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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Ora viva!

 

Depois de um fim de semana cansativo, contudo produtivo, eis-me de volta ao teu convívio, desta feita com uma crónica sobre o recém-publicado livro do psicólogo clínico Eduardo Sá, intitulado Quem nunca morreu de amor, no qual ele defende, entre outras coisas, que estamos a viver uma "solidão assistida"; que não há verdades absolutas no amor; que fomos muito mal educados para as relações amorosas; que há uma diferença entre morrer para a vida e morrer de amor; que namorar dá trabalho, daí que se deva ter um 'namorário'; que somos preguiçosos em relação ao amor; e que precisamos de ter alguém, já que não somos completos sozinhos.

 

De entre os vários aspetos abordados numa entrevista ao Observador, partilho contigo alguns dos trechos mais pertinentes a este forum:

 

Não há verdades absolutas no amor

Acho que o amor é provavelmente a mais fantástica demonstração das imperfeições humanas, isso é fascinante. Imaginá-lo com verdades absolutas era tudo o que faria dele outra coisa que não amor. O grande desafio do amor é que, independentemente de sermos todos muito parecidos, todos ficamos a ferver por dentro de paixão e gelados de medo. Todos fugimos do amor. Quando nos cruzamos com alguém que acende muitas luzes — e que sentimos que, de alguma forma, pode ser o nosso amor —, o nosso impulso não é correr atrás dela, mas sim fugir, como se as pessoas com quem sonhamos só existissem no nosso desejo e não fossem palpáveis, não tivessem um rosto e não fossem como nós. De repente, há alguém que nos adivinha por dentro, há alguém que somos capazes de intuir de uma forma tão fina que até parece que criamos as coincidências e que adivinhamos o pensamento dessa pessoa.

 

Fomos muito mal educados para as relações amorosas

Acho que todos nós fomos muito mal educados para as relações amorosas. À medida que fomos crescendo, fomos criando a ideia de que as relações entram num patamar muito semelhante às atividades curriculares. Tenho a noção de que só aprendemos a descobrir as pessoas que são importantes na nossa vida, que ocupam o lugar na fila da frente do nosso coração, quando morremos de amor. Precisamos morrer algumas vezes de amor para percebermos o que queremos da pessoa ao nosso lado e o que é que temos para lhe dar. Há pessoas que, ou porque já estão muito fragilizadas por diversos motivos ou porque se sentem sós, preferem estar mal acompanhadas. Talvez não sejam assim tantas as pessoas que se sentem bem amadas. Às vezes, quando olhamos para as relações de casal sentimos que já não são relações amorosas — passaram a ser amizades coloridas e pouco mais.

 

Há uma diferença entre morrer para a vida e morrer de amor

Precisamos desesperadamente de amar para que a nossa vida tenha sentido. Por vezes, há uma discrepância tão grande entre aquilo que esperamos e aquilo que as pessoas que estão ao nosso lado são capazes de nos dar que, no fundo, tecnicamente, estamos acompanhados mas a viver uma espécie de solidão assistida. Uma relação amorosa é só o grande projeto de toda a vida. Há uma diferença entre morrer para a vida e morrer de amor: só não morre para a vida, quem morre de amor.

 

Namorar dá trabalho

As relações mais importantes são profundamente frágeis, porque estão sempre debaixo de um sufrágio muito apertado da nossa parte. Esperamos dessas pessoas o que não esperamos de mais ninguém. Se facilitamos nestas relações, que são absolutamente indispensáveis, abrimos feridas muito difíceis de cicatrizar. Acho que somos muito demissionários das pessoas que nos são mais importantes.

 

Há que ter um 'namorário'

Temos uma agenda absolutamente esclarecida para os nossos compromissos profissionais e um calendário das atividades dos nossos filhos. Mas, depois, não temos uma agenda de namoro, sem a qual vamos ficando infelizes devagarinho. Acho que devia haver um agenda de namoro, uma espécie de 'namorário'.

 

Somos preguiçosos em relação ao amor
Temos uma posição um pouco infantil em relação ao amor. À medida que vamos tendo uma atividade profissional e uma vida familiar há rotinas que se tornam irrespiráveis e é preciso dar um safanão. É preciso perguntarmo-nos como é que devemos furar este cerco para conhecer pessoas novas. Encontrar um amor ao virar da esquina nunca é coincidência, precisamos de trabalhar para isso. Às vezes, contentamo-nos com uma primeira relação a sério, não porque estejamos completamente contentes com ela, mas porque temos um pouco de medo de que… não venha mais ninguém.

 

Precisamos de alguém, não somos completos sozinhos…
Acho brilhante como se fazem alguns slogans ['Se eu não gostar de mim, quem gostará'] e como, de uma forma hábil, justificamo-nos com eles. Quando pomos as coisas dessa forma é como se estivéssemos a dizer que a outra pessoa da nossa vida, a quem à priori estamos a conceder a importância das importâncias, afinal não é tão importante assim — é como dizer que a outra pessoa não é o protagonista na nossa vida, antes uma personagem secundária.

 

Quem nunca morreu de amor que atire a primeira pedra. Com isto quero dizer que está lançado o repto para um debate sobre as declarações deste especialista.

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Ora viva!

 

Era minha intenção por-te a par das últimas da minha vida profissional, uma autêntica novela mexicana que poderá acabar na ACT, caso não sejam respeitados todos os meus direitos. A meio da descrição de mais um (lamentável) episódio na minha carreira, eis que recebo uma recomendação para a crónica de hoje.

 

Dado que prefiro mil vezes falar de coisas agradáveis, eis-me aqui a dar-te conhecimento de um estudo recente, que garante que os homens se conquistam, não pelo estômago, mas sim pela braguilha.

 

Atesta a University College London que o cérebro masculino está programado para, perante a escolha entre 'sexar' e comer, dar sempre prioridade à atividade sexual, ficando a comida relegada para o the moment-after. Achas que é à toa que eles ficam com uma fome de leão após o coito?

 

A meu ver, o dado mais curioso desta pesquisa é a constatação de que a mente feminina – cujos neurónios funcionam ao contrário – prefere optar pelo alimento, mandando o sexo para os bastidores. De acordo com Scott Emmons, um dos autores do estudo, isto acontece porque o cérebro masculino possui tipos de neurónios que o feminino não tem, e vice-versa.

 

Aproveito a deixa para sugerir a estes estudiosos que tentem estabelecer uma correlação entre este dado empírico e o excesso de peso nas mulheres. Como podem elas não engordar se, ao invés de queimarem calorias e tonificarem o corpo, preferirem chafurdar-se na comida?

 

Devo ser uma vergonha à classe, pois jamais – nunca de vida, como se diz na minha terra – trocaria um orgasmo por um petisco. A comida, ao fim de um par de horas, desaparece sanita abaixo, enquanto que o orgasmo – dependendo da qualidade e intensidade – é capaz de nos deixar com um sorriso pateta ao fim de horas, dias e até semanas. Nunca vi ninguém com um ar extasiado depois de comer, por melhor que tenha sido o cardápio.

 

Cara mia, esquece a comida e vai mais é pinar, que isso é que faz mesmo bem. A tudo. Vejamos: poupa-se na mercearia, poupa-se no size, poupa-se na dermocosmética, poupa-se no ginásio, poupa-se na terapia, poupa-se no mau-humor, poupa-se no envelhecimento e em muitas outras coisas, como mostra esta imagem.

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Ora viva!

 

"Amar é muita coisa, muita dela psicológica, e muita dela química", assim começa o artigo da Visão na qual me inspiro para escrever esta crónica, um merecido tributo a todos os corações solitários que, como eu, recusam-se a desistir de encontrar "aquele" amor.

 

Em relação a isso, várias pesquisas científicas têm vindo a tentar descodificar os mistérios do amor. Pleonasmos à parte, algumas conclusões já podem ser dadas como adquiridas, como é o caso destas para encontrar a verdadeira metade da laranja:

 

1. Procurar alguém parecido connosco

Inúmeros estudos sobre o tema atestam que existe uma maior probabilidade de virmos a ser compatíveis com quem tenha personalidade, gostos e aspirações semelhantes aos nossos. Pessoas com preocupações e modos de vida parecidos veem o mundo de forma semelhante, pelo que tendem a sentir-se mais compreendidos pelo outro. E assim cai por terra aquela máxima sobre os opostos...

 

2. Tentar parecer envergonhado

A ciência diz que um ar envergonhado atrai muito mais que um confiante. E esta, hein? Será por isto que não tenho sido bem sucedida nas minhas tentativas? TPC (Técnica Para Conquistar): aprender a parecer tímida.

 

3. Gesticular à vontade

No contacto com o outro devemos ser expressivos, sem receios nem pudor, diz um estudo fundamentado em encontros speed-dating feito este ano, e no qual tanto eles como elas demonstraram preferir quem tenha uma linguagem gestual mais expressiva.

 

4. Não recear trocar olhares

Independemente de ser alguém que conhecemos ou que nunca vimos antes, o importante é estabelecer um contacto visual verdadeiramente profundo. Isto porque, no parecer da ciência, ajuda a promover sentimentos de paixão, amor, proximidade e afeição.

 

5. Ser amigo do ambiente

Uma investigação recente descobriu que aqueles que primam por um estilo de vida amigo do ambiente são vistos como mais desejáveis para relações duradouras. Por oposição, quem procura um estilo de vida mais consumista tende a ser visto como alguém ideal para relações mais fugazes.

 

6. Fazer-se de díficil

Um ensaio datado de há três anos provou que a maioria dos homens tende a preferir as mulheres que se fazem de difíceis e desinteressadas e menos recetivas às suas abordagens. Onde é que já ouviste esta? Aqui e em todo o lado, meu bem.

 

7. Arranjar um cão

Para uma experiência social de 2014 não restam dúvidas de que o sexo feminino tem queda por donos de cães. Moral da estória: "ter um animal de estimação significa facilidade de compromisso a longo prazo e faz com que uma pessoa pareça mais relaxada, acessível e feliz".

 

Enlevada por estas tocantes estrofes do poeta-mor da língua portuguesa, despeço-me com um abraço amigo e votos de que o amor se faça brevemente presente na tua vida:

É ferida que dói, e não se sente; 
É um contentamento descontente; 
É dor que desatina sem doer. 


É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente; 
É nunca contentar-se e contente; 
É um cuidar que ganha em se perder; 

É querer estar preso por vontade; 
É servir a quem vence, o vencedor; 
É ter com quem nos mata, lealdade.

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Ora viva!

 

Com uma noite mal dormida a pesar-me nos olhos e uma conversa (desagradável, mas nem por isso adiável) em pauta, este dia augura-se, física e emocionalmente, extenuante. Prevendo tal cenário, trajei-me a rigor: vestido branco a pender para o 'too much sexy for work day', saltos altos, ar compenetrado, semblante fechado e coração agoniado.

 

Estou ciente que tanto o meu discurso quanto a minha postura induzem quem está de fora a pensar que sou chegada num bate boca. Quem me conhece de verdade sabe que se há coisa que me custa horrores é a discussão. Não sei levá-la a bom porto, nunca soube, e para falar a verdade não estou minimamente interessada em passar a saber.

 

Feliz ou infelizmente, a vida poucas vezes se permite reger pelos nossos quereres. Volta e meia, lá exige ela que alguns pontos sejam postos nos is, sob pena de, num futuro inevitável, ter que se lidar com situações infinitamente mais penosas. Já nem falo nas várias crenças atuais que associam uma série de doenças à "engolição de sapos".

 

Enquanto me preparo para o embate, o melhor que tenho a fazer é descomprimir. É aqui que a escrita, no geral, e o Ainda Solteira, em particular, assume o papel de balão de oxigénio premium. Feito o desabafo, digo-te que a crónica de hoje é fruto da sugestão do PL, fiel seguidor que, volta e meia, acusa a ausência de uma perspetiva masculina a este blogue.

 

Como não sou de ignorar necessidades alheias, menos ainda as dos meus queridos solteiros, eis-me aqui a submeter à vossa apreciação este artigo do blog LIAM - Like a Man sobre como conquistar um macho legítimo. Dá uma olhadela.

 

"Cavalheiros, queiram desculpar mas este post é para as senhoras. Elas merecem e, em boa verdade, já era altura de alguém se dedicar a fazer este verdadeiro serviço público. Afinal, o que devem as mulheres fazer para nos conquistarem? O que nos faz perder a cabeça por uma mulher?

Sim, vamos falar de coisas sérias. E atenção que não estamos no "campeonato" das relações ocasionais. Isso é para meninos. Aqui fala-se de assuntos de homens. Ora leiam.

 

1. Naturalidade

Minhas senhoras, acreditem quando vos dizemos que uma das vossas maiores armas nesta coisa da sedução é mesmo a naturalidade. Não só porque não faz sentido tentarmos ser outra pessoa para além de nós próprios, mas também porque vivemos um tempo em que, muito provavelmente, ainda antes do primeiro encontro já terão tido acesso a muita informação sobre o outro através das redes sociais (vá, somos todos adultos. Não vale a pena fingir que não vão a correr ao facebook para tentar saber um pouco mais sobre ele, que amigos têm em comum, etc).

A verdade é que quanto mais uma mulher se conhece e respeita os seus limites, mais vai expor o seu magnetismo pessoal, atraindo assim a nossa atenção. Faz sentido?

 

2. Atitude

A arte da sedução tem muito pouco (ou nada, mesmo) a ver com a aparência. A atitude será sempre muito mais atraente do que só o visual. Por isso continuamos a ver mulheres de cair para o lado com homens de aparência apenas razoável, e vice versa. São pessoas que sabem o que valem e não deixam que esse valor se defina apenas (e sobretudo) pelo seu aspecto.

Quanto mais segura, mais sedutora uma mulher se torna. A maior parte de nós (a parte que interessa, digo eu) prefere mulheres que sabem o que querem, mulheres que agem e que falam com firmeza.

Acreditem quando vos dizemos: mesmo a mais bonita das mulheres sem atitude não vai muito longe nestas coisas do amor. Sim, pode até atrair olhares e uns engates ocasionais, mas não passará disso.

(Lembrem-se que estamos a falar de algo mais do que uma relação ocasional, ok?) 

 

3. Saber dizer "não"

Ao contrário do que se passa com a grande maioria das mulheres, que ouvem um "não" e se sentem rejeitadas, um "chega para lá" é coisa para deixar os homens ainda mais interessados e estimulados. Sim, é verdade. Vá-se lá entender, mas um homem sente mais desejo quando algo lhe é negado. Freud havia de explicar isto melhor do que nós, mas tenho para mim que a justificação para isto remonta ao Adão, à Dona Eva e ao seu fruto proibido.

Enfim: a melhor dica que vos podemos dar a este respeito (tipo cereja no topo do bolo) é dizer que não e sorrir ao mesmo tempo. Estes sinais contraditórios são infalíveis, acreditem. Been there, felt that.

 

4. Manter o mistério

Muitas mulheres pensam que para atrair um homem é necessário mostrar desde logo o que são e o que pensam. Mas os homens não funcionam assim. O "truque" é não demonstrarem de imediato todas as vossas qualidades ou defeitos (sobretudo estes últimos). Naturalidade, sim senhora, mas com calma. Não precisam de contar logo tudo sobre a vossa vida. O ideal será despertarem aquela vontade (boa) de querermos saber mais sobre quem está ali à nossa frente. De novo, numa era em que pespegamos tudo nas redes sociais, um pouco de mistério é ouro. E se há coisa de que nós, homens, gostamos é de uma boa (e saudável) corrida ao ouro.

 

5. Sem pressão

A uma senhora não se pergunta a idade, mas chega a uma certa altura em que uma mulher já devia saber que os homens não gostam de ser pressionados. Isto no geral, mas muito em particular nestes assuntos. Por isso, fica a nossa sugestão: deixem as coisas fluir e acontecer naturalmente, no tempo certo. Evitem comparar a relação ou o encontro com outros do passado e aproveitem o que está a acontecer sem qualquer tipo de preocupação. Só assim vão conseguir divertir-se e ser o mais naturais possível.

Se sentem que a coisa não avança ao ritmo que vocês desejariam, lembrem-se dos pontos 2 e 3. Com a atitude certa e a capacidade de dizer que não, podem não conseguir o homem que pretendem, mas pelo menos não perdem tempo com o errado. E o que não falta por aí são homens interessantes à espera de serem conquistados. Lembrem-se disso."

 

Se não me falha a memória, este tema já aqui foi abordado um par de vezes, só que nunca na perspetiva do outro lado da barricada. Agora que temos em nosso poder este precioso testemunho, dou por aberta a sessão de debate.

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Ora viva!

 

Uma das razões mais punjantes porque sou (ainda) solteira prende-se precisamente com o facto de não acreditar em amizades coloridas. Digam o que disserem (e acredita que ouço muito, já que a esmagadora maioria das pessoas com as quais privo é absolutamente pró este status quo), não me identifico – de todo –  com a coisa. Sou romântica, fiel por opção e adepta ferrenha da exclusividade. Tudo o que não vai de encontro a uma amizade colorida.

 

Adepta (ou não) de tal prática – isso é lá contigo – cumpre esta crónica o propósito de elucidar-te sobre as razões porque considero que esta não passa de uma perda de tempo. Isto porque "dar o corpo ao manifesto a custo zero", como costumo dizer, é, a meu ver, uma opção inglória, que só serve o propósito de fintar a carência e a solidão que costuma acometer os celibatários ou desfalcados de um coração rendido ao amor.

 

Perfeitamente legítimo alguém disponível, ainda para mais no rescaldo de uma deceção amorosa, querer um relacionamento sem compromisso, preocupações ou cobranças, tudo o que uma amizade colorida parece oferecer.

 

Até aqui tudo maravilha, na verdade, tudo ótimo; afinal quem não quer interagir nestes moldes? As coisas só começam a dar para o torto quando se começa a querer mais, ou seja, quando se criam expectativas e laços afetivos mais profundos que a tesão começam a palpitar na mente e no coração de uma das partes.

 

E as razões para que assim seja, segundo um artigo da Sol, são estas:

1. Um 'amigo colorido' não é realmente um amigo

Quando estamos com alguém com uma certa frequência, ainda que seja apenas pelo sexo, é normal que comecemos a nutrir algum tipo de sentimento e um certo tipo de conforto em relação à outra parte. O que convém reter é que partilhar coisas corriqueiras do teu quotidiano seria um atentado ao tratado de não envolvimento, ou seja, algo expressamente proibido.

 

2. Ter um ‘amigo colorido’ acaba por afastar-te das relações sérias

Se tens uma vida preenchida a nível profissional, uma amizade do género pode parecer-te uma excelente opção, a ponto de te levar a pensar que não te faz falta uma relação (mais) séria. Aí é que te enganas. Por mais confortável que te sintas com os benefícios de uma amizade colorida, haverá sempre uma parte de ti que vai sentir aquele vazio que nenhum orgasmo (por mais épico que seja) consegue preencher.

 

3. O corpo é que paga

É do conhecimento geral dos informados que na presença de sexo assíduo o corpo humano liberta oxitocina, um químico que nos faz sentir extasiados, ao ponto de querermos manter essa performance. Agora imagina o que acontece quando esta é (prematuramente) interrompida... Ah, pois é!

 

4. Há sempre uma razão para não serem namorados

Por muito bom que seja o tempo que passam juntos, há uma razão para serem apenas amigos coloridos, como é o caso de diferenças entre ambos que sejam irreconciliáveis e que podem originar duras discussões.

 

5. Uma 'amizade colorida' tem sempre um prazo de validade

Por mais que se tente promovê-lo a algo mais consistente (e acredito que conheças vários exemplos bem-sucedidos), o facto é quando se começa uma relação deste género, na maioria das vezes o fim é só uma questão de tempo (e oportunidade). Se um 'f*** friend' se torna essencial na tua vida, quando o perdes o mais expectável é que acabes a carpir mágas que era suposto não carpires. E essa mágoa é capaz de te levar à loucura, quando, volvido pouco tempo após o rompimento, ele assume outro amor, dando a ela/ele tudo aquilo que dizia ser incapaz de te dar.

 

Single mine, acredito piamente que cada um sabe o que é melhor para si próprio. Tanto acredito que não tenho nenhum pudor em assumir que amizade colorida não é a minha praia. Nunca foi! Agora quero saber o que nos tens a dizer sobre isso.

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Ora viva!

 

Ontem, falei-te de alguns sinais que expressam o interesse de um homem. Mas será que eles estão a par do que (realmente) nos atrai? Cá para mim estão, se bem que não inteiramente. A pensar nisso, escolhi para hoje um artigo que aborda precisamente os aspetos que fazem um homem ser considerado atraente pelo sexo feminino.

 

De acordo com as conclusões de um inquérito realizado pela agência Synovate, a pedido da Gillete, vestir peças como jeans ou fato e estar barbeado são alguns dos requisitos mais apreciados por elas, sendo a imagem de um homem fardado considerada a que mais desperta a atenção, seguindo-se a de um homem de slips.

 

Entre as 425 inquiridas deste estudo que visou conhecer as preferências das europeias em relação ao sexo masculino, mais de metade (55%) considera atraente um homem que tem rotinas diárias de cuidado pessoal. Do lado oposto, a velha fantasia do macho encharcado de suor parece estar a perder fãs, já que não passou pelo crivo de ¾ (76%) das inquiridas, que a considerou 'pouco ou nada atraente'.

 

Para a esmagadora maioria dessas mulheres (90%), com idades compreendidas entre os 18 e os 59 anos, eles são mais atraentes quando são carinhosos com os filhos ou animais de estimação, quando lhes abrem a porta, quando cozinham e quando arrumam a casa.

 

Quando questionadas sobre as atitudes que estão tradicionalmente associadas ao sexo masculino, os resultados quebram alguns mitos: para 92% das mulheres, dizer palavrões não é 'nada atraente', da mesma forma que andar à pancada ou bater boca com os amigos também são atitudes mal vistas.

 

Antes de dar por concluída esta crónica, que tal partilhar contigo os itens que menos seduzem o sexo feminino. Aposto que és capaz de advinhar. Não? Não faz mal, eu digo: rastas, piercings e chinelos lideram essa lista. Eu cá para mim, acrescentava ainda as tatuagens de grande porte, mas dado que o estudo foi realizado junto das europeias – coisa que não sou – a minha opinião não passa disso mesmo, um mero bitaite.

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Ora viva!
 
Faço uma breve pausa no trabalho – estes dias ando a produzir que é uma maravilha e quando assim é convém não dispersar demasiado, não vá a concentração 'desdar' o ar da sua graça – para partilhar contigo algumas "qualidades" que a escritora australiana mais famosa na área da sexologia e dos relacionamentos, Tracey Cox, associa às mulheres boas na cama.
 
Papel e caneta a postos, olhos fixos no ecrã e concentração na máxima potência, vamos lá então desconstruir as 15 características que fazem da legítima herdeira de Eva uma bomba sexual, capaz de deixar qualquer descendente direto de Adão viciado nela.
 
Ei-las: 
1. Na hora do bem bom, tomam a iniciativa.
2. Não julgam as sugestões do parceiro nem são 'pudicas' (isto é, não se armam em esquisitas).
3. Não têm medo de dizer 'não' quando não estão a fim daquilo ou de realizar qualquer fantasia do parceiro.
4. Conseguem ver o 'lado negro' (vulgo, Grey) do seu parceiro.
5. Gostam de ousar (variar e inovar).
6. Sabem o que querem e não são passivas.
7. Tratam bem os genitais do parceiro.
8. Sabem que o homem não é um robot e que nem sempre tem a mesma performance.
9. Sabem fazer sexo oral e gostam de o receber.
10. Dão feedback de forma delicada.
11. Fazem barulho, mas não exageram.
12. São felizes com o próprio corpo.
13. Gostam de se arranjar e vestir bem.
14. Mostram aos amigos que acham o parceiro sexy, mas não partilham detalhes da intimidade que o podem deixar ficar mal.
15. Não têm por hábito fingir o orgasmo.
 
A primeira ilação que se pode tirar desta lista é que, de facto, confirma-se aquela velha ideia de que os homens querem 'uma lady na mesa, uma louca na cama'. Só que em vez de louca, a especialista prefere usar a definição "uma mulher que é sexualmente confiante, aventureira e que sabe o que quer".
 
Quem sabe a crónica de hoje não nos inspira a … tu sabes. E com esta, volto ao batente, não sem antes desejar-te um excelente fim de semana, de preferência pautado por uma queca de kel bom.

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Ora viva!

 

A propósito de uma conversa, desenrolada há instantes, via chat do Twoo, trago à baila a crónica do passado 13 de fevereiro, que fala precisamente sobre essas "novas" mulheres que, pela sua independência, deixam os homens com medo.

 

Quando o single guy com quem trocava caracteres me confessou que, "por já não terem controlo sobre as mulheres (que nos dias que correm não têm qualquer pudor em dizer NÃO), os homens sentem-se um tanto ou quanto perdidos, recomendei-lhe a leitura deste artigo que agora republico, não sem antes deixar este recado aos meus seguidores solteiros: "Rapazes, estou ciente que mulheres autónomas, independentes e bem resolvidas (ainda) vos faz muita confusão. Também sei que "todos os homens querem abrir a caixa dos segredos das mulheres, mas elas têm o seu próprio código, impossível de decifrar", palavras do próprio. Bem, vamos lá então ao artigo.

 

Por diversas vezes aqui assumi que mulheres demasiado bem resolvidas não fazem muito sucesso junto do sexo oposto, a não ser que delas se queira apenas sabura (palavra crioula que qualifica tudo que seja diversão). A última foi na passada sexta-feira, quando escrevi que: "Tanto tempo de solteirice fez com que me tornasse egoísta, individualista, mais introspetiva e demasiado autossuficiente. Caraterísticas que tantos homens assumem admirar, mas que poucos conseguem aturar."

 

Esta declaração rendeu-me todo o tipo de reações, de tal modo que se justifica uma nova incursão ao âmago desta questão de independência feminina versus sucesso amoroso. Inspirada num texto do Thought Catalog, o artigo de hoje, uma sequela da anterior, visa esmiuçar o porquê de tantos homens não acharem grande piada a mulheres fortes e independentes.

 

Se "forte" e "independente" são caraterísticas inerentes à tua personalidade, deves estar habituada a dificuldades acrescidas no que toca a relações amorosas. Uma das razões primeiras, provavelmente a mais enraizada, prende-se com a educação patriarcal que confere ao sexo masculino o dever de zelar pela segurança e bem-estar do chamado sexo frágil, nós mulheres.

 

Encarada como um ser indefeso, tal qual a donzela das estórias de encantar, a mulher precisa de quem a conduza, de quem a proteja, de quem a defenda de tudo e mais alguma coisa. E cabe aos homens, autênticos cavaleiros andantes de armadura e espada em riste, o papel de zelar pela sua segurança e sobrevivência. Assim vigorava no tempo das cavernas e assim continua a vigorar em muitas sociedades e na cabeça de muitas pessoas.

 

A maioria dos homens demonstra desconforto perante mulheres autossuficientes precisamente porque têm consciência de que o papel que lhe caberia na vida delas seria de mero figurante, com sorte de coprotagonista, ao invés do protagonismo que a sociedade lhe incutiu desde sempre. Sem donzela para ser salva, como pode ele desempenhar o papel do herói salvador? Se ela não precisa dele para garantir a sua preservação, então qual o seu papel na vida dela?

 

À custa dessa tal sociedade patriarcal e de milénios de lavagem cerebral, os discípulos de Marte precisam das mulheres, melhor dizendo das meninas, para acariciarem os seus egos e fazê-los sentirem-se elemento sine quo non na vida delas e membro ativo da esfera privada, uma espécie de macho alfa da relação.

 

Na presença de espécies femininas portadoras de atributos qualificativos semelhantes ou até superiores aos deles, o mais certo é que estes se sintam inibidos ou diminuídos. A verdade é que estes homens não foram programados para duvidarem de si mesmos, para porem em causa o seu valor, para sentirem-se intimidados, especialmente pelas mulheres.

 

Preferem ir atrás de uma "donzela", dependente e submissa, capaz de fazê-los sentirem-se superiores, necessários e responsáveis, do que batalhar por uma que o desafie, que o encare de igual para igual, que o estimule a superar-se e a dar o melhor de si (todos os dias).

 

Se estes exemplares pudessem aprender a amar e aceitar uma mulher forte e independente, muitas vezes mais disposta a dar mais e melhor para o bem da relação, não assistiríamos a este fenómeno tão contemporâneo e francamente desolador: um crescendo de mulheres espetaculares desemparelhadas, estigmatizadas e rotuladas. Talvez resida aqui a justificação para tantas preferirem submeter-se a relações ocas, estéreis e abusivas a enfrentarem o celibato.

 

Com muita pena nossa, mulheres fortes e independentes, não abundam pelos tortuosos caminhos do amor homens com segurança e autoestima suficientes para, sem pudor nem receio, desafiar o status quo e contentar-se com uma companheira de batalhas ao invés de uma mera espetadora das suas façanhas.

 

Se também te assumes como uma mulher assim fica sabendo que não há nada de errado contigo. Pelo contrário, deves é ter orgulho em seres quem és. Em meio a tantas ovelhas, opta por ser a tresmalhada. Aquela que pensa pela própria cabeça, assume o comando da própria vida, é responsável pelas suas escolhas e decisões, dá a cara tal qual é e recusa-se a usar o espartilho social com quem se tenta moldar-nos.

 

A tua luz, especial, rara e preciosa, é o que deve guiar os teus passos rumo à felicidade plena. É precisamente a originalidade, a genuinidade, a particularidade e a força que fazem de ti digna de merecer um homem à tua altura, alguém com quem possas partilhar a tua essência sem filtros.

 

Desses homens de que falei ao longo do texto, só nos resta esperar que, ainda nessa encarnação, venham a consciencializar-se que, apesar de este tipo de mulher dar mais trabalho para conquistar e ainda mais para conservar, a vida ao seu lado é infinitamente mais interessante. Afinal não é à toa que se diz que quanto maior o esforço maior a recompensa.

 

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Ora viva!

 

Nos últimos dias falámos dos atributos que fazem toda a diferença na hora da conquista, assim como da caraterística-chave que abre o coração feminino. Que tal falarmos agora do outro lado da questão, ou seja, de uns quantos comportamentos que afastam uma pretendente.

 

Ciente de que este assunto possa ser do interesse de ambos os géneros, aconselho os single guys que seguem este blogue, sobretudo os que ainda acalentam o desejo de encontrar a sua metade da laranja, a dedicarem uma atenção especial às próximas linhas.

 

Meu bem, se tens tido pouco sucesso na arte do amor o mais provável é que a culpa resida no teu comportamento, já que podes estar a incorrer em algumas condutas que simplesmente afastam uma potencial candidata ao teu coração. Acerca disso, a edição norte-americana da Men's Health destaca sete atitudes masculinas que afastam o mulherio. Anota aí: 

 

1. Ser demasiado afoito
Por mais que nos dias de hoje reine o culto da intimidade física instantânea, mulheres que realmente valem a pena não são adeptas desta prática. É por isso que mostrares-te apressado ao ponto de abordar questões sexuais no início da convivência é de mau tom e pode afastar o alvo do teu interesse, já que ela vai pensar que só estás interessado 'naquilo'.

 

2. Fazer comparação com outras 
Mesmo que o objetivo seja elogiar, a comparação com outras raramente é aceite de ânimo leve. Tenha em mente que cada qual é como é, com personalidade própria e caraterísticas únicas, o que faz de cada pessoa um ser incomparável. Portanto, tenta não cair na tentação de tecer comparações entre ela e outra qualquer, por melhor que seja a tua intenção.

 

3. Insultar exs
Um homem que fale mal de quem já foi importante na sua vida, isto é, que diz cobras e lagartos de antigas relações, o mais provável é que acabe por afastar as pretendentes com melhor potencial. Mais do que mostrar que tens um caráter rancoroso, infantil e indiscreto, este é o tipo de coisa que deixa a candidata de pé atrás, ao ponto de pensar que o problema pode estar em ti e não nelas.  

 

4. Pedir/enviar fotos ousadas
Pessoalmente, esta é das coisas que mais me impressionam pela negativa, na medida em que considero de extremo mau gosto um homem que mal me conhece e já vai pedindo que 'me dispa', muitas vezes antes mesmo de perguntar como me chamo. Se é o teu caso, entende de uma vez por todas que é no mistério, na expectativa e no jogo de sedução que reside a magia da conquista. Se queres ver mulheres nuas há sites próprios para isso.

 

5. Focar-se apenas em gajas boas
Possuis uma autoestima tão grande assim ao ponto de só considerares as opções mais atraentes? Desdenhar as menos giras não só abona muito pouco a teu favor como queima o teu filme com ambos os tipos de mulheres: as que te atraem e as que não. Mostra que és fútil e pretensioso, incapaz de olhar para além da aparência.

 

6. Fazer pouco da inteligência feminina 
Atitudes machistas ou comentários misóginos e depreciativos acerca do intelecto feminino deixam transparecer falta de edução, desinformação, pouca inteligência e complexo de inferioridade. Reduzir a mulher à sua beleza e desconsiderar todas as suas opiniões, ideias e interesses é um autêntico suicídio amoroso. Não o cometas, por favor!

 

7. Não aceitar a mulher como ela realmente é
Mais do que quereres desfrutar da (boa) companhia feminina, tens que querer conhecer realmente a essência dela. Prestares atenção ao que ela diz, ao que (des)gosta ou à forma como reage àquilo que fazes ou dizes é o garante de que, de facto, te interessas por ela enquanto pessoa e não somente como fêmea. Sem falar que é das coisas que mais cativam o universo venusiano.

 

Tomo a liberdade para acrescentar mais três tópicos a esta lista, a meu ver, uma lacuna no citado artigo.

 

8. Ser demasiado carente
Se há gajos de que fujo a sete pés é dos carentes. Sabes aquele tipo que mal te conhece e já te trata por amor, diz que não pode viver sem ti, que és a mulher dos seus sonhos, manda mensagens atrás de mensagens e quer estar contigo o tempo todo? Se falar em compromisso e descendentes, então… fui. Perante um exemplar destes, a sirene de alerta começa a piscar incessantemente, pois tanta carência e ansiedade não me inspiram confiança. Espero sinceramente que não te revejas nessa minha descrição.

 

9. Queixar-se de tudo e mais alguma coisa
Passar a vida a lamentar-se – o chefe que implica (injustamente), os colegas que fazem a vida negra, o trânsito que dá cabo dos nervos, o salário que é uma miséria, a família que vive num espiral de melodramas, o cão que adoeceu, a coluna que dói, o abdmómen que amoleceu, etc., etc. – é dos comportamentos que mais afastam os outros de nós, especialmente aqueles que têm pretensão de nos incluir na vida deles. Problemas toda a gente tem, por isso guardemos os nossos para nós mesmos, que o mundo precisa de gente positiva capaz de somar e não sugar.

 

10. Gabar-se das conquistas amorosas
Um homem que se gabe despudoramente das mulheres com quem andou cai a pique na minha consideração. Se entrar em detalhes intímos é imediatamente excluído da prova de acesso à minha vida. Por mais sucesso que faças entre o mulherio, por melhor que seja a tua performance sexual ou por mais extensa que seja a tua coleção de opções, esse é o tipo de informação que só diz respeito à tua pessoa ou ao teu círculo de amigos, no caso de seres um fala-barato incapaz de comer e calar. Nenhuma mulher sensata leva a sério um conquistador barato, ainda por cima linguarudo. Até porque um homem comme il faut não sente necessidade de sair por aí a vangloriar-se dos seus feitos amorosos.

 

Ainda que não te identifiques com nenhuma destas práticas desgostosas, espero que este artigo tenha sido últil para ti, mais não seja para te lembrar do que não fazer em matéria de conquista e sedução. 

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Ora viva!

 

Encerrado mais um capítulo no meu percurso profissional (ontem foi o último dia daquele trabalho de cuidadora de terceira idade de que te falei no outro dia), eis-me, na melhor disposição e cheia de energia, de volta à minha rotina que tanto adoro e que tanta falta me fez nas últimas semanas.

 

Dito isto, que tal um olhar sobre o atributo que nós as mulheres mais valorizamos nos homens? Quanto a este assunto pertinente e sempre atual, diz-me a minha experiência (real e virtual) que a maioria deles, especialmente os desemparelhados, não fazem a mais pálida ideia sobre os aspetos – intrínsecos, claro, que os físicos saltam à vista – dão o xeque-mate no jogo da sedução.

 

Será o cavalheirismo, a generosidade, o sentido de humor ou, quem sabe, o paleio? Nada disso, meu bem! Mais do que a beleza, que de facto, rende imensos pontos em matéria de atração, a qualidade masculina que as discípulas de Vénus mais valorizam é, pasme-se!, o altruísmo. Sim, leste bem!

 

Pelo menos é que diz um estudo publicado na revista Evolutionary Psychology, cujos resultados "provam a importância do altruísmo nas preferências das mulheres quando procuram um companheiro", segundo escreve Daniel Farrelly, que foi quem liderou esta pesquisa da Universidade de Worcester.

 

"O altruísmo é muito importante para as mulheres, no que diz respeito ao homem da sua vida", sendo os detentores desse traço de perfil encarados como muito mais atraentes que os bad boys, espécie que só reúne a preferência feminina quando se trata de one night stand, vulgo relação casual instantânea.

 

Caro seguidor, portador ou não de predicados estéticos de alta intensidade, com este artigo passas a saber que a beleza em si não é garantia de sucesso na arte do amor sustentável. O altruísmo sim parece ser a chave que abre o coração feminino (pelos menos das britânicas, amostra da referida pesquisa).

 

Portanto, se ainda acalentas o sonho de encontrar a tua special one, toca a trabalhar esta característica, que o (verdadeiro) amor espera por ti. Boa sorte e uma ótima semana.

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