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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Ora viva!

 

O homem (o ser) é uma criatura de hábitos, disso estou certa. Do que não estou assim tão certa é do quanto estes beneficiam ou condicionam a nossa vida. A propósito disso, garante o site Mind Body Green que algumas dessas práticas rotineiras devem ser abandonadas já, porquanto podem estar a contribuir para a nossa má saúde.

 

A primeira delas é o mau stress, aquele que nos deixa com os nervos em frangalhos, incapazes de ter uma respiração consciente ou de manter a concentração. Esse tipo de tensão é incapacitante, já que faz com que o cortisol, uma hormona nada amiga do nosso bem-estar físico, emocional e psíquico, se adone do nosso organismo.

 

A fome emocional é outro hábito a ser banido da nossa vida, o mais rápido possível, não só porque pesa na balança como também na carteira. Comer à toa, ainda que muitas vezes de forma inconsistente, é uma prática associada ao stress. Se bem que ingerir porcarias seja uma rotina comum a tantos mortais.

 

Outro mau hábito a perder tem a ver com dormir pouco, menos do que o recomendado, uma tendência cada vez mais gritante, já que as tentações para se permanecer acordado são mais que muitas e chegam de toda a parte. A boa qualidade do sono é fundamental para a saúde e para o bem-estar em geral.

 

O desleixo para com a higiene oral após as refeições não é só um mau hábito higiénico, como pode ser dos que mais contribui para a má saúde.

 

Outro mau hábito a ser eliminado do nosso dia a dia, talvez o mais difícil de todos, é o sedentarismo, muito por culpa da dinâmica profissional que nos leva a passar horas e horas sentados.

 

Meu bem, como bem sabes, todos nós temos um ou outro hábito que repetimos diariamente e que já fazem parte da nossa forma de estar na vida. Se os teus pequenos momentos rotineiros (beber água após acordar ou dedicar os últimos momentos do banho à água fria, por exemplo) contribuem para o teu bem-estar, maravilha. Caso contrário, preciso dizer-te o que fazer? Penso que não, já que ninguém melhor do que tu para saber o que te faz bem (ou não).

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