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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


cancer-maturidade.jpg

Ora viva!

 

Este meu dia não está nada bom – nada mesmo. E a prova disso é que há horas que estou a tentar parir um artigo decente, e nada. Quando não dá não dá, há que saber reconhecer isso.

 

Porque não tens culpa dos dramas-meus-de-todos-os-dias e porque este blogue ainda não desenvolveu o dom da autossuficiência, o artigo de hoje é praticamente um copy-paste de um texto que uma amiga postou logo cedo na rede social master. Só espero que ela não me acuse de apropriação ilícita de publicações alheias. Nah… acho que dessa purga estou safa, a não ser que me chamasse Tânia Ribas de Oliveira.

 

Se dúvidas restassem sobre o papel que a escrita assume, cada vez mais, na minha vida, estas acabam de ser dissipadas. Bálsamo, analgésico, anestesia, terapia, balão de oxigénio, alimentação intravenosa…bom, acho que percebeste a ideia. Minutos atrás estava eu lavada em lágrimas, e foi só começar a escrever para que o desânimo esvaísse, o coração aquietasse, a alma desanuviasse e a boa disposição, ainda que timidamente, começasse a despontar no espírito. Diz-se que quem canta seus males espanta. No meu caso é: quem escreve seus males prescreve.

 

Ainda assim, o nível de inspiração, a crescer a olhos vistos a cada caracter digitado, não atingiu os padrões normais para uma crónica (minimamente) cativante. É por isso que, saindo daqui, vou refugiar-me no meu encantando mundo da fantasia, não sem antes, claro está!, deixar-te com alguns conceitos associados à maturidade espiritual.

 

Afinal o que é a maturidade espiritual?
1. É quando paras de tentar mudar os outros e te concentras em mudar-te a ti mesmo.
2. É quando aceitas as pessoas tal como elas são.
3. É quando entendes que todos estão certos na sua própria perspetiva.
4. É quando aprendes a "deixar ir".
5. É quando és capaz de não ter "expectativas" num relacionamento, e te dês pelo bem de se dar.
6. É quando entendes que o que fazes, fazes em nome da tua própria paz.
7. É quando paras de provar para o mundo aquilo que és.
8. É quando não buscas aprovação dos outros.
9. É quando paras de te comparares aos outros.
10. É quando estás em paz contigo mesmo.
11. É quando és capaz de distinguir entre "precisar" e "querer" e és capaz de deixar ir o teu querer.
12. É quando paras de associar "felicidade" a coisas materiais.

 

Depois desta, só me resta desejar-te a ti, e a mim igualmente, uma vida espiritualmente amadurecida. E feliz!

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