, isenta de fritos, açúcar adicionado, lactose, produtos refinados e carbohidratos pobres em fibra.

 

Escusado será dizer que também eu cometo – com mais regularidade do que seria desejável – alguns, na verdade vários, pecados gastronómicos. Por não reconhecer a eficácia das dietas restritivas e da abstinência calórica, deles não faço tenção de abrir mão. Só para teres uma ideia, sou uma adita da pizza (comia-a todos os dias, se o meu nível de colesterol não disparasse em fecha); no que toca a queijos, considero-me uma Minnie; sou incapaz de resistir a sorvetes; vejo a batata frita como a terceira maravilha do mundo; sumos naturais deviam ser prescritos pelos médicos e as gastronomias cabo-verdiana, portuguesa, brasileira, japonesa e italiana de consumo obrigatório. 

 

Sorte minha que, à exceção do queijo e do iogurte, nunca fui chegada em derivados de leite. Também não sou apreciadora de ovos, motivo pelo qual raramente tenho que me debater com o drama das sobremesas. Só isso já me rende uns bons quilos a menos, já que a doçaria portuguesa é baseada essencialmente nesses dois ingredientes, e no açúcar, o qual o meu organismo já só consegue suportar uma pitada e pouco mais.

 

Só para teres uma ideia, eu sou do tipo de pessoa que entra numa pastelaria com vontade de comer qualquer coisinha saborosa e sai de lá frustrada por não encontrar nada que lhe agrade verdadeiramente.

 

Feita a contextualização, eis os meus truques para comer de tudo e mesmo assim continuar a vestir o tamanho 34, aos 40 anos e sem por o pé no ginásio há quase um ano:

1 - Jejum de 24 horas uma vez por semana

2 - Pela manhã, água morna com ½ limão ou duas colheres de vinagre de cidra e mel

3 - Comer como uma rainha num dia e como uma plebeia no dia seguinte

4 - ½ taça de vinho tinto às refeições de garfo e faca

5 - Snacks caseiros à base de milho

6 - Iogurte e queijo sem lactose

7 - Pão, arroz e massa integral

8 - Panqueca de milho ao pequeno-almoço

9 - Sal das Himalais para condimentar

10 - Zero fritos em casa

11 - Zero açúcar branco em casa

12 - Zero açúcar em chás e infusões

13 - Zero bebidas açúcaradas

14 - Em casa, só peixe

15 - Batata doce ao pequeno-almoço

16 - Chá de louro para depois dos exageros

17 - Andar a pé e subir escadas sempre que possível

18 - Dormir entre 9 a 10 horas por noite

19 - Banho frio o ano inteiro

20 - Frutos secos nas horas em que a fome ataca

21 - Chocolate preto

22 - Fruta fresca sempre que possível

23 - Consumo limitado de alimentos processados

24 - 1,5 a 2 litros de água por dia

25 - Zero refogados

 

Por experiência própria posso atestar que a boa forma física depende essencialmente de pequenas rotinas, que, aliadas a um programa alimentar adequado ao estilo de vida de cada um, se revelam uma aposta ganha. Por acreditar que o corpo humano precisa de um pouco de tudo, não me privo de comer nada. Mesmo assim consigo manter um corpo magro, elegante e são. Isto porque como com peso e medida e contrabalanço uma asneira nutricional com uma opção saudável.

 

Até à próxima!

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Viva!

 

Qual é a pergunta qual é ela que todos os solteiros temem ouvir? Como é evidente, "Porque não tens ninguém?". De entre todas as respostas – espontâneas, evasivas, resmungonas ou depressivas – esta é aquela que não me lembro de alguma vez ter ouvido sair da boca de um mortal: "É porque como nunca saio de casa, estou à espera que o amor me venha bater à porta!".

 

A experiência pessoal permite-me afirmar que dificilmente existe uma única explicação para o facto de se estar desemparelhado. É facto que um determinado momento e um determinado acontecimento ditaram o dia, o mês e o ano em que a pessoa se autoconsciencializa solteiro. Depois disso, vários argumentos são descaradamente evocados para justificar e/ou reforçar o não estar num relacionamento: preferência por atuações a solo, aversão e/ou medo de compromissos, cara metade esquiva ou, pura e simplesmente, falta de sorte.

 

Independentemente do motivo por detrás da solteirice nossa de cada dia, a auto sabotagem, ainda que na maioria das vezes perpetrada de forma inconsciente, é responsável por uma siginificativa percentagem de corações solitários que andam a vaguear pelos calabouços do amor.

 

De acordo com a psicóloga Melanie Schilling, "minamos e bloqueamos de forma ativa as oportunidades que impliquem qualquer tipo de interação social ou que possam levar a conhecer possíveis parceiros. Ao adotarmos essa postura, transmitimos a mensagem de não estamos interessados numa relação".

 

Como é que fazemos isso? Atribuindo a responsabilidade da nossa situação amorosa a fatores externos – por exemplo, 'está muito frio, começo a sair mais e a ir a encontros quando o inverno acabar' ou 'não há homens de jeito' –, quando na verdade só estamos com medo.

 

"Frequentemente quando já sofremos no passado tornamo-nos demasiado protetores de nós próprios. E tememos sentir intimidade e vulnerabilidade com alguém. Porém, há uma diferença entre ser razoavelmente cético e boicotar a própria felicidade", esclarece a psicóloga.

 

No parecer desta inspetora da mente, muitos dos que inconscientemente sabotam as suas hipóteses de encontrar o amor, 'agarram-se' a três tipos de noções negativas: acerca deles próprios ('estou melhor sozinho'), acerca dos homens/mulheres em geral ('provavelmente vão trair-me') e acerca dos relacionamentos ('não tenho tempo para uma relação').

 

Perante este quadro, o diagnóstico é irrefutável: não estamos preparados para namorar se cultivamos um desses três pensamentos. Ups!

 

O poço de verdade na qual estas ideias saciam a sua empiricidade é tal que não me resta outra opção que não seja fazer mea culpa e encetar uma análise isenta de "achismos" sobre os reais motivos porque continuo solteira. Agora vejo que muitos de nós cometemos o pecado de não saber reconhecer que estar desemparelhado deve-se, acima de tudo, às nossas próprias atitudes e ao nosso modo de estar na vida.

 

E com esta retiro-me de costas, não vá a verdade dos factos seguir-me ecrã fora. Até à próxima, single mine.

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20
Mai18

Queres f**** comigo?

por LegoLuna

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Viva!

 

Ainda que sob pena de ultrapassar a linha que separa o erótico do pornográfico, arrisco-me a partilhar contigo o olhar do Marcos Bulhões sobre as relações nos tempos atuais. Em respeito para com a boa digestão virtual e para com o alinhamento editorial deste blog, o termo f**** será alvo de uma pequena censura, os tais asteriscos. Quanto à imagem, após hora e meia de indecisão, lá acabei por escolher a mesma que o autor usou na publicação original.

 

Sexo casual 
é o novo modelo de relacionamento.
Uma mensagem,
Um olhar,
Algumas palavras e pronto!
O sexo ganhou um novo pseudónimo:
o aclamado "foda".
Então prepara o preservativo
que a noite vai ser de prazer.
Mas a preservação não é só 
por uma gravidez inesperada ou uma DST,
também nos preservamos 
do compromisso,
do apego,
das cobranças
e sobretudo do AMOR.
É mais fácil tirar a roupa do que o sorriso.
Tocar corpo do que o coração.
Preferimos alguém pra comer numa noite,
a alguém que fique para comer connosco no café da manhã.
Estamos tão fragilizados com compromisso
que matamos o prazer enquanto a carência nos enterra.
Houve um tempo em que as pessoas 
faziam amor, e eram felizes.
Mas hoje, elas f****!!!
E talvez por isso exista pouca gente feliz
e tanta gente f*****.

 

A primeira ilação que se pode tirar do acima exposto é que os sentimentos mais profundos parecem já não interessar assim tanto, ao passo que os mais efémeros e superficiais parecem alastrar-se tal e qual um derrame de crude em pleno oceano.

 

Claro que cada um sabe o que é melhor para si, assim como cada qual faz o uso que lhe convém do livre arbítrio. Eu não me identifico de todo com este tipo de relações, como, aliás, não me canso de aqui repetir. Na verdade, um dos grandes motivos porque continuo solteira é precisamente o facto de partilhar do ponto de vista do Marcos.

 

Quando é uma mulher a abordar esta questão ela sujeita-se a levar com rótulos do tipo romântica, ingénua ou sentimental. Mas quando é um gajo a por o dedo no cancro das relações modernas: a primazia do físico em detrimento do emocional, o assunto assume outras nuances.

 

É, single mine, quem tem a sorte de ter um amor com letras maísculas que o conserve bem, porque para aqueles que não o têm, só mesmo recorrerendo ao Tom Cruise para completar a missão.

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