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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


17
Mar16

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Alguma vez paraste para pensar porque é que nos queixamos? Porque faz bem libertar as emoções dessa forma, certo? Errado!

 

Falar do que nos aborrece é saudável e até pode pode ajudar a ver as coisas sob outra perspetiva. Reclamar também tem o seu lado bom, já que nos faz extravasar aquilo que nos consome. Mas fazê-lo a toda a hora, além de ser chato e cansativo, pode ter consequências sérias para a nossa saúde mental e mesmo física.

 

A revista Wired , que cita Jeffrey Lohr, acredita que o hábito de expressar a negatividade não só tende a não nos fazer sentir melhor, como também faz quem nos ouve sentir-se pior. "Expressar a raiva é... semelhante a soltar gases num espaço fechado. Parece uma boa ideia, mas não podia ser mais errada", compara o psicólogo, que estudou o fenómeno.

 

O autor e investigador Steven Parton explica no Psych Pedia, a "enciclopédia da psicologia moderna" online, que a queixa não só modifica o cérebro para pior, como também tem repercussões negativas graves na saúde mental.

 

Segundo Parton, quando se tem um pensamento, torna-se mais fácil tê-lo outra vez. Se os pensamentos forem, frequentemente, negativos... Está aberto o caminho para uma posição mais pessimista perante tudo. Mas a negatividade, insiste Parton, é terrível para a saúde física também: enfraquece o sistema imunitário, aumenta a tensão arterial, e, por conseguinte, o risco de doença cardíaca, obesidade e diabetes. A "culpa", neste caso, é do cortisol, a hormona do stress: Quando estamos negativos, liberta-se o cortisol e os seus níveis elevados "interferem com a aprendizagem e a memória, diminuem a função imunitária e a densidade óssea, favorecem o aumento do peso, da tensão arterial, colesterol", enumera.

 

Pelos vistos, ninguém merece levar com as queixas. Nem quem as faz e menos ainda quem as ouve. Se já não era adepta das reclamações, depois deste artigo então… vou conter-me ainda mais.

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