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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


03
Fev16

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Por mais generosa que a mãe-natureza possa ser, retardando ou acelerando a lei da gravidade, a verdade é que à medida que os anos vão passando o corpo feminino vai sofrendo alterações. A propósito disso, o jornal 'El País' listou as (principais) mudanças corporais que ocorrem quando somos expulsas (por injusta causa) do clube dos 20. Preparada para conhecê-las?

 

20 anos: a idade das curvas sexualidade

Esta é conhecida como a idade da transformação, uma vez que a rapariga começa a ganhar formas de mulher. Com a estabilização hormonal, dá-se o aparecimento de gordura em certas zonas do corpo – peito e coxas – traduzindo-se numa silhueta mais curvilínea. Para além disso o período menstrual começa a regularizar e o desejo sexual atinge o seu pico. É também nesta idade que as mulheres têm maior probabilidade de desenvolver mais infeções vaginais, sendo recomendável o uso de um sabonete adequado. A vulva fica mais fina e a pele mais sensível à exposição solar. "Os excessos dos anos 20 traduzem-se em manchas e rugas aos 40, tanto que há cada vez mais jovens preocupadas em proteger-se antes dos 30", revela a dermatologista Isabel Aldanondo ao jornal espanhol.

 

30 anos: a idade das rugas e cuidados redobrados

Para muitas mulheres esta é a altura da sua vida em que a pele sofre mais alterações, como é o caso do aparecimento de acne. Como se não bastasse, as alterações hormonais também são mais frequentes uma vez que é durante os 30 que muitas mulheres se estreiam no papel de mães, fazendo com o seu peito mude consideravelmente e fique mais descaído. Os dentes são outras das coisas que podem piorar com a gestação, sendo recomendável o acompanhamento dentário adequado de forma a evitar problemas. Com menos produção de estrogénio, o corpo começa a ressentir-se, tornando-se mais flácido. É também durante esta década que começa a luta contra a balança, uma vez que é mais difícil para a mulher perder peso e tonificar o seu corpo.

 

40 anos: o fim da maternidade

Quando se chega à casa dos 40, a probabilidade da mulher voltar a desempenhar o papel de mãe é bastante reduzida. Apesar de não ser impossível voltar a conceber, a verdade é que se torna mais difícil voltar a fazê-lo de forma natural. "Os filhos têm mais probabilidades de desenvolver doenças, já que os óvulos não têm a mesma qualidade do que quando se era jovem", revela a médica Isabel Santillán. É também nesta fase que as descendentes diretas de Vénus começam a ficar com menos cabelo, o que acaba por ter um impacto devastador na sua autoestima. Quer seja por razoes genéticas, hormonais ou ambientais a verdade é que "o cabelo fica mais fino, passando dos 0,06 para os 0,03 milímetros", referem especialistas do Instituto Médico Laser.

 

50 anos: a idade das quedas e roturas

Os ossos começam a ficar mais frágeis devido à descida de estrogénio que acontece durante a menopausa. "Uma em cada duas mulheres com mais de 50 anos irá sofrer uma fratura devido à osteoporose", revela a Fundação Nacional de Osteoporose. A falta de desejo sexual, tristeza, insónias, aumento de peso e gordura corporal são outras das coisas que mudam na vida das mulheres durante esta faixa etária. A cara também sofre as suas alterações notando-se menos firmeza e mais secura na pele. Nesta altura os dentes também começar a dar mais problemas, sendo mais frequente o aparecimento de cáries.

 

60 anos: a idade em que pode desfrutar da sua vida

Nesta altura dão-se por terminadas as flutuações hormonais no corpo da mulher. Apesar de muitas pessoas ainda manterem uma vida sexual ativa, a verdade é que os orgasmos são mais débeis e existe menos lubrificação. Mas nem tudo são más notícias: é nesta altura que as terríveis enxaquecas aparecem com menos frequência e se verifica uma grande redução nos pelos no corpo da mulher.

 

E aí, companheira de luta, preparada para o que aí vem?

 

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1 comentário

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De Vitória a 03.02.2016 às 13:51

Estou quase na idade das quedas e roturas, MEDO

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