Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


17017198_10212368739680636_2274912978523083431_o.j

Ora viva!

 

É com alguma surpresa que fico a saber, pelos relatórios estatísticos, que o post mais lido nos últimos tempos é Queres um amor de segunda? Vai ao Second Love!, um dos primeiros artigos deste blog. Como gosto de agradar, eis-me aqui a encetar a terceira edição do referido artigo, com uma nova roupagem.

 

"Ser solteira tem destas possibilidades, ou seja, deixa-nos mais à vontade para tentar o engate digital, já que com o avançar da idade os engates reais, os da vida quotidiana, tornam-se uma tarefa cada vez mais árdua e inglória.

 

A minha irmã (do meio) há muito que me incentivava a tentar a sorte no cibermundo. Por ter sido sempre bem sucedida neste tipo de empreitada, pretendentes nunca lhe faltaram. Às vezes, até chegava a sair com dois ao mesmo tempo (cada um de uma cidade diferente, não vá o azar fazer das suas), já que para ela "um é companheiro de nenhum!"

 

À enésima desilusão amorosa resolvi deixar de lado o velho preconceito de que quem procura companhia na rede, ou é pervertido, encalhado, esteticamente prejudicado e por aí fora, e toca a efetivar o registo num dos mais badalados sites de encontros.

 

É neste contexto que, num belo dia de janeiro (lembro-me bem) vejo na minha inbox um anúncio do Second Love. Sem atentar ao real significado do nome, na ânsia de me aventurar no engate virtual, ao mesmo tempo que tentava fintar a desconfiança e a prudência, toca a preencher os campos, tornado assim real a minha entrada neste mundo clandestino, oculto e incerto.

 

Quando dei por mim, já era membro (honorário) de um dos mais conceituados sites de online dating, a meu ver, um provedor por excelência de contatos amorosos de segunda linha, como gosto de chamar.

 

Escusado será dizer que quando me apercebi de que era uma séria candidata a tornar-me a mistress de alguém "amarrado" –  por livre e espontânea vontade, convém ressalvar –, mas inconformado em degustar durante dias, semanas, meses e anos o mesmo prato, os meus alicerces morais foram abalados.

 

Foi assim que perdi a minha virgindade amorosa online e as aventuras e desventuras dessa parte até aqui, perfazem mais de quatro anos, vou contando aos poucos, pois são tantos episódios que nem o Atlas conseguia absorver tudo de uma vez só."

Autoria e outros dados (tags, etc)



Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D