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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

28
Jul16

18926921_hniZm.jpegPor (finalmente) ter chegado à conclusão de que é mais do que hora dele tomar conhecimento dos sentimentos que assolam o meu coração - até porque, para seguir em frente, preciso resolver esta pendência - e por também já não aguentar as "bocas" e cobranças de quem está por dentro deste assunto, resolvi declarar-me ao tal fulano lá do ginásio, pessoa por quem nutro uma paixão (platónica) há mais de ano e meio.

 

Dado que não sou uma pessoa convencional, logo não me vejo a abordá-lo de forma convencional, e por estar mais à vontade com as palavras escritas, decidi escrever-lhe uma carta, que será mais ou menos nestes termos. Porém, antes de lho enviar, gostaria de saber a tua opinião, tu que vens acompanhado este meu drama ao longo de vários posts.

 

"Talvez esta não seja a forma mais desejável de fazer isto, mas aqui vai. Fascinas-me! Não vejo outra forma de te dizer isso. Se me perguntares porquê, vou-te responder: "Por tudo e por nada." Por tudo aquilo que tenho visto ao longo deste tempo todo. Por tudo aquilo que deduzo que sejas. Por tudo que aspiro que venhas a ser para mim. Mas sobretudo por tudo aquilo que nunca demonstraste ser.

 

Por nada, porque (quase) nada sei de ti. Não sei do que gostas. Não sei qual o teu prato preferido. Não sei o que te faz rir. Não sei o que te comove. Não conheço o teu riso, nem a tua voz, pois nunca sequer a ouvi. Não sei se gostas do meu tipo ou mesmo da minha raça. Na verdade, sequer sei se gostas do género. Tão pouco sei se estás envolvido com alguém. Também não sei se és pessoa para te entregares aos sentimentos ou a uma outra pessoa.

 

Ainda assim, fascinas-me. Isso eu sei. Sinto-o toda vez que te vejo e a cada vez que penso em ti. Não penses que este sentimento é recente. Não mesmo! Durante meses e meses, enquanto te observava no ginásio e ia descobrindo pequenas coisas sobre ti nas redes sociais, assisti ao intensificar desse fascínio. E este chegou a tal ponto que já me sufoca, já não consigo - nem quero - guardá-lo apenas para mim. Penso que as minhas amigas já não aguentam mais ouvir-me falar de ti.

 

Ontem quando passei pela tua casa - sim, sei onde moras porque já te vi entrar (somos vizinhos) -, decidi que é mais do que hora de dar-te conhecimento do que sinto por ti. Mais não seja porque acredito que todos nós merecemos saber quando despertamos (bons) sentimentos nos outros. Isso faz de nós não só humanos dignos de afetos, mas especiais.

 

E para mim és especial, acredita nisso!"

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Seria até crime não dedicar o artigo de hoje à vitória de seleção portuguesa de futebol no campeonato europeu. Ontem fez-se história e eu tenho o orgulho de dizer que dela tomei parte.

 

Por estar ciente de que posso não voltar a presenciar um feito destes, inédito e quiçá irepetível, abri mão da minha relutância em associar-me a manifestações públicas e desci ao Marquês de Pombal para me juntar à multidão em delírio - eu que nunca tinha lá posto os pés, nem mesmo quando o meu amado FC Porto conquista títulos.

 

Não poderia ter tomado melhor decisão, pois além de poder festejar o título europeu - merecido, não obstante a minha seleção ser a Itália - ainda tive a sorte de dar de caras com o rapaz lá do ginásio: lindo e maravilhoso com a sua camisola oficial da seleção que hoje é de todos nós, independemente do género, idade, raça, credo, religião, filiação partidária, cidadania ou clube de futebol.

 

Oh Portugal, fazes-me verdadeiramente feliz e este post é para te dizer que, apesar de ser cidadã estrangeira, nunca antes me senti tão nacional, tão tuga, tão lusófona. Que venham mais títulos, muitos mais, para que eu possa comemorar, de preferência nos braços do meu gym boy.

 

Portugal olé Portugal olá Portugal olé!

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03
Jun16

 

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Meu bem, já alguma vez sentiste saudades de alguém que nunca tiveste? De algo que nunca viveste? De um lugar que nunca visitaste? De um abraço que nunca recebeste? De um beijo que só foi dado na tua imaginação? De um afago que nunca sentiste? De uma conversa que apenas se deu na tua mente? De um algo que nunca se concretizou, mas que é tão real que és capaz de apalpá-lo? De uma coisa que não sabes explicar muito bem, mas que sentes que te faz falta?

 

Não sei se me consegues entender. Por estes dias ando murchinha. Coisas do coração, mais concretamente coisas do tal fulano lá do ginásio. E ponho-me a pensar como pode ser possível eu pensar, desejar, sonhar, suspirar e esperar tanto em relação a uma pessoa cuja voz não conheço, cujo toque nunca senti, cujos lábios não provei, cujo corpo não conheceu o meu toque e cuja cor dos olhos nem tenho bem a certeza do tom exato.

 

Há momentos que chego a pensar que devo estar a padecer de uma espécie qualquer de delírio, pois não me faz muito sentido - logo eu que sou tão pragmática e objetiva - esta minha fixação por uma entidade tão ilusória. Por outro lado, o que me desperta ele é tão intenso, erótico e humano que não pode ser apenas fantasia de uma (ainda) solteira carente e solitária.

 

A vida é o que qualquer pessoa com mais de 12 anos e com um mínimo de neurónios funcionais sabe: umas vezes madrasta, outras fada-madrinha, e pelo meio nem uma coisa nem outra. Estou certa de que concordarás comigo que a nossa vida mais não é do que aquilo que dela fazemos. É neste ponto que me assalta a pergunta: o que estou fazendo com a minha vida amorosa? Se tenho sentimentos por ele, porque não faço algo por? Porque não vou à luta e vejo no que dá? Porque não arrisco, em vez de me esconder por detrás de... do quê mesmo? Porque não saio da porra da minha zona de conforto (que de conforto deixou de ser há muito) e atiro-me logo de uma vez?

 

Tenho até medo de confessar, mas a verdade é que os meus traumas ainda continuam a vencer. Fui rejeitada tantas vezes e por tantas pessoas, a começar pela minha progenitora, que o medo de voltar a ser magoada simplesmente paralisa-me. Essa é que é essa. Ontem, numa esclarecedora troca de comentários com um seguidor deste meu caderno, voltei a ouvir (melhor dizendo, a ler) que, para o bem ou para o mal, esta indefinição, além de não me levar a lugar nenhum, impede-me de alçançar o prémio.

 

A procrastinação é algo ingrata, porém tão imponente que temos que estar munidos de artilharia da pesada para a ela podermos fazer face. Coisa que não acontece comigo neste momento. Enquanto eu não sanar o meu passado, fazer as pazes com ele, perdoar quem tem que ser perdoado, trabalhar a autoestima e cultivar pensamentos positivos, dificilmente conseguirei ter a atitude necessária para lidar com essa paixoneta ou qualquer outro sentimento por quem quer que seja.

 

Não tenho por hábito ser tão pessoal nos meus posts, mas hoje resolvi revelar-me um pouco mais. Para falar a verdade, procuro um colo amigo e umas palavras de conforto. Essa é que é essa.

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02
Jun16

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Hoje republico um dos meus artigos mais populares e comentados: o que fala sobre a minha crush por um gajo que anda no mesmo ginásio que eu. Boa leitura.

 

Com o meu ego de baixa, venho aqui em busca do teu ombro amigo e, quiçá, de uma palavra de conforto. O assunto que quero partilhar contigo hoje é a minha (não) relação com um rapaz lá do ginásio, que não há maneira de me passar cartão, mas por quem suspiro, suspiro e suspiro. A este ritmo ainda abro uma suspiraria.

 

Após três semanas de treino intensivo com o meu couch, regressei esta tarde aos treinos. Este interregno forçado deveu-se a falta de fluxo de caixa, já que esta cena de estar desempregada (e sem qualquer subsídio, diga-se de passagem) tem muito que se contar. Enfim... ultrapassada a questão, eis-me de volta ao Fitness Hut, que é bom, barato e bonito (agora até pareço um chinês a promover um dos seus artigos) e ajuda-me a manter a mente e o corpo sãos.

 

Ao final do dia sabe-me sempre bem lá ir, não só porque o exercício físico é algo do qual já não consigo (nem quero) estar longe por muito tempo, mas também porque é o único momento em que o meu cérebro não pensa em nada. A não ser no tal rapaz lá do ginásio!

 

O fulano, gaiato para vinte e poucos anos (não consigo precisar com exatidão a idade dele, sei apenas que é bem mais novo do que eu), é o tal por quem ando a babar desde janeiro, já lá vão mais de nove meses, tempo esse que, para uma mulher à beira dos 40 anos, é uma vida. O fulano não é bonito, mas é giro. O fulano não é gostoso, mas é apetecível. O fulano não é hot, mas tem pinta. O fulano é trinca-espinhas, mas todo trabalhado na tonificação. O fulano só tem duas mudas de roupa, uma para cada estação: uma calça de fato de treino de algodão que aperta nos tornozelos - no comment - e uns calções para a época mais quente, (ambos da cor cinza), mas tem estilo. O fulano só usa t-shirts promocionais -  aquelas das meias-maratonas, tipografia Santos e afins - e meias até às canelas, mas até isso lhe confere um diferencial. O fulano, até há uns meses atrás, só tinha umas sapatilhas de futsal (pois...), mas agora tem um par de adidas todo trendy. O fulano é daquele tipo que para a meio de um agachamento para ir ao telemóvel ler ou escrever mensagens (um dia ainda hei de descobrir com quem ele tanto troca mensagens). O fulano é tão fininho que dá perfeitamente para usá-lo como régua. O fulano é tão achatado lá atrás que deve ser um descendente direto do Mao Tsé Tung (só espero que o que Deus não lhe deu atrás, lhe tenha dado à frente).

 

Mas apesar de tudo isso, o fulano tem potencial, ah tem sim senhora! Sabes aquele tipo de homem que, apesar de não fazer nada o nosso género, tem aquele je ne sais quoi que nos deixa absolutamente fascinadas? Claro que o facto de ele não me ligar nenhuma contribui (e muito) para a intensidade desse fascínio.

 

Uma vez elencados todos os no match point dele, convém esclarecer o que é que eu vi no dito cujo para estar assim tão embeiçada. Para começar, o gajo não usa acessórios corporais, vulgo brincos, piercings e tatoos (em relação a essas coisas sou muito conservadora). Depila-se apenas nas axilas (pelo menos é o que está visível a olho nu), o que me faz pensar que é uma pessoa que zela pela estética, higiene e bem estar coletivo, mas que não deve ser gay. É muito disciplinado, nunca o vi começar a treinar sem primeiro fazer o aquecimento (coisa rara). É metódico, já que segue à risca o seu plano de treino (seja ele qual for), o que, a meu ver, quer dizer que não vai lá apenas polir o tatami, menos ainda socializar ou galar as damas ou cavalheiros (sei lá eu em que time joga o fulano!). Não passa cartão a ninguém, nem dá confiança para isso. Sempre na dele, fala pouco, treina bastante e "telemova" pra caramba (essa parte é mesmo creepy, admito). E eu que adoro pessoas reservadas, misteriosas e de acesso condicionado, não resisto. Bem, quando ele chega de fato, o meu coração simplesmente para: o homem é a coisa mais linda e elegante do mundo.

 

Ninguém no ginásio me sabe dar informações dele e acredita que já recorri a quase toda a gente: ao gerente, a uma PT, à menina da limpeza, aos amigos, até subornei um gym service para aceder ao ficheiros dos sócios e conseguir-me um contato dele (telefone, e-mail, facebook, o que for). Nada!

 

Até agora a única coisa que consegui descobrir foi o seu primeiro e último nome. Uma vez, por acaso, assim só por acaso, vi-o inserir o código de acesso e fiquei a saber como se chamava ele (que alegria minha nesse dia, uma sexta-feira, lembro-me perfeitamente). Mas é um nome tão comum, tão lusitano, que de pouco me serviu até agora, uma vez que devem existir inúmeros sócios com as mesmas coordenadas notariais. Também não tive sorte nenhuma nas redes sociais e acredita que como gestora de social media dificilmente me escapa algo na rede.

 

Minha nossa! Empolguei-me a descrever o rapaz (é para veres o que ele faz comigo) que o texto já vai bem longo e ainda nem sequer cheguei ao cerne da questão: como fazer com o dito cujo repare em mim e me dê uma oportunidade. Alguma sugestão? Qualquer dica será devidamente apreciada.

 

Por ora é tudo, que esta suspirante aqui está toda moída (pudera! após todos estes dias de inatividade, sem falar que a idade também não ajuda) e este corpito que é meu, mas que não me importava de ceder ao tal rapaz do ginásio, só pede repouso.

 

Xiuuuuuu! Consegues ouvir? É a minha cama a chamar-me. Despeço-me com um até amanhã e prometo que para a semana haverá mais para contar sobre esta minha novela pessoal. O melhor ainda está para vir, acredita no que eu te digo!

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Tenho mesmo que partilhar este artigo do Observador, que não poderia espelhar melhor aquilo que venho apregoando há tempos.
 
O ginásio está muitas vezes associado à boa forma mas, nem sempre, à boa educação. Muitas pessoas encaram o treino como um escape ao quotidiano e como o momento ideal para se focarem num objetivo mas nem sempre isso acontece. Quantas vezes já te interromperam pressionando-te para saíres da máquina onde estavas a fazer exercício? E quantas vezes já deste de caras com as partes íntimas da gaja do lado que anda a passear nu pelos balneários? Para que nenhuma destas situações volte a acontecer, reunimos mais de dez regras básicas de etiqueta que todos os frequentadores de ginásios devem ter em conta:
 
1. Usar (sempre) uma toalha

Não é por acaso que a toalha de treino, de preferência branca, é obrigatória em qualquer ginásio. É indispensável para limpar a transpiração, os manípulos dos equipamentos e ainda para se sentar nas máquinas e colocar no colchão. Ninguém gosta de se deitar num colchão cheio de gotas de suor.

 

2. Deixar o telemóvel em silêncio

Seja nos balneários, em aulas ou na sala de exercício (isto se fores daquelas pessoas que sofre de FOMO), coloca-o em silêncio. Mesmo dentro do cacifo, é provável que o toque distraia e incomode as pessoas que estão a tentar descontrair.

 

3. Respeitar o tempo limite do uso das máquinas

Aquele papel afixado junto às passadeiras e elípticas por algum motivo ali está. "Em hora de ponta, evite exceder o tempo estipulado para os aparelhos de trabalho cardiovascular". O pedido é para cumprir, especialmente se já estiveres a correr há algum tempo e não houver pessoas à espera.

 

4. Não pressionar os outros

Toda a gente compreende que tens de seguir o teu plano de treino à risca (quem não tem?) mas não deves ficar parada junto aos aparelhos para forçar outra pessoa a sair. Arranja uma máquina alternativa ou troca a ordem do treino ou simplesmente desiste daquela máquina. Em último caso, pedes gentilmente para te avisarem quando terminarem as repetições e acrescenta "mas esteja à vontade" só para parecer bem. Funciona sempre.

 

5. Não fazer barulho
Estás a ver aquelas pessoas que deixam cair os pesos no chão e fazem um barulho enorme? Ou aquelas que explodem em gritos de esforço sempre que aumentam a carga ou levantam pesos (demasiado) pesados? E aquelas então que gemem como se estivessem à beira de um ataque de orgasmos múltiplos? Pois, não é agradável e facilmente distraem os atletas que estão concentrados num objetivo. Reserva os teus gemidos (caso os tenhas, claro!) para as aulas de bicicleta ou de tonificação muscular para que ninguém confunda o ginásio com um jardim zoológico ou um motel.

 

6. Dar espaço aos outros

Tanto nos balneários como na sala de exercício, respeita o espaço das outras pessoas. Se existem três chuveiros disponíveis, precisas de ir logo para o lado daquele que está ocupado? O mesmo se aplica aos cacifos e às passadeiras. Evita ainda deixar objetos espalhados nos bancos e no chão (especialmente roupa interior suja).

 

7. Evitar andar despida no balneário

Por muito que te sintas à vontade com a nudez, e tenhas orgulho do teu corpinho danone, nem toda a gente partilha da mesma opinião. Seja a caminho do banho, na sauna ou até no banho turco, tapa as tuas partes íntimas ou corres o risco de ser acusada de falta de respeito, despudor ou exibicionismo. Ah, e muito importante: tanto a sauna como o banho turco são espaços para relaxar e não para te depilares, pentear, pôr creme ou ter uma conversa séria com a vizinha do lado.

 

8. Evitar selfies no balneário

Nada contra as fotografias na sala de exercício - muito pelo contrário - desde que estas não incomodem o treino dos outros. Mas no balneário (especialmente à rush hour), o caso muda de figura: a probabilidade de se expor a privacidade das outras pessoas é muito grande. Não arrisques se não quiseres comprometer a intimidade das outras ou ser chamada a capítulo.

 

9. Arrumar os equipamentos

"Cada atleta que utilize material de pequenas dimensões é responsável pela sua arrumação", lê-se nas regras de utilização de vários ginásios. Sejam halteres, colchões, steps ou bolas de pilates, volta a colocá-los no sítio onde os encontraste. Já pensaste se alguém pode tropeçar num dos pesos que deixaste no meio do chão ou que o pessoal do gym service não é teu criado para estar a arrumar o que tu tiraste do sítio?

 

10. Usar roupa adequada

Se usas ténis de montanha no ginásio porque achas que correr 20 minutos é o mesmo que escalar uma serra, enganada estás tu. E acredita que os veteranos olharão para ti com uma cara de incredulidade (e pena). O ideal será usar sempre equipamentos que sejam adequados às modalidades que se pratica. Neste ponto, até o soutien deve ser escolhido a dedo. E as leggins. E as cuecas.

 

11. Não monopolizar duas máquinas ao mesmo tempo

Isto de deixar a toalha a reservar um equipamento enquanto alternas o seu uso com outra, pode ser o suficiente para originar hostilidades - refiro-me àqueles olhares assassinos e algumas tiradas desagradáveis. Por muito conveniente que seja, deixa esse tipo de treino para aquelas horas em que não está ninguém na sala de exercício.

 

12. Não olhar fixamente os outros (à exceção do rapaz lá no ginásio)

Por muito que o vizinho do lado tenha um corpo de fazer inveja, convém evitar concentrar o olhar nessa pessoa. Poucas são as pessoas, salvo os exibicionistas lá do pedaço, que se sentem confortáveis perante o olhar fixo de alguém - principalmente quando se está a suar por todos os lados e, possivelmente, com a cara mais vermelha do que um tomate e a exalar não propriamente o Chanel n. 5.

 

13. Ser prática

Tendo em mente que existem pessoas que têm os minutos contados para ir treinar - sobretudo à hora de almoço -, evita congestionar as portas dos espaços comuns porque estás à conversa com uma amiga ou porque não encontras o cartão para entrar no ginásio. Os apressados agradecem (e a cortesia também).

 

14. Respeitar as regras dos espaços comuns

As normas de segurança e as regras de utilização dos equipamentos devem ser cumpridas. Não arrisques em exercícios quando não estiveres certa de como os deve fazer. Se precisas de ajuda, chama um dos instrutores ou funcionários do espaço. Nas aulas, não interrompas o programa para beber água (guilty guilty guilty) e fiques à espera das indicações do professor. No que às máquinas toca, evita que os pesos toquem uns nos outros porque desgasta mais os aparelhos.

 

Quanto a ti não sei, mas eu (infelizmente) já levei com todas estas incortesias. Porém, confesso que também já cometi umas poucas.

 

A lição que tiro deste artigo? Estar mais atenta a algumas coisas que, ainda que inconsciente, podem incomodar os outros, tipo: pôr a conversa em dia com amigas, falar num tom mais alto, monopolizar os aprelhos mais tempo que o devido, interromper a aula de body attack. E tu, meu bem, quais os teus pecados no ginásio?

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