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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

17
Fev18

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Viva!

 

Sobram-me motivos para afirmar que trinta e dois meses de Ainda Solteira fizeram da minha pessoa uma espécie de conselheira sentimental não certificada. Não certificada porque não possuo qualquer formação académica na área da psicologia ou outra ciência qualquer da mente. Conselheira sentimental porque sou regularmente bombardeada com toda a espécie de abordagens, que começam com solicitação de conselhos e/ou dicas e terminam em desabafos sobre condição amorosa. Pelo meio, algumas tentativas de engate, inclusive transfronteiriças.

 

Com este blog tenho aprendido muito, com a maioria das lições a desenrolarem-se nos bastidores (email e messenger), longe dos holofotes do cibermundo. É precisamente sobre um dos tópicos deste curso intensivo sobre a solteirice que te quero falar na crónica de hoje: o que sei sobre os homens.

 

Fruto do enlace entre a experiência pessoal da Sara e a interação da Legoluna com os seus seguidores/leitores, o perfil do solteiro (ou aspirante a isso) assenta nestas constatações:

 

1. São apressados
Contaminados (ou não) por esta sociedade de consumo desenfreado, impulsivo e descartável, os homens têm pressa para faturar uma mulher, seja para uma relação casual ou para algo mais sério. Com pouca paciência para deixar as coisas seguirem o seu curso natural, querem que as mulheres sejam tão afoitas quanto eles, sobretudo no que toca ao envolvimento físico. E todos sabemos que o ritmo deles é determinado pela velocidade da testosterona.

 

2. São mais adeptos de palavras do que de ações
Falam isto falam aquilo falam aqueloutro. Falam muito, mas agem pouco. Dizem-se dispostos a mover mundos e fundos por uma mulher, mas quando chega a hora de passarem da teoria à prática, o entusiasmo deles esvaí-se na inação. Palavras levas-as o vento, disse algures um sábio. Com isso quero dizer que o que vale mesmo são gestos, atitudes, iniciativas e atos concretos e não conversa fiada.

 

3. Apregoam apreciar mulheres independentes e bem resolvidas
Enchem a boca para dizer que curtem mulheres de personalidade forte, que sabem o que querem da vida e que não encaram os homens como bengalas. O que a realidade mostra é que, paleio à parte, acabam por escolher as inseguras, as imaturas, as dependentes e as submissas. Isto porque, no que toca a relacionamentos, são adeptos ferrenhos da lei do menor esforço. Mulher perfeita é aquela que não dá trabalho, não é mesmo rapazes?

 

4. São muito precipitados em relação ao sexo
A meu ver, o maior pecado do macho millennial, que dificilmente consegue sustentar uma conversação/relação sem que o tema sexo seja o principal item. Que é bom, sabemos nós. Que todos o querem praticar, também. Que é o apogeu da atração entre duas pessoas, não se discute. Mas daí a fazer dele o centro das atenções, como se toda a interação social se resumisse ao sexo, vai uma grande distância. Meninos, só falem ou proponham sexo quando houver oportunidade e intimidade para tal. Na vida há um momento certo para tudo, pelo que saber identificar esse momento é um fator crítico de sucesso.

 

5. Falam mais do que fazem sexo
A impressão que tenho é que o sexo tornou-se uma obsessão para os gajos com os quais interajo. A meu ver, gastam mais tempo e energia a falar ou a pensar em sexo do propriamente a fazê-lo. Gente da minha terra acredita que quem faz sexo não fala, precisamente porque está ocupado a fazê-lo. Com isso quero dizer que quando me deparo com aqueles que falam de sexo o tempo todo, fico a pensar que das três uma: ou estão desesperados, ou são tarados ou não servem de muito na horizontal. O pior é quando constatas que alguns são tudo isso junto. Moral da estória: falem menos e façam mais!

 

6. Querem muito lucro para pouco investimento
A maioria dos homens que cruza o meu caminho deseja encontrar uma mulher top five:  bonita, sexy, cheirosa, divertida e disponível. Numa lógica de investidor amador, querem tudo isso sem ter que investir muitos recursos (tempo, dinheiro, paciência, expectativas e sentimentos). É caso para lhes lembrar que quanto mais custoso mais valor damos. Preciso dizer mais?

 

7. Não têm (muita) paciência para cativar
Esta é provavelmente a segunda maior falha masculina nos tempos que correm. Que saudades da época em que os rapazes caprichavam para encantar aquela que desejavam. Telefonavam, mandavam bilhetinhos, ficavam à espreita na esquina da casa dela, subornavam amigas/familiares, escreviam cartas de amor, pintavam os nomes nas paredes, autocarros, bancos da escola, etc., etc. Atualmente a arte da conquista pode ser contada em três atos: "tens whatsapp", "queres ir tomar café" e "voilá!" O charme, o esforço e a emoção ficaram reduzidos à capacidade tecnológica.

 

8. São tão ou mais comodistas que as mulheres
A quantidade de homens que se deixam arrastar em relações miseráveis é assustadora. Para o perpetuar desta realidade contribuem o blá bla blá do costume: não querem separar-se dos filhos, não querem magoar os sentimentos da companheira, não têm dinheiro para sair de casa, têm medo de ficar sozinhos, não querem desiludir os pais/sogros e por aí adiante. Infelizes até à medula optam por permanecerem emparelhados, ao mesmo tempo que buscam uma aventura extraconjugal capaz de lhes garantir as tais "borboletas no estômago" de que todos andamos à cata.

 

9. São mais inseguros do que deixam transparecer
Sob a capa de macho alfa, deparo-me quase sempre com putos inseguros, imaturos e caprichosos, cujo sonho de consumo é que as coisas sejam do jeitinho que querem. Quando assim não é ficam sem saber como agir, optando invariavelmente por se refugiarem debaixo da máscara do descaso e do desinteresse. Isto acontece porque ensinaram-lhes desde o berço que o homem tem que ser uma muralha emocional, que não deve deixar transparecer as suas vulnerabilidades afetivas.

 

10. Mentem descaradamente para conseguirem o que querem
Nas outras esferas da vida não sei, mas no que toca ao romance os homens mentem com todos os dentes, dentaduras, próteses e implantes. O tempo todo. Por tudo e por nada. Com ou sem necessidade. Aquela famosa tirada de que só o fazem porque não nos querem magoar é, no mínimo, hilariante. Se for para conseguir levar a mulher para a cama, aí então vale tudo. Casado que se diz separado, noivo que se diz solteiro, insensível que se diz apaixonado, promíscuo que se diz fiel... Se for preciso, até casamento prometem. Quanto a isso só posso dizer que estou cada vez mais convicta de se trata de uma patologia congénita aguda, que até pode ser tratada, mas jamais curada.

 

Basicamente é isto que a vida e este blog têm vindo a ensinar-me sobre os homens. Caso te ocorra mais algum item que deva ser acrescentado a esta short list, por favor, queira partilhá-la comigo.

 

Bom fim de semana e até breve!

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Viva!

 

Um artigo publicado hoje no Notícias ao Minuto debruça-se sobre nove questões – apontadas por advogados de divórcio – que quem procura um relacionamento sério deve fazer logo no primeiro encontro, como forma de evitar, com a devida antecedência, um desgosto amoroso.

 

1. Qual foi a última vez que falaste com os teus parentes?

É uma forma de saber quão próximo à família é o teu pretedente. "Muitos divórcios são causados por pessoas que são demasiado próximas à família, não criando barreiras entre esta e o seu casamento", refere um dos advogados. Por outro lado, más relações familiares podem sugerir incapacidade de manter uma relação sustentável.

 

2. Acreditas no 'felizes para sempre'?

Esta pergunta é um pau de dois bicos, se é que me entendes. Se a resposta for 'não', podemos considerá-lo pouco elegível para um compromisso. Por outro lado, se a resposta for 'sim', provavelmente também não poderá ser considerado um bom candidato. Isto porque uma relação demanda compromisso e esforço e alguém que acredita que a felicidade simplesmente acontece, pode ser visto como demasiado ingénuo para ser levado a sério.

 

3. És casado?

Outra pergunta que urge ser feita, já que, segundo os advogados, "estou a divorciar-me" não é o mesmo que "estou solteiro". Meu bem, faz-te o favor de reter esta parte, que o que mais abunda por aí são caramelos que gostam de sair-se com esta conversa da treta a ver se conseguem chegar ao "finalmente" sem grande esforço.

 

4. O que mais gostas no teu trabalho?

É importante que o teu futuro companheiro goste do seu trabalho e não o veja apenas como uma obrigação. Mas alguém que vive só para o trabalho e que no futuro não se permita a momentos de ócio e lazer, como viagens, família ou saídas, com toda a certeza não deve ser o teu sonho de consumo.

 

5. Onde foste nas tuas últimas férias?

Esta é uma pergunta fachada por detrás da qual se esconde a verdadeira questão: quanto gastou nas suas últimas férias? Poupar e investir no seu tempo de lazer é algo positivo. Problemas de dinheiro são causa bastante comum para desentendimentos entre casais. Se o teu crush é responsável e sabe gerir o dinheiro, então este é um bonus a seu favor.

 

6. Qual a tua idade?

Não lhe perguntes na cara dura, mas arranja forma de lhe arrancares essa informação. Este é outro aspeto que os advogados de divórcios referem com frequência e sobre a qual muitos mentem no início das conversações. Na hora do compromisso, nunca é agradável saber que a tua love story começou com uma mentira sobre um dado tão importante como a idade.

 

7. Consideras-te um bom comunicador?

A comunicação deve ser o pilar de qualquer relação, seja ela amorosa, profissional, familiar ou social. Daí que a sua falta seja frequentemente associada a ruturas, já que afasta o casal ao ponto de não mais se conseguir reagatar a relação.

 

8. Como terminou a tua última relação?

Se a resposta se basear nos erros e defeitos da outra pessoa, revela falta de humildade, honestidade, maturidade e prudência. É importante assumirmos os nossos erros e responsabilidades e nenhuma separação é culpa de apenas uma das partes.

 

9. Se pudesses voltar atrás, o que mudarias na tua vida?

É um tema de conversa que pode ajudar a quebrar o gelo do primeiro encontro. Respostas como "viveria num país bem longe dos meus pais" não é lá muito auspiciosa, pelas razões referidas no ponto 1. "Teria investido na minha educação e ido estudar noutra cidade que me desse mais oportunidades", por exemplo, é um bom começo.

 

Escuso dizer que cada uma sabe o que é melhor para si, bem como quais as questões que lhe são realmente caras. Contudo, há coisas que, de tão óbvias, não devem ser subvalorizadas, mesmo num first date, como por exemplo o facto de ser comprometido, chorar miséria ou mostrar-se forreta.

 

Foi precisamente a pensar nisso que fiz questão de partilhar contigo este assunto, já que, após uma certa idade, mais vale pecar por excesso de zelo de que por défice de cuidado. Afinal, já não temos tempo, nem paciência e muito menos disponibilidade emocional para erros de casting. Capice?

 

Ótimo fim de semana, single mine!

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Viva!

 

Ontem baldei-me, muito por culpa da operária inspiração que resolveu dar uma de líder sindicalista. Encetada a negociação e atendida a sua reivendicação, é com todo o gosto que retomo a produção da crónica do dia, hoje sobre o entendimento masculino acerca da cabeleira feminina.

 

Os homens preferem as loiras! Em algum momento da nossa existência todas ouvimos esta, mas será mesmo assim? Tudo leva a crer que sim, afinal o que mais abundam pelos corredores da humanidade são criações da literatura, do cinema, da moda e da vida real que apontam nesse sentido. Sem falar no próprio sexo masculino – que as associam a sexo fogoso – e nas inúmeras mulheres que, por razões várias, optam por clarear o cabelo. Eu mesma, por duas ocasiões, embarquei nessa onda.

 

Crenças à parte, serve este post o propósito de desmestificar esta questão, que a muitos assola e a tantos ilude. Sobre isso, não poderia ser mais esclarecedora uma publicação do The Journal of Social Psychology alusiva a uma investigação da universidade americana de Augsburg.

 

Com o intuito de entender a real influência que a cor e o tamanho do cabelo de uma mulher tem na opinião do sexo masculino sobre ela, uma equipa de psicólogos daquela instituição de ensino avaliou as cores de cabelo loiro, castanho e preto, bem como os tamanhos curto, médio e longo, e relacionou essas caraterísticas com a perceção masculina em termos de idade, saúde, potencial de relação e capacidade parental.

 

Feito isso, os académicos concluíram que as mulheres com cabelo mais claro são consideradas mais jovens, saudáveis e atraentes, quando comparadas com as de cabelo escuro. No entanto, essas mesmas loiras foram apontadas como mais promíscuas que as demais, fazendo com que as morenas fossem vistas como uma melhor opção no que toca a relações amorosas e parentalidade, ficando as primeiras como preferidas para encontros amorosos.

 

A amostra do estudo (110 legítimos descendentes de Adão) considerou ainda que as mulheres de cabelo comprido são menos saudáveis e atraentes que aquelas que usam o cabelo num tamanho médio. E esta, hein?

 

Moral da estória: eles preferem as loiras para 'sexar', as morenas para procriar e as de cabelos médios para namorar.

 

Single mine, agora que já sabes o que pensam eles sobre a tonalidade e a extensão dos nossos cabelos, só tens que apostar numa cabeleira que vá de encontro ao que queres para a tua vida amorosa: affair, compromisso ou maternidade.

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04
Jan18

Namorado procura-se

por LegoLuna

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Viva!

 

Ano novo, vida nova, certo? Parece que para uma das ainda solteira o amor é uma prioridade em 2018. Daí que me tenha pedido que divulgasse este anúncio:

 

Mulher na casa dos 30, sem filhos, bem conservada, de boa aparência, espírito jovem e personalidade afável, culta, com formação superior, situação económica indefinida e cheia de amor para dar procura namorado para relação exclusiva, com possibilidade de compromisso.

 

Os candidatos deverão possuir situação amorosa definida (livre, leve e solto), disponibilidade total e imediata, caráter confiável, habilitações ao nível superior, conjuntura laboral ativa, condição financeira estável, cadastro criminal imaculado, além de aparência apelativa ao olhar.

 

Os interessados deverão manifestar interesse via este canal, num período de até 30 dias, a contar desta data, detalhando ocupação atual e expectativas amorosas. Deverão também anexar comprovativo de rendimento, extrato bancário dos últimos 6 meses, foto recente (de cara e corpo) e cópia de certificado de habilitações.

 

Mais se informa que dá-se preferência a quem tenha viatura própria (e dinheiro para combustível, claro está!), idade não superior a 40 anos e aparência cuidada.

 

Oferece-se amor, carinho, sexo do bom, além de respeito, amizade, solidariedade, lealdade e outras coisas a serem acertadas entre as partes.

 

Outras informações não detalhadas serão posteriormente abordadas durante o processo de seleção.

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Ora viva!

 

Depois de um fim de semana cansativo, contudo produtivo, eis-me de volta ao teu convívio, desta feita com uma crónica sobre o recém-publicado livro do psicólogo clínico Eduardo Sá, intitulado Quem nunca morreu de amor, no qual ele defende, entre outras coisas, que estamos a viver uma "solidão assistida"; que não há verdades absolutas no amor; que fomos muito mal educados para as relações amorosas; que há uma diferença entre morrer para a vida e morrer de amor; que namorar dá trabalho, daí que se deva ter um 'namorário'; que somos preguiçosos em relação ao amor; e que precisamos de ter alguém, já que não somos completos sozinhos.

 

De entre os vários aspetos abordados numa entrevista ao Observador, partilho contigo alguns dos trechos mais pertinentes a este forum:

 

Não há verdades absolutas no amor

Acho que o amor é provavelmente a mais fantástica demonstração das imperfeições humanas, isso é fascinante. Imaginá-lo com verdades absolutas era tudo o que faria dele outra coisa que não amor. O grande desafio do amor é que, independentemente de sermos todos muito parecidos, todos ficamos a ferver por dentro de paixão e gelados de medo. Todos fugimos do amor. Quando nos cruzamos com alguém que acende muitas luzes — e que sentimos que, de alguma forma, pode ser o nosso amor —, o nosso impulso não é correr atrás dela, mas sim fugir, como se as pessoas com quem sonhamos só existissem no nosso desejo e não fossem palpáveis, não tivessem um rosto e não fossem como nós. De repente, há alguém que nos adivinha por dentro, há alguém que somos capazes de intuir de uma forma tão fina que até parece que criamos as coincidências e que adivinhamos o pensamento dessa pessoa.

 

Fomos muito mal educados para as relações amorosas

Acho que todos nós fomos muito mal educados para as relações amorosas. À medida que fomos crescendo, fomos criando a ideia de que as relações entram num patamar muito semelhante às atividades curriculares. Tenho a noção de que só aprendemos a descobrir as pessoas que são importantes na nossa vida, que ocupam o lugar na fila da frente do nosso coração, quando morremos de amor. Precisamos morrer algumas vezes de amor para percebermos o que queremos da pessoa ao nosso lado e o que é que temos para lhe dar. Há pessoas que, ou porque já estão muito fragilizadas por diversos motivos ou porque se sentem sós, preferem estar mal acompanhadas. Talvez não sejam assim tantas as pessoas que se sentem bem amadas. Às vezes, quando olhamos para as relações de casal sentimos que já não são relações amorosas — passaram a ser amizades coloridas e pouco mais.

 

Há uma diferença entre morrer para a vida e morrer de amor

Precisamos desesperadamente de amar para que a nossa vida tenha sentido. Por vezes, há uma discrepância tão grande entre aquilo que esperamos e aquilo que as pessoas que estão ao nosso lado são capazes de nos dar que, no fundo, tecnicamente, estamos acompanhados mas a viver uma espécie de solidão assistida. Uma relação amorosa é só o grande projeto de toda a vida. Há uma diferença entre morrer para a vida e morrer de amor: só não morre para a vida, quem morre de amor.

 

Namorar dá trabalho

As relações mais importantes são profundamente frágeis, porque estão sempre debaixo de um sufrágio muito apertado da nossa parte. Esperamos dessas pessoas o que não esperamos de mais ninguém. Se facilitamos nestas relações, que são absolutamente indispensáveis, abrimos feridas muito difíceis de cicatrizar. Acho que somos muito demissionários das pessoas que nos são mais importantes.

 

Há que ter um 'namorário'

Temos uma agenda absolutamente esclarecida para os nossos compromissos profissionais e um calendário das atividades dos nossos filhos. Mas, depois, não temos uma agenda de namoro, sem a qual vamos ficando infelizes devagarinho. Acho que devia haver um agenda de namoro, uma espécie de 'namorário'.

 

Somos preguiçosos em relação ao amor
Temos uma posição um pouco infantil em relação ao amor. À medida que vamos tendo uma atividade profissional e uma vida familiar há rotinas que se tornam irrespiráveis e é preciso dar um safanão. É preciso perguntarmo-nos como é que devemos furar este cerco para conhecer pessoas novas. Encontrar um amor ao virar da esquina nunca é coincidência, precisamos de trabalhar para isso. Às vezes, contentamo-nos com uma primeira relação a sério, não porque estejamos completamente contentes com ela, mas porque temos um pouco de medo de que… não venha mais ninguém.

 

Precisamos de alguém, não somos completos sozinhos…
Acho brilhante como se fazem alguns slogans ['Se eu não gostar de mim, quem gostará'] e como, de uma forma hábil, justificamo-nos com eles. Quando pomos as coisas dessa forma é como se estivéssemos a dizer que a outra pessoa da nossa vida, a quem à priori estamos a conceder a importância das importâncias, afinal não é tão importante assim — é como dizer que a outra pessoa não é o protagonista na nossa vida, antes uma personagem secundária.

 

Quem nunca morreu de amor que atire a primeira pedra. Com isto quero dizer que está lançado o repto para um debate sobre as declarações deste especialista.

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Ora viva!

 

Era minha intenção por-te a par das últimas da minha vida profissional, uma autêntica novela mexicana que poderá acabar na ACT, caso não sejam respeitados todos os meus direitos. A meio da descrição de mais um (lamentável) episódio na minha carreira, eis que recebo uma recomendação para a crónica de hoje.

 

Dado que prefiro mil vezes falar de coisas agradáveis, eis-me aqui a dar-te conhecimento de um estudo recente, que garante que os homens se conquistam, não pelo estômago, mas sim pela braguilha.

 

Atesta a University College London que o cérebro masculino está programado para, perante a escolha entre 'sexar' e comer, dar sempre prioridade à atividade sexual, ficando a comida relegada para o the moment-after. Achas que é à toa que eles ficam com uma fome de leão após o coito?

 

A meu ver, o dado mais curioso desta pesquisa é a constatação de que a mente feminina – cujos neurónios funcionam ao contrário – prefere optar pelo alimento, mandando o sexo para os bastidores. De acordo com Scott Emmons, um dos autores do estudo, isto acontece porque o cérebro masculino possui tipos de neurónios que o feminino não tem, e vice-versa.

 

Aproveito a deixa para sugerir a estes estudiosos que tentem estabelecer uma correlação entre este dado empírico e o excesso de peso nas mulheres. Como podem elas não engordar se, ao invés de queimarem calorias e tonificarem o corpo, preferirem chafurdar-se na comida?

 

Devo ser uma vergonha à classe, pois jamais – nunca de vida, como se diz na minha terra – trocaria um orgasmo por um petisco. A comida, ao fim de um par de horas, desaparece sanita abaixo, enquanto que o orgasmo – dependendo da qualidade e intensidade – é capaz de nos deixar com um sorriso pateta ao fim de horas, dias e até semanas. Nunca vi ninguém com um ar extasiado depois de comer, por melhor que tenha sido o cardápio.

 

Cara mia, esquece a comida e vai mais é pinar, que isso é que faz mesmo bem. A tudo. Vejamos: poupa-se na mercearia, poupa-se no size, poupa-se na dermocosmética, poupa-se no ginásio, poupa-se na terapia, poupa-se no mau-humor, poupa-se no envelhecimento e em muitas outras coisas, como mostra esta imagem.

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Ora viva!

 

"Amar é muita coisa, muita dela psicológica, e muita dela química", assim começa o artigo da Visão na qual me inspiro para escrever esta crónica, um merecido tributo a todos os corações solitários que, como eu, recusam-se a desistir de encontrar "aquele" amor.

 

Em relação a isso, várias pesquisas científicas têm vindo a tentar descodificar os mistérios do amor. Pleonasmos à parte, algumas conclusões já podem ser dadas como adquiridas, como é o caso destas para encontrar a verdadeira metade da laranja:

 

1. Procurar alguém parecido connosco

Inúmeros estudos sobre o tema atestam que existe uma maior probabilidade de virmos a ser compatíveis com quem tenha personalidade, gostos e aspirações semelhantes aos nossos. Pessoas com preocupações e modos de vida parecidos veem o mundo de forma semelhante, pelo que tendem a sentir-se mais compreendidos pelo outro. E assim cai por terra aquela máxima sobre os opostos...

 

2. Tentar parecer envergonhado

A ciência diz que um ar envergonhado atrai muito mais que um confiante. E esta, hein? Será por isto que não tenho sido bem sucedida nas minhas tentativas? TPC (Técnica Para Conquistar): aprender a parecer tímida.

 

3. Gesticular à vontade

No contacto com o outro devemos ser expressivos, sem receios nem pudor, diz um estudo fundamentado em encontros speed-dating feito este ano, e no qual tanto eles como elas demonstraram preferir quem tenha uma linguagem gestual mais expressiva.

 

4. Não recear trocar olhares

Independemente de ser alguém que conhecemos ou que nunca vimos antes, o importante é estabelecer um contacto visual verdadeiramente profundo. Isto porque, no parecer da ciência, ajuda a promover sentimentos de paixão, amor, proximidade e afeição.

 

5. Ser amigo do ambiente

Uma investigação recente descobriu que aqueles que primam por um estilo de vida amigo do ambiente são vistos como mais desejáveis para relações duradouras. Por oposição, quem procura um estilo de vida mais consumista tende a ser visto como alguém ideal para relações mais fugazes.

 

6. Fazer-se de díficil

Um ensaio datado de há três anos provou que a maioria dos homens tende a preferir as mulheres que se fazem de difíceis e desinteressadas e menos recetivas às suas abordagens. Onde é que já ouviste esta? Aqui e em todo o lado, meu bem.

 

7. Arranjar um cão

Para uma experiência social de 2014 não restam dúvidas de que o sexo feminino tem queda por donos de cães. Moral da estória: "ter um animal de estimação significa facilidade de compromisso a longo prazo e faz com que uma pessoa pareça mais relaxada, acessível e feliz".

 

Enlevada por estas tocantes estrofes do poeta-mor da língua portuguesa, despeço-me com um abraço amigo e votos de que o amor se faça brevemente presente na tua vida:

É ferida que dói, e não se sente; 
É um contentamento descontente; 
É dor que desatina sem doer. 


É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente; 
É nunca contentar-se e contente; 
É um cuidar que ganha em se perder; 

É querer estar preso por vontade; 
É servir a quem vence, o vencedor; 
É ter com quem nos mata, lealdade.

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Ora viva!

 

Com uma noite mal dormida a pesar-me nos olhos e uma conversa (desagradável, mas nem por isso adiável) em pauta, este dia augura-se, física e emocionalmente, extenuante. Prevendo tal cenário, trajei-me a rigor: vestido branco a pender para o 'too much sexy for work day', saltos altos, ar compenetrado, semblante fechado e coração agoniado.

 

Estou ciente que tanto o meu discurso quanto a minha postura induzem quem está de fora a pensar que sou chegada num bate boca. Quem me conhece de verdade sabe que se há coisa que me custa horrores é a discussão. Não sei levá-la a bom porto, nunca soube, e para falar a verdade não estou minimamente interessada em passar a saber.

 

Feliz ou infelizmente, a vida poucas vezes se permite reger pelos nossos quereres. Volta e meia, lá exige ela que alguns pontos sejam postos nos is, sob pena de, num futuro inevitável, ter que se lidar com situações infinitamente mais penosas. Já nem falo nas várias crenças atuais que associam uma série de doenças à "engolição de sapos".

 

Enquanto me preparo para o embate, o melhor que tenho a fazer é descomprimir. É aqui que a escrita, no geral, e o Ainda Solteira, em particular, assume o papel de balão de oxigénio premium. Feito o desabafo, digo-te que a crónica de hoje é fruto da sugestão do PL, fiel seguidor que, volta e meia, acusa a ausência de uma perspetiva masculina a este blogue.

 

Como não sou de ignorar necessidades alheias, menos ainda as dos meus queridos solteiros, eis-me aqui a submeter à vossa apreciação este artigo do blog LIAM - Like a Man sobre como conquistar um macho legítimo. Dá uma olhadela.

 

"Cavalheiros, queiram desculpar mas este post é para as senhoras. Elas merecem e, em boa verdade, já era altura de alguém se dedicar a fazer este verdadeiro serviço público. Afinal, o que devem as mulheres fazer para nos conquistarem? O que nos faz perder a cabeça por uma mulher?

Sim, vamos falar de coisas sérias. E atenção que não estamos no "campeonato" das relações ocasionais. Isso é para meninos. Aqui fala-se de assuntos de homens. Ora leiam.

 

1. Naturalidade

Minhas senhoras, acreditem quando vos dizemos que uma das vossas maiores armas nesta coisa da sedução é mesmo a naturalidade. Não só porque não faz sentido tentarmos ser outra pessoa para além de nós próprios, mas também porque vivemos um tempo em que, muito provavelmente, ainda antes do primeiro encontro já terão tido acesso a muita informação sobre o outro através das redes sociais (vá, somos todos adultos. Não vale a pena fingir que não vão a correr ao facebook para tentar saber um pouco mais sobre ele, que amigos têm em comum, etc).

A verdade é que quanto mais uma mulher se conhece e respeita os seus limites, mais vai expor o seu magnetismo pessoal, atraindo assim a nossa atenção. Faz sentido?

 

2. Atitude

A arte da sedução tem muito pouco (ou nada, mesmo) a ver com a aparência. A atitude será sempre muito mais atraente do que só o visual. Por isso continuamos a ver mulheres de cair para o lado com homens de aparência apenas razoável, e vice versa. São pessoas que sabem o que valem e não deixam que esse valor se defina apenas (e sobretudo) pelo seu aspecto.

Quanto mais segura, mais sedutora uma mulher se torna. A maior parte de nós (a parte que interessa, digo eu) prefere mulheres que sabem o que querem, mulheres que agem e que falam com firmeza.

Acreditem quando vos dizemos: mesmo a mais bonita das mulheres sem atitude não vai muito longe nestas coisas do amor. Sim, pode até atrair olhares e uns engates ocasionais, mas não passará disso.

(Lembrem-se que estamos a falar de algo mais do que uma relação ocasional, ok?) 

 

3. Saber dizer "não"

Ao contrário do que se passa com a grande maioria das mulheres, que ouvem um "não" e se sentem rejeitadas, um "chega para lá" é coisa para deixar os homens ainda mais interessados e estimulados. Sim, é verdade. Vá-se lá entender, mas um homem sente mais desejo quando algo lhe é negado. Freud havia de explicar isto melhor do que nós, mas tenho para mim que a justificação para isto remonta ao Adão, à Dona Eva e ao seu fruto proibido.

Enfim: a melhor dica que vos podemos dar a este respeito (tipo cereja no topo do bolo) é dizer que não e sorrir ao mesmo tempo. Estes sinais contraditórios são infalíveis, acreditem. Been there, felt that.

 

4. Manter o mistério

Muitas mulheres pensam que para atrair um homem é necessário mostrar desde logo o que são e o que pensam. Mas os homens não funcionam assim. O "truque" é não demonstrarem de imediato todas as vossas qualidades ou defeitos (sobretudo estes últimos). Naturalidade, sim senhora, mas com calma. Não precisam de contar logo tudo sobre a vossa vida. O ideal será despertarem aquela vontade (boa) de querermos saber mais sobre quem está ali à nossa frente. De novo, numa era em que pespegamos tudo nas redes sociais, um pouco de mistério é ouro. E se há coisa de que nós, homens, gostamos é de uma boa (e saudável) corrida ao ouro.

 

5. Sem pressão

A uma senhora não se pergunta a idade, mas chega a uma certa altura em que uma mulher já devia saber que os homens não gostam de ser pressionados. Isto no geral, mas muito em particular nestes assuntos. Por isso, fica a nossa sugestão: deixem as coisas fluir e acontecer naturalmente, no tempo certo. Evitem comparar a relação ou o encontro com outros do passado e aproveitem o que está a acontecer sem qualquer tipo de preocupação. Só assim vão conseguir divertir-se e ser o mais naturais possível.

Se sentem que a coisa não avança ao ritmo que vocês desejariam, lembrem-se dos pontos 2 e 3. Com a atitude certa e a capacidade de dizer que não, podem não conseguir o homem que pretendem, mas pelo menos não perdem tempo com o errado. E o que não falta por aí são homens interessantes à espera de serem conquistados. Lembrem-se disso."

 

Se não me falha a memória, este tema já aqui foi abordado um par de vezes, só que nunca na perspetiva do outro lado da barricada. Agora que temos em nosso poder este precioso testemunho, dou por aberta a sessão de debate.

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Ora viva!

 

Uma das razões mais punjantes porque sou (ainda) solteira prende-se precisamente com o facto de não acreditar em amizades coloridas. Digam o que disserem (e acredita que ouço muito, já que a esmagadora maioria das pessoas com as quais privo é absolutamente pró este status quo), não me identifico – de todo –  com a coisa. Sou romântica, fiel por opção e adepta ferrenha da exclusividade. Tudo o que não vai de encontro a uma amizade colorida.

 

Adepta (ou não) de tal prática – isso é lá contigo – cumpre esta crónica o propósito de elucidar-te sobre as razões porque considero que esta não passa de uma perda de tempo. Isto porque "dar o corpo ao manifesto a custo zero", como costumo dizer, é, a meu ver, uma opção inglória, que só serve o propósito de fintar a carência e a solidão que costuma acometer os celibatários ou desfalcados de um coração rendido ao amor.

 

Perfeitamente legítimo alguém disponível, ainda para mais no rescaldo de uma deceção amorosa, querer um relacionamento sem compromisso, preocupações ou cobranças, tudo o que uma amizade colorida parece oferecer.

 

Até aqui tudo maravilha, na verdade, tudo ótimo; afinal quem não quer interagir nestes moldes? As coisas só começam a dar para o torto quando se começa a querer mais, ou seja, quando se criam expectativas e laços afetivos mais profundos que a tesão começam a palpitar na mente e no coração de uma das partes.

 

E as razões para que assim seja, segundo um artigo da Sol, são estas:

1. Um 'amigo colorido' não é realmente um amigo

Quando estamos com alguém com uma certa frequência, ainda que seja apenas pelo sexo, é normal que comecemos a nutrir algum tipo de sentimento e um certo tipo de conforto em relação à outra parte. O que convém reter é que partilhar coisas corriqueiras do teu quotidiano seria um atentado ao tratado de não envolvimento, ou seja, algo expressamente proibido.

 

2. Ter um ‘amigo colorido’ acaba por afastar-te das relações sérias

Se tens uma vida preenchida a nível profissional, uma amizade do género pode parecer-te uma excelente opção, a ponto de te levar a pensar que não te faz falta uma relação (mais) séria. Aí é que te enganas. Por mais confortável que te sintas com os benefícios de uma amizade colorida, haverá sempre uma parte de ti que vai sentir aquele vazio que nenhum orgasmo (por mais épico que seja) consegue preencher.

 

3. O corpo é que paga

É do conhecimento geral dos informados que na presença de sexo assíduo o corpo humano liberta oxitocina, um químico que nos faz sentir extasiados, ao ponto de querermos manter essa performance. Agora imagina o que acontece quando esta é (prematuramente) interrompida... Ah, pois é!

 

4. Há sempre uma razão para não serem namorados

Por muito bom que seja o tempo que passam juntos, há uma razão para serem apenas amigos coloridos, como é o caso de diferenças entre ambos que sejam irreconciliáveis e que podem originar duras discussões.

 

5. Uma 'amizade colorida' tem sempre um prazo de validade

Por mais que se tente promovê-lo a algo mais consistente (e acredito que conheças vários exemplos bem-sucedidos), o facto é quando se começa uma relação deste género, na maioria das vezes o fim é só uma questão de tempo (e oportunidade). Se um 'f*** friend' se torna essencial na tua vida, quando o perdes o mais expectável é que acabes a carpir mágas que era suposto não carpires. E essa mágoa é capaz de te levar à loucura, quando, volvido pouco tempo após o rompimento, ele assume outro amor, dando a ela/ele tudo aquilo que dizia ser incapaz de te dar.

 

Single mine, acredito piamente que cada um sabe o que é melhor para si próprio. Tanto acredito que não tenho nenhum pudor em assumir que amizade colorida não é a minha praia. Nunca foi! Agora quero saber o que nos tens a dizer sobre isso.

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Ora viva!

 

Ontem, falei-te de alguns sinais que expressam o interesse de um homem. Mas será que eles estão a par do que (realmente) nos atrai? Cá para mim estão, se bem que não inteiramente. A pensar nisso, escolhi para hoje um artigo que aborda precisamente os aspetos que fazem um homem ser considerado atraente pelo sexo feminino.

 

De acordo com as conclusões de um inquérito realizado pela agência Synovate, a pedido da Gillete, vestir peças como jeans ou fato e estar barbeado são alguns dos requisitos mais apreciados por elas, sendo a imagem de um homem fardado considerada a que mais desperta a atenção, seguindo-se a de um homem de slips.

 

Entre as 425 inquiridas deste estudo que visou conhecer as preferências das europeias em relação ao sexo masculino, mais de metade (55%) considera atraente um homem que tem rotinas diárias de cuidado pessoal. Do lado oposto, a velha fantasia do macho encharcado de suor parece estar a perder fãs, já que não passou pelo crivo de ¾ (76%) das inquiridas, que a considerou 'pouco ou nada atraente'.

 

Para a esmagadora maioria dessas mulheres (90%), com idades compreendidas entre os 18 e os 59 anos, eles são mais atraentes quando são carinhosos com os filhos ou animais de estimação, quando lhes abrem a porta, quando cozinham e quando arrumam a casa.

 

Quando questionadas sobre as atitudes que estão tradicionalmente associadas ao sexo masculino, os resultados quebram alguns mitos: para 92% das mulheres, dizer palavrões não é 'nada atraente', da mesma forma que andar à pancada ou bater boca com os amigos também são atitudes mal vistas.

 

Antes de dar por concluída esta crónica, que tal partilhar contigo os itens que menos seduzem o sexo feminino. Aposto que és capaz de advinhar. Não? Não faz mal, eu digo: rastas, piercings e chinelos lideram essa lista. Eu cá para mim, acrescentava ainda as tatuagens de grande porte, mas dado que o estudo foi realizado junto das europeias – coisa que não sou – a minha opinião não passa disso mesmo, um mero bitaite.

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