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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Viva!

 

Na minha passeata diária pelas publicações da rede, deparei-me com um artigo da revista Sábado que vale a pena ser dissecado aqui no Ainda Solteira, até porque todos queremos amor (tenha-se ou não a dignidade de reconhecer isso).

 

Por mais que assim o queiramos, arranjar um bom par nem sempre é tarefa fácil, revelando-se por vezes missão (quase) impossível – eu que o diga –, já que com o passar do tempo vamos ficando cada vez mais céticos, defensivos, cínicos e exigentes.

 

Outro fenómeno que parece dificultar a vida às meninas bem comportadas, é o facto de os bons rapazes denotarem uma curiosa preferência pelas bitchs da vida, não restando a essas mesmas meninas outra opção que não contentarem-se com os bad boys que só dão maçada. Isso se não quiserem ficar para titia, escuso dizer!

 

Quem sabe na intenção de tentar abrir as pestanas desses bons rapazes para que não cometam erros de casting na hora de escolher uma parceira, a ciência – ao que me parece cada vez mais sensível à questão da solteirice – aponta 10 qualidades femininas a serem tidas em conta:

 

1. Ela é positiva
Pessoas negativas são uma autêntica fonte de toxidade, provocando efeitos nefastos a curto, médio e longo prazo, revela uma investigação pioneira da psicóloga Elaine Hatfield.

 

2. Ela é  mais inteligente que tu
Um parceiro para a vida tem que ser inteligente. Aliás, segundo o especialista em demência, Lawrence Whalley, é preferível se for mais inteligente que nós, já que estar ao lado de uma pessoa com um bom desempenho cognitivo diminui o risco de demência no final da vida. Isto porque um parceiro inteligente não vai parar de nos desafiar intelectualmente.

 

3. Ela é um "livro aberto"
Um estudo da Universidade de Westminster sugere que as pessoas que partilham informação pessoal e têm um coração aberto para os outros são encaradas como bastante mais atraentes.

 

4. Ela mantém-se calma durante as discussões
Investigadores das universidades de Berkeley e Northwest descobriram que as relações duram mais tempo quando o casal mantém a calma durante as discussões.

 

5. Ela não guarda rancor
Uma pesquisa das universidades de Duke e Harvard apurou que pessoas que estão dispostas a perdoar vivem mais e melhor.

 

6. Ela ri-se das tuas piadas
Um estudo publicado, em 2006, pela Universidade de Westfield State, confirma o que já todos sabíamos: os homens querem um par que os considerem hilariantes.

 

7. Ela aceita as tuas falhas
No dia que encontrares uma mulher que te aceita pelo que és, ergue as mãos para o céu e agradece, pois não é algo que abunde por aí. De acordo com o psicólogo Terry Orbuch, "uma visão otimista vai ser sempre mais atraente", especialmente no que toca a feitios.

 

8. Ela é honesta e amável
A ciência diz que, para que possamos ter um longo e feliz relacionamento, é importante que sejamos honestos, generosos e amáveis. Para o psicólogo John Gottmann, existem dois tipos de casais: os mestres e os desastres, sendo que os últimos acabam a relação nos seis primeiros anos e os mestres ficam juntos durante muito tempo e mantêm algo em comum: "assimilam as coisas que gostam e e agradecem, criando uma cultura de respeito".

 

9. Ela faz coisas estranhas contigo
Se é para fazer loucura, que seja com ela do lado. De acordo com um estudo da Universidade de Michigan, os casais que têm melhor qualidade marital são aqueles que fazem atividades de lazer juntos.

 

10. Ela compromete-se, mas leva uma vida própria
É importante que cada membro do casal tenha o seu próprio espaço (o sexo agradece). Psicólogos da UCLA constataram que em todas as relações há um momento em que o compromisso irá ditar (ou não) a continuidade da mesma. Daí que quando a relação começa a correr mal, é o compromisso que dá hipóteses de o relacionamento se recuperar. 

Agora a pergunta que não quero que cale: que raio de miopia infecto-contagiosa é essa que faz com que os gajos por quem me interesso não consigam ver que sou um autêntico presente dos deuses? Se eu alguma vez chegar a descobrir a resposta, pode deixar que te conto na hora. Até lá, só me resta aguardar pelo desenrolar dos próximos episódios desta viciante e imprevisível novela chamada vida.

 

Bom fim de semana!

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Viva!

 

Um texto da Nathali Macedo de 2014 não poderia ser elucidativo sobre esta questão, daí que nem me atreva a acrescentar seja o que for:

 

A verdade é que se pode reconhecer uma mulher marcante a quilómetros de distância. Sem precisar sentir o perfume forte ou ver o batom vermelho. A mulher marcante dispensa acessórios, é completa em si mesma. Não precisa anunciar-se, porque tem o dom de não passar despercebida. 

 

A mulher marcante nunca pretende incomodar, não gosta de provocar a inveja alheia. Um olhar de despeito não torna o seu dia mais alegre, pelo contrário, é-lhe indiferente.

 

A mulher marcante sabe bem do seu poder, por isso consegue admirar tranquilamente a beleza alheia, elogiar a grandeza de outrem sem se sentir diminuída. Vez ou outra ela sai bem vestida e bem maquilhada, mas por trás disso tudo ainda exala um aroma de naturalidade que encanta. Cultiva a beleza porque gosta, mas definitivamente não precisa. A sensualidade está presente, mas não se pode dizer de onde ela vem.

 

A mulher marcante é, sobretudo, sutil. Ela não grita aos quatro ventos a própria virtude, ela não precisa humilhar outras mulheres ou provocar os ex-namorados. Ela realmente faz toda a diferença. Ela sabe ser dispensada com um ar sensato que faz qualquer galã sentir-se um idiota. Ninguém jamais a abandona sem que se arrependa amargamente pelo resto da vida, e ela guarda um encanto que não deixa espaço para críticas maldosas.

 

Ela é do tipo que não quebra promessas e não esconde os próprios defeitos. Ela se aceita e nunca se desculpa por ser quem é. Ela compreende a efemeridade das coisas e das pessoas, mas recusa-se terminantemente a ser efémera. E não poderia ser, mesmo que quisesse, porque ela sempre vem para ficar. Mesmo depois que vai embora, de alguma forma ela fica, porque é do tipo de mulher que não precisa se fazer presente para ser lembrada.

 

A mulher verdadeiramente marcante nunca se diz melhor que as outras, embora em muitos aspetos o  seja. Ela guarda os seios bem guardados numa blusinha discreta, em vez de espremê-los num sutiã menor que o seu manequim.

 

A mulher marcante não se importa de ter gostos peculiares. Ela não segue tendências, mas também não persegue a originalidade a todo custo. Ela não tem vergonha (e nem orgulho) de dizer que gosta do que ninguém gosta, ou que gosta do que todo mundo gosta.

 

A opinião alheia nunca é um problema para ela, porque, verdadeiramente, ela se basta. Sem petulância e sem egoísmo, ela se basta. E por isso mesmo ela não sente necessidade de falar de si mesma, quase nunca. Este tipo de mulher sofre constantemente com a inveja alheia, embora, na maioria das vezes, sequer se dê conta. Ela se ocupa em tornar-se alguém melhor e superar os próprios limites, ela gosta tanto de distribuir bons sentimentos que os maus passam despercebidos diante de seus olhos.

 

E isso a torna, de certo modo, inatingível. Embora não queira e não precise incomodar, ela incomoda. E muito. Desperta, na verdade, uma enorme curiosidade em torno do que a faz tão atraente. Pouca gente entende. Não se sabe qual é o traço que chama tanta atenção, ninguém consegue identificar a virtude que a torna tão marcante. Mulheres marcantes são, sobretudo, raras.

 

É curioso: Quanto mais ela se esconde, mais evidente fica. Quanto mais neutra procura  ser, mais marcante se torna. Leveza é o seu sobrenome, mas a sua presença pesa como nenhuma outra.

 

Hasta e dedicatória de uma semana magnífica!

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Viva!

 

Ontem baldei-me, muito por culpa da operária inspiração que resolveu dar uma de líder sindicalista. Encetada a negociação e atendida a sua reivendicação, é com todo o gosto que retomo a produção da crónica do dia, hoje sobre o entendimento masculino acerca da cabeleira feminina.

 

Os homens preferem as loiras! Em algum momento da nossa existência todas ouvimos esta, mas será mesmo assim? Tudo leva a crer que sim, afinal o que mais abundam pelos corredores da humanidade são criações da literatura, do cinema, da moda e da vida real que apontam nesse sentido. Sem falar no próprio sexo masculino – que as associam a sexo fogoso – e nas inúmeras mulheres que, por razões várias, optam por clarear o cabelo. Eu mesma, por duas ocasiões, embarquei nessa onda.

 

Crenças à parte, serve este post o propósito de desmestificar esta questão, que a muitos assola e a tantos ilude. Sobre isso, não poderia ser mais esclarecedora uma publicação do The Journal of Social Psychology alusiva a uma investigação da universidade americana de Augsburg.

 

Com o intuito de entender a real influência que a cor e o tamanho do cabelo de uma mulher tem na opinião do sexo masculino sobre ela, uma equipa de psicólogos daquela instituição de ensino avaliou as cores de cabelo loiro, castanho e preto, bem como os tamanhos curto, médio e longo, e relacionou essas caraterísticas com a perceção masculina em termos de idade, saúde, potencial de relação e capacidade parental.

 

Feito isso, os académicos concluíram que as mulheres com cabelo mais claro são consideradas mais jovens, saudáveis e atraentes, quando comparadas com as de cabelo escuro. No entanto, essas mesmas loiras foram apontadas como mais promíscuas que as demais, fazendo com que as morenas fossem vistas como uma melhor opção no que toca a relações amorosas e parentalidade, ficando as primeiras como preferidas para encontros amorosos.

 

A amostra do estudo (110 legítimos descendentes de Adão) considerou ainda que as mulheres de cabelo comprido são menos saudáveis e atraentes que aquelas que usam o cabelo num tamanho médio. E esta, hein?

 

Moral da estória: eles preferem as loiras para 'sexar', as morenas para procriar e as de cabelos médios para namorar.

 

Single mine, agora que já sabes o que pensam eles sobre a tonalidade e a extensão dos nossos cabelos, só tens que apostar numa cabeleira que vá de encontro ao que queres para a tua vida amorosa: affair, compromisso ou maternidade.

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Ora viva!

 

"Amar é muita coisa, muita dela psicológica, e muita dela química", assim começa o artigo da Visão na qual me inspiro para escrever esta crónica, um merecido tributo a todos os corações solitários que, como eu, recusam-se a desistir de encontrar "aquele" amor.

 

Em relação a isso, várias pesquisas científicas têm vindo a tentar descodificar os mistérios do amor. Pleonasmos à parte, algumas conclusões já podem ser dadas como adquiridas, como é o caso destas para encontrar a verdadeira metade da laranja:

 

1. Procurar alguém parecido connosco

Inúmeros estudos sobre o tema atestam que existe uma maior probabilidade de virmos a ser compatíveis com quem tenha personalidade, gostos e aspirações semelhantes aos nossos. Pessoas com preocupações e modos de vida parecidos veem o mundo de forma semelhante, pelo que tendem a sentir-se mais compreendidos pelo outro. E assim cai por terra aquela máxima sobre os opostos...

 

2. Tentar parecer envergonhado

A ciência diz que um ar envergonhado atrai muito mais que um confiante. E esta, hein? Será por isto que não tenho sido bem sucedida nas minhas tentativas? TPC (Técnica Para Conquistar): aprender a parecer tímida.

 

3. Gesticular à vontade

No contacto com o outro devemos ser expressivos, sem receios nem pudor, diz um estudo fundamentado em encontros speed-dating feito este ano, e no qual tanto eles como elas demonstraram preferir quem tenha uma linguagem gestual mais expressiva.

 

4. Não recear trocar olhares

Independemente de ser alguém que conhecemos ou que nunca vimos antes, o importante é estabelecer um contacto visual verdadeiramente profundo. Isto porque, no parecer da ciência, ajuda a promover sentimentos de paixão, amor, proximidade e afeição.

 

5. Ser amigo do ambiente

Uma investigação recente descobriu que aqueles que primam por um estilo de vida amigo do ambiente são vistos como mais desejáveis para relações duradouras. Por oposição, quem procura um estilo de vida mais consumista tende a ser visto como alguém ideal para relações mais fugazes.

 

6. Fazer-se de díficil

Um ensaio datado de há três anos provou que a maioria dos homens tende a preferir as mulheres que se fazem de difíceis e desinteressadas e menos recetivas às suas abordagens. Onde é que já ouviste esta? Aqui e em todo o lado, meu bem.

 

7. Arranjar um cão

Para uma experiência social de 2014 não restam dúvidas de que o sexo feminino tem queda por donos de cães. Moral da estória: "ter um animal de estimação significa facilidade de compromisso a longo prazo e faz com que uma pessoa pareça mais relaxada, acessível e feliz".

 

Enlevada por estas tocantes estrofes do poeta-mor da língua portuguesa, despeço-me com um abraço amigo e votos de que o amor se faça brevemente presente na tua vida:

É ferida que dói, e não se sente; 
É um contentamento descontente; 
É dor que desatina sem doer. 


É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente; 
É nunca contentar-se e contente; 
É um cuidar que ganha em se perder; 

É querer estar preso por vontade; 
É servir a quem vence, o vencedor; 
É ter com quem nos mata, lealdade.

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Ora viva!

 

Uma das razões mais punjantes porque sou (ainda) solteira prende-se precisamente com o facto de não acreditar em amizades coloridas. Digam o que disserem (e acredita que ouço muito, já que a esmagadora maioria das pessoas com as quais privo é absolutamente pró este status quo), não me identifico – de todo –  com a coisa. Sou romântica, fiel por opção e adepta ferrenha da exclusividade. Tudo o que não vai de encontro a uma amizade colorida.

 

Adepta (ou não) de tal prática – isso é lá contigo – cumpre esta crónica o propósito de elucidar-te sobre as razões porque considero que esta não passa de uma perda de tempo. Isto porque "dar o corpo ao manifesto a custo zero", como costumo dizer, é, a meu ver, uma opção inglória, que só serve o propósito de fintar a carência e a solidão que costuma acometer os celibatários ou desfalcados de um coração rendido ao amor.

 

Perfeitamente legítimo alguém disponível, ainda para mais no rescaldo de uma deceção amorosa, querer um relacionamento sem compromisso, preocupações ou cobranças, tudo o que uma amizade colorida parece oferecer.

 

Até aqui tudo maravilha, na verdade, tudo ótimo; afinal quem não quer interagir nestes moldes? As coisas só começam a dar para o torto quando se começa a querer mais, ou seja, quando se criam expectativas e laços afetivos mais profundos que a tesão começam a palpitar na mente e no coração de uma das partes.

 

E as razões para que assim seja, segundo um artigo da Sol, são estas:

1. Um 'amigo colorido' não é realmente um amigo

Quando estamos com alguém com uma certa frequência, ainda que seja apenas pelo sexo, é normal que comecemos a nutrir algum tipo de sentimento e um certo tipo de conforto em relação à outra parte. O que convém reter é que partilhar coisas corriqueiras do teu quotidiano seria um atentado ao tratado de não envolvimento, ou seja, algo expressamente proibido.

 

2. Ter um ‘amigo colorido’ acaba por afastar-te das relações sérias

Se tens uma vida preenchida a nível profissional, uma amizade do género pode parecer-te uma excelente opção, a ponto de te levar a pensar que não te faz falta uma relação (mais) séria. Aí é que te enganas. Por mais confortável que te sintas com os benefícios de uma amizade colorida, haverá sempre uma parte de ti que vai sentir aquele vazio que nenhum orgasmo (por mais épico que seja) consegue preencher.

 

3. O corpo é que paga

É do conhecimento geral dos informados que na presença de sexo assíduo o corpo humano liberta oxitocina, um químico que nos faz sentir extasiados, ao ponto de querermos manter essa performance. Agora imagina o que acontece quando esta é (prematuramente) interrompida... Ah, pois é!

 

4. Há sempre uma razão para não serem namorados

Por muito bom que seja o tempo que passam juntos, há uma razão para serem apenas amigos coloridos, como é o caso de diferenças entre ambos que sejam irreconciliáveis e que podem originar duras discussões.

 

5. Uma 'amizade colorida' tem sempre um prazo de validade

Por mais que se tente promovê-lo a algo mais consistente (e acredito que conheças vários exemplos bem-sucedidos), o facto é quando se começa uma relação deste género, na maioria das vezes o fim é só uma questão de tempo (e oportunidade). Se um 'f*** friend' se torna essencial na tua vida, quando o perdes o mais expectável é que acabes a carpir mágas que era suposto não carpires. E essa mágoa é capaz de te levar à loucura, quando, volvido pouco tempo após o rompimento, ele assume outro amor, dando a ela/ele tudo aquilo que dizia ser incapaz de te dar.

 

Single mine, acredito piamente que cada um sabe o que é melhor para si próprio. Tanto acredito que não tenho nenhum pudor em assumir que amizade colorida não é a minha praia. Nunca foi! Agora quero saber o que nos tens a dizer sobre isso.

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Ora viva!

 

Há exatamente um ano, escrevi isto: "Na opinião da Cosmopolitanàs vezes é tudo uma questão de matemática na vida de uma solteira. Duvidas? Espreita só o artigo de hoje.

 
2. Número de vezes que deves dizer o nome dele durante uma conversa para lhe mostrares que estás interessada. Especialistas comprovam que, ao repetir o nome de alguém, o subconsciente dessa pessoa faz com que se sinta mais ligada a ti. Mas dizê-lo mais do que duas vezes pode tornar-se demasiado intenso.
 
92. Percentagem de homens que acha que jantar é o programa perfeito para o primeiro ou segundo encontro.
 
97. Número médio de dias que um homem demora até dizer "Amo-te".
 
78. Percentagem de homens que verifica online informações sobre ti antes do primeiro encontro.
 
5. Número de vezes, em 15 minutos, que deves tocar num homem em quem estás interessada. Os homens não são peritos em detetar subtileza, por isso, alguns toques no braço, peito, rosto, mão ou joelho, quiçá, são extremamente essenciais para que ele perceba.
 
30. Número de centímetros que vos devem separar num primeiro encontro, para que ele entenda que estás definitivamente interessada, segundo especialistas. Chama-se distância íntima…
 
7.3. Número médio de segundos que ele vai permanecer de olhar fixo na tua boca se estiveres a usar batom vermelho (comparado com apenas 2.2 se for um tom nude, ou absolutamente nada).
 
21-34. Intervalo médio de idades em que a maioria dos homens pensa em ter filhos.
 
20. Número médio de segundos que um homem demora a decidir se quer ver-te de novo.
 
22. Número médio de homens que beijas antes de encontrares o príncipe encantado.
 
6. Número médio de encontros desastrosos que terás na tua vida.
 
40. Mínimo de euros gastos por ele em cada encontro nas primeiras semanas da relação.
 
8. Número de vezes que deves sair com ele antes de o apresentares aos teus amigos. Os especialistas afirmam que é aconselhável fortalecer os vossos laços e cumplicidade antes de o submeteres à opinião alheia.
 
52. Percentagem de homens livres em Portugal, contabilizando solteiros, divorciados e viúvos, segundo estudos recentes. Só tens de encontrar "o tal"!"
 
P.S. - Querida seguidora, o tempo e a inspiração continuam à mingua, pelo que só me resta apelar à reciclagem. Espero que me compreendas e perdoes.

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Ora viva!

 

Tempo limitado mais inspiração escassa é igual a crónica reciclada, desta feita de uma reflexão minha, datada de há exatamente dois anos, sobre o que é essencial, não aos olhos, mas sim ao coração.

 

"O essencial é invisível aos olhos, e só se vê bem com o coração!" Uma das frases mais conhecidas de Antoine de Saint-Exupery e talvez, a mais verdadeira. O melhor de um amor, de uma viagem, de um encontro ou de um presente não é o que se transmite aos outros, mas o quanto nos toca o coração.

 

Amores não se tornam mais verdadeiros quando atestados em contratos; viagens não são mais incríveis pela quantidade de fotos que foram tiradas; amizades não são mais honestas quando os envolvidos falam todos os dias.

 

O essencial é sentirmos e, ao sentirmos, sabemos.

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Ora viva!

 

Já que estamos numa onda de felicidade (e não esqueçamos que hoje é sexta-feira), que te parece (re)estabelecermos uma correlação entre esse estado de espírito e a saúde? Sim? Então, bora lá!

 

É do conhecimento geral da Via Láctea (e da comunidade científica) que felicidade traz mesmo saúde. Pessoas mais felizes são menos propensas a desenvolver doenças, sobretudo as de foro crónico e psíquico.

 

Acredito que cada qual tenha o seu próprio segredo da felicidade, mas existem uns quantos que podem ser prescritos a qualquer mortal, independemente da sua idade, sexo, raça, cor da pele, classe social, orientação sexual, eduação, escolaridade e tudo o mais que te lembrares de agregar a esta lista.

 

Um estudo da Weill Cornell Medicine constatou que existem uma série de emoções positivas (16 no total), que, em conjunto, podem contribuir para que tenhamos ainda mais saúde. São elas: entusiasmo, interesse, determinação, euforia, diversão, inspiração, alerta, atividade, força, orgulho, atenção, felicidade, relaxamento, alegria, à vontade e calma.

 

E já que estamos a falar do que nos faz bem, convém dar uma espreitadela ao outro lado da questão, ou seja, outras tantas emoções que não contribuem em nada para a felicidade humana, logo para a saúde, por tabela: estar assustado, ter medo, estar chateado, angústia, tensão, nervosismo, vergonha, culpa, irritação, hostilidade, cansaço, lentidão, sonolência, tristeza, humor em baixo e sonolência.

 

Agora pergunto-te como é que se fintam todas estas emoçõs negativas, que – queiramos ou não – fazem questão de invadir a nossa vida, boicotando assim a nossa felicidade? Essa resposta o estudo não chegou a partilhar com a comunidade laica, mas cá para mim ela só pode estar no reforço da dose das positivas.

 

Bom fim de semana, meu bem, e capricha aí nas emoções positivas que as negativas ainda te podem custar o bem mais precioso que tens – depois da vida, claro! –, a saúde.

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Ora viva!

 

Sem qualquer pudor, assumo que gosto de dinheiro . E digo mais, sou dos que acreditam piamente que ele traz felicidade, e não é pouca. É por isso que toda vez que ouço alguém arrotar aquela tontice de que "Dinheiro não compra felicidade", até me dá uma coisinha má.

 

Nessas ocasiões, sou acometida de uma gana animalesca de saltar para o pescoço da pobre criatura (literalmente falando). O que me vale é que o meu stock de bom senso é de nível AAA, à altura das mais exigentes agências de rating. Assim, lá acabo por recuperar o autocontrolo e atirar um sarcástico: "Essa pessoa não sabe aonde ir às compras".

 

No final, relevo esse tipo de comentário, mais não seja porque nunca ouvi tretas dessas sair da boca de quem possui uma situação financeira desafogada. Pelo contrário, quem as profere é precisamente aquele que passa a vida a contar tostões. Nada mais natural que façam questão de cultivar essa visão, sob pena de terem que admitir que existe um mundo encantado que jamais poderão comprar, precisamente porque não têm dinheiro para tal.

 

Talvez porque noutra encarnação tenha conhecido uma vida de luxo e fartura e essa memória permaneça viva no meu espírito (pelo menos foi o que revelou uma regressão a vidas passadas que fiz há uns tempos), acredito que seria descaradamente feliz se tivesse o suficiente para aceder àquilo que quero e que tanta falta me faz: viagens, hoteís de luxo, bons restaurantes, spas, uma casa confortável, ajudar os meus e os que (mais) precisam, e sobretudo, nunca mais ter que perder noites e noites de sono por não saber como pagar as contas.

 

Mais do que coisas, na minha maneira de encarar e desfrutar a vida, o dinheiro me permitiria o acesso a experiências, algo que me é verdadeiramente precioso. Afinal, da vida só levamos o que vivemos, certo? É precisamente neste ponto que foca a crónica de hoje: será que existe algo capaz de proporcionar mais felicidade que o dinheiro? Vai um palpite?

 

O tempo, meu bem, sim essa coisa que, nos dias de hoje, parece nunca ser suficiente, logo um bem preciosíssimo. Sobre isso, um estudo citado pela BBC atesta que, precisamente por este motivo, o tempo é hoje percecionado como sinónimo de felicidade.

 

Essa investigação, que incluiu mais de seis mil pessoas dos Estados Unidos, Canadá, Dinamarca e Holanda, chegou à conclusão que ter tempo para aquilo que valorizamos deixa-nos mais felizes, mesmo quando se tem que pagar por ele. Isto porque os participantes do estudo não hesitaram em pagar 40 dólares para se conseguirem livrar de certas tarefas e, com isso, ganhar mais tempo. Inclusive, todos eles se mostraram mais felizes do que se tivessem gasto a mesma quantia em bens materiais.

 

Mas afinal como é que se paga para ter tempo, deves estar a matutar. De uma forma tão simples como, por exemplo, contratar serviços de limpeza, comprar comida fora, não ter que pilotar o fogão ou pagar a alguém para fazer o supermercado. O que, ao meu ver, traduz-se nas tais experiências de que falei mais acima.

 

Hás de concordar que livrar-se de tarefas que não dão prazer, ou que roubam tempo àquilo que realmente importa, é uma experiência ímpar. Agora pergunto-te: qual é a coisa qual é ela que permite atingir esse estado de graça? O dinheiro, ora pois! De que outra forma seria possível o acesso àquelas experiências há pouco citadas?

 

Agora a pergunta para um milhão: será esta minha teoria uma mera manifestação de absoluto materialismo ou a constatação da mais pura realidade? Goste-se ou não da ideia: o dinheiro traz/compra – o verbo a conjugar deixo ao teu critério – felicidade. Ponto final!

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Ora viva!

 

Ontem, falei-te de alguns sinais que expressam o interesse de um homem. Mas será que eles estão a par do que (realmente) nos atrai? Cá para mim estão, se bem que não inteiramente. A pensar nisso, escolhi para hoje um artigo que aborda precisamente os aspetos que fazem um homem ser considerado atraente pelo sexo feminino.

 

De acordo com as conclusões de um inquérito realizado pela agência Synovate, a pedido da Gillete, vestir peças como jeans ou fato e estar barbeado são alguns dos requisitos mais apreciados por elas, sendo a imagem de um homem fardado considerada a que mais desperta a atenção, seguindo-se a de um homem de slips.

 

Entre as 425 inquiridas deste estudo que visou conhecer as preferências das europeias em relação ao sexo masculino, mais de metade (55%) considera atraente um homem que tem rotinas diárias de cuidado pessoal. Do lado oposto, a velha fantasia do macho encharcado de suor parece estar a perder fãs, já que não passou pelo crivo de ¾ (76%) das inquiridas, que a considerou 'pouco ou nada atraente'.

 

Para a esmagadora maioria dessas mulheres (90%), com idades compreendidas entre os 18 e os 59 anos, eles são mais atraentes quando são carinhosos com os filhos ou animais de estimação, quando lhes abrem a porta, quando cozinham e quando arrumam a casa.

 

Quando questionadas sobre as atitudes que estão tradicionalmente associadas ao sexo masculino, os resultados quebram alguns mitos: para 92% das mulheres, dizer palavrões não é 'nada atraente', da mesma forma que andar à pancada ou bater boca com os amigos também são atitudes mal vistas.

 

Antes de dar por concluída esta crónica, que tal partilhar contigo os itens que menos seduzem o sexo feminino. Aposto que és capaz de advinhar. Não? Não faz mal, eu digo: rastas, piercings e chinelos lideram essa lista. Eu cá para mim, acrescentava ainda as tatuagens de grande porte, mas dado que o estudo foi realizado junto das europeias – coisa que não sou – a minha opinião não passa disso mesmo, um mero bitaite.

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