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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Quantas e quantas vezes não desperdiçamos nós tempo, paciência, expetativas e emoções com coisas e pessoas que não contribuem nem um pouco para a nossa felicidade. Verdade?

 

Porque merecemos ser felizes, hoje escrevo sobre algumas atitudes que, por minarem o nosso bem-estar físico, emocional e psíquico, urgem serem banidas do nosso dia a dia. Por ora lembro-me destas cinco, mas caso me venha à memória outras, conta com um novo artigo sobre o assunto.

 

Viver em função dos outros

Ser algo que não somos, nem é suposto sermos, é uma tarefa não só frustrante como cansativa. Aceitarmo-nos tal como somos e aprendermos a valorizar as nossas qualidades e a viver com os defeitos é mais do que suficiente para estarmos em paz connosco e com os que nos rodeiam. E um dos maiores atestados de maturidade e amor-próprio. Das poucas vezes que tentei fintar a minha natureza, mascarando a minha essência, na tentativa inglória de agradar ou ser melhor aceite pelos outros, a coisa não correu bem. Pudera! Cada um é como é. Quem gosta, convive. Quem não gosta, dá meia volta e vai à sua vida.

 

Temer as mudanças

"Para melhor, muda-se sempre!", ainda que isso implique deixarmos a nossa zona de conforto e assumirmos riscos. Entre rejeitar ou abraçar a mudança, mais vale optar pela segunda, já que a primeira vai deixar a nossa vida estagnada, presa à rotina, impedindo-nos de saber o que isso poderia fazer à nossa vida. Não devemos ter medo de abraçar coisas, pessoas, trabalhos, projetos, desafios ou amores novos. O bom da novidade é que a probabilidade de sermos surpreendidos pela positiva é bem maior.

 

Deixar-se levar pelas aparências

Julgar os outros, ainda que inconsciente e involuntariamente, é prática comum a quase todos nós, já que fomos formatados para seguirmos os rótulos pré-estabelecidos pela sociedade. Apesar de eu não sofrer desse mal (pelo contrário), estou ciente de que nem toda a gente consegue libertar-se desse espartilho. Se fores como eu, uma eterna inconformada, deves saber que o segredo para não se vergar àquilo que os outros consideram "socialmente desejável" consiste numa mente aberta, numa escuta ativa (vocábulo adquirido nas entrevistas para call centers) e em aprender a aceitar, ou pelo menos respeitar, a diferença.

 

Deixar-se levar pelo medo

Medo do desconhecido, medo de arriscar, medo de dar o próximo passo, medo de falhar, medo de ser criticado... Enfim… muitos de nós, deixamo-nos aprisionar por todos estes medos, ao ponto de nem sequer tentarmos (como sei disso). Dado que este, muitas vezes, é um estado psicológico, para seguirmos em frente só temos que libertar-nos dele.

 

Inventar desculpas

A desculpa, uma preciosa aliada em certos momentos, pode revelar-se um implacável inimigo noutros, impedindo-nos de partir à conquista de quem ou daquilo que desejamos. Nessa matéria sou uma pro, já que passei a minha vida toda a inventar desculpas para não correr atrás dos meus sonhos. Agora que esgotei todo o stock de desculpas, só me resta ir à luta e fazer por acontecer.

 

E com isso, retiro-me de cena, que hoje tenho uma entrevista em Cascais, o que quer dizer que tenho muito chão pela frente. Wish me luck my dear!

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5 comentários

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De Kikas a 05.02.2016 às 12:45

Concordo plenamente! Escolhi ser feliz à já algum tempo e acho que me estou a dar bem
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De LegoLuna a 05.02.2016 às 17:53

É isso aí querida Kikas
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De Renato Peixe a 05.02.2016 às 12:49

Boa sorte com a entrevista!
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De LegoLuna a 05.02.2016 às 17:53

Merci beaucoup mon chér ami

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