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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Ora viva!

 

Que tal encerrarmos esta semana, que espero que tenha sido tão boa para ti como foi para mim, com uma crónica sobre estilo e bom gosto, inspirada num artigo que me pareceu digno de partilha, mais não seja porque identifiquei-me ipsis verbis com o seu conteúdo?

 

Apesar de fazer questão de me manter a par das tendências, não me vejo como uma fashion victim. Pelo contrário, a minha moda sou eu que a faço, dia a dia, peça a peça, ocasião a ocasião, estado de espírito a estado de espírito. Para mim, ela mais não é do que o filho pródigo de um feliz enlace entre estilo, atitude e gosto pessoal.

 

Esta minha forma de pensar traduz-se num estilo único, que me tem rendido (rasgados) elogios e (várias) solicitações como informal personal stylist. Se com pouca margem financeira já sou vista como uma referência em matéria de elegância e bom gosto, no dia em que a minha conta bancária conhecer um saldo a quatro dígitos, ninguém me segura.

 

De volta ao planeta Terra (fazer o quê se gosto de viajar pelo espaço sideral?), retomo o fio à meada trazendo à baila Ines de la Fressange, bem-sucedida modelo dos anos 80 que acaba de publicar o livro O que hei de vestir hoje? - O estilo da Parisiense, um autêntico guia prático de requinte e elegância na forma de vestir.

 

Não obstante a moda ser um mundo em constante mutação, sem nenhuma garantia de que o démodé de hoje não venha a ser o must-have de amanhã, existem erros que, no parecer desta especialista francesa, devem ser evitados a todo o custo, seja por não serem propriamente bonitos ou por simplesmente nada acrescentarem ao look e atitude de uma mulher. São eles:

1 - Leggings;

2 - Mala de marca contrafeita;

3 - Bermudas compridas com bolsos;

4 - Ténis compensados;

5 - Saia-calça;

6 - Anoraque comprido;

7 - Pele da cabeça aos pés;

8 - Solas de crepe (um tipo de borracha);

9 - Tamancos de plástico com buracos;

10 - Sutiã de alças transparentes;

11 - Look totalmente assinado;

12 - T-Shirt com um gatinho;

13 - Acumulação de bijuteria;

14 - Collants cor de carne;

15 - Bustier de licra;

16 - Mostrar demasiada pele;

17 - Calças de cintura demasiado descida;

18 - Mistura de riscas;

19 - Chapéu de pano;

20 - Calças de ganga 'mom fit'.

 

Bazofaria à parte, é com o maior orgulho que digo que passei com distinção (20 valores) no teste da madame La Fressange. Para mim, já não restam dúvidas de que fui uma parisiense très chic numa das minhas vidas passadas. E com essa, saio de cena para um merecido descanso. Au revoir, ma belle celibataire!

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