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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

23
Out17

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Ora viva!

 

Que amor-próprio e amor-alheio passam – e muito – por uma aparência cuidada não deve ser novidade para ti, mais não seja porque, volta e meia, trago o assunto à baila aqui no Ainda Solteira. Por isso mesmo, hoje é dia de rever a matéria dada no que toca ao cuidado com a embalagem corporal.

 

Mais do que um dado biológico, a idade é um estado de espírito que se sente e se vive, de acordo com a postura e a decisão de cada um. Ainda que consigamos que o espírito passe incólume à passagem do tempo, o corpo dificilmente consegue tal proeza, por mais bem tratado que ele seja.

 

Quando me dizem que não aparento a idade que tenho, costumo dizer que, apesar de não poder impedir a velhice de chegar, não faço nenhuma tenção de lhe facilitar a vida. É que não mesmo! Envelhecer é uma coisa, outra bem diferente é desmazelar-me só porque a existência vai ficando mais longa. E a diferença entre uma coisa e outra pode residir nesta dezena de dicas compiladas pelo Best Life, que passo a enumerar:

 

1. Cabelo
Ao contrário do que possas pensar, manter o cabelo comprido com o avançar da idade não contribui em nada para um aspeto jovial, até porque o cabelo tende a ficar mais baço, fino e ralo. Cortá-lo vai, na verdade, fazer com que pareçamos mais novos.

 

2. Sobrancelhas
Cada vez mais corriqueiro no universo feminino, o hábito de arranjar sobrancelhas, infelizmente, ainda não faz parte da rotina de uma larga fatia do masculino – especialmente os mais velhos. Coisa que se recomenda vivamente, já que se trata de uma ótima forma de parecerem mais moços (e asseados).

 

3. Rosto 
O rosto tende a alongar à medida que a idade vai galgando terreno, por isso apostar num penteado que enquadre melhor o seu formato, tornando-o um pouco mais arredondado – logo, jovem – é  uma aposta ganha.

 

4. Vestimenta
Depois dos 30/40 é normal sermos acometidos de uma vontade (insana, diga-se de passagem) de voltar a adotar um estilo mais jovial, quiçá na vã tentativa de fintar a idade. Wrong way my dear, já que isso vai destacar ainda mais a nossa verdadeira idade, sem falar no risco de cair no ridículo. Mil vezes um look mais sóbrio e menos chamativo do que um atestado público de crise de meia idade.

 

5. Postura 
Puxar os ombros para trás, levantar a cabeça, estender o tronco e endireitar a coluna são formas bem sutis de dar uma renovada no nosso aspeto. Sem falar que confere uma dose extra de confiança.

 

6. Sorriso
N estudos atestam que pessoas que sorriem mais são vistas como tendo uma aparência mais feliz, logo mais jovem.

 

7. Hidratação
Quando não hidratamos a pele (por fora e por dentro) o mais provável é que ela acuse mais rapidamente o passar dos anos. Portanto, a palavra de ordem é beber muita água, consumir alimentos ricos em água, vitaminas e minerais e, em hipótese alguma, descurar o uso permanente do protetor solar.

 

8. Sono
Quando nos dizem que parecemos cansados, na realidade estão a querer dizer-nos que o nosso aspeto não é o mais atraente. Não é à toa que se fala tanto no sono de beleza, daí recomendar-te que dediques mais e melhor tempo ao repouso.

 

9. Dentes
Dentes brancos e saudáveis são um verdadeiro certificado de beleza, juventude e saúde. Sabendo disso, com certeza que não vais querer descurar os teus.

 

10. Açúcar 
Está mais do que provado que o consumo excessivo do açúcar compromete não só o colagénio e a elastina da pele – fazendo com que esta mostre sinais de desgaste mais acentuados e/ou precoces – como a própria saúde. Daí que cortar ou reduzir o seu consumo seja uma ótima forma de prevenir ou desacelerar o envelhecimento.

 

Não há como negar que certos sinais do tempo são praticamente incontornáveis. Igualmente difícil de negar é o facto de ser possível atenuar os efeitos nefastos da passagem do tempo na nossa aparência. Com este artigo, ficou claro que certas práticas – especialmente se conjugadas – são capazes de operar milagres na forma como nos apresentamos ao mundo.

 

Uma aparência mais jovial, em pouco tempo e sem gastos exorbitantes, é possível sim, desde de assim queiramos! Boa semana e boa remodelação exterior é o que te desejo.

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Ora viva!

 

Nos últimos cinco meses, desde a lesão na cervical, que a minha relação com o exercício físico anda estremecida, naquela dinâmica semana-no-ginásio-semana-no-sofá. Saldo dessa atividade intermitente? Quatro quilos na balança, alguma celulite a reivendicar o seu lugar ao sol e o abdómen a perdez a rijeza a olhos vistos.

 

Ansiosa como sou e sem muita inspiração para dar duro no ginásio, nada melhor que uma solução rápida, ainda que de eficácia controversa. Já algum tempo que venho ouvindo falar na prática do jejum. Dias atrás, numa palestra sobre saúde e bem-estar, tomei conhecimento de que, segundo a filosofia oriental, estar sem comer durante 24 horas, uma vez por semana, ao longo de um ano, pode traduzir-se em benefícios vários para o nosso organismo, sendo as duas mais flagrantes o rejuvenescimento celular e a perda da massa gorda.

 

A ideia de experimentar tal método, que não só "promete" melhor saúde, como a perda daqueles extras que não fazem falta a ninguém, começou a ovular na minha mente. Coincidência ou não, depois disso para onde quer que me virasse lá vinha o assunto à baila, quer em conversas de gajas, artigos ou este vídeo da Autoridade Fitness.

 

Vou saltar a parte dos prós e contras de tal técnica, que disso trata o vídeo que aqui partilho, e concentrar-me apenas na curiosidade em testar o seu efeito, na minha capacidade de resistência à fome, na possibilidade de queimar os extras e no lançamento da primeira pedra de uma forma de estar que pode vir-se a traduzir em mais e melhor saúde e num corpinho danone tudo de bom.

 

Este domingo será, literalmente, o dia D, portanto, se na segunda-feira eu não der sinal de vida é porque deu m****. Bom jejum para mim e bom fim de semana para ti.

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Meu bem, não reparaste que por estes dias tenho vindo aqui à hora do costume, aquele que praticava antes de começar a trabalhar à noite? Tal deve-se ao facto de estar de baixa médica por incapacidade temporária. À causa deste (novo) trabalho, estou com um desvio na cervical – está explicado o motivo daquelas dores atrozes e da perda de sensibilidade no braço direito –, pelo que o médico recomendou repouso absoluto durante cerca de duas semanas.

 

Como tudo tem o seu lado positivo – ufa! –, agora posso (voltar) a dar mais atenção a este espaço, assim como a ter mais tempo e entusiasmo para as minhas crónicas. Com a inspiração ao rubro, o tópico do artigo de hoje é... rabo grande, isso mesmo, e a sua relação, cientificamente comprovada, com a inteligência e a saúde. Surpresa(o) ou nem por isso?

 

Cientistas do Oxford Centre for Diabetes, Endocrinology and Metabolism e do Churchil Hospital chegaram à conclusão que as mulheres que possuem um rabo maior são mais inteligentes e têm uma maior resistência a doenças crónicas. Segundo eles, as fêmeas anatomicamente avantajadas nas partes traseiras possuem menores níveis de colesterol e produzem mais hormonas responsáveis pela metabolização de açúcares. Para além disso, o tecido adiposo do rabo e das coxas ‘apanha’ as partículas de gordura mais perigosas e previne doenças cardiovasculares.

 

Os investigadores defendem, igualmente, que mulheres assim são mais inteligentes do que as restantes devido à "quantidade de ácido gordo Ómega 3" acumulada. "Está provado que este ácido gordo catalisa o desenvolvimento cerebral", explica a investigação.

 

Aposto que as Beyoncé, as Kardashians, as Minajis e as Amber Roses da vida foram as musas inspiradoras destes cientistas que, à custa das exigências do seu trabalho, duvido que alguma vez nas suas vidas tenham tido oportunidade de privar de perto com exemplares do género.

 

Será este o motivo que leva cada vez mais ladies à bioplastia, vulgo cirurgia para aumento dos glúteos? Hum... cheira-me que o motivo tem mais a ver com a vaidade feminina e com a libido masculina do que propriamente com a saúde ou inteligência.

 

Depois desta, eu é que nunca mais reclamo da generosidade da mãe natureza no que ao meu derrière toca. Afinal, a ela devo parte da minha sapiência e salubridade. Mais gratidão e menos reclamação é o meu mantra para hoje.

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As alergias, ah estas indesejáveis inquilinas que se instalaram no meu organismo, sem contrato e sem caução, com a clara intenção de por cá se deixarem estar por tempo indeterminado, não dando mostras de pagar um cêntimo de renda. É sobre um certo tipo delas - as intolerâncias alimentares - que hoje escrevo, pois quisera eu, aquando dos primeiros sintomas, ter encontrado quem comigo partilhasse os seus dramas alimentares.

 

Vamos lá então falar sobre alguns sinais que o nosso corpo dá, com o claro propósito de nos alertar de que alguma coisa o está a incomodar. Pelo que tenho vindo a aprender sobre o assunto, as intolerâncias alimentares podem surgir do nada, de um momento para o outro e sem qualquer razão aparente. Há quem tenha nascido com elas e há quem (como eu) as desenvolva no decurso da vida.

 

Por intolerância alimentar (igualmente conhecida como alergia tardia, hipersensibilidade alimentar ou alergia tipo III) entende-se reações não tóxicas, as quais podem ser causadas por alimentos reconhecidos como estranhos pelo organismo, levando a reações mediadas.

 

Esta sensibilidade, a um ou vários alimentos, pode manifestar-se até 72 horas depois deste(s) ingeridos. Dado que os seus sintomas não acontecem de forma imediata, como os da alergia, pode levar desde alguns minutos até dias para aparecerem, o que dificilmente leva a uma associação de causa-efeito.

 

Qualquer pessoa pode desenvolver intolerância a qualquer alimento, principalmente se o mesmo for consumido em grandes quantidades e ao longo de muitos anos. Uma alimentação repetida e pobre poderá resultar em intolerâncias alimentares.

 

Segundo a médica naturopata e especialista em problemas de pele, Nigma Talib, autora do livro Reverse the Signs of Aging, as reações que provocam a intolerância alimentar podem não ser imediatas e drásticas, mas contudo afetar, pouco a pouco, a tua saúde, inclusive a envelhecer-te descaradamente.

 

Vejamos então alguns dos mais comuns sinais de intolerância alimentar:

Na pele: borbulhas, olheiras, dermatite, rosto inchado, pigmentação, envelhecimento precoce, papos nos olhos, eczema.

No sistema digestivo: inchaço e dores abdominais, obstipação, diarreia, flatulência.

Na saúde em geral: tosse, dores de cabeça, comichão nos olhos e boca, dores nas articulações, falta de energia, enxaquecas, mudanças de humor, dificuldade em concentrar-se, nariz entupido ou a pingar, espirros, aumento de peso.

 

Se desconfias que tens alguma intolerância, a primeira coisa a fazer é encetar um registo escrito de tudo aquilo que comes (inclusive condimentos e especiarias) e bebes. Sobretudo, novos itens que adicionaste à tua dieta alimentar. É a maneira mais fácil de detetares padrões e descobrires o que te anda a provocar o mal-estar.

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14
Jul16

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Há dias a Tercia ofereceu-me um convite para a Feira Alternativa de Lisboa. Admito que só me dispus a deixar o conforto do meu lar num domingo – é o único dia da semana em que não gosto mesmo de por o pé na rua, ainda por cima em dia da final do Euro 2016 – mas foi tão amável o convite desta minha amiga, conterrânea, vizinha e colega de ginásio e de solteirice que não tive como.

 

Portanto, lá tive eu que enfrentar o sentimento de lesmice, típico de domingo, o sol escaldante e a escassez da carreira 767 e abalar-me até Alvalade. E não é que a feira revelou-se uma agradável e didática surpresa, superando largamente as mais otimistas expectativas?

 

Havia de tudo e mais: cosmética natural; alimentação saudável; suplementos alimentares; artigos esotéricos; consultas de tarot; as mais variadas terapias para o corpo, mente e alma; leituras de mãos e cartas; todo o tipo de meditação; massagens; comidas do mundo; cristais; amuletos; vestuário; calçado; bijuteria; artigos para o lar; tratamentos de beleza; ou seja, uma infinidade de produtos e serviços o mais natural, saudável e benéfico possível.

 

Perante aquele cenário, esqueci o calor, ignorei o corpo húmido de suor, mandei à fome às favas e parti à descoberta daquele encantado mundo alternativo. Não vou detalhar tim tim por tim tim tudo o que vi, adquiri e experimentei por lá, porque nunca mais saía daqui e acabaria por desviar-me do tema deste artigo.

 

Numa barraquinha de suplementos alimentares, questiono o expositor sobre qual o mais indicado para combater a acne – sim, à beira dos 40 anos e ainda me debato com algo que é suposto ter ficado sanado lá trás no tempo. Na adolescência tive imensas borbulhas, mas estas acalmaram-se na idade adulta, ficando reservadas a ocasiões especiais como menstruação, ingestão de comida mais gordurosa ou descontrolo emocional.

 

Há uns anitos já que a minha pele não conhecia mais do que umas quantas borbulhas esporádicas. Desde que fui de férias lá para a terra, há coisa de um ano, tudo mudou. Agora ando com uma crise de acne que até mete medo. E não é uma acne normal, pois não cede nem a cremes (caríssimos, por sinal), nem a tratamentos profissionais, e muito menos à atenção redobrada com a alimentação e com os cuidados de limpeza. É algo mais, eu sei, já que não nem mesmo reage à medicação, ando a tomar antibióticos que a dermatologista me receitou para infeções cutâneas – altamente eficazes numa outra ocasião, mas que agora parecem nulas.

 

Voltando à barraquinha de suplementos, um conhecido com quem tinha cruzado instantes antes, ao ouvir a minha pergunta, responde de prontidão: "não precisas de suplementos para resolver esse problema". Quando lhe pergunto porquê, diz-me ele que já não tinha idade para ter espinhas (que novidade!) e que o meu problema não passava de alergias - como é que ele podia saber isso? De facto, como já aqui mencionei n vezes, ando com alergia a tudo e mais alguma coisa.

 

A esta altura da conversa, abeira-se de nós um outro senhor (que nunca tinha visto mais magro) e resolve dar o seu contributo à conversa. Pelo que pude deduzir, o dito é um expert na matéria, pelo que, sem hesitação ou falinhas mansas, fez-me um diagnóstico fiel do estado da minha saúde: os intestinos não funcionam como é suposto (disse que pôde ver isso através dos meus lábios) e as alergias podem advir de uma intolerância ao leite e derivados.

 

Mal conseguia disfarçar o meu interesse no rumo que aquela tertúlia improvisada estava a tomar. Perante a descrição que lhe fiz do meu estado de saúde (e de beleza, por consequência), este foi perentório na prescrição: cortar de imediato com todo e qualquer produto lácteo. Ainda tentei argumentar que não consumia leite, apenas iogurte e requeijão, e que ao retirar esses produtos da minha alimentação o meu organismo iria ressentir-se da falta de cálcio. De nada valeu. Categórico, rematou ele: "experimenta e depois vês se a coisa não melhora. Quanto ao cálcio, tens imensas opções, como a aveia, a quinoa e o feijão."

 

Recomendou-me ainda que evitasse o açúcar e o trigo. Nesse quesito garanti-lhe que já estava tudo sob controlo, pois, nas raras vezes em que preciso recorrer diretamente a esta substância, faço uso da versão mel ou canela.

 

Portanto, o problema parece, de facto, residir na lactose, o açúcar naturalmente presente no leite. Abreviando o parlapiê que o texto já vai para longo, já há quatro dias que não consumo nenhum produto lácteo e, coincidência ou não, parece que a coisa acalmou. Como estou menstruada, só vou ter a certeza daqui a mais uns dias.

 

Não acredito que o iogurte me cause intolerância, porque sempre o consumi, mas já o requeijão, com maior teor de lactose, só há coisa de quatro meses o introduzi na minha alimentação. É, portanto, altamente provável que seja realmente intolerante ao leite, coisa que nunca bebi nem quando bebé. Em Cabo Verde fartei-me de bebê-lo, mas na versão fermentada, que adoro. E foi precisamente a partir dessa altura que começaram a aparecer, para não mais irem embora, monstruosas espinhas nesta minha face tão adorada e mimada pela dona.

 

Para já, vou continuar sem consumir qualquer derivado seu e ver como corre a coisa. Mais tarde, voltarei à minha alergologista para confirmar in vitro esta questão.

 

Há já algum tempo que ouço falar de intolerância ao glúten e à lactose, e de como várias celebridades têm cortado esses itens da sua dieta, mais para manter (ou recuperar) a linha - parece que ao retirar a lactose da dieta, a pessoa desincha, já que o intestino é regularizado, o corpo funciona melhor, por consequência, ocorre uma perda de peso.

 

No meu caso, a ruptura será essencialmente por uma questão de saúde, mas se com isso conseguir ficar (ainda) mais fit, não me importo mesmo nada. Seria uma espécie de bónus, uma mais do que justa compensação por todos os problemas com que me tenha deparado nos últimos tempos.

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04
Mai16

6 Benefícios do sol

por LegoLuna

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Sabias que ontem, 3 de maio, assinalou-se o Dia Internacional do Sol? Pois eu só soube agora. Mais um pretexto para dar sequência ao tema do post anterior. Desculpa lá, solteira minha, mas estes dias só dá sol na minha vida (melhor dizendo, mente). O artigo de ontem era sobre os efeitos do sol no nosso sex apeal. O de hoje será sobre as vantagens da radiação solar (moderada) no combate a 6 doenças. Toma nota de seis delas:

 

1. Alivia a depressão - O sol aumenta os níveis de um dos antidepressivos naturais do cérebro, a serotonina. Em dias ensolarados, o cérebro produz maiores quantidades desse neurotransmissor do que em dias encobertos.

 

2. Previne cancro

Não são apenas as plantas que metabolizam a luz solar. Os seres humanos também. Através de um processo complexo, os nossos corpos transformam a luz solar em vitamina D revitalizante. A conexão entre a deficiência de vitamina D e o cancro é conhecida cientificamente. Porém, convém moderar na luz solar. Um estudo publicado no Journal of Steroid Biochemistry and Molecular Biology concluiu que a percentagem de casos de cancro do pâncreas é maior em países com menos quantidade de luz solar, devido à baixa absorção desta vitamina.

 

3. Menor risco de esclerose múltipla

A vitamina D desempenha um fator essencial nacmanutenção e fixação do cálcio nos ossos. Os níveis de vitamina D da progenitora durante a gravidez influenciam o risco de contrair esclerose múltipla no feto. Os nossos ossos agradecem uma boa e moderada exposição solar.

 

4. Benéfico para doentes com Alzheimer

A exposição à luz solar durante o dia, alternada com a escuridão da noite, ajuda a melhorar alguns aspetos da doença de Alzheimer, reduzindo a agitação, aumentando a eficiência do sono e diminuindo as insónias.

 

5. Sono mais tranquilo

Quando a luz solar atinge os olhos, o nervo ótico envia uma mensagem para a glândula no cérebro que produz melatonina (uma hormona que ajuda a dormir) diminuindo a sua secreção até que o sol se põe.

 

6. Diminui sintomas da psoríase

A exposição à luz solar é extremamente benéfica para as pessoas com psoríase. Um estudo demonstrou que uma terapia de banhos de sol durante quatro semanas provoca a diminuição significativa dos sintomas da psoríase em 84 por cento.

 

Muito me admira as pessoas, como a minha colega de casa, que não gostam do sol, nem tão pouco apreciam os seus efeitos na beleza, saúde e bem-estar. Pelo amor da santa, como é possível não se gostar do sol?

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06
Abr16

O poder do açafrão

por LegoLuna

 

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A propósito do meu almoço de hoje, arroz à valenciana, lembrei-me de partilhar contigo algumas curiosidades sobre o açafrão, um tempero que aprecio muito e que vai bem com (quase) tudo. Sobretudo com paella.

 

Inúmeros estudos de alta qualidade e rigor demonstram os benefícios do açafrão para o corpo e para o cérebro. Entre os mais evidentes, destacam-se efeitos antioxidantes, anti-inflamatórios, antidepressivos, melhoria da função cerebral, redução do risco de doenças do coração, prevenção e tratamento de doenças como diabetes, cancro, Alzheimer e artrite, efeito antiaging e combate a doenças crónicas relacionadas com o envelhecimento.

 

O açafrão previne leucemia, impede que o câncer de mama se espalhe, reduz inchaço e inflamações, inclusive nas articulações, fortalece o sistema digestivo, auxilia a circulação sanguínea, regula o nível de açúcar no sangue e aumenta a imunidade do organismo. Para todas essas condições, basta ingerir meia colher de chá misturada na água, todos os dias.

 

No que toca ao bem-estar físico, os seus principais benefícios prendem-se mais com os cuidados da pele, uma vez que regula a pigmentação, trata a acne, o eczema e a psoríase. Ingerir açafrão com frequência ajuda a diminuir manchas escuras na face, causadas pelo sol, e deixa o tom de pele com a sua cor natural. Para além disso, pode usar esta substância nestas mezinhas caseiras:

* Para clarear a pele:misturar bem ½ colher de sopa de açafrão com 1 colher de sopa de sumo de limão (ou, em alternativa, 1 colher de sopa de sumo de pepino); passar no rosto; deixar agir 20 minutos e retirar com água fria. O uso regular desta máscara proporciona uma pele clara, hidratada, com aspeto brilhante.

* Para eliminar as marcas da acne: misturar 1 pitada de açafrão com 1 colher de sopa de pó de sândalo; acrescentar água suficiente para obter uma pasta lisa; passar no rosto; e deixar cerca de meia hora (dependendo da gravidade da situação, repetir 2 vezes na semana, ou três).

* Para exfoliar e tonificar o corpo: separar 2 colheres de sopa (ou mais, dependendo do teu tamanho) de farinha de grão-de-bico - que pode ser obtida a partir da trituração dos grãos secos -; adicionar ½ colher de chá de açafrão; acrescentar leite em caso de pele normal e água de rosas em caso de pele oleosa; passar por todo o corpo em movimentos suaves e circulares; deixar atuar por 10 minutos; e em seguida tomar banho normalmente.

* Para remover estrias: juntar 1 colher de sopa de iogurte natural a 2 pitadas de açafrão; esfregar sobre as marcas e deixe agir por 10 minutos e enxaguar. Deve ser repetido todos os dias.

* Para curar cortes, feridas, psoríase ou eczema: aplicar (2x por dia) o açafrão puro sobre a área a ser tratada.

* Para eliminar cravos: esfregar o pó de açafrão diretamente sobre ele, durante 5 minutos, todos os dias, até que seja eliminado.

 

Por acaso nunca experimentei nenhuma delas, mas é minha intenção fazê-lo logo que possível. Dado que o dinheiro para tratamentos estéticos mais elaborados (refiro-me a spa’s e clínicas) há muito que não abunda para os meus lados, resta-me recorrer a este tipo de soluçõe e rezar para que funcionem. Espero que a máscara facial revele-se particularmente eficaz no combate a estas malditas manchas na cara, efeitos secundários "daquela" alergia, que está a mutilar a minha autoestima. Morro por dentro cada vez que me vejo ao espelho – só de lembrar que apenas uns meses atrás tinha uma pele maravilhosa.

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16
Mar16

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Por serem processados ou refinados e por serem suscetíveis de criarem adição, existem alimentos que são considerados nefastos para a saúde.

 

À cabeça dos desaconselhados está o açúcar refinado, um veneno para o nosso organismo. Quanto mais escuro for, mais vitaminas e sais minerais possui, e mais perto do estado bruto (a cana de açúcar) está. A cor branca significa que o açúcar recebeu aditivos químicos no último processo da fabricação, o refinamento.

 

No lote dos alimentos proibitivos incluem-se bolachas, tostas, snacks salgados, chocolate branco ou de leite, sumos de fruta (especialmente se açucarados), bolos, doces e sobremesas tradicionais (por conterem açúcar refinado), pão branco, pão industrializado de longa duração, batata branca, fast food, refeições prontas, frutos secos salgados ou fritos, alimentos fritos, refrigerantes de todo o tipo e cereais de pequeno-almoço.

 

As comidas que encabeçaram a lista das mais aditivas, segundo um estudo publicado no jornal norte-americano Plos One sobre "alimentos que geram adição", liderado por Nicole Avena, foram (por esta ordem): piza, chocolate, batata frita, bolachas e gelados. E os que mais causavam desconforto eram os muito processados.

 

"Vários estudos sugerem que a comida muito apaladada e muito processada pode provocar mudanças de comportamento e mudanças cerebrais semelhantes às dependências como a das drogas ou do álcool", explicou Nicole Avena.

 

Companheira, volto a frisar que nunca é tarde para reeducarmos a nossa alimentação e apostarmos numa vida mais saudável. Portanto, hoje é um bom dia para se começar.

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O site Vida Ativa tem-me sido bastante útil, não só pelos seus (sábios) conselhos sobre um estilo de vida saudável, da qual sou adepta assumida, mas também pelo vasto e interessante cardápio de temas com que agracia diariamente os leitores.

 

O post de hoje, dia em que a dona inspiração amuou porque não a deixei por o nariz para fora de casa - queria ir ao ginásio galar o "tal rapaz" -, inspira-se num dos seus artigos, que fala sobre os 10 alimentos que devem constar da lista de compras de qualquer mortal zeloso da sua boa saúde e forma física.

 

1. Alho (não sou apreciadora, mas consumo exatamente por causa dos seus benefícios)

Além de ser ótimo para condimentar as refeições, o alho tem inúmeros benefícios para a sua saúde, tais como: prevenção de úlceras ou cancro do estômago, redução dos níveis de mau colesterol (LDL), combate ao envelhecimento precoce ou reforça o sistema imunitário, por exemplo.

 

2. Verdes (sobretudo espinafres, brócolos, feijão verde, pimentos e ervilhas)

Ricos em fibras, os vegetais de folhas verdes estão repletos de vitaminas e minerais que podem ajudar na proteção de doenças cardiovasculares, diabetes e até mesmo cancro. Pode-se consumi-los em cru ou cozinhados ou incluí-los na sopa (souping) ou em sumos (juicing).

 

3. Peixe (a base da minha alimentação)

O salmão, sardinha, atum ou cavala, por exemplo, são peixes gordos e ricos em ómega 3, que ajudam a reduzir o colesterol e a regular os triglicerídeos. Da nossa lista de compras também podem fazer parte os peixes magros, como o pregado, a pescada ou o robalo, por exemplo.

 

4. Carnes brancas (não costumo comprar carne de todo, mas a ser antes brancas que vermelhas)

Frango, coelho ou peru são bons exemplos de carnes brancas (ou carnes magras) que deves incluir na tua alimentação por serem ricas em proteínas (essenciais na recuperação e regeneração muscular) e com menor teor de gordura saturada em relação às carnes vermelhas.

 

5. Berries (compro uns do Pingo Doce, congelados a 2,99 euros o saco de 400 gramas)

Morangos, mirtilos, framboesas, amoras, por exemplo. Estes frutos têm vários benefícios para a sua saúde, razão mais do que suficiente para serem presença constante na lista de compras. Poderosos antioxidantes, os frutos vermelhos ainda ajudam a regular os níveis de colesterol e a flora intestinal, atuam a nível do sistema digestivo e ajudam a prevenir infeções, por exemplo.

 

6. Ovos (dá para aproveitar a clara e fazer aquela máscara fantástica)

Fontes de proteínas e nutrientes essenciais, os ovos não devem faltar em casa, já que contribuem (por exemplo) para o bom funcionamento cerebral e cardiovascular. Além disso, opções de confeção não faltam (nada de inventar bolos ou sobremesas).

 

7. Laticínios (o leito dispenso, mas os outros nunca faltam no frigorífico)

Como iogurtes, queijos ou leite, por exemplo. Este tipo de alimentos são ricos em cálcio (essencial para os ossos) e importantes fontes proteicas. Lembra-te de, sempre que possível, optar pelas versões magras, evitando assim o consumo de gorduras saturadas, prejudiciais ao nosso organismo.

 

8. Cereais (nada de cair na tentação de levar aqueles de pacotes que são autênticas bombas calóricas)

Pão, arroz, aveia, quinoa, trigo-sarraceno ou milho são apenas alguns exemplos. Ricos em fibra, estes ajudam a melhorar a função intestinal e são bons aliados para quem quer regular o peso, já que o ajudam a controlar o apetite.

 

9. Especiarias (o segredo dos pratos passa por eles)

Com propriedades anti-inflamatórias, elas são o substituto ideal do sal, um veneno para a pressão arterial. Além disso, também podem ajudar a acelerar o metabolismo, tendo em conta a capacidade termogénica de algumas delas (canela e pimenta, por exemplo), auxiliando a perda de peso.

 

10. Água (trocava este item por vinho tinto, mas como a autoria da lista não é minha, nada de inventar)

Bane da tua dieta alimentar os sumos, refrigerantes e bebidas açucaradas. A água foi, é e sempre será a nossa melhor aliada para manter o organismo hidratado e evitar a retenção de líquidos e ajudar a manter o peso ideal.

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05
Jan16

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O post de hoje debruça-se sobre um artigo publicado esta semana pela Lifestyle/BA e que aborda os erros mais comuns cometidos antes dos 40 anos, capazes de comprometer no futuro a nossa saúde. Que os 40 são os novos 30, não restam dúvidas (um viva a nós trintinhas!), mas para que esta premissa se mantenha fiel precisamos banir estas (pequenas) tendências da nossa vida:

 

1. Ser 'viciada' na rede - além de prejudicar a visão, os dispositivos móveis (telemóvel, tablet ou laptop) são um dos principais culpados pela má postura, má qualidade do sono e falta de vida social verdadeira. Além disso, aumentam o risco de Diabetes tipo 2 ou obesidade, uma vez que apelam ao sedentarismo.

2. Dormir pouco - não ter a qualidade do sono como uma prioridade é um erro, uma vez que é uma boa noite de sono que nos dará energia e capacidades cognitivas para mais um dia.

3. Abdicar do fio dental - a saúde bocal deve ser uma preocupação recorrente e o fio dental incluído na rotina diária, uma vez que algumas doenças bocais aparecem a partir dos 30 anos.

4. Saltar refeições - este é um erro comum e altamente prejudicial em qualquer idade, uma vez que desregula o organismo e faz com que as refeições sejam menos ponderadas e mais calóricas, aumentando os riscos de Diabetes tipo 2.

5. Ignorar os sinais de alerta - independentemente da idade, é preciso não ter medo do médico e fazer consultas de rotina para saber em que estado está a saúde. No caso dos homens, os exames à próstata são fundamentais, já para nós as mulheres, os seios devem ser o centro das atenções.

6. Fumar - quanto mais cedo se perder este hábito, melhor. O vício do tabaco interfere com a saúde em geral com o passar dos anos.

7. Abusar no sal - os problemas de hipertensão tornam-se mais frequentes e graves depois dos 30 anos, sendo, por isso, importante reduzir o consumo diário de sal.

8. Estar desidratada - não beber água suficiente (quantidade que varia de pessoa para pessoa mas que, em média, ronda os 1,5 litros) é um erro que coloca a saúde geral em risco.

9. Evitar os produtos lácteos - embora o leite de vaca possa ser um inconveniente, os produtos lácteos são uma mais-valia para os níveis de cálcio, nutriente essencial.

10. Mentir ao médico - se ignorar os sintomas é já uma má decisão, mentir ao médico pode ser fatal.

11. Não fazer exercício - as pessoas tendem a acomodar-se com o seu peso (e corpo) com o passar dos anos, mas a verdade é que a gordura acumulada é tão ou mais nociva do que o excesso de peso.

12. Não fazer sexo - a vida sexual é fundamental não só para o bem-estar físico como também emocional, além disso, fortalece a relação com a cara-metade.

13. Abusar na exposição ao sol - corpos morenos são altamente cobiçados, mas quanto mais sol se apanha mais riscos se corre de sofrer lesões cutâneas, sendo o cancro a mais grave e mais temida.

14. Beber bebidas açucaradas - embora não seja necessário banir os sumos da alimentação, é importante não consumir aqueles que são ricos em açúcar e açúcares adicionados.

15. Comer comida processada - muito antes da Organização Mundial da Saúde (OMS) ter alertado para o risco cancerígeno da carne processada, o consumo destes alimentos vinha a ser desaconselhado pelos nutricionistas, uma vez que é rico em gorduras saturadas, sal, açúcar e químicos.

16. Beber muito álcool - é pelos 20 e 30 anos que as saídas à noite são frequentes e o consumo de bebidas alcoólicas, por vezes, exagerado, contudo, este hábito deixa a saúde mais fraca e pode ainda afetar a memória.

17. Não socializar - preferir uma vida social digital ao convívio real com pessoas é algo que faz com que o sentimento de solidão aumente.

18. Não conhecer o histórico familiar de saúde - antes de chegar aos 40, é importante saber quais as doenças mais graves e mais comuns na família, de forma a conseguir detetar a tempo possíveis problemas futuros.

19. Não ter tempo para cuidados pessoais - não ter tempo para um exame, para uma massagem, para um tratamento. Não ter tempo é comum quando se está nos primeiros anos de vida profissional, contudo, não ter tempo para a saúde é perigoso.

20. Ignorar as vacinas - não são apenas as crianças que devem tomar vacinas, os adultos devem igualmente estar atentos aos prazos e as recomendações médicas.

 

Oba! Penso que passei com distinção neste teste, já que, num universo de 20, tirei positivo em 17. Tenho agora é que trabalhar mais (e melhor) os itens 1, 12 e 17. Especialmente o 12. Mas penso que será das tarefas mais prazeirosas de se cumprir. Ai não?! E tu, minha amiga, qual a tua pontuação?

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