Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

gettyimages-683995385.jpg

Ora viva!

 

A semana costuma arrancar com resoluções de todo o tipo, algumas significativas, outras nem por isso. Uma das mais frequentes tem a ver com a prática do exercício físico, seja ela em versão indoor ou outdoor. Estou certa ou estou errada?

 

Nem sei como ainda me surpreendo com aquele fenómeno em que, mal o sol começa a assumir o comando do dia e a temperatura a escalar o termómetro, os ginásios tornam-se lugares altamente concorridos, autênticas tábuas de salvação daqueles que passaram o resto do ano na mais perfeita inércia física.

 

Numa corrida alucinada contra o tempo, em que o objetivo primeiro e último é a obtenção de um corpo minimamente decente à vista alheia, apela-se a (quase) tudo: dietas milagrosas, suplementos de toda a espécie, personal training, tudo que remeta para a palavra detox, horas e horas de treino, uma data de tratamentos estéticos e por aí fora.

 

O que me parece é que os adeptos desta forma de estar na vida – correr atrás do prejuízo aos 90 minutos do segundo tempo – denotam alguma dificuldade em assimilar que corpo de verão trabalha-se o ano todo. Mais importante ainda, esse mesmo corpo trabalha-se não só para a praia mas para o bem estar em geral.

 

Já está mais do que provado que a atividade física é o agente por excelência na prevenção de uma infinidade de maleitas, tanto físicas como psíquicas e emocionais. A prática regular (e sustentável) do exercício físico, aliada a uma alimentação saudável e equilibrada, assumem-se como os mais eficazes antídotos para uma das maiores ameaças ao bem estar do ser humano: o sedentarismo.

 

Sendo assim, exercitar-se deve ser um hábito, assim como comer, dormir e escovar os dentes. Perante tanta variedade de opções, perante ofertas de todo o tipo, parece-me que quem se recusa a dar tarefa ao corpo está, em última instância, a lixar-se para a sua saúde.

 

Meu bem, se for esse o teu caso, segue o conselho desta que te quer bem e mexe-te. Se não tanto pela beleza que seja pela saúde, o teu bem mais precioso, já que sem ela de nada te serve tudo o resto.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ora viva!

 

Nos últimos cinco meses, desde a lesão na cervical, que a minha relação com o exercício físico anda estremecida, naquela dinâmica semana-no-ginásio-semana-no-sofá. Saldo dessa atividade intermitente? Quatro quilos na balança, alguma celulite a reivendicar o seu lugar ao sol e o abdómen a perdez a rijeza a olhos vistos.

 

Ansiosa como sou e sem muita inspiração para dar duro no ginásio, nada melhor que uma solução rápida, ainda que de eficácia controversa. Já algum tempo que venho ouvindo falar na prática do jejum. Dias atrás, numa palestra sobre saúde e bem-estar, tomei conhecimento de que, segundo a filosofia oriental, estar sem comer durante 24 horas, uma vez por semana, ao longo de um ano, pode traduzir-se em benefícios vários para o nosso organismo, sendo as duas mais flagrantes o rejuvenescimento celular e a perda da massa gorda.

 

A ideia de experimentar tal método, que não só "promete" melhor saúde, como a perda daqueles extras que não fazem falta a ninguém, começou a ovular na minha mente. Coincidência ou não, depois disso para onde quer que me virasse lá vinha o assunto à baila, quer em conversas de gajas, artigos ou este vídeo da Autoridade Fitness.

 

Vou saltar a parte dos prós e contras de tal técnica, que disso trata o vídeo que aqui partilho, e concentrar-me apenas na curiosidade em testar o seu efeito, na minha capacidade de resistência à fome, na possibilidade de queimar os extras e no lançamento da primeira pedra de uma forma de estar que pode vir-se a traduzir em mais e melhor saúde e num corpinho danone tudo de bom.

 

Este domingo será, literalmente, o dia D, portanto, se na segunda-feira eu não der sinal de vida é porque deu m****. Bom jejum para mim e bom fim de semana para ti.

Autoria e outros dados (tags, etc)

17554269_10212620139125465_2542439441855554317_n.j

Ora viva!

 

O que se faz quando o tempo não quer nada connosco e a inspiração recusa-se a dar o ar da sua graça? Recicla-se artigos, ora essa, de preferência um que tenha tido bastante aceitação, como é o caso deste, onde revelo alguns dos meus maiores aliados na luta para permanecer uma solteira gostosa, feliz e bem resolvida.

 

1. Pinça – este é sem dúvida um item imprescindível para qualquer solteira que se preze e um dos meus favoritos. Pequeno, leve e fácil de transportar, tenho-o sempre à mão, quando quero livrar-me dos persistentes e inestéticos pelos nas sobrancelhas, na aréolas dos mamilos, nos dedos dos pés, à volta do umbigo, nas virilhas (quando os mais resistentes recusam-se a sair, mesmo depois da depilação). Uso-a ainda para arrancar os (poucos) fios de cabelos brancos, sobretudo nas têmporas, e para remover as cutículas.

 

2. Bicarbonato de sódio – barato, acessível e altamente eficaz para quem deseja uns dentes branquinhos e uma pele suave. Antes de ir dormir, escovo os dentes com pasta dentífrica normal, para no fim repetir a ação, desta vez com um bocadinho deste pó. Mergulho a escova molhada na embalagem, passo pelos dentes e deixo ficar sem cuspir nem enxaguar. Horas depois acordo com os dentes branquinhos e um hálito fresco. Também uso o bicarbonato na esfoliação do rosto. Para tal, basta misturar um pouco deste pó com água e esfregar suavemente no rosto. É tão soft que pode ser usado diariamente (eu não o faço porque, como padeço de urticária, a minha pele fica logo irritada).

 

3. Limão – só não faço sandes de limão pelas razões óbvias, mas de resto uso este citrino para temperar carne, peixe, marisco (na panela, na grelha ou no prato), para limpar o organismo logo pela manhã (a mais que recomendada água morna com limão em jejum), para aclarar a pele, para reduzir as manchas do rosto, para combater a acne (sabias que o limão é um poderoso adstringente?), para retirar cheiros fortes das mãos, para fazer chá, para curar gripe ou constipação, para fazer bolo e biscoitos, enfim… para tudo e mais alguma coisa.

 

4. Cor vermelha – não é à toa que o vermelho é a cor associada à paixão, à sedução, ao desejo, à fúria, ou seja, a sentimentos fortes. Talvez por isso, seja a minha cor predileta. Solteira que se preze deve ter pelo menos um exemplar dos seguintes artigos em versão encarnada: sapato, mala, casaco, vestido, acessórios, batom, écharpe, lingerie, lençol, almofada, velas, cortinado, luvas, chapéu e verniz.

 

5. Água micelar/água termal – a meu ver um dos mais bem conseguidos artigos da dermocosmética. A micelar dá-me um jeitão na hora de limpar rápida e convenientemente a pele (de manhã ou à noite, tanto faz) e a termal para refrescar durante o dia. Sabe-me, literalmente, a uma lufada de ar fresco.

 

6. Açúcar/sal – o que estes ingredientes têm de prejudiciais à saúde (quando usados sem moderação), têm de benéficos à pele. Geralmente no primeiro dia de cada mês, ponho-me de molho na banheira durante uns 20 minutos, para depois fazer uma esfoliação com sal grosso. É só misturar um punhado com um pouco de gel de banho e esfregar suavemente com a ajuda de uma bula (aquelas luvas de esfoliação) para se obter uma pele macia e uma aura imaculada, já que, por ser o mais puro dos cristais (sabias disso?), o sal está associado à limpeza energética e ao afastamento das energias negativas.

 

7. Limpeza de pele – nada como uma limpeza de pele profunda - e com isso refiro-me a uma intervenção feita por profissionais - para que me sinta a própria Cleópatra, não rainha do Egito, mas da Estefânia. E nesse aspeto sou fiel ao Ruana Spa, já que nenhum outro sítio cuidou tão bem da minha pele. A pele fica macia, sedosa (põe-se a mão e ela escorrega), iluminada e rejuvenescida.

 

8. Duche frio – "água fria em pele nua tanto bate até que firma", não poderia ser mais verdade. A água fria faz milagres na pele humana, em especial naquela que começa a perder a firmeza e a elasticidade (culpa do maldito colagénio que, a partir dos 30 anos, começa a ficar forreta). Além de deixar a pele brilhante e rijinha, ajuda ainda a melhorar a circulação sanguínea e a minimizar o risco de constipações.

 

9. Batom – Acho que este item é indispensável a qualquer descendente direta de Eva com mais de 10 anos, mas para as solteiras é uma das mais poderosas armas de autoafirmação, atração e sedução. Não sou de me maquilhar no dia a dia, mas o batom esse não dispenso. Prefiro os tons mais escuros, já que os meus lábios dispensam destaque, em versão gloss (quando baixa em mim o espírito da cantora funk) ou em versão nude (sem brilho).

 

10. Água-de-colónia – Uma das coisas de que uso e abuso diariamente. A seguir ao duche, ponho a loção corporal, para em seguida espalhar água-de-colónia pelo corpo todo. Como os poros ainda estão dilatados, isto é, mais propensos a absorver tudo o que se lhes põem em cima, a essência da colónia entranha-se na pele e vai sendo libertada ao longo do dia. No tempo das vacas gordas e da (ex) BFF assistente de bordo costumava usar os da Victoria Secret, importados diretamente da América. Agora, contento-me com aqueles que se compram nos supermercados (1l custa menos de 10 euros). Como são baratos e cheiram divinamente não economizo na dose. Assim fico a cheirar bem o dia todo, mesmo no ginásio quando estou alagada em suor, sinto que o meu odor sabe a colónia.

 

Amanhã há mais, até lá toma conta de ti e orgulha-te do teu status quo, que ser solteira é o que está a dar por estes tempos (sem querer desmerecer os emparelhados).

Autoria e outros dados (tags, etc)

2017pperosporto06.png

Ora viva!

 
Eis-me de volta ao teu convívio, desta feita com um artigo sobre uns tantos truques simples (mas científicos) para te tornares instantaneamente mais atraente. É certo e sabido que somos atraídos por pessoas bonitas. É igualmente facto assente que, ainda que de forma inconsciente, associamos a beleza (física) a uma boa genética e a algum cuidado em preservar/potenciar os atributos com que se nasceu.
 
Mas e quando a mãe natureza não foi generosa para connosco? Resignar, lamentar, descabelar ou correr atrás do prejuízo? No que à genética diz respeito, não há muito a fazer, a não ser que se tenha dinheiro, coragem e disposição para ir ao bisturi. Contudo, há várias técnicas, explicadas pela dona ciência, que ajudam a tornar alguém mais atraente, como estas seis, compiladas pelo Business Insider:
 
1. Andar em bando
Um estudo publicado no Psychological Science concluiu que somos mais atraentes quando estamos com os nossos amigos do que sozinhos. O fenómeno explica-se com o facto de o cérebro humano ter tendência para avaliar o conjunto de rostos das pessoas num grupo em vez de as ver em separado, o que beneficia as que têm características físicas consideradas menos atraentes.
 
2. Permanecer em cena até ao cair do pano
Investigadores da Universidade de Virginia concluíram, em 1979, que quanto menos tempo houver para interagir mais os indivíduos do sexo oposto parecem atraentes. Outro estudo mais recente, de 2010, confirmou que os frequentadores dos bares, solteiros, viam os outros como "significativamente mais atraentes" à hora de fecho.
 
3. Sorrir mais
Investigações publicadas na Neuropsychologia e no PLoS One revelaram que a zona do cérebro ativada quando recebemos uma recompensa é a mesma do que quando vemos um rosto bonito. Esta resposta ainda se acentuava mais com expressões faciais sorridentes.
 
4. Usar vermelho
Várias experiências com o cunho da Universidade de Rochester corroboram o "efeito vermelho". Ou seja, tanto elas como eles demonstraram preferência por quem envergava vermelho.
 
5. Dar atenção ao tom de voz
A forma como falamos tem um papel fundamental na atração que exercemos sobre os outros. Investigadores da College London concluíram que os homens preferem vozes que indicam um tamanho de corpo mais pequeno – como um tom mais agudo –, enquanto as mulheres sentem-se mais atraídas por homens com uma voz mais profunda.
 
6. Apostar no sentido de humor
Ambos os géneros preferem ter uma relação com quem tenha "um bom sentido de humor", como constatou um estudo da Westfield State College, embora cada género valorize o humor de forma diferente: enquanto as mulheres se sentem atraídas por homens que as façam rir, os homens preferem mulheres que lhes achem graça.
 
É caso para dizer que, em matéria de beleza, a genética pode até ter uma frase a dizer, mas a última palavra será sempre tua. Ponto final!

Autoria e outros dados (tags, etc)

IMG_2943.JPG

Ora viva!

 

Não há como negar que sexta-feira é o melhor dia da semana. E parece que não sou a única a partilhar desta opinião, já que as seguidores deste espaço interagem bem mais nesse dia. Meu bem, vai de fim de semana na companhia desta bonita manifestação de carinho da EA, a quem envio desde já aquele beijinho amigo.

 

"O que dizer sobre o sorriso? Ele é fundamental nas relações entre as pessoas, sejam elas da mesma família, colegas de trabalho ou até mesmo um ilustre desconhecido. O sorriso faz bem para quem o dá e mais ainda para quem o recebe.

 

O sorriso desarma pensamentos negativos, ilumina o semblante, exercita os músculos da face, tem o poder de tornar um dia que começou nublado num belo dia de sol.

 

Vamos, portanto, sorrir mais, porque viver carrancudos, tristes, de mal com a vida só nos coloca em situações desagradáveis, pesadas, judia de nosso corpo e penaliza nosso eu interior.

 

Alguém disse que se sorrirmos para o mundo ele sorrirá para nós. Eu digo, se as coisas não estão indo bem, sorria mesmo assim; fica mais leve o fardo."

Autoria e outros dados (tags, etc)

14
Jul16

zerolactose.jpg

Há dias a Tercia ofereceu-me um convite para a Feira Alternativa de Lisboa. Admito que só me dispus a deixar o conforto do meu lar num domingo – é o único dia da semana em que não gosto mesmo de por o pé na rua, ainda por cima em dia da final do Euro 2016 – mas foi tão amável o convite desta minha amiga, conterrânea, vizinha e colega de ginásio e de solteirice que não tive como.

 

Portanto, lá tive eu que enfrentar o sentimento de lesmice, típico de domingo, o sol escaldante e a escassez da carreira 767 e abalar-me até Alvalade. E não é que a feira revelou-se uma agradável e didática surpresa, superando largamente as mais otimistas expectativas?

 

Havia de tudo e mais: cosmética natural; alimentação saudável; suplementos alimentares; artigos esotéricos; consultas de tarot; as mais variadas terapias para o corpo, mente e alma; leituras de mãos e cartas; todo o tipo de meditação; massagens; comidas do mundo; cristais; amuletos; vestuário; calçado; bijuteria; artigos para o lar; tratamentos de beleza; ou seja, uma infinidade de produtos e serviços o mais natural, saudável e benéfico possível.

 

Perante aquele cenário, esqueci o calor, ignorei o corpo húmido de suor, mandei à fome às favas e parti à descoberta daquele encantado mundo alternativo. Não vou detalhar tim tim por tim tim tudo o que vi, adquiri e experimentei por lá, porque nunca mais saía daqui e acabaria por desviar-me do tema deste artigo.

 

Numa barraquinha de suplementos alimentares, questiono o expositor sobre qual o mais indicado para combater a acne – sim, à beira dos 40 anos e ainda me debato com algo que é suposto ter ficado sanado lá trás no tempo. Na adolescência tive imensas borbulhas, mas estas acalmaram-se na idade adulta, ficando reservadas a ocasiões especiais como menstruação, ingestão de comida mais gordurosa ou descontrolo emocional.

 

Há uns anitos já que a minha pele não conhecia mais do que umas quantas borbulhas esporádicas. Desde que fui de férias lá para a terra, há coisa de um ano, tudo mudou. Agora ando com uma crise de acne que até mete medo. E não é uma acne normal, pois não cede nem a cremes (caríssimos, por sinal), nem a tratamentos profissionais, e muito menos à atenção redobrada com a alimentação e com os cuidados de limpeza. É algo mais, eu sei, já que não nem mesmo reage à medicação, ando a tomar antibióticos que a dermatologista me receitou para infeções cutâneas – altamente eficazes numa outra ocasião, mas que agora parecem nulas.

 

Voltando à barraquinha de suplementos, um conhecido com quem tinha cruzado instantes antes, ao ouvir a minha pergunta, responde de prontidão: "não precisas de suplementos para resolver esse problema". Quando lhe pergunto porquê, diz-me ele que já não tinha idade para ter espinhas (que novidade!) e que o meu problema não passava de alergias - como é que ele podia saber isso? De facto, como já aqui mencionei n vezes, ando com alergia a tudo e mais alguma coisa.

 

A esta altura da conversa, abeira-se de nós um outro senhor (que nunca tinha visto mais magro) e resolve dar o seu contributo à conversa. Pelo que pude deduzir, o dito é um expert na matéria, pelo que, sem hesitação ou falinhas mansas, fez-me um diagnóstico fiel do estado da minha saúde: os intestinos não funcionam como é suposto (disse que pôde ver isso através dos meus lábios) e as alergias podem advir de uma intolerância ao leite e derivados.

 

Mal conseguia disfarçar o meu interesse no rumo que aquela tertúlia improvisada estava a tomar. Perante a descrição que lhe fiz do meu estado de saúde (e de beleza, por consequência), este foi perentório na prescrição: cortar de imediato com todo e qualquer produto lácteo. Ainda tentei argumentar que não consumia leite, apenas iogurte e requeijão, e que ao retirar esses produtos da minha alimentação o meu organismo iria ressentir-se da falta de cálcio. De nada valeu. Categórico, rematou ele: "experimenta e depois vês se a coisa não melhora. Quanto ao cálcio, tens imensas opções, como a aveia, a quinoa e o feijão."

 

Recomendou-me ainda que evitasse o açúcar e o trigo. Nesse quesito garanti-lhe que já estava tudo sob controlo, pois, nas raras vezes em que preciso recorrer diretamente a esta substância, faço uso da versão mel ou canela.

 

Portanto, o problema parece, de facto, residir na lactose, o açúcar naturalmente presente no leite. Abreviando o parlapiê que o texto já vai para longo, já há quatro dias que não consumo nenhum produto lácteo e, coincidência ou não, parece que a coisa acalmou. Como estou menstruada, só vou ter a certeza daqui a mais uns dias.

 

Não acredito que o iogurte me cause intolerância, porque sempre o consumi, mas já o requeijão, com maior teor de lactose, só há coisa de quatro meses o introduzi na minha alimentação. É, portanto, altamente provável que seja realmente intolerante ao leite, coisa que nunca bebi nem quando bebé. Em Cabo Verde fartei-me de bebê-lo, mas na versão fermentada, que adoro. E foi precisamente a partir dessa altura que começaram a aparecer, para não mais irem embora, monstruosas espinhas nesta minha face tão adorada e mimada pela dona.

 

Para já, vou continuar sem consumir qualquer derivado seu e ver como corre a coisa. Mais tarde, voltarei à minha alergologista para confirmar in vitro esta questão.

 

Há já algum tempo que ouço falar de intolerância ao glúten e à lactose, e de como várias celebridades têm cortado esses itens da sua dieta, mais para manter (ou recuperar) a linha - parece que ao retirar a lactose da dieta, a pessoa desincha, já que o intestino é regularizado, o corpo funciona melhor, por consequência, ocorre uma perda de peso.

 

No meu caso, a ruptura será essencialmente por uma questão de saúde, mas se com isso conseguir ficar (ainda) mais fit, não me importo mesmo nada. Seria uma espécie de bónus, uma mais do que justa compensação por todos os problemas com que me tenha deparado nos últimos tempos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

12022584_923948461006223_5974643357782296503_o.jpg

Decidi que hoje não quero saber de procurar emprego, nem de ginásio e muito menos de apps de engates. Dedico o dia a moi e à minha beleza, que anda bem precisada por estes dias. Assim que acordei, aclarei o cabelo - lá teve que ser em modo método caseiro, já que, até novo trabalho, vigora o Plano PUCC - Plano Urgente de Contenção de Custos.

 

Como sou filha de Deus, ainda que de um menor, daqui a pouco vou à minha sessão semanal de day spa: eletroestimulação, radiofrequência e massagem (manual, convém ressalvar). Antes disso, claro que se arranja um tempinho para vir até aqui dar-te aquele olá de alegria e deixar-te um novo artigo.

 

Além do sexo, e (muito) dinheiro na conta, são poucas as coisas capazes de me proporcionar tamanha sensação de prazer, bem-estar e relax. Para entenderes melhor do que falo resgato o artigo Dia de spa é dia de ser feliz, um relato fiel dos benefícios de um dia num spa.

 

Conheço quem considere estas coisas uma futilidade, um desperdício de dinheiro, uma perpetuação do culto ao corpo, e otras cositas menos simpáticas. Respeito pela opinião alheia à parte, a essas pessoas só posso dizer que não sabem o que andam a perder. Só quem é adepta desta prática é capaz de entender a razão de existência, e do sucesso, dos spas. Umas horitas num centro de estética e beleza, além do prazer que proporciona ao corpo, é capaz de operar um verdadeiro milagre na autoestima de uma mulher.

 

Duvidas? Lê o artigo e depois conversamos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

o-CONDOM-facebook.jpg

 

Longe de mim querer ferir suscetibilidades, até porque a beleza é algo muito subjetivo, mas o facto é que pessoas pouco apelativas ao olhar (vulgo, feias) são constantemente alvo de discriminação. Até na hora de coisar. Sim, já sabemos que as mais atraentes têm a priori maiores possibilidades de serem bem sucedidas na arte da conquista. O assunto aqui é outro e passo a explicar.

 

Um estudo das Universidades de Bristol e Southampton, publicado no British Medical Journal, assegura que a vontade de um homem usar preservativo numa relação sexual casual varia consoante a beleza física da parceira. Ou seja, se a gaja for bonita (boa como o milho também serve) ele não faz muita questão de se proteger, já que parte do princípio que ela será saudável. Agora, se a coitada teve o azar de não ter nascido bela ou rica (digo isso porque hoje em dia, desde que se tenha capital, pode-se perfeitamente comprar a beleza, e à la carte, convém salientar), aí sim, ele faz questão de evitar o contacto pele-pele.

 

Contraproducente, não? Talvez! O facto é que os dados estão aí para quem quiser tirar as suas ilações: 51 homens heterossexuais entre os 19 e os 61 anos foram convidados a avaliar fotos de 20 mulheres diferentes e a dizer com as quais concordariam ter sexo sem proteção. As conclusões não deixam margens para dúvidas: para eles, quanto mais atraente fosse a mulher, menores seriam as hipóteses de terem uma doença sexualmente transmissível e portanto maior a probabilidade de se deitarem com as mesmas sem proteção.

 

Estes dados só vêm reforçar aquela (velha e insensata) ideia que, regra geral, temos tendência a associar a boa aparência à saúde ou à ausência de algo com que nos devamos acautelar. O que muitas vezes se esquece, como se constatou neste caso, é que as doenças – sobretudo as sexualmente transmissíveis  – não olham a raça, credo, religião, filiação política, genética ou um físico atraente. Elas são democráticas, afetando feios, bonitos, pobres e ricos, brancos, negros, hétero, homo, bi ou trans.

 

O meu conselho aos meus seguidores masculinos? Na hora H usem primeiro a cabeça de cima e só depois a de baixo, de preferência devidamente equipada com capacete de latex.

Autoria e outros dados (tags, etc)

o-GET-OLD-facebook.jpg

Estes dias tenho dado de cara com tanto texto interessante e pertinente para este nosso espaço, que nem vejo necessidade de dar largas à minha imaginação e criatividade, (oficiosamente) em modo férias. Voltando ao assunto do post de hoje, digo-te que se trata de uma crónica da psicóloga Ana Alexandra Carvalheira, publicada na revista Visão, que nos convida a uma reflexão sobre os efeitos do passar dos anos no corpo feminino.

 

"O verão apenas começou e estou cansada de tantas advertências e pressões para conseguir um corpo magro, tonificado, e jovem. São receitas de refeições light, prescrições de chás e alimentos com funções detox, adelgaçante ou diurética, anúncios de cremes e óleos, tratamentos que engolem adipócitos, procedimentos que fazem desaparecer celulite, modalidades de exercícios físicos para todas as agendas, dos trinta minutos diários aos cinco para os mais ocupados. Tudo a favor de um determinado modelo de beleza que é ditado socialmente. E nesse modelo dominante o padrão de beleza está associado à idade jovem, ao vigor e à forma física. É um modelo extraordinariamente exigente sobretudo para a mulher, mas também já para o homem. É um modelo que exclui, despreza e expulsa totalmente um corpo a envelhecer.

 

Passados quarenta anos de enormes transformações na sociedade, continua a ser verdade a afirmação de Susan Sontag:

"Um homem, inclusive um homem feio, mantém-se sexualmente elegível até ter uma idade avançada. É um parceiro aceitável para uma mulher jovem e atraente. As mulheres tornam-se inelegíveis numa idade muito mais jovem. Assim, para a maior parte das mulheres o envelhecimento constitui um humilhante processo de desqualificação sexual" (Susan Sontag, 1975)

 

Querem-se corpos magros e jovens, e não praticar exercício físico é quase um sinal de debilidade de personalidade. Proliferam as campanhas "anti-aging" (odeio o nome), em que os cremes lifting para senhoras a partir dos 50 anos são publicitados por mulheres de 30. Na minha opinião, a luta desenfreada não deve ser contra o processo natural e vital que é o envelhecimento, mas sim contra a deserotização do corpo a envelhecer. Aqui, declaro a minha defesa do erotismo no envelhecimento e da possibilidade livre da atração entre pessoas que procuram o prazer independentemente da idade. Aqui me declaro contra as brigadas anti-aging que negam o envelhecimento e prometem juventudes eternas (que grande chatice…!).

 

Estou contra a tirania e escravatura do corpo tonificado e jovem. Uma ditadura que é transversal a todas as idades, que não afeta só as mulheres na segunda metade da vida. E a anorexia nas miúdas de 17 anos? E os rapazes de 16 a fazerem depilação definitiva? E a elevadíssima frequência de cirurgia estética mamária em miúdas no final da adolescência, em países como a Itália? Afirmo-me contra as imposições sociais sobre padrões de beleza e de atração que desconsideram e anulam a diversidade. E ainda mais contra aquela coisa abominável que é a subjugação ao que os outros pensam, ao que os outros vão dizer. Isto sim, uma falta de liberdade que nos impede de crescer.

 

Sou a favor do exercício físico, sim, ao longo de toda a vida. Dedicar tempo e trabalho ao cuidado do corpo e a favor da saúde e do bem estar, sempre. Também sou a favor da cirurgia estética e outros procedimentos que visam ajudar a pessoa a sentir-se mais atraente, sim, mas sem cairmos nas redes da tirania. Que seja sempre uma escolha livre, que vem de dentro, e não em resultado de malditas pressões externas para cumprir requisitos e exigências impostas socialmente que tantas vezes acarretam culpas e frustrações. Os problemas de autoimagem são altamente perturbadores da vivência sexual, sobretudo nas mulheres. Não gostar do próprio corpo, ter uma imagem negativa dele, não se sentir atraente, é um dos fatores que mais afeta o desejo sexual, a excitação, e a satisfação sexual. Digamos que a dificuldade com a autoimagem é um veneno para o prazer sexual.

 

Não ouço falar sobre a aceitação do processo de envelhecimento. De como pode ser importante ficar cara a cara com as rugas, com a perda da elasticidade da pele, dos músculos, dos tendões, entre outras coisas que se perdem. O que aqui defendo é a aceitação do envelhecimento com respetivos danos e perdas, numa atitude positiva que encara este período da vida como mais um momento desenvolvimental como todos os anteriores, em que se pode explorar as mais-valias e desfrutar e tirar partido dessa sabedoria que vem da experiência da vida longa. E sim, encontrar estratégias para minimizar as perdas e praticar atividade física adequada, que traga gozo e prazer. E que seja uma escolha livre e no sentido da saúde e do bem estar. Não por obrigação ou por sucumbir às malditas pressões sociais e ao inferno dos outros, do que eles dizem e do que eles pensam. E isto quanto mais cedo melhor! Não pensem que é tarefa dos velhos e comecem já.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

ad163677d.jpg

 

Solteira, por opção ou não, a verdade é que o verão rima com amor. Dias iluminados, noites mornas, sol abrasador, mar e areia, corpos da cor de canela, roupas leves, beach e sunset parties, picnics ao luar, viagens, terraços, miradouros, marinas e tudo o mais que nos convide a libertar o nosso lado mais sensual e a querer ter alguém com quem partilhar experiências próprias desta época do ano.

 

A pensar nisso, hoje trago dez dicas de sedução e mudança de atitude que o Insider Pro garante serem capazes de te fazer parecer mais atraente, logo com maiores probabilidades de conseguires uma bela história de amor de verão, daquelas para mais tarde recordar com um doce (ou travesso) sorriso. Aponta aí, que servem tanto para elas como para eles, que sei que vem cá cuscar.

 

1. Cuidar dos dentes
Pes­quisas con­fir­maram que uma den­tição branca e uni­for­me­mente es­pa­çada torna as pes­soas mais atra­entes. O estudo dos ci­en­tistas das uni­ver­si­dades bri­tâ­nicas de Leeds e Cen­tral Lan­cashire con­cluiu que os dentes são o "equi­va­lente hu­mano da cauda de um pavão", ou seja, são um sinal de saúde e de boa ge­né­tica e ajudam a en­con­trar um com­pa­nheiro.

 

2. Comer vegetais
De acordo com uma investigação pu­bli­cada na re­vista PLoS ONE, con­sumir mais frutas e le­gumes é uma forma na­tural de fazer com que a tua pele se torne mais atra­ente, já que estes estão re­pletos de an­ti­o­xi­dantes e pig­mentos à base de plantas que deixam a derme com um ar sau­dável. Além disso, os re­sul­tados são ime­di­atos.

 

3. Sorrir mais (especialmente as mulheres)

De acordo com uma pes­quisa pu­bli­cada na re­vista Emo­tion, a fe­li­ci­dade é a emoção mais atra­ente nas mu­lheres. Se­gundo os ci­en­tistas, um sim­ples sor­riso é capaz de fazer com que os ho­mens con­si­derem as mu­lheres mais bo­nitas.

 

4. "Pensar" mais (especialmente os homens)

De acordo com um estudo da Uni­ver­si­dade de Co­lúmbia Bri­tâ­nica, os ho­mens com um ar pen­sa­tivo são muito mais atra­entes do que os que sor­riem. De facto, as mu­lheres in­qui­ridas avan­çaram que a fe­li­ci­dade é a "qua­li­dade" que con­si­deram menos atra­ente no sexo oposto (talvez resida aqui a explicação por que razão al­gumas mu­lheres se sentem atraídas por "bad boys").

 

5. Não "pensar" tanto (para as mulheres)

Se estás à pro­cura de uma one night stand a melhor estratégia é dares uma de tonta, ou seja, pareceres frívola e desprendida. Numa pes­quisa pu­bli­cada na re­vista Evo­lu­tion and Human Beha­vior, foi constatado que os ho­mens sentem-se mais atraídos pelas mu­lheres que pa­recem "tontas ou ima­turas" e "so­no­lentas ou em­bri­agadas" para uma noite amo­rosa.

 

6. Fazer a barba (homens, claro)

Uma pes­quisa re­cente pu­bli­cada num Ox­ford Jour­nals mos­trou que as mu­lheres ava­liam os ho­mens com barba como menos atra­entes. Ho­mens com barba são vistos como mais agres­sivos ou com um es­ta­tuto so­cial mais ele­vado e pouco atra­entes.

 

7. Utilizar batom vermelho (mulheres, óbvio)

Da pró­xima vez que fores às com­pras não voltes para casa sem aquele batom (in)decentemente encarnado. Uma pes­quisa da Uni­ver­si­dade de Man­chester atesta que os lábios são a parte mais atra­ente do corpo feminino, es­pe­ci­al­mente quando co­lo­rida com um batom escarlate. Constatou-se que os ho­mens olham para os nossos lá­bios ao longo de sete se­gundos quando estes estão pin­tados dessa cor.

 

8. Fazer-se de difícil (homens)

Resultados de mum estudo pu­bli­cados na re­vista Psy­cho­lo­gical Sci­ence mos­trou que as mu­lheres acham um homem mais atra­ente quando não têm a cer­teza se o mesmo está in­te­res­sado, ao con­trário de quando têm a cer­teza de que este está. No início do re­la­ci­o­na­mento um pouco de mis­tério e um q.b. de indiferença é um extra que faz aumentar o interesse feminino.

 

9. Afinar a sua voz (mulheres)

Pelos vistos é para esquecer tudo o que se dizia sobre a voz rouca ser con­si­de­rada sen­sual. Ci­en­tistas da Uni­ver­sity Col­lege London des­co­briram que os ho­mens sentem-se mais atraídos pelas mu­lheres com vozes finas, já que as­so­ciam-nas a um corpo menor.

 

10. Respirar fundo e relaxar (especialmente os homens)

De acordo com uma investigação pu­bli­cada na re­vista Royal So­ciety B, as mu­lheres acham os ho­mens menos stres­sados con­si­de­ra­vel­mente mais atra­entes do que o oposto. Os in­ves­ti­ga­dores con­cluíram que aqueles com me­nores ní­veis de stress são con­si­de­rados mais atra­entes, pois lidar com uma si­tu­ação de stress exige uma estrutura ge­né­tica "forte" que pode ser trans­mi­tida aos fi­lhos.

 

Digam o que disserem, a vida corre melhor quando se é bonito, ou pelo menos quando nos percecionam como tal, pois a beleza é demasiado subjetiva. A própria ciência assim o diz: as pessoas bonitas são mais saudáveis, mais confiantes e mais persuasivas. E para isso nem precisas dever muito à genética, basta seguires estas dicas e apresentares a melhor versão da tua personalidade.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D