Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

the-startling-physics-behind-infinite-abundance.jp

Ora viva!

 

Sem tempo nem ideia para criar algo à altura deste espaço, hoje trago-te um texto da minha guru do bem sobre a abundância, tema da meditação de ontem, porque mais abundância é necessária. Abundância de bons sentimentos, abundância de solidariedade, abundância de positividade, abundância de verdade, abundância de fé na humanidade, abundância de amor, dinheiro, saúde, alegria, gratidão, ou seja, abundância em todas as esferas da nossa vida.

 

"De onde vem a abundância? Como tantos vivem na miséria e outros tantos vivem na abundância plena? Estas perguntas e muitas mais vêm atormentando várias pessoas ao longo dos tempos. Mas o mais importante a reter é que a abundância está e estará sempre disponível a qualquer um de nós. Basta acreditarmos e mudarmos a nossa atitude e a nossa mente em relação a isso.

 

A maioria das pessoas vive com a mentalidade da escassez: "Não vou fazer isto porque não tenho dinheiro", "não posso fazer aquele curso que tanto quero porque tenho outras contas mais importantes para pagar", "não vou oferecer a mim mesma um presente porque tenho outras prioridades", etc... Enquanto passarem a vida a arranjar outras prioridades, mais difícil vai ser chegarem a um estado pleno de abundância.

 

A abundância acontece quando não nos martirizamos, quando vivemos em paz com tudo o que nos rodeia, quando conseguimos sonhar e por os nossos sonhos em prática.

 

Se querem abundância na vossa vida comecem hoje mesmo a praticar a gratidão. Mas atenção, uma gratidão genuína, vinda do fundo do vosso coração, vinda da vossa alma. Uma gratidão por tudo o que têm na vossa vida e por tudo aquilo que ainda irão ter. Agradeçam hoje mesmo tudo aquilo que desejam e ainda não obtiveram. Quanto mais praticarem a gratidão, mais bênçãos irão receber."

 

Que 2017 nos traga muita abundância!

Autoria e outros dados (tags, etc)

meditaçao.jpg

 Ora viva!

 

A propósito da meditação, assunto que tenho referido várias vezes nos últimos tempos, há dias uma seguidora perguntou-me se eu acreditava mesmo nisso. Sem hesitação, respondi-lhe: "Quero acreditar!". Mais importante do que acreditar, é querer acreditar. E eu quero acreditar. Mal não faz, pelo contrário; a cada sessão sinto-me mais leve, mais serena, mais conectada com a força cósmica, menos revoltada e, mais importante que tudo, mais esperançosa e em paz com o mundo. Coisas que tanta falta em tem feito nos últimos tempos da minha vida.

 

Portanto, sim recomendo a meditação. De preferência com a Isabel Soares dos Santos, que nela eu confio. Como não confiar em alguém que nos abre a porta da sua casa todas as quarta-feiras, nos guia pelos caminhos da meditação, nos transmite força e ânimo, põe à nossa disposição o seu tempo e o seu saber, sem nos cobrar um cêntimo?

 

Importa referir que as sessões são gratuitas, cabendo a cada participante fazer um donativo, se e no valor que considerar justo. Ora, diz-me lá se a Isabel não é mesmo uma guru do bem!

Autoria e outros dados (tags, etc)

04
Jan17
 

 

hygge meaning.png

Ora viva!

 

Chego fora de horas, mas bem disposta até ao tutano. Fui à meditação, hoje dedicada aos 'sacos de lixo' que vamos acumulando ao longo do tempo e dos quais precisamos nos livrar se queremos ter uma existência mais feliz. Por "lixo" entende-se toda a amargura, ressentimento, infelicidade, mágoa, tristeza, pessimismo, negatividade, desesperança, raiva, ódio, infelicidade, e por aí fora. Emoções que não só contaminam o nosso espírito como impedem que coisas boas entrem na nossa vida.

 

No final da sessão, a minha guru do bem convidou cada participante a tirar quatro cartas do baralho, correspondendo cada uma a um trimestre deste ano. De entre as quatro que escolhi, três faziam referência à abundância. Já na última sessão, ocorrida na véspera do fim de ano, tinha-me saído o Imperador, uma carta que, no meu caso, simbolizará realização/concretização, ou seja, coisas boas.

 

Ao que tudo indica, 2017 tem-me reservado muita fartura e prosperidade. Sobre o amor as cartas nem piaram, está-se mesmo a ver que ainda não é desta. Não faz mal, se pobre já sou o que sou, imagina agora cheia de posses.

 

O princípio, meio e fim para uma vida melhor, e uma das coisas que a minha guru do bem não se cansa de frisar, passa impreterivelmente por uma mudança na nossa forma de estar. Algo a que os dinamarqueses – simpáticos eles, não? – chamam de hygge.

 

Para estes descendentes diretos dos vikings, dos mais felizes e prósperos do mundo, esta palavra (que significa aconchego), mais do que um conceito é uma forma de estar na vida. Uma forma de estar que envolve uma atmosfera acolhedora e promove a proximidade entre amigos e familiares, a entreajuda de todos e o desapego ao drama e aos desejos individuais, tudo em nome da união de grupo.

 

Fantástico, não? Assim que a dona abundância der o ar da sua graça, coisa que, segundo os astros, será já neste primeiro trimestre, irei eu irei eu a caminho da Dinamarca. Meditada, em toda a sua plenitude, abastada, em toda a sua significância, e solteira, em toda a sua essência.

Autoria e outros dados (tags, etc)

13346704_1730977707183656_8578348256777011509_n.jp

 Ora viva!

 

Disse-me no outro dia a Isabel Soares dos Santos, provedora energética deste blogue e amiga pessoal que me tem guiado nas aventuras da meditação, que Ainda Solteira pode não ser o nome mais auspicioso para quem aspira emparelhar-se. Sim, assumo que neste novo ano quero viver uma (intensa) paixão. Não platónica, como aquela que nutri (nutro?) pelo tal rapaz lá do ginásio, mas uma real e correspondida (convém).

 

Na opinião da minha guru do bem, como carinhosamente a trato, eu deveria ao menos acrescentar algo mais ao nome do blogue, de modo a retirar-lhe a carga determinativa. Algo parecido com Ainda Solteira (até o dia…). Como profissional do esoterismo, especializada em cura espiritual, explicou-me ela que apenas Ainda Solteira pode passar ao universo a mensagem de que essa condição amorosa é uma espécie de sentença de vida e não um mero estado civil.

 

A lei do karma determina que do universo recebe-se (exatamente) aquilo que se emite. Logo, cada vez que eu faço referência à solteirice, o universo devolve-me exatamente isso: mais solteirice, que se traduz na perpetuação dessa minha condição. Pelo que entendi, para que eu possa debelar o (mau) karma que tem pautado a minha vida amorosa, devo evitar ao máximo qualquer referência à solteirice, inclusive o nome deste cronicário.

 

Tudo isso faz sentido, reconheço, mas faz igualmente muito sentido não desvirtualizar, ainda que por uma boa causa, a essência deste blogue.

 

E agora?

Autoria e outros dados (tags, etc)

18
Abr16

0008607740U-1920x1280.jpg

 

Estou certa que concordarás comigo de que uma das coisas mais aborrecidas, incómodas e difíceis de gerir é a insónia. Ficar deitada na cama por horas e horas a fio sem que o sonho venha é daquele tipo de situação que acaba comigo. Infelizmente, tem-se tornado um hábito nos últimos tempos da minha vida.

 

Tem vezes que sei perfeitamente qual o motivo – preocupação, ansiedade ou desgosto –, pelo que nem me ralo muito, já que sei que será só uma questão de tempo até recuperar o sono. Mas quando não consigo atinar com nenhum motivo plausível para não conseguir embarcar no mundo dos sonhos, fico pra morrer. Foi o que voltou a acontecer uma noite destas. Do nada, sem quê nem porquê, o sono simplesmente recusou-se a dar o ar da sua graça.

 

De manhã, com aquele ar de zombie e uma brutal dor de cabeça, fui ao meu médico de família de plantão – o Google (quem mais?!) – para ver se ele me receitava algo. Entre um artigo e outro, deparei-me com uma solução que aparentava ser tão fácil, rápida e natural que até duvidei da sua eficácia. Mas dado, que não custava nada tentar, lá me propus a servir de cobaia a mim mesma para uma pesquisa in vitro.

 

Baseada numa técnica especial de respiração, a solução a que me refiro consiste num método conhecido como 4-7-8 e promete provocar sono em menos de 5 minutos. Nas suas pesquisas para combater stress e insónia, Andrew Weil, doutor em ciências médicas da Universidade de Harvard, desenvolveu esta técnica, praticada há séculos pelos melhores mestres de ioga da Índia.

 

Esta é tão simples quanto isso: inspirar o ar pelo nariz durante quatro segundos, manter o ar nos pulmões por sete segundos e exalar pela boca durante oito segundos. Ilustrando passo a passo:

  1. Deita-te de costas, na cama, com as palmas das mãos voltadas para cima (esta posição assegura que fiques confortável).
  2. Respira fundo e inala o máximo de ar que puderes, contando o tempo de 4 segundos.
  3. Segura o ar nos seus pulmões por 7 segundos.
  4. Expira o ar pela boca suavemente durante 8 segundos.
  5. Repete o procedimento 4-7-8 até adormeceres, o que possivelmente ocorrerá em menos de 5 minutos.

No meu caso, não me lembro quanto tempo demorei para pegar no sono, mas não foi muito, disso estou certa. Se também padeces deste mal, experimenta esta técnica. Quem sabe não resultará contigo também.

 

Não é de hoje que especialistas do corpo, da mente e da alma defendem o uso da respiração como forma de combatermos o estresse e promovermos o bem-estar físico, psíquico e emocional. Agora entendo o porquê e posso afirmar que, muitas vezes, para grandes problemas a solução pode estar em pequenas soluções.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Posts mais comentados


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D