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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


06
Set16

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Desculpa lá o atraso, mas é que este calor simplesmente derrete-me os neurónios. Ficam tal e qual gelado em dias de verão, que só consegue cumprir com eficácia a função que lhe cabe a uma determinada temperatura.

 

Adiante… Hoje quero falar-te da felicidade. Não sei se costumas dissertar sobre o (real) significado dela. Não me refiro àquele conceito pré-fabricado que nos vendem desde que somos concebidos: ser bem sucedido, seja nos estudos, amor, família, profissão, sociedade, finanças, e por aí adiante.

 

Nesta ótica, ser feliz resume-se essencialmente a ter sucesso. Vejamos, se tens sucesso no amor, só podes ser uma pessoa feliz. Se tens sucesso em qualquer outra das esferas acima mencionadas, tens igualmente que ser feliz, ainda que não completamente. É o que espera de nós a família, em primeira instância, e a sociedade, em última instância.

 

Eu costumo pensar, bastante até, sobre o conceito da felicidade. E para mim, ela mais não é do que o resultado desta simples equação matemática, a que passo a chamar de fórmula da felicidade, e que assenta nestas três simples premissas: situação/opção+decisão=felicidade.

 

Perante tudo o que nos acontece – situação –, seja de bom ou mau, a vida nos brinda com a possibilidade de escolher – opção – a forma como vamos encarar o sucedido. Isto é, podemos ficar felizes, tristes ou indiferentes. De seguida tomamos a decisão sobre qual a melhor solução a ser adotada: deixar-se abater; reagir e solucionar a coisa; aceitar que há coisas que simplesmente nos ultrapassam e seguir em frente; ou simplesmente ficar paralisado a carpir as mágoas.

 

Esta minha fórmula da felicidade é o meu mantra para tentar sobreviver a esta vida tantas vezes madrasta, perversa até, mas que nem por isso deixa de valer a pena. Claro que há momentos em que ela funciona na perfeição e outras em que de pouco me vale. Ainda assim é a luz que me guia diante das adversidades da vida, o calor que me aquece nos momentos de desespero, o colo que me ampara quando me falta ânimo e a mão que me afaga a alma quando me falta a esperança.

 

Gostava de saber o que é para ti a felicidade.

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5 comentários

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De Malik a 06.09.2016 às 19:42

É subjectivo. Logo, pode ser um grande amor e uma cabana...
Cada um vai fazendo no seu caminho as escolhas. Escolher é decidir. Então, as escolhas irão no sentido de proporcionar ao indivíduo um conjunto de "coisas", imateriais e materiais, que lhe permitam uma vida o mais cheia possível do que realmente lhe proporciona prazer...
Há quem com muito pouco seja feliz.
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De LegoLuna a 07.09.2016 às 11:32

Malik, primeiro que tudo deixa-me agradecer-te por teres-te juntado a este club. Segundo, pelo teu achega. Terceiro, pelo teu ponto de vista, pertinente, embora vago, pois quando mencionas "coisas", deduzo que estas incluem sentimentos. Certo?
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De Malik a 07.09.2016 às 11:40

Olá!
Certo! Estão nas "coisas" imateriais.
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De Pedro Lopes a 07.09.2016 às 11:21

Fica a sugestão de leitura.

https://www.theguardian.com/commentisfree/2016/aug/17/psychology-happiness-contentment-humans-aspire-goals-accomplish-evolution
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De LegoLuna a 07.09.2016 às 11:28

Oh Pedro, porque não me mostraste este artigo antes? Escusava de espremer os miolos a inventar a fórmula da felicidade. Ah ah ah. Agora falando a sério, obrigada pela partilha.

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