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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


20
Jan16

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Não, não é um Kit-Kat – faça uma pausa com Kit-Kat (you know?) – e tão pouco uma happy hour. O BREAK#19 é um evento after-work, que ocorre todas as penúltimas quintas-feiras de cada mês, a partir das 19 horas, no Hotel Florida, em pleno coração de Lisboa.

 

Boas gentes, bons copos, boas conversas, este evento mui sui generis, foca o essencial que um after-work deve ter: descontração, partilha de experiências e ideias, troca de contatos e amizade. E jantar à borla. Sim, leste bem! Para quem é adepto da modalidade "a custo zero", esta é uma oportunidade imperdível, até porque nem sequer exige-se qualquer tipo de reserva ou marcação. Basta aparecer e levar contigo todos os militantes que conseguires recrutar para esta causa.

 

Soube desta modalidade de confraternização em novembro último - dias antes do meu aniversário -, através de uma colega de casa. Curiosa como sou e animada pela perspetiva de expandir o meu círculo social, nem hesitei. Botins saltos agulha, minissaia (afinal nunca se sabe), aquele blazer da praxe (sorte a minha que não fazia frio nesse dia) e toca a descer a Duque de Loulé em direção à Praça do Marquês de Pombal. Nessa altura, a coisa arrancava às 18, mas pelos vistos o novo ano trouxe com ele novas coordenadas: 19 horas. Será o chamado horário de inverno?

 

Voltando ao cenário Hotel Flórida penúltimas quintas-feiras de cada mês, posso dizer que foi uma experiência interessante, da qual importa salientar o seguinte: os camones são a esmagadora maioria (será pelo repasto à pala?), as bebidas são acessíveis às cluchs mais modestas (presente!), a comida até é farta (com direito a renovação do stock e tudo). Lasanha em versões carnívoro e vegetariano, com direito a salada e tudo.

 

Esta menina aqui como é enjoadinha e exigente em relação ao que leva à boca, deixou-se ficar por uma taça de tinto e um refrigerante (só para dar aquele gostinho de saí da rotina). Para os restantes convivas, acredito que o cardápio correspondeu às expetativas, não obstante servido em caixas de alumínio - logo comida pré-congelada - e acompanhado de talheres de plástico. E como nada como terminar uma refeição em grande estilo, foi-nos oferecido um shot – de qualquer coisa, que nesse campo nunca se sabe exatamente o que lá se põe dentro. Como pano de fundo, música ouvível e uma fantástica vista da rotunda, do Parque Eduardo VII e das adjacências do Marquês. Talvez o meu filtro auditivo estivesse em modo erasmus, mas a impressão com que fiquei é que a língua de trabalho lá era a de Shakespeare. Inglês inglês inglês. O tempo todo e por toda a parte. Por momentos, senti-me teletransportada para a rua Nova do Almada, coração da noite boémia lisboeta. Ou será a rua Cor de Rosa? Whatever!

 

Se tudo isto te interessa, passa por lá amanhã e deixa-te levar pelo espírito do BREAK, o evento onde queres estar (slogan deles não meu). A minha sentença: vale a pena, nem que seja para ver como é. Vemo-nos por lá então!

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