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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

03
Jul17

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Ora viva!

 

Eis o que, no parecer da life coach Isabel Soares dos Santos, nos reserva o mês que ora se inicia:

 

Metade do ano já passou e entramos agora no segundo semestre do ano. 2017 é o ano ideal para efetuares as mudanças necessárias para te sentires melhor contigo e com os teus objetivos de vida. Para quem tem andado distraído, ainda tem 6 meses para dar passos concretos em direção à mudança.

O mês de julho surge com uma energia de enorme desgaste, de sentir que te tens esforçado para conquistar os teus objetivos, mas com uma sensação de que o sacrifício nunca mais acaba... Muito provavelmente não utilizaste a tua energia da melhor maneira nos últimos meses e vês-te agora com o peso do mundo às costas e a assumir muitas responsabilidades e culpas (muitas delas derivam apenas de excessivas expectativas). O mais provável é que estejas a assumir demasiadas responsabilidades, queres fazer tudo sozinho e não estás a querer pedir ajuda...

Para ultrapassares este mês da melhor maneira e conseguires fazer uma mudança positiva nos próximos meses, deves começar por assumir que precisas de ajuda, que não precisas de fazer tudo sozinho e que, de certeza, as pessoas certas chegarão ao teu encontro.

Procura formas de relaxar, praticar desporto, alimentar-se de forma saudável, dormir mais, meditar de forma regular ou qualquer outra coisa que te ajude a serenar.

Melhores energias virão a partir de agosto. Tem força para te libertares dos pesos excessivos. Aproveita o verão para sair mais, conviver com os amigos e até apaixonares-te... Encher o teu coração de amor vai ajudar a passar melhor este mês.

Abraço de Luz,
Isabel 💗

 

Que julho seja generoso contigo, sobretudo no que toca ao amor, e que a semana seja leve, positiva e muito feliz.

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30
Mar17

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Ora viva!

 

Não é novidade para ti que tens acompanhado a saga do Ainda Solteira que ultimamente tenho estado muito empenhada em explorar os caminhos da espiritualidade, uma inevitabilidade despoletada, em parte pela encruzilhada na qual se viu a minha vida nos últimos dois anos, em parte por uma necessidade (cada vez mais gritante) em preencher aquele vazio espiritual de que falei na crónica Serei filha de um Deus menor?.

 

Cheguei a uma altura da vida que uma voz interior questionava incessantemente se a vida seria apenas isso: existir. Com existir refiro-me a respirar, comer, dormir, trabalhar, pagar as contas, relacionar-se, e por aí fora. No meu íntimo, algo me dizia que não, que a vida era muito mais do que isso, bem mais.

 

Quando não encontrei, no plano da matéria, respostas que satisfizessem minimamente a estas questões existências, só mês restava procurá-las num outro plano, mais elevado, para lá do óbvio, para lá do senso comum, para lá do socialmente validado.

 

Foi assim que, aos poucos, comecei a formatar a minha mente para este tipo de assunto. Claro que o facto de ter trabalhado, durante nove meses, como assistente de social media de uma estrela de televisão ligada a ao universo esotérico, só me fez aceitar ainda mais que existem muito mais coisas entre o céu e a terra do que nos ensinam a acreditar, por mais que esta minha personalidade terra-terra, prática e descrente em relação ao invisível ao olhos, me pressionasse em contrário.

 

Teimei, e guiada por aquela voz interior a que nunca tinha dado muito crédito, dei por mim na minha primeira sessão de meditação. De lá para cá – já lá vão cerca de três meses – muita coisa aconteceu na minha vida. Nenhum acontecimento flagrante do ponto de vista material, admito, mas sutis mudanças interiores, desde a forma de encarar os episódios do quotidiano, até à mudança no meu modo de pensar, sentir, interagir, acreditar, viver.

 

Não preciso dizer que se trata de um processo que requer tempo, dedicação, experiência, prática, interiorização, superação e fracasso, naquela lógica de um dia de cada vez, tal qual os aditos em recuperação.

 

Para além da meditação coletiva, que pratico há 14 semanas, sem falhar uma única sessão, aventurei-me pelos labirintos da cura espiritual, que a reboque me permitiu uma regressão à vida passada. Sobre isso falarei noutra altura, pois há muito que contar: quem fui, o que ficou pendente, porque reencarnei, qual a minha missão nesta vida e como fazer para a levar a cabo.

 

O que posso adiantar é que tudo fez tanto sentido, que passei as duas noites seguintes sem consegui fechar, tamanho o impacto da revelação. Agora que é tudo tão claro, tudo o resto perde protagonismo. Agora que sei qual a minha missão nesta encarnação, é fácil identificar quais as batalhas que devo encarar, mais importante do que isso, as que nem sequer valem a esforço, já que só vão provocar um gasto desnecessário de esforços e recursos físicos, emocionais, afetivos, psicológicos e espirituais.

 

Hoje estou convicta que o caminho da felicidade plena passa por um harmonioso equilíbrio entre o corpo, a mente, o coração e a alma. Comprometido o bem-estar de um, os restantes ficam indubitavelmente comprometidos.

 

Ainda não atingi esse patamar de evolução, mas não tenho dúvidas de que lá chegarei. Estou a fazer por isso, um dia de cada vez.

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02
Mar17

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Ora viva!


Já sairam as previsões para este mês, um valioso contributo da minha guru do bem, Isabel.

 

Março vai ser um mês muito intenso para a maioria de nós. Quem tem vindo a fazer um trabalho de descoberta interior nos últimos meses, vai em Março largar todas as suas máscaras e assumir-se tal como deseja ser.

Devido à sociedade em que nos inserimos, ao tipo de educação e a tudo o que nos rodeia, vamos criando ao longo dos anos Crenças que nos limitam. Que limitam a nossa Felicidade e, acima de tudo, que limitam estarmos em contacto com a nossa verdadeira essência.

Durante este mês, apesar de ser considerado um mês com alguma tensão, deverão fazer um esforço para largar todas as ideias pre-concebidas que vos limitam e assumir quem realmente desejam ser.

Cada vez mais, vai ser difícil viver sob qualquer padrão que não seja verdadeiro, seja ele nos relacionamentos, a nível profissional ou pessoal. Por isso, está na hora de viverem e serem apenas aquilo que vos faz feliz. Mesmo que seja difícil afastarem-se de algumas situações de dor (pois estão mais habituados à dor e é mais fácil continuar nela do que encarar a mudança), devem fazer um esforço para, pelo menos, tomarem consciência da vossa realidade e de quais os padrões a abandonar.

A tomada de consciência é o primeiro passo para uma vida melhor.

Boas descobertas e desejos de um março extraordinário!

Abraço de Luz,
Isabel 💗

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