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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


04
Jan17
 

 

hygge meaning.png

Ora viva!

 

Chego fora de horas, mas bem disposta até ao tutano. Fui à meditação, hoje dedicada aos 'sacos de lixo' que vamos acumulando ao longo do tempo e dos quais precisamos nos livrar se queremos ter uma existência mais feliz. Por "lixo" entende-se toda a amargura, ressentimento, infelicidade, mágoa, tristeza, pessimismo, negatividade, desesperança, raiva, ódio, infelicidade, e por aí fora. Emoções que não só contaminam o nosso espírito como impedem que coisas boas entrem na nossa vida.

 

No final da sessão, a minha guru do bem convidou cada participante a tirar quatro cartas do baralho, correspondendo cada uma a um trimestre deste ano. De entre as quatro que escolhi, três faziam referência à abundância. Já na última sessão, ocorrida na véspera do fim de ano, tinha-me saído o Imperador, uma carta que, no meu caso, simbolizará realização/concretização, ou seja, coisas boas.

 

Ao que tudo indica, 2017 tem-me reservado muita fartura e prosperidade. Sobre o amor as cartas nem piaram, está-se mesmo a ver que ainda não é desta. Não faz mal, se pobre já sou o que sou, imagina agora cheia de posses.

 

O princípio, meio e fim para uma vida melhor, e uma das coisas que a minha guru do bem não se cansa de frisar, passa impreterivelmente por uma mudança na nossa forma de estar. Algo a que os dinamarqueses – simpáticos eles, não? – chamam de hygge.

 

Para estes descendentes diretos dos vikings, dos mais felizes e prósperos do mundo, esta palavra (que significa aconchego), mais do que um conceito é uma forma de estar na vida. Uma forma de estar que envolve uma atmosfera acolhedora e promove a proximidade entre amigos e familiares, a entreajuda de todos e o desapego ao drama e aos desejos individuais, tudo em nome da união de grupo.

 

Fantástico, não? Assim que a dona abundância der o ar da sua graça, coisa que, segundo os astros, será já neste primeiro trimestre, irei eu irei eu a caminho da Dinamarca. Meditada, em toda a sua plenitude, abastada, em toda a sua significância, e solteira, em toda a sua essência.

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