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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


 

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Amiga, caso estejas numa relação ou pretendas embarcar nessa de vida a dois, abre as pestanas que este artigo é para ti.

 

Por mais que as sociedades ocidentais estejam a desconstruir as convenções respeitantes ao estereótipo de mulher para se levar a sério, a verdade é que na mente masculina existe uma linha muito vincada entre mulher para casar e mulher para comer. Vais desculpar-me esta linguagem crua, mas de pouco nos vale estar com cerimónias quando é mesmo assim que eles pensam.

 

Tudo isso para chegar ao cerne do post de hoje: o tipo de mulheres que eles nunca apresentam às mães, mais não seja porque querem poupar-se a si próprios de interrogatórios, dramas, conselhos, sermões, lições de moral e por aí fora.

 

Como se não bastasse a natural relutância em assumir compromissos, quando chega a hora de oficializar a relação, os homens são bastante seletivos. Por isso, as mulheres que querem uma relação a médio/longo prazo é bom que tenham consciência de que devem cair no agrado da "sogrinha". Ou, em último caso, não cair no desagrado dela.

 

Existem alguns tipos de mulheres que eles pura e simplesmente não costumam apresentar à família, por mais que ela tenha uma carinha laroca ou seja boa de cama. Lembro-me de pelo menos cinco.

 

A promíscua

O tipo mais flagrante de mulher que dificilmente chega a conhecer a residência ofical da família. Além de não ser a "nora ideal", mulheres do tipo não inspiram confiança, já que eles receiam o tempo todo levar com os cornos. Ninguém gosta de ser traído, os homens menos ainda. Atrofia-lhes o ego. Para mulheres suscetíveis a comportamentos do tipo o meu conselho é que tenham cuidado para não parecerem demasiado vulgar e chamativa e moderar a linguagem perto dos amigos e da família dele.

 

A controladora

O ciúme é uma condição inerente ao amor. Contudo, convém não exceder os limites do bom senso e muito menos fazer disso uma obsessão. Os homens não gostam de se sentir controlados (aliás, quem gosta?). Isso fá-los sentirem-se sufocados e com mais vontade ainda de "pular a cerca". Mãe já ele tem, por isso as mulheres controladoras têm muito poucas chances de serem levadas a sério, até porque seria uma adversária à altura da sogra.

 

A fútil

Estas mulheres são ótimas para se divertirem (na cama), fazer inveja aos amigos ou exibir como acessório num bar ou a numa after party. Já no que toca à família, a conversa é bem outra. Não há mãe que queira ver o seu mais-que-tudo nas mãos de uma gaja qualquer que quando abre a boca a todos os outros apetece fechar os ouvidos. O culto da loira burra tem cada vez mais os dias contados.

 

A competitiva

É verdade que as mulheres podem fazer um pouco de tudo e ser bem-sucedidas. Dar uma de "miss i have opinion about everything" ou de mulher independente e autónoma de tudo e de todos, além de irritante, acaba por fazer com que ele se afaste, já que ele não se vê preciso na vida delas. Salvo raras exceções, eles não gostam de ficar mal ao pé das mulheres, muito menos à frente da família. Se te revês nessa descrição (eu sim), o meu conselho é que neutralizes esse teu lado e que te mantenhas fiel a ti mesma, mas sem ofuscá-lo. Isto é, deixá-lo ser o centro das atenções de vez em quando.

 

A resmungona

Mulher mal-humorada, de trombas, propensa a amuos e ceninhas é uma mala. Sem alça. Não há nada mais aborrecido e contaminante do que o mau humor- e quando é constante, torna-se mesmo insuportável. As mulheres negativas, que estão sempre a reclamar e a passar sermões, dificilmente se integram e não criam bom ambiente, o que é motivo suficiente para que ele evite os jantares de apresentação à família. Se tens propensão para este tipo de comportamento, fica sabendo que ninguém está para te aturar. Por pior feito que tenhas, esforça-te para seres agradável, ou pelo menos educada, ao pé do pessoal com quem ele priva.

 

Gostemos ou não, dificilmente uma mulher consegue entrar para a família do homem amado sem passar pelo crivo, e consequente aprovação, da mãe dele. Costumo chamar a isso "o teste da sogra". Do meu historial amoroso só tive duas sogras assumidas e ambas foram impecáveis comigo: muitas vezes bem mais generosas e amorosas do que a minha própria mãe. Será que, de alguma forma, conseguiram antever que eu não duraria muito na vida dos seus rebentos?

 

Quem sabe!

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