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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Ora viva!

 

A semana arranca com muitas dores musculares (ainda!), mas excelentes perspetivas, a quase todos os níveis. Vejamos, voltei ao ginásio, e em quatro idas não pus a vista em cima do tal rapaz, o que me faz concluir que o dito já lá não treina, facto que deixa o meu coração em paz e a minha concentração ao rubro; sinto melhoras flagrantes na minha coluna, fruto da massagem termodinâmica que tenho vindo a fazer; à custa da meditação, tenho desfrutado de um estado de espírito há muito esquecido; e aproxima-se o nosso primeiro encontro (não te esqueceste do nosso rendez-vous, pois não?). 

 

Como bem sabes este é um espaço muito próprio, um nicho, na linguagem de marketeer, que visa abordar essencialmente assuntos relacionados com um determinado estado civil. Mais do que celebrar a solteirice, o objetivo-mor deste blogue é promover um debate franco e profícuo sobre o assunto.

 

Contudo, isso não quer dizer que assuntos de outras especialidades, sejam elas quais forem, não possam ser igualmente merecedoras de interesse, análise e discussão. É neste contexto que a crónica de hoje versa sobre a língua que nos une, mais concretamente sobre o correto domínio da gramática portuguesa. Sim, leste bem!

 

Uma das coisas que mais me impressiona pela negativa é aquela a que chamo de mutilação gramatical portuguesa, infelizmente, prática comum e que urge ser erradicada, sobretudo da esfera profissional. Nos sites e apps de encontros posso até dar um desconto, se bem que as chances do pretendente ficam praticamente reduzidas a zero. No meio profissional tal é absolutamente inadmissível. Afinal, não só está-se a por em causa a reputação pessoal, como a própria imagem da instituição em nome da qual se expressa. E aqui as empresas devem fazer a sua mea culpa. Cerca de 20 meses no mercado do desemprego, estou à vontade para afirmar que, aquando do recrutamento, estas parecem mais interessadas nos dotes linguísticos de idiomas alheios do que os da língua materna.

 

Na minha opinião, um profissional, labore ele em que área for, se não souber fazer o correto uso da gramática, compromete de forma flagrante toda a sua credibilidade. Ainda mais quando tem à sua disposição, à distância de um clique, inúmeras ferramentas de suporte. Eu mesma não abro mão disso. Em caso de dúvida, não hesito em dar um saltinho até ao google, infopédia, Porto Editora ou quem mais me poder esclarecer a questão.

 

Tenho notado, com muito orgulho até, que a esmagadora maioria dos seguidores que comigo interagem demonstram uma impecável capacidade de expressão lexical. Tal, reforça a minha perceção de que o Ainda Solteira passa ao lado dos mitras da rede, para grande satisfação minha.

 

Ainda assim, dado que o saber não ocupa espaço e rever a matéria dada é sempre uma aposta ganha, partilho contigo um artigo da revista Exame que aborda precisamente os erros de português muito comuns no mundo do trabalho.

 

Boa aula e já agora uma excelente semana.

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2 comentários

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De Pedro Lopes a 06.02.2017 às 13:53

Temos um emcontro marcado!
Qando é mesmo o encontro. e que perdi a minha agenda! Relembrame la qando e?
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De LegoLuna a 06.02.2017 às 15:22


Muito bom, sim senhor!
Uma boa semana para ti.

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