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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Ora viva!

 
Cá estamos nós para mais uma semana; esta que, pesarosamente, arranca com acontecimentos trágicos e registos térmicos pouco habituais nesta altura do ano. Aparte isso, estou em condições de afirmar que tudo corre bem no reino da solteirice.
 
Cumprido o protocolo da cordial saudação, é hora de dizer que a crónica deste dia incide sobre dois elementos essenciais no erotismo, em primeira instância, e na autoestima, em última, de qualquer pessoa, sobretudo pertencente ao sexo feminino: o sexo e a pele.
 
Não deve ser novidade para ti que existe uma relação flagrantemente intimista, uma espécie de elo em cadeia, entre estes dois elementos. Ou seja, boa pele pode render em bom sexo e bom sexo pode traduzir-se numa boa pele. 
 
A propósito dessa dinâmica, explica Yael Adler, dermatologista alemã que anda nas bocas do mundo devido ao livro O Fascinante Mundo da Pele, que: "O sexo aumenta as hormonas femininas ou masculinas, o que faz bem à pele, e diminui o cortisol, a tal hormona do stress, que a afeta negativamente. Nas mulheres, o aumento dos níveis de estrogénio combate as borbulhas, torna a pele mais macia e fortalece o cabelo. Nos homens, a testosterona fortalece os músculos e a barba, embora faça perder cabelo. Há estudos que mostram que o sémen quando «aplicado» por via intravaginal tem efeitos antidepressivos nas mulheres (não estudaram a administração oral). E sabe-se que o sexo reduz o risco de enfarte do miocárdio e de osteoporose, assim como a intensidade das depressões. A natureza inventou o sexo para que fosse muito praticado, para garantir a continuação da espécie. E faz bem à saúde, física e mental."
 
A ser assim, é caso para se perguntar se a pele pode ser considerada um órgão sexual. Ao que parece, sem dúvida, já que: "todo o nosso erotismo está relacionado com a pele. Não há sexo sem pele ou sem toque. E as nossas zonas erógenas, os órgãos genitais, o ânus, os mamilos, etc., todos estão cobertos de pele e é esta que contém os recetores sensoriais e terminações nervosas que proporcionam o prazer. Por isso, para mim, a pele é «o» órgão sexual."
 
Dado que este é um assunto caro a qualquer solteira bem resolvida, recomendo uma espreitadela a esta obra. Com uma linguagem simples e cheia de humor, esta especialista, para quem a pele não tem tabus, explora todos os recantos do «tecido» que envolve o corpo humano, o sexo inclusive.
 
Boa leitura e uma excelente semana.

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