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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

23
Out18

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Viva!

 

Depois desta ausência prolongada (mais uma), aposto que deves estar a pensar algo como: "Olha-me esta, foi só ver um post seu no top dos mais lidos do Sapo para se armar em vedeta e deixar de nos passar cartão". Foi ou não foi?

 

Quisera eu alegar que não mais dei sinal de vida por estar fisicamente debilitada, ausente em parte incerta ou a assinar um contrato chorudo com alguma editora/produtora. Com imensa pena minha, a minha ausência deve-se à velha e batida razão de sempre: falta de tempo e, por tabela, de inspiração.

 

Nas últimas três semanas, andei a trabalhar de segunda a sábado, das nove às 21, sem tempo para mais que não fosse atender às necessidades básicas de qualquer mortal, como comer, dormir, banhar e respirar. A situação chegou ao ponto do seguidor EM enviar-me uma mensagem, intitulada 'trabalho ou escravatura', cujo conteúdo não poderia ser mais taxativo:

"Então, a menina Sara ainda continua assoberbada de trabalho?

Veja lá, não se transforme numa escrava dele! Pode ser, mas não há necessidade nenhuma!

O trabalho dá saúde, sobretudo quando se está doente, é que as contas das consultas e dos exames não se pagam sozinhas. Até por que, não convém desanimar, uma vez que, para nos curarmos dá jeito fazer um tratamento!

A única solução é dar o litro porque as farmácias querem o nosso bem, mas os laboratórios têm que pagar umas ”viagenzitas” aos eternos pensadores do bem-estar. Isto de estar sempre a pensar como é que quem vive no inferno deve fazer para ter uma vida paradisíaca só se consegue indo com extrema regularidade ao paraíso.

Como tu dizes: qb!

Bom resto de domingo."

 

Com isso quero deixar claro que não me esqueci de ti, assim como quero acreditar que tu também não te esqueceste de mim. Não houve dia que não me tenha pesado a consciência por não conseguir vir cá deixar-te uma palavra amiga. Apenas não fui capaz de me munir das condições desejáveis a um parto que estivesse minimamente à altura da última publicação, que bateu todos os records do Ainda Solteira: quase 7 mil visualizações num único dia.

 

Como não é todos os dias que se atinge uma fasquia destas; na verdade esta blogger aqui nunca antes o tinha feito, a responsabilidade do artigo procedente ao É oficial, divorciei-me da noitada! pendia para a obesidade. Nada que eu tenha pensado em redigir me pareceu digno. O culto da perfeição, meu salvador e meu carrasco, é uma coisa lixada, digo-te já!

 

Assim, os dias deram lugar a semanas... e de artigo novo nem fumo nem luz. Dezassete dias volvidos, eis-me aqui sem crónica nenhuma, nem melhor nem pior que o anterior. Ainda que sem nenhum mimo especial para ti, abona a meu favor dizer que já tenho na calha um artigo sobre amor versus outra coisa qualquer, através do qual pretendo ilustrar, por A + B, a diferença entre amor e outra coisa qualquer, que muitos de nós, em algum momento da nossa existência, chegamos a pensar que o fosse, mas que na verdade era outra coisa qualquer?

 

Enquanto não sai a nova fornada, achei de bom-tom dar-te uma satisfação sobre o meu paradeiro, não vás tu pensar que te abandonei à própria sorte. Prometo regressar em breve. Até lá deixo-te com aquele abraço amigo e um sentido pedido de desculpa por esta ausência prolongada.

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Viva!

 

Escrevo-te, em pleno domingo de jejum (já vou na 20ª hora sem por nada no estômago), para te comunicar que 15 anos depois de um casamento, perfeito nos 10 primeiros, estremecido nos últimos três e moribundo nos restantes dois, divorciei-me definitivamente da night.

 

Sacramentei esta minha decisão esta madrugada, após uma noitada que passarei a descrever tout de suite. Depois de um jantar de aniversário de uma amiga próxima, o grupo saiu para a naite. Confesso, que quanto a isso estive reticente desde o primeiro instante, não só por saber que o meu sentimento por ela estava por um fio, mas sobretudo por prever mais do mesmo, ou pior do mesmo, como foi o caso. Numa derradeira tentativa de last chance, lá resolvi pagar para ver.

 

No bar/discoteca lá para as bandas do Cais do Sodré, de nome Titanik sur mer (sugestivo q.b.) para onde fomos, dei por mim tiritando de frio – culpa do vestido curto, sandálias e casaco totalmente inadequado aos 15 graus que se fazia sentir na rua – e assolada por duas palavras: decadente e casa.

 

Decadente observar aquelas pessoas todas a fumarem tal e qual as chaminés das fábricas chinesas; e, pior, eu a inalar todo aquele ar tóxico. Decadente vê-las a consumirem álcool e drogas como se as suas vidas se resumissem àquelas poucas horas, num claro sintoma da necessidade de anestesiarem o vazio daquele momento. Decadente assistir às tentativas patéticas de alguns em engatar o que lhes aparecia pela frente, num sinal de profundo desespero por uma companhia que lhes permitisse fintar a sua solidão. Decadente o quanto a miséria humana está presente na vida da maioria dos comuns mortais. Decadente estar no meio deles, como se de um deles eu me tratasse.

 

Casa era onde queria estar. No conforto do meu lar, na macio do meu leito e no sossego da minha companhia.

 

Aquilo tudo causa-me um mal enorme ao corpo, mas sobretudo à alma. Não queria estar ali, não queria estar rodeada por aquelas pessoas – mal conseguia olhar para elas, quanto mais respirar aquele ar contaminado de nicotina, cannabis, álcool e súor. Abro aqui um parêntesis para perguntar o que foi feito daquela lei que proibia fumar em espaços fechados, inclusive os de diversão noturna.

 

Só conseguia pensar na noite de sono que estava a perder, no quanto estaria a forçar a coluna (tanto tempo em pé de saltos é uma espécie de automutilação a que nós mulheres nos sujeitamos voluntariamente em nome da vaidade), no quão maléfica seria aquela fumarada para os meus pulmões, pele, olhos e garganta e no quão ocas eram as conversas que me chegava aos ouvidos.

 

Só conseguia pensar: "Sara que estás aqui a fazer?". E nem o facto de estar rodeada de pessoas com quem me dou lindamente era capaz de atenuar a minha agonia, atroz a cada minuto que passava, ao ponto de se tornar insuportável. Pior que isso era ter que fingir para elas que estava minimamente na onda. Estou certa que não fui bem sucedida nessa intenção. Elas, cortez e generosamente, bem que disfarçaram o desconforto que a minha no vibe impactava no grupo, ao ponto de passarem a ignorar a minha presença, excluindo-me das conversas e das coreografias.

 

Não as censuro, apesar de ter ficado sentida. O alter ego é algo no qual tenho estado a trabalhar, mas cuja procissão ainda vai no adro.

 

Ao fim de mais de três horas, lá arranjei coragem e bom senso para verbalizar o que todas do grupo já adivinhavam: eu iria embora para casa. Perante o meu comunicado, uma delas ainda esboçou um tímido argumento a favor de esticarmos a noite. Contudo, era notório que sabia ela, tal como as restantes, que pouco mais havia a dizer ou fazer. Assumo que até foi um alívio para elas não ter que levar com a emplastro de plantão para o Plateau, a próxima paragem da madrugada.

 

Resta às protagonistas deste episódio o consolo de que todas as partes envolvidas ficaram felizes com a minha saída prematura de cena. Eu, mais do que elas, sem dúvida nenhuma.

 

O mais intrigante é que eu fui frequentadora assídua da noite. Desde os meus 20 anos, quando aqui cheguei para estudar e me tornei dona absoluta do meu nariz, que saía religiosamente duas vezes por semana, com ou sem companhia, fizesse chuva ou sol, fosse inverno, primavera ou outono. No verão, e nas pausas académicas, esse valor atingia o pico de sete saídas por semana. Durante 15 anos foi essa a minha vida. Ficar em casa à noite era uma tortura, sendo assaltada pela ideia de que estava a perder a vida que lá fora se desenrolava. Ficava doente se perdesse uma paródia.

 

Que eu venho amadurecendo mais e mais nos últimos tempos, sobretudo de há três anos a esta parte, é flagrante. Agora resta-me saber se este meu amadurecimento encontra-se dentro dos padrões considerados normais ou se ele passou do ponto, perigando para a velhice social.

 

Seja lá qual for o diagnóstico, a verdade é que já não me apraz saídas noturnas que tragam a reboque poluição sonora, indivíduos ébrios e/ou dopados, ar impuro, conversas estéreis, encontrões/pisadelas, lavabos imundos, etc. etc.

 

Antes, uma boa noite de sono, um bom jantar num restaurante decente, um serão caseiro na companhia de pessoas que acrescentam valor, um bom filme, uma boa meditação, uma boa leitura, uma boa conversa, uma boa hora no ginásio, uma boa caminhada, uma boa sentada num sítio tranquilo, um bom por do sol, uma boa música, um bom concerto, mas acima de tudo, a minha própria companhia.

 

Estou viciada em mim, admito! E ao contrário do que muitos possam pensar, não estou deprimida nem nada que se pareça. Aliás, nunca me senti tão bem com tão pouco que fazer fora de portas e com tão poucas pessoas ao meu redor. Apercebi-me, e aceitei, que sentir-me bem – feliz, estimada e em paz – não passa por estar na companhia dos outros, mas tão somente por mim, pelos meus pensamentos, pelas minhas expectativas. Estar rodeada de pessoas pouco ou nada tem a ver com sentirmo-nos acompanhados, desejados, amados ou mesmo importantes. Quando temos cá dentro o que nos faz bem, é perda de tempo procurar lá fora.

 

Nos últimos tempos andei fixada (quase a pender para a obsessão) em encontrar um homem que me ame, deseje, valorize e tudo o mais que se costuma fantasiar numa relação a dois. Hoje, é-me evidente que esse alguém estava o tempo todo ao alcance da minha perceção. Esse alguém estava à distância do meu amor próprio. Esse alguém ninguém mais é do que moi même.

 

Em questão de semanas duas pessoas sem nenhuma correlação, disseram-me algo do género: "Como esperas amar o outro, se não sabes amar-te a ti mesma"? Diz-se que amamos como fomos amados. Pois, a mim nunca me ensinaram a amar. A minha família, especialmente a minha progenitora, nunca o fez. Muitos do meu círculo de amizade a quem dediquei devoção absoluta também não. A maior parte dos colegas de escola, faculdade e trabalho, menos ainda.

 

Envolvia-me, over and over again, em relações tóxicas e desequilibradas, nas quais dava sempre mais do que recebia. Em completa desigualdade de comprometimento afetivo, dava-me demais, servia demais, aturava demais, perdoava demais, na mesma proporção em que aceitava de menos. A insana convicção de que se assim fosse iriam amar-me mais e melhor justificava essa minha postura nas relações de amor, mas essencialmente nas de amizade.

 

Quanta ingenuidade. Quanta carência. Quanta subserviência. Quanta falta de valorização. Quanta ausência de amor próprio.

 

Aos poucos, e à custa de incontáveis desilusões, fui aprendendo a direcionar o foco do meu afeto. Aos trancos e barracos cheguei a uma fase da minha vida em que caminho a passos largos para o autoamor pleno. Ao ponto de me estar a tornar egoísta, individualista e territorialista. Para isso muito tem contribuído o ho'oponopono do amor próprio, uma poderosa meditação "receitada" pela minha guru espiritual para que eu possa reavivar ou encetar uma linda, saudável e eterna estória de amor com o meu próprio eu.

 

É por tudo isso que esta crónica cumpre o (doloroso) dever de formalizar esta minha disjunção com a noitada, quiçá por estar ciente de que, uma vez tornada pública, ela assumirá um caráter vinculativo, salvo uma ou outra exceção, devidamente salvaguardadas em contrato.

 

E por hoje fico por aqui que o post já vai extensíssimo. Bom resto de domingo e até breve!

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01
Out18

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Viva!

 

O décimo mês do ano chega radiante: dias escaldantes, peles (ainda) douradas, roupas leves e temperaturas veranis. A combinar com todo este alto astral que paira no ar chega-nos a previsão energética da conselheira espiritual deste blog, a lifecoach Isabel Soares dos Santos, por quem nutro uma eterna gratidão. Gratidão pela cedência mensal do seu talento, mas sobretudo pelo anjo de luz que tem sido na minha vida. Grande parte das coisas boas que me têm acontecido nos últimos tempos a ela devo e não tenho qualquer receio em assumi-lo publicamente. 

 

Prestada a devida homenagem à minha guru espiritual, eis o que nos perspetivam os astros para outubro, que hoje arranca e que desejo de todo o coração que se cumpra segundo estas previsões:

 

Eis que chegámos ao outono. Mais de metade de ano já passou e agora é o tempo de colheita e de (algum) descanso.

Agosto foi um dos meses mais difíceis dos últimos anos, onde tudo foi posto em causa. Muitas crises, muitas dificuldades, muitas pessoas perdidas, sem conseguirem ver uma luz ao fundo do túnel. Com uma energia até bastante dura, foi o tempo de muitas mudanças: de emprego, de relações amorosas, de casa e até mudanças geográficas. Foi duro porque algumas das mudanças tiveram que ser pressionadas... e isto só aconteceu porque já há muito tempo que andaram a pensar que deveriam mudar algo em si e nas suas vidas, mas acabaram por ficar no conforto de continuar a não fazer nada...

 

Pois é, a evolução dos nossos tempos já não nos permite ficar no conforto da inércia. Quem andou anos a fugir de mudar algo em si e na sua vida foi forçado a mudar ou através de doenças inesperadas ou através de crises financeiras e sentimentais. Tudo foi revisto ao milímetro, e por isso mesmo, era natural muitas pessoas sentirem um enorme desgaste e ficarem doentes. O que importa saber é que o desgaste surge apenas devido à resistência à mudança. Quando aceitamos as circunstâncias da vida e queremos continuar a evoluir e a aprender, é sempre muito mais fácil.

Depois seguiu-se o mês de setembro, uma altura em que só querias descansar de tudo o que tinhas passado, mas ainda haviam muitas arrumações a fazer...

E chegámos a um mês que pode ser um dos melhores do ano: o mês da colheita.

Para aquelas pessoas que andaram a plantar dor, raiva, ressentimentos e invejas... bem podem ficar preocupadas, pois a colheita será semelhante ao que andaram a plantar... O nosso tempo de evolução espiritual acontece muito mais rápido. Já não podes ficar à espera de uma nova reencarnação, tudo será resolvido aqui neste tempo, pois faz parte da preparação da tua alma para um plano divino. Por isso, pensa bem nas tuas ações do dia a dia, mas acima de tudo pensa bem nos teus pensamentos. Atraímos para a nossa vida tudo o que pensamos. Está, portanto, na hora de começares a ter pensamentos melhores...

Mas para aquelas pessoas maravilhosas que aceitaram as aprendizagens da vida, que vêm amor e compaixão em todas as pessoas e que já perceberam que SOMOS TODOS UM, estas podem ficar descansadas, pois a sua colheita será magnífica. Abram os braços, agradeçam e recebam toda a abundância que o universo tem ao vosso dispor.

Aqui aproveito também para agradecer por tudo o que tenho na vida. Nem sempre é fácil, mas quando confiamos no processo de evolução tudo faz sentido. Também passei por várias mudanças e sou mesmo muita abençoada por ter conseguido escolher o que era melhor para mim. Transformar a minha paixão no meu estilo de vida é uma benção e cada dia que passa fico mais confiante com os meus passos, mais certa do caminho que escolhi. Grata! Grata! Grata!

Aproveito ainda para vos deixar um miminho: para quem quiser saber a carta personalizada do mês de outubro e o tipo de colheita que está planeada, basta escrever um comentário a pedir a vossa carta personalizada.

Desejos de um mês de outubro incrível!
Abraço de Luz,
Isabel 💗

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Viva!

 

Single mine, já viste a lista viral com O top 20 de coisas que uma mulher NÃO deve usar depois dos 30? Se sim, faço-te um lembrete; se não, é com todo o gosto que a partilho contigo. Já vais perceber porque vale a pena perderes 10 minutos do teu tempo com isto.

 

Eis a lista das coisas que uma trintona (ou trintinha) não deve usar:

1 – Mochila-jato que nunca foi testada.

2 – Túnica feita em carne num país cheio de cães ferozes.

3 – Galhos colados com supercola em forma de vestido.

4 – Sapatos de salto alto se estiveres a ser perseguida num filme de terror.

5 – Um fato de veado no meio da floresta durante a época de caça.

6 – Camisola feita de vespas.

7 – Armadura completa numa piscina.

8 – Falso colete de bombas num aeroporto.

9 – Colar feito com orelhas humanas.

10 – Amostra de pele de animal de uma espécie em vias de extinção.

11 – Amuletos amaldiçoados.

12 – Camisola em mohair que está a pegar fogo.

13 – Uniforme de polícia roubado a um agente.

14 – Anel do senhor dos anéis.

15 – Qualquer coisa coberta em comida de peixe.

16 – Acessórios feitos em pele, como uma hiena de estimação.

17 – Sombra de glitter com feromonas de Oastride.

18 – Chinelos que na verdade são apenas gaivotas mortas que colocaste nos pés.

19 – Mochila a pingar com creme de sopa de cogumelos.

20 – Calções curtos com mensagens militares secretas escritas no rabo.

 

Portanto, se tens menos de 30 anos, fica à vontade para usares todas essas coisas e o que mais te apetecer. Para quem já dobrou o cabo da boa "enta", resta seguir a moda dos comuns mortais.

 

Até breve!

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Viva!

 

Há dias uma seguidora interpelou-me sobre qual a melhor estratégia a adotar por quem está solteira e disponível para uma nova relação. Sem pestanejar, respondi-lhe: "estar recetiva!"

 

De tão óbvia, esta resposta até parece infantil. Mas a verdade é que dar uma de Bela Adormecida à espera do Príncipe Encantado não é uma estratégia sustentável. Primeiro, porque o príncipe encantado é cada vez mais uma espécie em vias de extinção. Segundo, porque a mulher moderna não está para depositar a sua felicidade nas mãos de um estranho (por mais azul que seja o seu sangue); até porque ela tem plena consciência de que não existe nenhuma garantia de que ele, após o beijo, não vá se transformar num sapo qualquer da vida.

 

Que o digam as mulheres vítimas de todo o tipo de violência por parte daqueles a quem confiaram o coração. 

 

Se contentar-se com o primeiro pretendente a despertar-nos do "sono amoroso" não é lá muito boa ideia, ser demasiado exigente no processo de escolha menos ainda, já que pode estar a impedir-nos de viver boas experiências. A solução passa, portanto, por não definir requisitos de forma rígida.

 

De forma consciente (ou não) todas nós procuramos a perfeição; mas quantos mais critérios estabelecemos menos compatibilidade vamos encontrar. Falo em meu nome pessoal e no de todas as demais desemparelhadas do meu círculo de amizades (reais e virtuais). 

 

Depois de uma certa idade (geralmente, depois dos 30), das duas uma: ou os padrões de exigência de uma mulher aumentam mais e mais ou diminuem mais e mais. Aumentam porque ela vai ganhando consciência do seu valor, ao ponto de não se contentar com alguém que não considere estar à sua altura. Mais do que saber o que quer de um homem e de uma relação, ela sabe, com uma exatidão alarmante, o que não quer para a sua vida. Por observação direta das outras ao seu redor, ela vai tomando consciência de que a presença de um homem na sua vida, na sua cama, na sua família e no seu círculo social só se justifica se este acrescentar valor. Se assim não for, ela prefere estar sozinha, pois sabe que consegue ser feliz solteira, mesmo que não plenamente. 

 

Do lado oposto, está a mulher que, em desespero de causa, aceita abrir mão de uma boa parte dos seus padrões de exigência só para não "ficar para tia", como se diz na gíria popular. Ou porque o relógio biológico não para de piscar, ou porque as amigas/colegas desemparelhadas vão minguando a olhos vistos, ou porque a pressão da família e da sociedade assumem proporções dantescas ou simplesmente porque não sabe nem tem interesse em estar só. Para esse tipo de mulher, qualquer um destes motivos é razão mais do que válida para abraçar uma relação, mesmo que, no fundo do seu coração, ela se sinta tão ou mais solitária do que aquela que descrevi no parágrafo anterior. 

 

Portanto, à querida seguidora ND, deixo este conselho: "Interage com eles de forma tranquila, sem pensar de antemão no que pode ou não desencadear, aproveita cada momento e cada pessoa que cruza o teu caminho. Limita as tuas expectativas e retira a pressão de ter que ter alguém só porque sim. Sê o tipo de pessoa que gostavas de ter ao teu lado. Vais ver que mais cedo ou mais tarde o amor que tanto desejas e mereces chegará. E se não chegar tens-te a ti, o teu primeiro, grande e verdadeiro amor."

 

Capice? Estamos juntas!

 

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Viva!

 

Diz o Buzzfeed que a maioria de nós faz coisas pouco higiénicas todos os dias. Coisas, que de tão banais, algumas essenciais até, podem comprometer a nossa saúde e o nosso bem-estar sem que nos apercebamos sequer. Através do vídeo How Dirty Are You?, o site retrata alguns desses hábitos.

 

Sem nem ousar por em causa as evidências científicas do conteúdo do vídeo, tomo a liberdade de refutar (ou não) cada um deles, com a dose de humor que a situação exige, obviamente! Vejamos:

 

1. Andar em casa com os sapatos que usámos na rua (o que estava na rua passa para dentro de casa)

Concordo; tanto assim é que há muito que os meus sapatos entram e saem da minha casa via mãos e não pés. Tenho no hall de entrada uma sapateira onde coloco aqueles pares que uso com mais frequência. Para as visitas que se recusam a colaborar, pretendo comprar aqueles chinelos brancos (iguais aos que se usam nos spa's) ou aquelas luvas de plásticos só que para os pés.

 

2. Usar o teclado do computador (muitas bactérias gostam de fazer deste a sua casa)
Sobre isso nem me vou pronunciar, já que a solução passaria por usar luvas, tipo 12 horas por dia. Como não sou, nem pretendo ser, um clone do Michael Jackson, passemos ao próximo item.

 

3. Passar o dia na cama (os lençóis ficam cheios de células mortas)
A não ser que células resolvam dar uma de alma penada, não vejo razão para alarme. Afinal, se elas estão mortas, que mal nos poderão fazer?

 

4. Usar uma tábua de cozinha (acumulam 200 vezes mais bactérias fecais do que uma casa de banho)
Já que os alimentos não se cortam sozinhos, deveremos passar a cortá-los na banheira?

 

5. Usar toalhas (a sujidade e as bactérias ficam agarradas ao tecido)
Ainda bem que assim é. Antes elas infestadas de germes do que o meu amado corpinho danone.

 

6. Levar o telemóvel para a casa de banho (Pois…)
Pode até fazer mal, mas que sabe bem lá isso sabe.

 

 7. Usar uma escova de dentes (estes objetos acumulam bactérias fecais)
Ai sim? E devo lavar os dentes com palitos? Francamente, os sítios onde essas parasitas se lembram de infiltrar.

 

8. Usar uma esponja (as bactérias e os fungos adoram-na)
Os pratos também, daí que a solução passa por ver quem é mais resistente, se a esponja ou se os vermezinhos.

 

9. Usar a maçaneta da porta (raramente as lavamos, certo?)
Se elas existem por algum motivo é...

 

10. Dar um aperto de mão (não sabemos por onde andaram as mãos da pessoa)
Um dos motivos porque não ambiciono entrar para a política. Nos casos em que é (praticamente) impossível evitar, o jeito é apertar, passar desinfetante ou ir a correr para os lavados mais próximos. Ou então invocar a Nossa Senhora da Imunidade, a padroeira do sistema imunitário.

 

11. Mexer em dinheiro (o papel do dinheiro acumula cerca de 3000 bactérias)
Por mim, pode até acumular zilhões delas, que continuarei a querer tê-lo nas mãos, na carteira, na conta bancária, debaixo do colchão, nas ilhas Caimão. Percebeste a ideia, certo?

 

12. Partilhar headphones (passa-se sujidade e bactérias dos outros para os nossos ouvidos)
A sério que há quem faça isso?

 

13. Beijar o animal de estimação (óbvio…)
Desse mal não morrerei nem que vá viver para um zoo.

 

E tu, single mine, depois do que acabaste de ler sentes que a tua saúde corre perigo ou nem por isso?

 

Até à próxima!

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10
Set18

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Viva!

 

Depois de um fim de semana de dolce far niente, pautado por uma maratona de filmes da Fox Life, retomo o contacto com uma crónica recheada de conselhos sobre como superar a timidez amorosa, enfermidade da qual venho padecendo há já um bom tempo, quiçá despoletada pela falta de prática na arte do amor.

 

Tanto tempo de solitude (demasiado, até) fez-me esquecer como se cativa, como se seduz, como se conquista. Esta pretensa "amnésia" tornou-me amorosamente insegura, absolutamente cética e absurdamente tímida. Tudo o que não era; apesar de nunca ter sido uma arrasa-corações, ainda me lembro do tempo em que, ao interessar-me por alguém, tomava a iniciativa, fazia acontecer e, desse certo ou não, seguia feliz e contente pela vida fora.

 

Antevendo que mais solteiros se revejam nesta descrição, cito 10 conselhos da psicóloga Natália Antunes sobre como dar a volta à situação:

1. Comunica como um adulto
Melhorar a comunicação dentro da relação, como forma de aliviar os ressentimento e faltas de compreensão, é uma boa estratégia para contornar os problemas na vivência emocional e da intimidade.

 

2. Autoafirma-te e autoprotege-te
Diz sem rodeios o que mais gostas e o que menos gostas na vossa relação, encorajando também o teu parceiro a fazer o mesmo. Escutar o que ele tem a dizer, com atenção plena, é fundamental.

 

3. Negoceia o teu ponto de vista
Sempre que a tua perspetiva for distinta da dele tenta chegar a um acordo, alternando as cedências e mantendo uma postura aberta e conciliatória.

 

4. Elogia em vez de criticar
O elogio e o encorajamento surtem mais efeito do que a crítica. Daí que devas empenhar-te em assinalar as coisas boas que o teu parceiro faz, sendo certo que ele também se sentirá mais disponível para retribuir na mesma moeda.

 

5. Alinha expectativas e desconstrói mitos
Relações perfeitas não existem, até porque não existem casais perfeitos. Se conseguires mostrar e partilhar as tuas imperfeições, sentir te ás mais livre para te revelares tal e qual és.

 

6. Sê mais do que pareces
Consciencializa-te que do outro lado da relação existe uma pessoa que também tem medos e receios, e que tudo isso compõe uma pessoa real.

 

7. Preserva a tua individualidade
Uma das primeiras coisas a ser respeitada pelo casal é a manutenção da individualidade de cada um. Garante que há espaço para trazeres a tua experiência e vivência para a relação.

 

8. Surpreende-o
Tenta mimá-lo com pequenos gestos, de modo a evitares que a monotonia se instale e a paixão arrefeça.

 

9. Investe na novidade
Não fiques agarrada às rotinas. Planeares e executares pequenas surpresas certamente que vai surpreendê-lo, criando um ambiente de cumplicidade capaz de fazer com que ele fique com igual vontade de te surpreender.

 

10. Não tomes a relação como garantida
Estar sempre presente e procurar compreender o que faz feliz é um bom começo. Prestar atenção às suas mudanças enquanto pessoa, bem como às mudanças da vossa relação, igualmente. Experimenta fazer diferente, na vossa vida íntima, na vossa vida de casal e na vossa vida individual.

 

Irá este artigo ajudar-te a ser mais confiante no campo amoroso? Talvez sim talvez não. Só tentando para saberes.

 

Aquele abraço amigo!

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07
Set18

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Viva!

 

Ontem deparei-me com um artigo do Delas que se debruçava sobre a preferência dos millennials (nados vivos que deram o ar da sua graça neste milénio) por amizades coloridas. De acordo com o mesmo, os jovens de hoje não querem saber nem de compromissos nem de sexo ocasional, com as raparigas a se distanciarem tanto do romantismo das relações prolongadas como das aventuras de uma noite com um desconhecido. Atualmente, elas (e eles também) procuram sobretudo amigos coloridos, também conhecidos como amigos com benefícios, sex budys ou fuck friends. Simplificando: a nova geração só quer saber de amigos com quem, volta e meia, dão umas cambalhotas e tal, se é que me entendes.

 

Não é que o artigo – bastante refinado, diga-se de passagem – me tenha suscitado alguma epifania. Ao contrário; farta estou eu de levar com propostas do género. O seu principal contributo foi tão somente inspirar-me a dedicar esta crónica aos prós e contras deste tipo de relação, do qual não sou adepta, mas a cuja evidência empírica não me é possível ficar alheia.

 

Adentrando na questão, importa perceber o quão benéfico pode ser dar cor a algo que, na sua génese, sempre se quis a preto e branco. Para não estar para aqui a disparar teorias baseadas exclusivamente na minha perceção pessoal, chamo à conversa um estudo de 2013, da Boise State University, que atestou que o sexo entre amigos ajuda a fortalecer a relação de amizade. Os investigadores concluíram que cerca de 20% da amostra (num total de 300 idivíduos de ambos os sexos) admitiram ter tido sexo com pelo menos um amigo, em algum momento da vida. Desses 20%, 76% afirmou que a amizade ficou fortalecida desde então.

 

Ora, sabemos nós que os norte-americanos não são propriamente o exemplo mais fidedigno para o que quer que seja, pelo menos não para os padrões europeus e africanos. Tenho que vos lembrar que foram eles que elegeram o Trampa para presidente?

 

Tanto assim é que, três anos depois, um outro estudo, desta vez realizado no Europa, deita por terra esta teoria. Em abril de 2017, uma pesquisa das universidades polacas de Lodz e Silésia comprova que os amigos coloridos tendem a ser pessoas manipuladoras e com pouca empatia. Isto porque apresentam uma satisfação sexual mais elevada e realizam as suas fantasias sexuais mais frequentemente, confirmando que esta é uma situação propícia à descoberta de novas experiências sexuais. Mas, em contrapartida, tornam-se pessoas menos felizes e satisfeitas nas suas relações pessoais.

 

Por ter sido educada sob a tabuada dos mais tradicionais valores africanos – ainda que conteste uma boa parte deles, especialmente os respeitantes ao papel da mulher no seio da esfera familiar –, em matéria de amor, assumo, sem ponta de constrangimento, continuar fiel aos princípios mais elementares: compromisso, exclusividade e seriedade. Se a isso acrescentar o facto de gostar de ser do contra, isto é, de caminhar em direção contrária à manada, a minha posição perante as amizades coloridas é inequívoca.

 

Quanto a ti, depois do que acabaste de ler, penso teres elementos suficientes para assumires uma posição, pró ou contra, sobre esta modalidade de interação amorosa. Independentemente de qual for ela, o meu conselho é que só entres nessa onda se essa for realmente a tua praia. Só porque está na moda ou porque as amigas o fazem não são razões válidas para teres sexo com um amigo, arriscando comprometer uma bonita e saudável relação de afeição. Mantém-te fiel ao teu coração e às tuas convicções.

 

Até à próxima!

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Viva!

 

De entre todas as outras, o verão é provavelmente a estação mais propícia aos amores fugazes e às relações abertas, logo ao sexo casual. O calor; o bronze; a praia; a aparência mais cuidada; as férias; as viagens; os corpos à mostra; a descontração típica; as caras novas com que se cruza na praia, nos hotéis, nos passeios, nos concertos e nos bares/discotecas/esplanadas; os dias escaldantes e as noites languidas são dignos contribuintes para esta causa.

 

Feito o match e consumada a primeira intimidade sexual, o drama que a quase todos assalta (mais mulheres que homens, é certo) é o dia seguinte. Que fazer torna-se uma questão de vida e morte, sobretudo se a coisa foi tão boa ao ponto de só pensarmos em bis, tris, tetras, pentas e por aí fora... Nestas alturas, o medo de assustar a conquista esgrima ferozmente com a vontade de voltar a estreitá-la nos braços tão logo possível.

 

Se for esse o teu caso, em que depois de uma noite fantástica ele nada diz, não te desesperes que a especialista em terapia de casal e aconselhamento individual, Margarida Vieitez – quiçá bombardeada por pedidos de conselhos sobre como agir quando o(a) provedor(a) de orgasmo se remete ao silêncio depois do acontecido –, explica o que deves fazer:

 

Age de forma natural
Segundo ela, "se tiveres vontade de enviar uma mensagem, envia. Se tiveres vontade de ligar, liga". Se é isso que queres, faz, mas sem insistir, "porque assim estás a dar demais".

 

Não dês demais
Sonhar e ser romântica é o que torna o sucedido ainda mais especial. Contudo, convém teres os pés assentes na terra, sob pena de acabares a viajar na maionese. Focares-te demasiado na relação pode levar-te a desviar dos seus objetivos e isso não é boa ideia, sabemos ambas.

 

Foca-te em ti
De certeza que a noite, por mais frenética que tenha sido, não foi a primeira e menos ainda a última. Muitas outras virão, com ou sem sexo, portanto, "foca-te na tua vida, continua a vivê-la tal como tens feito até esse momento e segue em diante com os teus objetivos", aconselha a especialista.

 

Economiza no drama
Se tentaste entrar em contacto e não obtiveste reação, há, certamente, uma razão. Pode ser porque não quer ou porque não pode, "não tem que ver diretamente com o momento, se gostou ou não".

 

Já passaram três dias e nenhuma resposta?
Nesse caso, recomenda Vieitez, "o melhor a fazer é esquecer e passar para outra".

 

Independemente de como terminar o teu affair, o deves reter é que nestas situações não existe um certo e um errado sobre o que fazer. Sejas tu do tipo que manda logo mensagem, do tipo que prefere manter o orgulho e esperar que seja ele o primeiro a reagir ou do que faz de conta que nada se passou e parte para a próxima caçada, o importante é seres fiel a ti mesma e seguires o teu coração.

 

Até à próxima e bons amores de verão!

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Viva!

 

Neste dia muito especial – em que a minha filhota do coração, a pessoa que eu mais amo neste mundo, completa uma década de vida –, retomo ao teu convívio, para já com as previsões da minha guru do bem e conselheira espiritual deste blog, a iluminada Isabel Soares dos Santos.

 

Acreditas que ela no outro dia sonhou que eu andava com o CR7 (sim, esse mesmo)? No entender dela o sonho é um presságio de que a caminho da minha vida está "dinheiro e um homem muito generoso", palavras da própria, não minhas.

 

Bem, este será seguramente tema para outra publicação, que hoje o assunto é saber o que nos reservam os astros para o nono mês do ano, o da rentrée, o da volta à ditadura do relógio, o dos dias mais curtos e menos quentes. Deixa-me mas é parar com as divagações poéticas e dar-te a conhecer de uma vez por todas as vibrações energéticas para este mês.

 

Finalmente chegou setembro! Depois de um agosto que parecia nunca mais acabar, com tantos planetas retrógrados e tantas pessoas em sofrimento... a boa notícia é que o pior mês do ano 2018 já passou. Já podemos respirar fundo, já podemos aos poucos sair do nosso esconderijo que nada de mal nos irá acontecer.

 

Setembro chega-nos com uma energia de maturidade, de recomeços, de início de ciclos com mais sabedoria e menos ansiedade. Enquanto que agosto teve uma energia de términos, setembro chega com uma energia renovada para iniciar algo novo. Mas para isso acontecer, seria bom que tivesses deixado tudo o que te causava dor no passado. Para quem conseguiu fazer isso, irá sentir uma leveza quase inexplicável durante este mês. E com essa leveza surge uma paz interior acompanhada da certeza de que tudo está bem.

 

Setembro é o mês da colheita. Depois dos últimos oito meses de aprendizagem, que foram meses de libertação emocional, é chegado o momento de colher tudo o que andaste a plantar nos últimos tempos. Para quem fez boas escolhas, daqui para a frente e até ao final do ano irá ter uns meses muito abençoados. Por outro lado, para quem decidiu permanecer agarrado a situações, pessoas ou coisas que lhe têm causado dor, vai ter a vida dificultada. Infelizmente, a energia pesada de agosto irá perdurar para essas pessoas até que a sua aprendizagem esteja completa e se consigam libertar do passado.

 

A maioria das pessoas pensa que já perdoou tudo, que não tem mais nada para esquecer nem para se libertar. E está tudo certo. Mas se assim for, porque continuam doentes? Porque continuam com uma sensação de vazio? Porque a abundância e o amor incondicional não são uma constante em suas vidas? É justamente aí que reside a resposta: quando ainda existe alguma sensação de mal-estar, seja ela física ou emocional, ainda não nos libertamos verdadeiramente.

 

O melhor que podes fazer neste mês é deixares de mentir a ti mesma e deixar toda a tua luz vir ao de cima. Mas uma coisa é certa, antes de existir luz, existe escuridão. Só quando aceitas completamente a tua escuridão é que és capaz de fazer a tua luz brilhar. Tudo depende de ti: se não aceitares a tua escuridão irás continuar na sombra e na dor, mas se a aceitares irás deixar que toda a tua luz venha ao de cima e milagres acontecerão.

 

Estou certa que és merecedora de todas as bênçãos do mundo. Contudo, és a única responsável por abrir os braços para as receber. Se não o fizeres irás continuar a ver todos à tua volta a mudar de vida e seguirem felizes e tu cada vez mais frustrada na tua escuridão e revolta.

 

Desejo, do fundo do coração, que consigas abraçar a vida com toda a tua luz. Desejos de um mês de setembro muito feliz a todos!

 

Abraço de luz,
Isabel 💗

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