Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


509526.jpg

 

Que o sexo é algo inerente à condição humana e que sem ele a vida não seria a mesma coisa, estamos nós cansadas de saber. Longe de debruçar-se sobre a importância do sexo, este artigo visa analisar o processo cognitivo inerente à questão: dar ou não dar?

 

A decisão de "partir para o finalmente" não é algo que deva ser encarado de ânimo leve, até porque tudo o que implica riscos exige ponderação. E o sexo, por melhor que seja, implica vários riscos:

* Emocionais (coração despedaçado ou arrependimento)

* Sociais (ser rotulada de promíscua ou fácil)

* Físicas (a outra parte pode revelar-se violenta)

* Saúde (vulgo, doenças)

* Morais (dependente das convicções religiosas de cada um)

* Biológicos (gravidez indesejada ou acidental)

 

Portanto, antes de nos deixarmos dominar pelas hormonas, convém procedermos a este check-up recomendado pela psicóloga Leslie Becker-Phelps, no site WebMD:

 

1. O que representa o sexo para mim?

É importante perceber se o ato sexual vai de encontro àquilo em que se acredita. Por exemplo, se acreditas que é necessário haver um certo tipo de intimidade ou que é preciso ter algum tipo de compromisso antes de passar ao próximo nível, talvez seja boa ideia esperar pelas cenas dos próximos capítulos.

 

2. De que maneira vai afetar a minha vida?

Convém não ignorar as circunstâncias da tua vida. Se estás em algum tipo de relacionamento – se for casado ou mancebado – pensa de que maneira é que ter relações sexuais com essa pessoa vai influenciar a tua vida. E mesmo que ele seja solteiro, importa ter esta questão em mente se decidires envolver-te sexualmente com um colega de trabalho, com o teu chefe ou até mesmo com um amigo próximo.

 

3. Será a pessoa certa?

Mesmo que as tuas hormonas estejam ‘possuídas’ pelo espírito da própria Messalina, convém não ignorar a voz da razão. Muitas pessoas têm consciência que a pessoa com quem começaram a andar ou a pessoa que lhe interessa não é a melhor escolha - seja por ser controlador, por ser ciumento ou simplesmente por ser demasiado diferente. Ter relações sexuais com essa pessoa só irá aumentar a intimidade entre os dois e isso pode complicar-lhes a vida na hora de por um ponto final na história.

 

4. Será um bom timing?

O timing também tem uma palavra a dizer nesta matéria, na medida em que a pessoa até pode ser a certa, mas o momento não. Por exemplo, se saíste há pouco tempo de uma relação, talvez seja melhor ponderar se é boa ideia envolver-se com alguém logo a seguir – seja por uma noite ou uma nova relação.

 

Despeço-me por agora, não sem antes deixar este repto: és das que pensam antes de fazer, das que fazem antes de pensar ou das que nem uma coisa nem outra?

Autoria e outros dados (tags, etc)


5 comentários

Imagem de perfil

De Vitória a 29.01.2016 às 14:34

Com 48 anos deixei-me de "mariquices" há muito, se quero, é quando dá, porque raio temos de fazer tantas "contas" :P
Sem imagem de perfil

De Renato Peixe a 29.01.2016 às 14:53

Apoiado! Oxalá todas as mulheres fossem como tu...
Imagem de perfil

De LegoLuna a 29.01.2016 às 15:58

Pragmática a Vitória. Quem me dera...
Imagem de perfil

De Vitória a 29.01.2016 às 16:12

A vida é curta e quanto menos complicarmos melhor

Comentar post



Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D