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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Ora viva!

 

Fevereiro, para além de ser o mês mais curto do ano, é o mês do amor. Conotada por muitos como uma efeméride puramente comercial, o facto é que o dia 14, exatamente a meio do mês, é uma data a que, dificilmente, se consegue ficar indiferente. Quer se vibre, quer se torça o nariz ou apenas se encolha os ombros, a verdade é que o amor está no ar.

 

É só olhar para as vitrinas das lojas, para ofertas especiais de unidades hoteleiras, companhias aéreas, restaurantes, aplicações/sites românticos, canais televisivos. Anúncios, em todo o lado, a topo o tipo de artigos que possam dar aquele toque de romantismo e luxúria é outro lembrete de que São Valentim já se fez à estrada.

 

Noto que, por esta altura, há um aumento exponencial do nível de ansiedade/desânimo de muitos desemparelhados, em contrarrelógio para arranjar companhia para esse dia. A par das festividades do Natal, penso que é a época do ano que mais fustiga os corações celibatários.

 

Como já levo muitos anos de solteirice nas costas, a data já não me afeta particularmente, nem para o bem, nem para o mal. É apenas um dia, em (quase) tudo semelhante aos restantes 364 do ano, salvaguardando o facto de que nesse dia evito circular por áreas como cinemas, centros comerciais, restaurantes, locais de eleição dos emparelhados. É tanto sentimento que abunda neste sítios, que uma solteira carente como eu é bem capaz de sair de lá grávida de gémeos.

 

Porque nós os solteiros também merecemos uma noite de festa, alegria, animação e, quem sabe, algum calor humano (aí vai depender da estrela da sorte de cada um), é cada vez maior o leque de opções à disposição de quem se recusa a ficar em casa, carpindo as mágoas por um amor que não se faz presente na sua vida.

 

Por experiência própria (e alheia), sei que uma boa parte das gajas ilha-se em casa, debaixo de manta/cobertor, a consolar-se com calorias, filmes lamechas, suspirando a cada post romântico que lhe chega às retinas. O dia, seja ele qual for, é aquilo que dele fazemos.

 

No ano passado, por esta altura, partilhei contigo uma série de programas que a cidade das sete colinas amorosamente elaborou para os singles. É minha intenção, replicar a fórmula, mas até ter material suficiente, toma nota do seguinte. Convoco todos os Ainda Solteiros para um encontro, no próximo dia 14, a partir das 19h30, no Evolution Hotel, em Lisboa. Será uma excelente oportunidade para nos conhecermos e quem sabe desfrutar de uma bela noite de convívio e diversão, portanto nem adianta vir com desculpas.

 

À semelhança do ano passado, este espaço volta a promover uma festa para os solteiros. Como se não bastasse oferecerem a nós solteiros um evento à maneira, a organização promete muita música, animação, companhia, entre outras coisas. Tudo pela módica quantia de zero euros. Que mais poderia desejar um solteiro nesse dia?

 

A resposta a essa pergunta não tenho, mas tenho a certeza que esta solteira aqui vai marcar presença neste evento, assim mais quatro singles ladies, que já alinharam. Alinhas? Se sim, é só dar-me conhecimento ou simplesmente aparecer.

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