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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Ora viva!

 

"Amar é muita coisa, muita dela psicológica, e muita dela química", assim começa o artigo da Visão na qual me inspiro para escrever esta crónica, um merecido tributo a todos os corações solitários que, como eu, recusam-se a desistir de encontrar "aquele" amor.

 

Em relação a isso, várias pesquisas científicas têm vindo a tentar descodificar os mistérios do amor. Pleonasmos à parte, algumas conclusões já podem ser dadas como adquiridas, como é o caso destas para encontrar a verdadeira metade da laranja:

 

1. Procurar alguém parecido connosco

Inúmeros estudos sobre o tema atestam que existe uma maior probabilidade de virmos a ser compatíveis com quem tenha personalidade, gostos e aspirações semelhantes aos nossos. Pessoas com preocupações e modos de vida parecidos veem o mundo de forma semelhante, pelo que tendem a sentir-se mais compreendidos pelo outro. E assim cai por terra aquela máxima sobre os opostos...

 

2. Tentar parecer envergonhado

A ciência diz que um ar envergonhado atrai muito mais que um confiante. E esta, hein? Será por isto que não tenho sido bem sucedida nas minhas tentativas? TPC (Técnica Para Conquistar): aprender a parecer tímida.

 

3. Gesticular à vontade

No contacto com o outro devemos ser expressivos, sem receios nem pudor, diz um estudo fundamentado em encontros speed-dating feito este ano, e no qual tanto eles como elas demonstraram preferir quem tenha uma linguagem gestual mais expressiva.

 

4. Não recear trocar olhares

Independemente de ser alguém que conhecemos ou que nunca vimos antes, o importante é estabelecer um contacto visual verdadeiramente profundo. Isto porque, no parecer da ciência, ajuda a promover sentimentos de paixão, amor, proximidade e afeição.

 

5. Ser amigo do ambiente

Uma investigação recente descobriu que aqueles que primam por um estilo de vida amigo do ambiente são vistos como mais desejáveis para relações duradouras. Por oposição, quem procura um estilo de vida mais consumista tende a ser visto como alguém ideal para relações mais fugazes.

 

6. Fazer-se de díficil

Um ensaio datado de há três anos provou que a maioria dos homens tende a preferir as mulheres que se fazem de difíceis e desinteressadas e menos recetivas às suas abordagens. Onde é que já ouviste esta? Aqui e em todo o lado, meu bem.

 

7. Arranjar um cão

Para uma experiência social de 2014 não restam dúvidas de que o sexo feminino tem queda por donos de cães. Moral da estória: "ter um animal de estimação significa facilidade de compromisso a longo prazo e faz com que uma pessoa pareça mais relaxada, acessível e feliz".

 

Enlevada por estas tocantes estrofes do poeta-mor da língua portuguesa, despeço-me com um abraço amigo e votos de que o amor se faça brevemente presente na tua vida:

É ferida que dói, e não se sente; 
É um contentamento descontente; 
É dor que desatina sem doer. 


É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente; 
É nunca contentar-se e contente; 
É um cuidar que ganha em se perder; 

É querer estar preso por vontade; 
É servir a quem vence, o vencedor; 
É ter com quem nos mata, lealdade.

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Ora viva!

 

Uma das razões mais punjantes porque sou (ainda) solteira prende-se precisamente com o facto de não acreditar em amizades coloridas. Digam o que disserem (e acredita que ouço muito, já que a esmagadora maioria das pessoas com as quais privo é absolutamente pró este status quo), não me identifico – de todo –  com a coisa. Sou romântica, fiel por opção e adepta ferrenha da exclusividade. Tudo o que não vai de encontro a uma amizade colorida.

 

Adepta (ou não) de tal prática – isso é lá contigo – cumpre esta crónica o propósito de elucidar-te sobre as razões porque considero que esta não passa de uma perda de tempo. Isto porque "dar o corpo ao manifesto a custo zero", como costumo dizer, é, a meu ver, uma opção inglória, que só serve o propósito de fintar a carência e a solidão que costuma acometer os celibatários ou desfalcados de um coração rendido ao amor.

 

Perfeitamente legítimo alguém disponível, ainda para mais no rescaldo de uma deceção amorosa, querer um relacionamento sem compromisso, preocupações ou cobranças, tudo o que uma amizade colorida parece oferecer.

 

Até aqui tudo maravilha, na verdade, tudo ótimo; afinal quem não quer interagir nestes moldes? As coisas só começam a dar para o torto quando se começa a querer mais, ou seja, quando se criam expectativas e laços afetivos mais profundos que a tesão começam a palpitar na mente e no coração de uma das partes.

 

E as razões para que assim seja, segundo um artigo da Sol, são estas:

1. Um 'amigo colorido' não é realmente um amigo

Quando estamos com alguém com uma certa frequência, ainda que seja apenas pelo sexo, é normal que comecemos a nutrir algum tipo de sentimento e um certo tipo de conforto em relação à outra parte. O que convém reter é que partilhar coisas corriqueiras do teu quotidiano seria um atentado ao tratado de não envolvimento, ou seja, algo expressamente proibido.

 

2. Ter um ‘amigo colorido’ acaba por afastar-te das relações sérias

Se tens uma vida preenchida a nível profissional, uma amizade do género pode parecer-te uma excelente opção, a ponto de te levar a pensar que não te faz falta uma relação (mais) séria. Aí é que te enganas. Por mais confortável que te sintas com os benefícios de uma amizade colorida, haverá sempre uma parte de ti que vai sentir aquele vazio que nenhum orgasmo (por mais épico que seja) consegue preencher.

 

3. O corpo é que paga

É do conhecimento geral dos informados que na presença de sexo assíduo o corpo humano liberta oxitocina, um químico que nos faz sentir extasiados, ao ponto de querermos manter essa performance. Agora imagina o que acontece quando esta é (prematuramente) interrompida... Ah, pois é!

 

4. Há sempre uma razão para não serem namorados

Por muito bom que seja o tempo que passam juntos, há uma razão para serem apenas amigos coloridos, como é o caso de diferenças entre ambos que sejam irreconciliáveis e que podem originar duras discussões.

 

5. Uma 'amizade colorida' tem sempre um prazo de validade

Por mais que se tente promovê-lo a algo mais consistente (e acredito que conheças vários exemplos bem-sucedidos), o facto é quando se começa uma relação deste género, na maioria das vezes o fim é só uma questão de tempo (e oportunidade). Se um 'f*** friend' se torna essencial na tua vida, quando o perdes o mais expectável é que acabes a carpir mágas que era suposto não carpires. E essa mágoa é capaz de te levar à loucura, quando, volvido pouco tempo após o rompimento, ele assume outro amor, dando a ela/ele tudo aquilo que dizia ser incapaz de te dar.

 

Single mine, acredito piamente que cada um sabe o que é melhor para si próprio. Tanto acredito que não tenho nenhum pudor em assumir que amizade colorida não é a minha praia. Nunca foi! Agora quero saber o que nos tens a dizer sobre isso.

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Ora viva!

 

Há exatamente um ano, escrevi isto: "Na opinião da Cosmopolitanàs vezes é tudo uma questão de matemática na vida de uma solteira. Duvidas? Espreita só o artigo de hoje.

 
2. Número de vezes que deves dizer o nome dele durante uma conversa para lhe mostrares que estás interessada. Especialistas comprovam que, ao repetir o nome de alguém, o subconsciente dessa pessoa faz com que se sinta mais ligada a ti. Mas dizê-lo mais do que duas vezes pode tornar-se demasiado intenso.
 
92. Percentagem de homens que acha que jantar é o programa perfeito para o primeiro ou segundo encontro.
 
97. Número médio de dias que um homem demora até dizer "Amo-te".
 
78. Percentagem de homens que verifica online informações sobre ti antes do primeiro encontro.
 
5. Número de vezes, em 15 minutos, que deves tocar num homem em quem estás interessada. Os homens não são peritos em detetar subtileza, por isso, alguns toques no braço, peito, rosto, mão ou joelho, quiçá, são extremamente essenciais para que ele perceba.
 
30. Número de centímetros que vos devem separar num primeiro encontro, para que ele entenda que estás definitivamente interessada, segundo especialistas. Chama-se distância íntima…
 
7.3. Número médio de segundos que ele vai permanecer de olhar fixo na tua boca se estiveres a usar batom vermelho (comparado com apenas 2.2 se for um tom nude, ou absolutamente nada).
 
21-34. Intervalo médio de idades em que a maioria dos homens pensa em ter filhos.
 
20. Número médio de segundos que um homem demora a decidir se quer ver-te de novo.
 
22. Número médio de homens que beijas antes de encontrares o príncipe encantado.
 
6. Número médio de encontros desastrosos que terás na tua vida.
 
40. Mínimo de euros gastos por ele em cada encontro nas primeiras semanas da relação.
 
8. Número de vezes que deves sair com ele antes de o apresentares aos teus amigos. Os especialistas afirmam que é aconselhável fortalecer os vossos laços e cumplicidade antes de o submeteres à opinião alheia.
 
52. Percentagem de homens livres em Portugal, contabilizando solteiros, divorciados e viúvos, segundo estudos recentes. Só tens de encontrar "o tal"!"
 
P.S. - Querida seguidora, o tempo e a inspiração continuam à mingua, pelo que só me resta apelar à reciclagem. Espero que me compreendas e perdoes.

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Ora viva!

 

Tempo limitado mais inspiração escassa é igual a crónica reciclada, desta feita de uma reflexão minha, datada de há exatamente dois anos, sobre o que é essencial, não aos olhos, mas sim ao coração.

 

"O essencial é invisível aos olhos, e só se vê bem com o coração!" Uma das frases mais conhecidas de Antoine de Saint-Exupery e talvez, a mais verdadeira. O melhor de um amor, de uma viagem, de um encontro ou de um presente não é o que se transmite aos outros, mas o quanto nos toca o coração.

 

Amores não se tornam mais verdadeiros quando atestados em contratos; viagens não são mais incríveis pela quantidade de fotos que foram tiradas; amizades não são mais honestas quando os envolvidos falam todos os dias.

 

O essencial é sentirmos e, ao sentirmos, sabemos.

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Ora viva!

 

Já que estamos numa onda de felicidade (e não esqueçamos que hoje é sexta-feira), que te parece (re)estabelecermos uma correlação entre esse estado de espírito e a saúde? Sim? Então, bora lá!

 

É do conhecimento geral da Via Láctea (e da comunidade científica) que felicidade traz mesmo saúde. Pessoas mais felizes são menos propensas a desenvolver doenças, sobretudo as de foro crónico e psíquico.

 

Acredito que cada qual tenha o seu próprio segredo da felicidade, mas existem uns quantos que podem ser prescritos a qualquer mortal, independemente da sua idade, sexo, raça, cor da pele, classe social, orientação sexual, eduação, escolaridade e tudo o mais que te lembrares de agregar a esta lista.

 

Um estudo da Weill Cornell Medicine constatou que existem uma série de emoções positivas (16 no total), que, em conjunto, podem contribuir para que tenhamos ainda mais saúde. São elas: entusiasmo, interesse, determinação, euforia, diversão, inspiração, alerta, atividade, força, orgulho, atenção, felicidade, relaxamento, alegria, à vontade e calma.

 

E já que estamos a falar do que nos faz bem, convém dar uma espreitadela ao outro lado da questão, ou seja, outras tantas emoções que não contribuem em nada para a felicidade humana, logo para a saúde, por tabela: estar assustado, ter medo, estar chateado, angústia, tensão, nervosismo, vergonha, culpa, irritação, hostilidade, cansaço, lentidão, sonolência, tristeza, humor em baixo e sonolência.

 

Agora pergunto-te como é que se fintam todas estas emoçõs negativas, que – queiramos ou não – fazem questão de invadir a nossa vida, boicotando assim a nossa felicidade? Essa resposta o estudo não chegou a partilhar com a comunidade laica, mas cá para mim ela só pode estar no reforço da dose das positivas.

 

Bom fim de semana, meu bem, e capricha aí nas emoções positivas que as negativas ainda te podem custar o bem mais precioso que tens – depois da vida, claro! –, a saúde.

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Ora viva!

 

Sem qualquer pudor, assumo que gosto de dinheiro . E digo mais, sou dos que acreditam piamente que ele traz felicidade, e não é pouca. É por isso que toda vez que ouço alguém arrotar aquela tontice de que "Dinheiro não compra felicidade", até me dá uma coisinha má.

 

Nessas ocasiões, sou acometida de uma gana animalesca de saltar para o pescoço da pobre criatura (literalmente falando). O que me vale é que o meu stock de bom senso é de nível AAA, à altura das mais exigentes agências de rating. Assim, lá acabo por recuperar o autocontrolo e atirar um sarcástico: "Essa pessoa não sabe aonde ir às compras".

 

No final, relevo esse tipo de comentário, mais não seja porque nunca ouvi tretas dessas sair da boca de quem possui uma situação financeira desafogada. Pelo contrário, quem as profere é precisamente aquele que passa a vida a contar tostões. Nada mais natural que façam questão de cultivar essa visão, sob pena de terem que admitir que existe um mundo encantado que jamais poderão comprar, precisamente porque não têm dinheiro para tal.

 

Talvez porque noutra encarnação tenha conhecido uma vida de luxo e fartura e essa memória permaneça viva no meu espírito (pelo menos foi o que revelou uma regressão a vidas passadas que fiz há uns tempos), acredito que seria descaradamente feliz se tivesse o suficiente para aceder àquilo que quero e que tanta falta me faz: viagens, hoteís de luxo, bons restaurantes, spas, uma casa confortável, ajudar os meus e os que (mais) precisam, e sobretudo, nunca mais ter que perder noites e noites de sono por não saber como pagar as contas.

 

Mais do que coisas, na minha maneira de encarar e desfrutar a vida, o dinheiro me permitiria o acesso a experiências, algo que me é verdadeiramente precioso. Afinal, da vida só levamos o que vivemos, certo? É precisamente neste ponto que foca a crónica de hoje: será que existe algo capaz de proporcionar mais felicidade que o dinheiro? Vai um palpite?

 

O tempo, meu bem, sim essa coisa que, nos dias de hoje, parece nunca ser suficiente, logo um bem preciosíssimo. Sobre isso, um estudo citado pela BBC atesta que, precisamente por este motivo, o tempo é hoje percecionado como sinónimo de felicidade.

 

Essa investigação, que incluiu mais de seis mil pessoas dos Estados Unidos, Canadá, Dinamarca e Holanda, chegou à conclusão que ter tempo para aquilo que valorizamos deixa-nos mais felizes, mesmo quando se tem que pagar por ele. Isto porque os participantes do estudo não hesitaram em pagar 40 dólares para se conseguirem livrar de certas tarefas e, com isso, ganhar mais tempo. Inclusive, todos eles se mostraram mais felizes do que se tivessem gasto a mesma quantia em bens materiais.

 

Mas afinal como é que se paga para ter tempo, deves estar a matutar. De uma forma tão simples como, por exemplo, contratar serviços de limpeza, comprar comida fora, não ter que pilotar o fogão ou pagar a alguém para fazer o supermercado. O que, ao meu ver, traduz-se nas tais experiências de que falei mais acima.

 

Hás de concordar que livrar-se de tarefas que não dão prazer, ou que roubam tempo àquilo que realmente importa, é uma experiência ímpar. Agora pergunto-te: qual é a coisa qual é ela que permite atingir esse estado de graça? O dinheiro, ora pois! De que outra forma seria possível o acesso àquelas experiências há pouco citadas?

 

Agora a pergunta para um milhão: será esta minha teoria uma mera manifestação de absoluto materialismo ou a constatação da mais pura realidade? Goste-se ou não da ideia: o dinheiro traz/compra – o verbo a conjugar deixo ao teu critério – felicidade. Ponto final!

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Ora viva!

 

Ontem, falei-te de alguns sinais que expressam o interesse de um homem. Mas será que eles estão a par do que (realmente) nos atrai? Cá para mim estão, se bem que não inteiramente. A pensar nisso, escolhi para hoje um artigo que aborda precisamente os aspetos que fazem um homem ser considerado atraente pelo sexo feminino.

 

De acordo com as conclusões de um inquérito realizado pela agência Synovate, a pedido da Gillete, vestir peças como jeans ou fato e estar barbeado são alguns dos requisitos mais apreciados por elas, sendo a imagem de um homem fardado considerada a que mais desperta a atenção, seguindo-se a de um homem de slips.

 

Entre as 425 inquiridas deste estudo que visou conhecer as preferências das europeias em relação ao sexo masculino, mais de metade (55%) considera atraente um homem que tem rotinas diárias de cuidado pessoal. Do lado oposto, a velha fantasia do macho encharcado de suor parece estar a perder fãs, já que não passou pelo crivo de ¾ (76%) das inquiridas, que a considerou 'pouco ou nada atraente'.

 

Para a esmagadora maioria dessas mulheres (90%), com idades compreendidas entre os 18 e os 59 anos, eles são mais atraentes quando são carinhosos com os filhos ou animais de estimação, quando lhes abrem a porta, quando cozinham e quando arrumam a casa.

 

Quando questionadas sobre as atitudes que estão tradicionalmente associadas ao sexo masculino, os resultados quebram alguns mitos: para 92% das mulheres, dizer palavrões não é 'nada atraente', da mesma forma que andar à pancada ou bater boca com os amigos também são atitudes mal vistas.

 

Antes de dar por concluída esta crónica, que tal partilhar contigo os itens que menos seduzem o sexo feminino. Aposto que és capaz de advinhar. Não? Não faz mal, eu digo: rastas, piercings e chinelos lideram essa lista. Eu cá para mim, acrescentava ainda as tatuagens de grande porte, mas dado que o estudo foi realizado junto das europeias – coisa que não sou – a minha opinião não passa disso mesmo, um mero bitaite.

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Ora viva!

 

Eis-me de volta ao teu convívio com uma crónica sobre flirt, sim essa coisa que tão bem sabe ao ego e tanta falta faz em tempos de solteirice. Antes de adentrar pelo post do dia, pergunto-te se és daquelas que "capta" logo quando alguém está de olho em ti ou das que andam sempre a leste de tudo, até que o gajo diga por a+b que te curte. Seja lá qual for o teu perfil, nada como uma conversa amiga para elucidar a questão.

 

É compreensível que quem ande no mercado não queira deixar escapar nenhuma oportunidade de encontrar o amor, ao mesmo tempo que teme ser presunçoso ou imaginar interesse onde não existe. A propósito disso, Steph Holloway, especialista neozelandês em linguagem corporal, aponta alguns sinais que te podem ajudar a perceber se estão ou não a tentar cortejar-te.

 

Um primeiro sinal é o olhar. Se um rapaz está constantemente a olhar para ti, prestando atenção a todos os teus movimento, é um sinal flagrante de interesse. Se este for mútuo, não te acanhes, minha amiga, e capricha na retribuição. No caso do olhar se mantiver por algum tempo sem que nenhum dos dois o desvie é sinal de que há match.

 

Outro sinal a ter em conta são os pés – sim, leste bem. Na opinião deste especialista, se estes estiverem em forma de 'V', é sinal de que o pretendente está aberto a partilhar o espaço dele contigo. Mais ainda: se estão a apontar na tua direção, ele está a tentar entrar no teu espaço.

 

Holloway revela ainda que, quando estão interessados, os homens tendem a pôr os músculos em maior destaque, enquanto as mulheres procuram realçar o rosto.

 

Os gestos também têm uma palavra a dizer na arte do flirt: por exemplo, endireitar a gravata, no caso dos homens, ou mexer no cabelo, especialmente no caso das mulheres, são indicadores de interesse.

 

Meu bem, como pudeste ler, não é assim tão difícil decifrar os códigos inerentes ao namorisco. Só tens que estar atenta, que o amor pode estar à distância de um reparo.

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Ora viva!

 

Não sei se te deste conta, mas a minha inspiração por estes dias anda arisca como ela só. Sendo assim, que tal darmos por encerradas as publicações da semana com este recado do profeta Mahatma Gandhi sobre a força do pensamento positivo?

 

Mantém teus pensamentos positivos, porque teus pensamentos tornam-se tuas palavras.
Mantém tuas palavras positivas, porque tuas palavras tornam-se tuas atitudes.
Mantém tuas atitudes positivas, porque tuas atitudes tornam-se teus hábitos.
Mantém teus hábitos positivos, porque teus hábitos tornam-se teus valores.
Mantém teus valores positivos, porque teus valores tornam-se teu destino.

 

Meu bem, capricha aí na positividade que só terás a ganhar. Bom fim de semana, que segunda tamos juntos!

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Ora viva!

 

Que tal encerrarmos esta semana, que espero que tenha sido tão boa para ti como foi para mim, com uma crónica sobre estilo e bom gosto, inspirada num artigo que me pareceu digno de partilha, mais não seja porque identifiquei-me ipsis verbis com o seu conteúdo?

 

Apesar de fazer questão de me manter a par das tendências, não me vejo como uma fashion victim. Pelo contrário, a minha moda sou eu que a faço, dia a dia, peça a peça, ocasião a ocasião, estado de espírito a estado de espírito. Para mim, ela mais não é do que o filho pródigo de um feliz enlace entre estilo, atitude e gosto pessoal.

 

Esta minha forma de pensar traduz-se num estilo único, que me tem rendido (rasgados) elogios e (várias) solicitações como informal personal stylist. Se com pouca margem financeira já sou vista como uma referência em matéria de elegância e bom gosto, no dia em que a minha conta bancária conhecer um saldo a quatro dígitos, ninguém me segura.

 

De volta ao planeta Terra (fazer o quê se gosto de viajar pelo espaço sideral?), retomo o fio à meada trazendo à baila Ines de la Fressange, bem-sucedida modelo dos anos 80 que acaba de publicar o livro O que hei de vestir hoje? - O estilo da Parisiense, um autêntico guia prático de requinte e elegância na forma de vestir.

 

Não obstante a moda ser um mundo em constante mutação, sem nenhuma garantia de que o démodé de hoje não venha a ser o must-have de amanhã, existem erros que, no parecer desta especialista francesa, devem ser evitados a todo o custo, seja por não serem propriamente bonitos ou por simplesmente nada acrescentarem ao look e atitude de uma mulher. São eles:

1 - Leggings;

2 - Mala de marca contrafeita;

3 - Bermudas compridas com bolsos;

4 - Ténis compensados;

5 - Saia-calça;

6 - Anoraque comprido;

7 - Pele da cabeça aos pés;

8 - Solas de crepe (um tipo de borracha);

9 - Tamancos de plástico com buracos;

10 - Sutiã de alças transparentes;

11 - Look totalmente assinado;

12 - T-Shirt com um gatinho;

13 - Acumulação de bijuteria;

14 - Collants cor de carne;

15 - Bustier de licra;

16 - Mostrar demasiada pele;

17 - Calças de cintura demasiado descida;

18 - Mistura de riscas;

19 - Chapéu de pano;

20 - Calças de ganga 'mom fit'.

 

Bazofaria à parte, é com o maior orgulho que digo que passei com distinção (20 valores) no teste da madame La Fressange. Para mim, já não restam dúvidas de que fui uma parisiense très chic numa das minhas vidas passadas. E com essa, saio de cena para um merecido descanso. Au revoir, ma belle celibataire!

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