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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Ora viva!

 
Será uma boa ideia reatar uma relação? Voltar com quem já se esteve é prova de que o sentimento que existiu é verdadeiro? Resgatar sentimentos antigos é garantia de sucesso numa relação? Ou será insistir no erro e voltar a viver uma estória que se fosse para dar certo teria dado à primeira?
 
São estas as respostas que o artigo Voltar para os braços onde já foram felizes, uma publicação do DN, tenta dar àqueles que estejam numa onda de flashback amoroso, e não só. Antes que comeces com ideias, fica sabendo que não é o meu caso. Não mesmo! Feliz, ou infelizmente (já nem sei), não acredito em segundas oportunidades, pois penso que se não deu certo à primeira por algum motivo foi, pelo que convém não esquecer esse motivo.
 
Obviamente, esta minha perceção pode não coincidir com a tua, aliás nem tem que ser assim. Creio que todos nós temos conhecimento de algum caso de reconciliação francamente inspirador, capaz de nos fazer acreditar que o amor, quando verdadeiro, tudo vence, tudo supera, tudo alcança.
 
É esta minha personalidade vanguardista, focada no porvir e não no que já foi, que me leva a acreditar que se fosse para dar certo uma única oportunidade bastaria. Daí não ser adepta de reconciliações, expiradas 90 dias após a rutura. À custa da meditação, e de todas as palmadas que a vida me tem dado nos últimos tempos, vejo-me impelida a reformatar esta minha crença (e outras), empreitada que há de levar o seu tempo e que pode revelar-se inglória.
 
O essencial aqui é reconhcer que da leitura de todos aqueles testemunhos ficou a sensação de que todas aquelas estórias eram merecedoras de serem interpretadas como uma mensagem, uma espécie de lição de vida, um puxão de orelhas a esta minha tendência em ser intransigente e intolerante às falhas alheias, sobretudo na esfera amorosa.
 
Seja qual for a tua posição em relação a este assunto, acredito que vale a pena dares uma espreitadela, ainda que de relance, ao dito artigo, mais não seja porque finais felizes a poucos deixa indiferente.
 
Boa leitura, meu bem, e uma semana estupidamente feliz.

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Ora viva!

 

O Dia de S. Valentim tem muito que se lhe diga, dias antes, no próprio dia e nos dias posteriores. Nem imaginas a quantidade de artigos que foram publicados no day-after ao 14 de fevereiro. Vai-te preparando que nas próximas publicações vais levar com uma data delas, até porque ando constipadíssima, sem condições físicas e psicológicas para escrever crónicas originais.

 

Antes de adentrar pelo tema do post de hoje, gostaria de te perguntar o que foi feito de ti na terça-feira, dia do nosso rendez-vous. Não deste a cara no Evolution nem aqui no blog. É caso para perguntar por onde andaste o dia todo. Estarei perante emparelhado disfarçado de solteiro ou, por um acaso com sentido, conseguiste companhia nesse dia. Conta-me que quero saber porque me deixaste pendurada.

 

O título do artigo de hoje, O mundo nunca foi simpático para os solteiros, é uma produção do Publico, que não poderia ser mais revelador de uma realidade que tão bem conhecemos e pelo qual temos estado a batalhar arduamente para lhe dar uma nova roupagem, mais trendy e bem mais cool.

 

Precisamente porque (ainda) é estigmatizada a solteirice, é mais do que hora de nós (solteiros) fazermos por mudar essa realidade e afirmarmo-nos como uma classe consciente, bem resolvida e absolutamente convicta da sua escolha em permanecer desemparelhado.

 

Bem, deixa-me lá partilhar o dito artigo contigo, caso contrário o texto vai ficar muito extenso e aí já não terás paciência para ler tudo. Despeço-me com aquele abraço amigo de sempre e muita fé de que ainda haveremos de vencer esta batalha social e amorosa.

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15
Fev16

Nem tudo é técnica

por LegoLuna

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Ainda na senda do Dia dos Namorados, que espero que tenha sido, no mínimo, divertido, o livro 'The Science of Kissing: What Our Lips Are Telling Us' ('A Ciência do Beijo: O que os nossos lábios nos dizem', numa tradução ipsis verbis) atesta que uma pessoa pode beijar muito bem, mas não conseguir conquistar ninguém com os lábios.

 

Isto porque existem outros fatores (para além dos chamados 'técnicos') que influenciam o momento:

-  Aparência: ter bom aspeto é uma parte importantíssima numa relação. E se esta ainda não existe, mas há projetos para que venha a existir, aparecer com o cabelo todo despenteado ou com meias e chinelos está fora de questão;

- Ambiente: convém escolher um sítio apropriado, sem que haja grandes focos de tensão à volta;

- Contexto: um beijo 'sentido' não pode acontecer do nada. Há que dar um propósito a tudo;

- Gostos: importa aprender quais as preferências da outra pessoa. Assim ter se á vários tópicos de conversa e o momento irá desenrolar-se de uma forma muito mais natural. 

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07
Fev16

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A energia desta semana é representada pela Celebração! Todos os dias são bons para celebrar, mas quantas vezes nos sentimos assoberbados com os afazeres do dia a dia e esquecemo-nos de celebrar as pequenas vitórias?
Tens um lar? Celebra!
Tens comida na mesa? Celebra!
Amas e és amado/a? Celebra!
Tens família que te adora? Celebra!
Falaste recentemente com alguém que não vias há anos? Celebra!
Partilhas momentos felizes com família e amigos? Celebra!
Estás a ler um livro que te inspira? Celebra!
Sorriste para um estranho e sabes que com isso lhe deste alguma alegria? Celebra!
O que não faltam são motivos para celebrar! Não precisamos de datas especiais, apenas devemos sentir-nos gratos, pois quanto mais agradecermos mais motivos teremos para celebrar!
No próximo domingo será o dia dos namorados. Andamos tão esquecidos de demonstrar e sentir amor que tiveram que inventar um dia para isso...
Amem e celebrem todos os dias da vossa vida!
Desejos de uma semana muito feliz!
Abraço de Luz,
Isabel

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