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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Ora viva!

 

Ultrapassada a pendência burocrática que me consumiu toda a semana que passou, eis-me aqui para te desejar, se for o caso, uma ótima festa do Entrudo, umas espetaculares miniférias ou, simplesmente, uma boa semana. Infelizmente, neste dia não estão reunidas as condições desejáveis para escrever nada (particularmente) profundo ou tocante.

 

E não penses que é porque já não quero saber de ti ou do nosso momento diário. Só para teres uma ideia do meu atual estado de espírito, deixa-me fazer-te um ponto da situação: ontem à noite, a tentar reorganizar a disposição dos móveis do meu quarto, não sei como, levei com uma pesada estante em cima, acontecimento que só não teve consequências catastróficas porque o meu anjo da guarda estava de plantão.

 

Por causa da hora tardia a que fui para a cama (à uma da manhã ainda andava às voltas com móveis, pá, vassoura, esfregona e afins); do braço dorido (a parte do corpo que mais sofreu com o embate de primeiro grau com o referido objeto mobiliário); do frio (como não uso pijama, estou habituada a dormir com o ambiente do quarto a temperaturas tropicais, coisa que ontem não foi possível, dado que, com a mudança dos móveis do sítio, não batia a bota da ficha da tomada com a perdigota do fio do aquecedor); do ronco do vizinho de cima (o barulho do aquecedor também cumpre a missão de amortizar o som deste meu calvário de toda a noite, só que sem aquecedor...), a dona insónia andou a moer-me o juízo a noite toda. Resultado, nem duas horas de sono consegui.

 

Como se não bastasse, a rede da cá de casa (da Vodafone, só para ficares a saber que o serviço deles já viu melhores dias) está indo abaixo minuto sim, minuto não. Um autêntico teste de fogo ao meu sistema nervoso central. De qualquer maneira, daqui a pouco vou à fisioterapia e depois ao ginásio (à conta daquela burocracia toda de que te falei no post anterior, na semana passada não consegui lá por os pés). Resumindo e concluindo: o tempo, a inspiração e a concentração reservados à escrita já se esgotaram, antes mesmo de terem sido usados.

 

O que me anima é que logo mais vou pular o carnaval com uma amiga, numa festa lá para as bandas do Parque das Nações. Quem sabe, não estará aí o meu grand finale do dia. Até lá, só me resta pensar positivo e deixar-te com aquele abraço amigo de sempre.

 

Carnaval daí vamos vadiar, vamos vadiar para a polícia não pegar!

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