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Crónicas, contos e confissões de uma solteira gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar pulos de alegria? Provavelmente, nem uma coisa nem outra!

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Viva!

Estes dias gélidos só nos fazem salivar (ainda) mais pelas férias, de preferência num sítio que envolva sol, praia, areia branca, cocktails, sunset. Soa-te a paraíso? Sabendo que mais mortais partilham de tal sentimento, esta crónica debruça-se sobre ofertas de férias exclusivas para aqueles que como nós andam com o coração desocupado, mas o espírito escancarado a novas experiências.

Atenta ao drama dos desemparelhados em conseguirem ofertas decentes para os seus momentos de lazer - drama esse que eu mesma farto-me de vivenciar -, a Single Travels propõe para este verão duas viagens às Caraíbas, mais precisamente à República Dominicana e ao México. O que estas têm de diferente das inúmeras outras ofertas disponíveis no mercado? São exclusivas a pessoas solteiras; ou seja, foram concebidas à medida das realidades, necessidades e expectativas de quem está leve, livre e solta, quiçá à procura de aconchego amoroso (se é que me faço entender).


A Riviera Maya Singles Week, que já vai na segunda edição, decorrerá de 7 a 15 de junho e inclui visitar praias paradisíacas, ruínas maias, parques temáticos ecológicos, entre outras atrações. Já a sétima edição do Punta Cana Singles Week decorrerá entre 19 e 27 de junho, sendo perfeita para os amantes de praia e ritmos calientes. Ambas as propostas incluem voos diretos de Lisboa, sete noites de alojamento em resorts de cinco estrelas (em regime de tudo incluído), transfers, seguro de viagem, um coordenador para acompanhar o grupo e ainda um programa com atividades exclusivas.

A promotora destas ofertas propõe assim aos solteiros de Portugal uma semana de férias inesquecível, com dias cheios de diversão e convívio na companhia de outras pessoas descomprometidas.

Single mine, lá porque estamos desemparelhadas não quer dizer que não possamos desfrutar de umas férias de sonho. Acaso ainda não tenhas fechado os teus planos para a próxima temporada de dolce fare niente, anota aí estas duas propostas. Eu estou a ponderar seriamente embarcar nessa; afinal, o pior que poderia acontecer seria desfrutar de uma semana num dos mais cobiçados destinos de férias do mundo.

Vais querer ficar fora desta aventura caribenha com sol, praia, cultura e muita animação? Tens até 1 de fevereiro para te decidires.

Aquele abraço amigo!

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Viva!

O calendário determina que hoje é o Dia Internacional do Fetiche, Contudo, quem está a fazer um brilharete à custa desta efeméride é a Polícia de Segurança Pública portuguesa, entidade que volta a não deixar os seus créditos comunicacionais por mãos alheias.

Esta manhã, a PSP usou a sua conta do Facebook para uma "atrevida" publicação, que está sendo um sucesso, com 5,2 mil reações, 280 comentários e 731 partilhas em apenas uma hora. "Se perderem a chave... nós podemos ajudar", escreveu junto a esta imagem das algemas... com bastante pêlo. 

Single mine, caso queiras "fetichar" nesta sexta-feira, fica registado que a PSP pôs-se à disposição para ajudar... just in case

Bom fim de semana e um muy caliente Dia Internacional do Fetiche! 😉  

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Viva!

A solteirice, a principal motivação por detrás da criação deste blog, é um assunto que aqui nunca se esgota, não fosse ela o tópico à volta da qual se justifica a sua existência, pertinência e preferência. Por falar nisso, já te falei das três surpreendentes vantagens associadas a esse estatuto amoroso? Se sim, toca a rever a lição; se não, eis uma boa oportunidade para atualizares a informação.

Como não me canso de referir (e exemplificar), estar desemparelhada acarreta inúmeros benefícios físicos e emocionais, ainda que quase sempre desmerecidos, muito por culpa desta sociedade madrasta para com as mulheres sem um homem do lado. Para hoje escolhi falar-te de três dos mais incontestáveis, mais não seja por terem sido validados pela ciência.

1. Mais saudáveis
A última publicação do American Time Use Survey indica que os solteiros têm maiores probabilidades de viverem mais tempo do que os emparelhados. Esta ideia é reforçada por outras investigações que comprovam que as mulheres solteiras tendem a fazer exercício durante mais tempo e que os homens celibatários tendem a ter um menor IMC (Índice de Massa Corporal). Para além disso, os descomprometidos pesam, em média, menos 2 kg do que os comprometidos.

2. Mais resilientes
Outras investigações indicam que as pessoas solteiras são mais bem-sucedidas quando se trata de superar lesões ou doenças, e igualmente menos propensas a ter problemas emocionais ou físicos, quando comparadas a pessoas casadas ou divorciadas. Um bom exemplo disso é a dos soldados americanos solteiros apresentarem menores probabilidades de stress pós-traumático quando feridos em combate.

3. Mais felizes
Um outro estudo aferiu que os solteiros têm maior propensão em assumir que a sua vida evoluiu. O tempo pessoal extra para explorarem quem são, aquilo que querem e o que lhes faz feliz justificam esta conclusão. Aliás, um dos estudos mais recentes sugere que as mulheres solteiras e sem filhos são o subgrupo mais feliz da população, como já aqui partilhei no post Mulheres solteiras e sem filhos vivem mais e melhor.

Single mine, retém esta informação, que ela há de ser-te útil naqueles momentos de sufoco emocional em que te indagam quando vais casar e/ou procriar. É só citares estas conclusões empíricas que o interrogatório cessará de imediato. Será? Tenho as minhas dúvidas, mas pode ser que te safes.

Aquele abraço amigo!

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Viva!

Como anunciado há uns posts atrás, 2020 trouxe ao AS o tão desejado padrasto, aquele que irá assumir a responsabilidade dos discursos dirigidos aos leitores/seguidores do sexo masculino, que, a bem da verdade, representam quase 50% da minha audiência.

Há muito que ansiava poder dividir o protagonismo das publicações com um autor, ficando a cargo deste os conteúdos direcionados aos solteiros e a meu cargo os conteúdos direcionados às solteiras. Assim, partilho a primeira crónica do Mr. Bali, gaiato trintão, ex-solteiro e bom rapaz, que por acaso também tem um blog muito conhecido na praça, cujo nome prefere omitir. Espero que a escrita dele te cative ao ponto de passares a ser leitor assíduo. 

Ninguém entra num novo ano sem pensar: "Este ano é que é". Tomam-se resoluções, fazem-se promessas, mas aí a meio de janeiro já ninguém se lembra de nada e tudo volta a ser como dantes. 

Muitos solteiros, trintões e quarentões, pensam estar muito bem na vida, e até acredito que se sintam assim, contudo como é que será daqui a uns anos? Quando os de trinta tiverem cinquenta e os de quarenta tiverem sessenta, como serão os últimos anos destes lobos solitários, garanhões e conquistadores por instinto? Colecionadores de nomes nos seus 'black books' e de histórias das suas quecas e engates fáceis e fugazes numa qualquer discoteca a altas horas da noite? Valerá a pena fazer disto vida?

"Live together die alone" é tão simples quanto isso, por isso se queres mesmo ser um homem novo não é com a mudança do ano que isso acontecerá. É com a tua mudança, pois se nada mudares, nada irá mudar na tua vida.

As mulheres não são fáceis de perceber, é certo, mas são fáceis de agradar ou satisfazer. Para primeiro artigo neste blog, escolhi abordar três valiosas dicas de quem já anda nesta vida há uns anitos e já passou por todas as fases que um homem pode (finalmente assentei e não me arrependo de nada):

Tempo

O tempo é fundamental, em tudo e para tudo. Se queres que algo resulte tens de ter e dar tempo, pois só assim perceberás o que vale (ou não) a pena. Menos horas com os amigos, menos jogos de futebol e mais tempo com quem queres conquistar. Vais ver que rapidamente os teus amigos passam a ser os dela, os dela passam a ser os teus e todos ficam a ganhar.

Surpresa

Ao contrário do que possas pensar, as mulheres não querem o nosso dinheiro, as miúdas talvez pensem nisso, mas as mulheres de hoje são decididas e ganham o seu próprio sustento, por isso, financeiramente, não precisam de nós para nada. O que quero dizer é que não precisas gastar ou investir uma fortuna para a cativar. Convida-a para jantar, marca um restaurante e, por favor, no final da refeição, sem que ela se aperceba, paga a conta sem esperar nada em troca.

Persistência

Encara uma conquista como se de uma final da Champions se tratasse. Se sofreres um golo logo ao início não atires a toalha ao chão e vai atrás do empate e quiçá da vitória. Existem muitas mulheres boas, mas muito poucas boas mulheres, por isso é normal existirem vários pretendentes. Vai à luta, como um homem não como um miúdo endiabrado que se acha a última bolacha do pacote. Vais ver que valerá a pena.

Por hoje é tudo. Voltarei em breve com mais papo de homem para homem. Até lá um abraço.

Mr. Bali, o teu novo cúmplice.

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Viva!

Este início de ano tem sido de tal modo turbulento, que só hoje consigo um break para te escrever. De forma resumida, porque o assunto desta crónica é suposto ser outro (vai depender da extensão deste preâmbulo), faço aqui um apanhado dos seus melhores momentos:

Regresso a Lisboa
A turbulência começou logo aí, quando perdi a viagem. Acredites ou não, o ticket continha informação desatualizada sobre o local de embarque. Ou seja, fui parar a um sítio quando o autocarro partiu de outro. Como se não bastasse ter passado uma noite ao relento, em França, em janeiro, vi-me obrigada a comprar uma nova viagem (pelo triplo do valor); isso se quisesse estar de volta a tempo de honrar compromissos assumidos. Para além do enorme desgaste financeiro, físico e emocional, aguarda-me uma exaustiva batalha jurídica com a empresa, a qual está a tentar, de forma indecente, eximir-se da culpa pelo sucedido. Aguarda pelo post onde descrevo detalhadamente (mais) este drama na minha vida.

Situação profissional
Como já aqui referi antes, o contrato de trabalho com a minha entidade empregadora terminava no final de 2019. Quando me propuseram renovar, nas mesmas condições, recusei; afinal porque iria querer continuar num emprego em que era a única do meu departamento que ganhava menos (bastante menos), tinha as piores funções, o pior horário e o vínculo mais precário? Como tinha férias marcadas para as duas últimas semanas do ano, fui à minha vidinha na firme convicção de que iniciaria 2020 sem emprego, mas absolutamente livre para me dedicar ao AS e aos demais projetos pessoais e profissionais que tenho vindo a adiar, precisamente por causa desse trabalho. Esta segunda-feira (6 de janeiro), para incredulidade minha, fiquei a saber que passei a efetiva, e com o mesmo horário que as restantes colegas. Para breve está o ajustamento do meu salário. E esta, hein?

Ano novo, casa nova?
Com este volte-face, que me apanhou de surpresa, os meus planos para este início de ano terão que se reajustar às atuais circunstâncias. E um dos ajustes prende-se com a moradia. Depois de ter ficado sem casa no início do ano passado (como te contei neste post), passei os últimos 12 meses da minha existência em situação de alojamento provisório, numa habitação aquém das condições desejáveis no que ao conforto e à dignidade dizem respeito. À luz desta minha nova realidade laboral, a mudança de residência torna-se, portanto, inadiável. Assim, tenho estado a correr atrás de uma casa nova, no centro de Lisboa, cuja renda seja compatível com o meu salário. Como deves imaginar, será uma missão quase impossível, da qual espero sair vitoriosa.

Outro projeto literário
Há mais de um ano que tenho vindo a alinhavar um projeto literário, desta vez a solo, à volta da cultura cabo-verdiana. À custa da falta de tempo (e de empenho, confesso), os meses foram passando, sem que eu conseguisse dar-lhe corpo. Ao que tudo indica, ele nascerá este ano, provavelmente no segundo semestre. O projeto já foi "comprado" por uma editora, pelo que agora não tenho como não fazer para torná-lo realidade. Árdua tarefa se avizinha: muito trabalho de campo, imensa recolha de informação, inúmeras portas para bater, enorme pedra para lapidar, vários negas para ouvir e tudo o mais. Ou seja, uma grande quantidade de sangue, suor e lágrimas terei eu que dispender nos próximos meses. Só mesmo a antevisão da tal luz ao fundo do túnel para me ajudar a preservar a fé, o foco e a motivação necessários para levar a cabo tal desafio. Toda vez que se justificar (que o segredo continua a ser a chave do sucesso), far te ei um ponto da situação sobre este assunto.

Vida social reabilitada
Assumidamente comprometida com Os meus votos para 2020, sobretudo aqueles que dizem respeito à interação com outros humanoides, o ano começa com uma agitada na minha há muito moribunda agenda social. Este sábado, para além de marcar presença num evento literário, vou ao jantar do tal Grupo Livres para Amar, do qual te falei há uns mesitos. Vamos ver no que vai dar.

Como temia, já não tenho mais "tempo de antena" para abordar o tema que tinha definido para hoje: dicas para atrair sorte, prosperidade e abundância. Fica para a próxima. Um abraço amigo e continuação de bom ano.

Estamos juntos!

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02
Jan20

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Viva!

 

Para este 2020, que se augura estrondoso a todos os níveis, sequer dei-me ao trabalho de elaborar a tradicional lista de resoluções. Tão somente, registei os meus votos, assumidos às primeiras badaladas do ano, no momento em que punha em prática a tradição de comer uma dúzia de passas correspondendo cada uma delas a um desejo que gostaria de ver realizado nos próximos 12 meses.

 

Esses votos, os quais encaro como objetivos e não meros desejos, são para serem escrupulosamente cumpridos. Exceto um, relacionado com coração, mais concretamente com a minha paixão crónica aguda pelo tal rapaz lá do ginásio, de quem aqui tenho falado várias vezes.

 

Embalada pelo otimismo típico do primeiro dia do ano, autoinjetei-me de uma  coragem algures perdida no decorrer da minha solteirice de longa duração, e enviei-lhe uma mensagem, nestes termos: "Olá. Que 2020 nos proporcione boas vibrações, novos ares e esperanças renovadas. Feliz Ano Novo!" Que ele leu a mensagem sei eu; que sequer dignou-se a responder (nem que fosse por uma questão de cortesia, para não falar de educação) ficas tu a saber agora. O mesmo já tinha acontecido há cerca de dois meses quando lhe felicitei por mais um ano de vida. Na altura, tal como agora, o dito cujo não reagiu, nem mesmo com um emoji.


Sem margem para uma interpretação dúbia, um dos meus votos para este novo ano - ter uma chance com o dito fulano - sofreu uma baixa logo no dia 1. 
Sem argumentos capazes de debelar a indiferença, o desprezo e o descaso da dita criatura para com a minha pessoa, não me ocorreu outra solução que não fosse cortar todo e qualquer meio de contacto, ainda que virtual. Trocando por miúdos, deixei de o seguir nas redes sociais e eliminei todas as suas imagens dos meus ficheiros.

 

À espera de um milagre tenho estado eu nestes últimos cinco anos da minha vida, hoje reconheço. Romantica e ingenuamente esperei este tempo todo que, como se de um passe de mágica se tratasse, ele (finalmente) reparasse em mim e me considerasse digna do seu interesse. Qual quê? Já lá vão mais de 1 800 dias e dele obtive rigorosamente nada.

 

Recusando comprometer a minha felicidade por mais um minuto sequer, decidi que é, pois, mais do que hora de seguir em frente e dar por arquivado este dossier da minha vida amorosa. É hora de esvaziar o coração desse sentimento não correspondido e dar oportunidade a novas emoções por outras pessoas, quiçá mais merecedoras do meu afeto. Afinal, para que o novo possa entrar é imperativo que o velho lhe ceda o lugar. Assim acontece com os calendários, os relacionamentos, os sentimentos, os projetos, as ideias e as performances.


Confesso que em mais de duas décadas de vida amorosa, jamais me deparei com um par de calças tão inalcançável, tão inabalável, tão imprescritível, tão inexpugnável. Estou em crer que ser me ia bem mais fácil aceder ao Fort Knox do que a esse fulano. 


É num misto de frustração e resignação que aqui abro o coração: cansei de esperar, cansei de suspirar, cansei de sonhar acordada, cansei de delirar, 
cansei de autoalimentar a esperança, cansei de hipotecar a felicidade em nome de um amor inequivocamente não correspondido. Cansei de amar pelos dois, é isso!


Nestes 364 dias que ainda tenho pela frente faço tenções de seguir em frente de peito aberto, coração livre e cabeça erguida. Faço tenções de me permitir dar uma nova oportunidade ao amor, sem estar constantemente a pensar que isso me afastaria (ainda mais) daquele a quem, sem ter a mínima ideia de como, entreguei o coração numa gélida noite de janeiro de 2015.

 

Através daquele abraço amigo tão nosso, faço-te chegar os meus mais sinceros votos de um 2020 transbordante de afeto, saúde, alegria, sucesso e felicidade. Estamos juntos e misturados!

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20
Dez19

Boas Festas

por LegoLuna

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Viva!

Dedico-te este postal como prova de apreço e gratidão pela tua companhia neste que foi um ano desafiante, mas bastante generoso. Dado que a visibilidade do seu conteúdo peca pela nitidez, replico aqui os meus votos:

Que possamos resgatar da nossa essência os fundamentos mais básicos do Natal: irmandade, generosidade, afetividade, solidariedade e comunhão.
Que o Ano Novo renove em nós a esperança de um futuro pleno de bonança, abundância, prosperidade e realização.

Que o espírito natalício derrame sobre os nossos corações a sua bênção divina.
Que sejamos gratos por termo-nos uns aos outros.
Que para o ano tenhamos a oportunidade de continua a fazer parte da vida uns dos outros.

AS e eu vamos tirar uns dias de férias, mas prometemos regressar no início de 2020 com bateria carregada, ânimo renovado e uma mão cheia de novidades, cada uma melhor que a outra. Só para levantar um pouco o véu, digo que o AS vai ganhar um padrasto, ou seja, um autor masculino que saberá falar (melhor do que eu) a linguagem da audiência masculina. Está igualmente prevista uma excursão ao mundo dos podcasts. E mais não direi, que o segredo é a alma do negócio.

Juntos e misturados, cá nos encontraremos novamente no início de janeiro, para mais e melhor solteirice. Até lá, deixo-te com aquele abraço amigo de sempre!

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Viva!

É com o coração resplandecente de felicidade, orgulho e gratidão que anuncio que o Ainda Solteira acaba de sagrar-se o campeão da corrida aos Sapos do Ano 2019 na categoria 'Sexo e Diário Íntimo'. O resultado da votação, que decorreu entre 1 e 30 de novembro, foi divulgado esta manhã pelos dinamizadores desta que, a bem da verdade, mais não é que uma simbólica distinção, singela na sua génese, mas absolutamente extraordinária na sua essência.

Conquistar o título de melhor blog do ano, pela segunda vez consecutiva, acarreta uma responsabilidade acrescida, não só para com aqueles que já reconhecem o seu mérito, mas sobretudo para aqueles que ainda não. A fasquia acaba de se elevar e, com ela, a expectativa e a responsabilidade. Isto agora é a sério, pelo que a qualidade pelo qual sempre zelei terá que ascender a novos patamares.

Só quem deambula assiduamente pelos caminhos tortuosos da blogosfera tem a real noção do quão exigente (e implacável) este pode ser. Por isso, faço questão de felicitar todos os nomeados, em especial os meus adversários diretos. Sem a mais microscópica intenção de desmerecer o seu valor, importa frisar que a estrada que conduz à vitória começa com a distinção. Com isso quero dizer que só pelo facto de terem sido nomeados já são vencedores. Assim, partilho esta distinção com a Mia (autora do InConfessável e do The name is Mia) e com a dESarrumada (autora do Diário de uma desarrumada), duas bloggers dignas desta vitória.

Uma palavra de agradecimento à dupla maravilha, Magda&David, que, não obstante todos os obstáculos, continuam inabaláveis no seu propósito de promover esta iniciativa, dando, deste modo, aos blogs anónimos (ou não comerciais, como preferirem) visibilidade, notoriedade e dignidade.

Como gosto de deixar o melhor para o fim, endereço um especial agradecimento aos meus leitores/seguidores/eleitores. Estejam certos que esta conquista é mais vossa do que minha, pois sem o vosso voto jamais conseguiria chegar até aqui. Saibam que no meu coração ficou gravado cada voto, cada partilha, cada "like", cada palavra de encorajamento, cada torcida e cada vibração positiva. Vocês valem uma jazida inteira de diamantes e eu tenho imenso orgulho em ter-vos por perto.

Bem-haja a todos vós. Festas Felizes!

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16
Dez19

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Viva!

Embalada pela aura auspiciosa que paira sobre o novo ano, eis os meus votos para 2020:

Que eu possa superar os problemas, as adversidades e as dificuldades sempre com um espírito batalhador, uma mente aberta, muita alegria no coração, bastante confiança nas minhas capacidades e a convicção de que no fim tudo dará certo.

Que eu possa fazer da boa disposição, da honestidade, da sinceridade, da lealdade, da amizade, da generosidade, da benevolência, da autenticidade, da sabedoria, da humanidade, da gentileza, da cortesia, da inteligência, do discernimento, da bondade, da compreensão, da tolerância e, sobretudo, da humildade as minhas maiores aliadas para uma existência feliz e realizada.

Que eu possa recordar as frustrações passadas, as amarguras acumuladas e as pessoas desavindas sem sentir "aquele" aperto no peito.

Que eu possa empregar as lições aprendidas ao longo deste ano com sabedoria, gratidão, compostura e generosidade.

Que eu saiba gerir com sensatez e honradez as maldades alheias direcionadas para mim.

Que os meus olhos nunca mais conheçam lágrimas de tristeza, desânimo, desilusão, pesar, amargura e solidão.

Que eu nunca desista de ser feliz e que nunca me faltem forças para lutar pelas coisas que quero, acredito e valorizo.

Que haja
recursos financeiros suficientes para honrar todos os meus compromissos e ainda dar umas voltas pelo mundo.

Que eu possa sempre seguir em frente de cabeça erguida sem temer o que encontrarei pelo caminho.

Que a bonança, a prosperidade e a abundância sejam uma constante na minha vida e na daqueles que quero bem.

Que eu saiba contornar com mestria as armadilhas da vida e das pessoas mal-intencionadas.

Que a felicidade dos meus entes queridos, seja minha felicidade duas vezes.

Que as pessoas que me são queridas permanecem sempre juntinho de mim e pertinho do meu coração.

Que eu possa permanecer fiel à minha essência e que nunca desista de tornar-me uma pessoa melhor e mais digna daqueles que me são caros.

Que eu possa continuar a ter orgulho da minha maneira de ser e da forma de estar na vida que escolhi para mim.

Que o novo ano que ora se aproxima me traga as oportunidades certas para eu levar a bom porto os meus sonhos, planos e projetos.

Porque eu quero, posso e mereço. Porque eu vou fazer por isso!

E tu, meu bem, já anotaste os teus desejos para o novo ano? Caso ainda não, uma dica: põe-nos no papel, que quando assim é eles tornam-se mais reais, logo mais propensos a serem cumpridos.

Aquele abraço amigo de sempre!

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13
Dez19

O (meu) ano em revista

por LegoLuna

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Viva!

Por esta altura do ano são inúmeros os media a fazerem um apanhado do que se passou em 2019. Também nós devemos fazer um balanço deste ano que caminha a passos largos para o seu término. No meu caso concreto tenho a dizer que foi um dos mais exigentes de sempre, cujo primeiro trimestre proporcionou-me as experiências mais traumáticas de toda a minha vida.

Vejamos (citando apenas os episódios mais relevantes, porque se for contar tudo o que me aconteceu nestes últimos 11 meses e 13 dias tão cedo não saimos daqui 🤦‍♀️):

Janeiro
O ano arrancou sob uma brutal carga de tensão, ansiedade e medo. Refiro-me ao ter ficado sem teto praticamente de um dia para o outro, sem falar do assédio de que fui vítima por parte de uma pessoa por quem tinha grande estima e consideração. À custa disso, deixei de dormir e de comer e esse estado de espírito repercutiu se me no rosto, com uma crise de acne aguda sem precedentes. Caso não estejas por dentro desse drama, deixo-te com o post que na altura escrevi dando conta do sucedido.

Fevereiro
Mal comecei a recuperar do episódio traumático de janeiro, eis que perco um dos dois trabalhos que tinha na época. Além do facto de ter sido dispensada por email, enviado às dez da noite de uma sexta-feira, dando conta que a partir da próxima segunda-feira ficaria sem trabalho, logo sem fonte de rendimento, o mais traumatizante foi a desconsideração total com que o assunto foi tratado. Depois de anos a vestir a camisola, onde sempre dei mais do que recebi, foi essa a paga que recebi. O facto de sequer terem tido a dignidade de me comunicar a cessação do contrato olhos nos olhos fez-me perder a confiança e o respeito naquela que é a representante máxima da minha pátria em Portugal.

Março
A crise dermatológica atingiu o seu apogeu, ao ponto de sentir vergonha em por o nariz para fora de casa. A depressão rondava-me sem dó nem piedade e só não conseguiu levar a melhor porque estava determinada em não deixar-me abater, não obstante todo o calvário porque passava. Poucas vezes vivenciei tamanho sentimento de solidão, desamparo e desânimo.

Abril
A morte do meu pai, vítima de um ataque cardíaco fulminante, e consequente cerimónia fúnebre, foi o culminar de um trimestre emocionalmente avassalador, em que experienciei os piores sentimentos que um ser humano é capaz. Sobre isso prefiro não me alongar muito, sob pena de reviver toda essa tragédia pessoal e familiar. Abril foi também o mês em que questionei como nunca dantes o propósito da vida e o conceito de felicidade e realização.

Maio, junho e julho
Estes três meses trouxeram a acalmia necessária ao meu estado de espírito para fazer o luto, curar as feridas, lamber as cicatrizes e recuperar a alegria de viver, numa lógica "um dia de cada vez". Foram tempos de (re)aprendizagem, introspeção, reflexão, ponderação e maturação. O desgaste psíquico-emocional foi tanto que o corpo acusou um cansaço físico até então desconhecido por mim.

Agosto
O melhor mês desde há muito muito tempo, durante o qual pude desfrutar de umas merecidas férias numa cidadezinha francesa aninhada nos Pirenéus, entre o país basco gaulês e o país basco espanhol. Foram semanas inesquecíveis, em que, conforme escrevi na altura, "nas cálidas águas do oceano atlântico banhei até mais não, em lagos chapinhei pela primeira vez, em rio molhei ineditamente os pés, em piscinas mergulhei, em florestas embrenhei, no alto-mar aventurei (à procura de golfinhos), no paddle e na gaivota iniciei, ao circo (finalmente) cheguei, ao zoo e ao oceanário turismei, fogo de artifício visionei, concertos assisti, a Espanha dei um saltinho, os Pirenéus atravessei e até à Cimeira do G7 dei uma espreitadela."

Setembro
O mês da rentrée não registou grande agitação, exceto o regresso ao ginásio, que obrigou o meu património genético, confortavelmente acomodado ao sedentarismo, a um esforço extra, do qual se ressentiu durante semanas. Fora isso, foi um período tranquilo, mas deveras solitário. A ausência de uma vida social ativa é um dos itens a dedicar especial atenção em 2020.

Outubro
Tirando o anúncio, of record, de que o AS estava novamente nomeado para melhor blog (não comercial) do ano, outubro não trouxe grande alteração à rotina do mês que lhe precedeu: casa-trabalho-ginásio-casa. Mal sabia eu que o melhor estaria reservado para o fim. Foi também neste mês que tive um sério percalço: uma sessão de depilação a laser mal sucedida que me deixou ambas as pernas serveramente queimadas.

Novembro
O mês que me viu nascer ficou marcado por momentos de intensas emoções, todas elas de alegria, orgulho e reconhecimento. Logo no dia 1, arrancou a corrida aos Sapos do Ano e na sua sequência conheci uma inédita exposição mediática que me rendeu sentimentos inversamente proporcionais aos do início do ano. Foram momentos de puro êxtase, em que vi reconhecido todo o meu talento, empenho e dedicação. Foi também nesse mês que foi dado à luz o meu primeiro projeto literário, no qual participei com a prosa Quisera eu ser como tu mulher, como te dei a conhecer neste post. Novembro terminou com o meu aniversário, em que proporcionei à minha pessoa uma estada de uma noite num hotel 5*, com direito a tudo o que o corpo e a alma precisam para saciarem a sua fome de bem-estar (leia-se, sauna, banho turco, hidromassagem, spa e afins).

Dezembro
Este último mês de 2019 trouxe de volta mais algum mediatismo, bem como a perspetiva (renovada) de um segundo Sapo do Ano. Pelo dia 17– data prevista para o anúncio dos vencedores – tenho aguardado com ansiedade e pensamento positivo. Dezembro impôs-me uma reflexão profunda sobre a minha relação com a entidade para a qual exerço funções há quase dois anos. E o balanço, a bem da verdade, não foi abonatório. Do nosso DR (discutir a relação) ficou claro que voltei a dar mais do que recebia. Por isso quando me propuseram renovar nas mesmas condições, não hesitei em recusar. Convicta de que é hora de recuperar o comando da minha vida, bem como a gestão das minhas prioridades, resolvi fazer-me (novamente) à estrada da vida, desta vez focada em tornar-me autora a tempo inteiro, não só deste blog, mas também de um novo projeto literário (desta vez a solo) no qual venho trabalhando há um ano, sem nunca ter encontrado tempo nem motivação para me dedicar a fundo. A hora é essa, e tanto assim é que consegui despertar o interesse de uma editora, a qual me convidou para uma reunião no início do ano.

Ciente que a extensão desta crónica ultrapassou há muito o recomendável, termino frisando o seguinte: por piores coisas que nos aconteçam nunca devemos perder a esperança, pois dias melhores virão; sempre. No meu caso, um ano que começou da pior forma está prestes a terminar em grande. Um ano que, a princípio parecia condenado ao fracasso, acabou por se revelar espetacular.

Espero de todo o coração que esta crónica reforce em ti a convicção de que, independentemente dos seus dissabores (que podem ser inúmeros, violentos e injustos), a vida vale sempre a pena. Por mais traumático que tenha sido o teu passado, por mais desafiante que esteja sendo o teu presente, o futuro pode ser surpreendentemente generoso para contigo. Queres melhor prova que este meu testemunho?

Vou ali gozar o fim de semana e já volto. Até lá fica com aquele abraço amigo de sempre!

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