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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Sou magra, mas não passo fome nem vivo à base de chás, sumos detox, saladas e sementes. Sou saudável, as análises e exames a que me sujeito religiosamente ano sim ano não assim o confirmam. Como de tudo, sem privar-me de coisa alguma, a não ser daquilo que o meu palato rejeita. Um dos meus segredos, além de uma ótima genética, reside em confecionar a maior parte do que ingiro. Só assim consigo manter os meus 57 kgs por 1,65 cm, já que a maior parte das vezes faço uso de alimentos frescos, saudáveis e de qualidade.

 

Como descendente direta do Shaka Zulu que sou, ou seja, apetrechada desde o berço com glúteos salientes, peito firme e coxas bem torneadas, se a isso acrescentarmos o facto de já estar à beira dos quarenta, pode-se dizer que sou uma felizarda por não ter que abdicar de comer o que quer que seja. Costumo afirmar que todos nós podemos (e devemos) comer de tudo. Há é que saber como, quando e em que quantidade. O post de hoje serve para partihar contigo quatro elementos, dos quais uso e abuso para conseguir manter esta minha esbelta figura. Para a semana revelo outros tantos.

 

Quatro alimentos que contribuem (e muito) para a minha linha

* Batata doce - que adoro desde que me lembro por gente. Assado na brasa, em formato chips no forno, em modo pastéis de milho (uma especialidade da minha terra) ou incluído em pratos como feijoada, cozido ou caldeirada, o facto é que este é um dos meus vegetais preferidos, não só pelo seu baixo índice glicémico, mas sobretudo por fortalecer o sistema imunológico (culpa da boa quantidade de vitamina A), além de diminuir o apetite, já que é rica em fibra. A melhor maneira de obter todos seus os benefícios é de forma cozida e com casca. Nada de fritar, está bem amiga?

 

* Bróculos - confesso que não sou particularmente apreciadora deste legume, não só pelo seu sabor, que a mim sabe-me a insosso, mas sobretudo pelos seus efeitos secundários, vulgo gases. No entanto, devido aos seus mais que reconhecidos benefícios para a saúde, faço dela uma poderosa aliada na (eterna) luta por um corpinho danone. Presente no minha dieta alimentar pelos menos 2x por semana, este parente da couve é (não sou eu que o digo, mas sim os especialistas) rico em minerais, como o cálcio, potássio, ferro, zinco e sódio. Composto por diversas vitaminas - A, C, B1, B2, B6 e K - bem como fibra alimentar, este é considerado um super alimento e de pouquíssimas calorias. Por conter fitoquímicos, são-lhe reconhecidas propriedades anticancerígenas. Pesquisas relatam que o consumo diário de brócolos evita doenças do coração, úlceras e gastrites. Eu utilizo-os exclusivamente no meu bacalhau cozido com todos.

 

* Arroz integral - como africana orgulhosa das suas raízes, o arroz é o elemento base da minha alimentação. Este cereal é para as pessoas com mais melanina o mesmo que o pão o é para os tugas, o feijão o é para os brasileiros ou a pasta o é para os italianos. Adbico de boa vontade dos outros alimentos ricos em hidratos de carbono: pão, massa e batata, mas do arroz no way. Toda a vida fui consumidora assídua da versão agulha, mas desde que descobri o integral, nunca mais quis saber das outras (recomendo especialmente o da marca Uncle's Ben, que, apesar de não ser barata, prepara-se em menos de 10 minutos e sabe bem que é uma maravilha). Os benefícios dele são sobejamente conhecidos: aliado no combate ao colesterol e à arteriosclerose, dando um grande contributo para a eliminação de todo o tipo de toxinas do nosso corpo; auxilia a controlar os níveis de açúcar no sangue; abundante em selénio, um nutriente essencial e um antioxidante natural, promove o bom funcionamento do metabolismo. Como não é sujeito a tratamentos químicos e não tem glúten é também apropriado para quem é mais sujeito a alergias (como eu), pois o risco de alergia praticamente inexistente.

 

* Peixe - há já uns bons tempos que descartei do meu cardápio o item carne. Com isso não quero dizer que sou vegetariana ou uma acérrima defensora dos direitos dos animais. Nada disso! Apenas não a compro nem cozinho. Claro que, se em restaurante ou domicílio alheio, me deparar com uma apetitosa iguaria de carne não me armo em esquisita e como sem qualquer pudor, até porque esta nunca me fez mal algum e entre comê-la ou ficar com fome nem penso duas vezes. Apenas por uma questão de saúde e respeito pela minha colega de casa que enjoa toda vez que sente o cheiro da carne, deixei de comprar. E o facto é que não me faz falta nenhuma. Quando baixa em mim o espírito do vampiro, quando dá-me aquela vontade louca por sangue, vou a um restaurante tiro a barriga da miséria e depois retomo ao meu cardápio pixeriano, feliz e saciada. Voltando aos bichos do mar, assumo apreciar quase todas as espécimes, vertente peixe ou marisco. Sendo assim tenho todo o orgulho em admitir que consumo peixe 7 dias por semana. Assado no forno, grelhado na brasa, cozido, salteado, em conserva, fresco, congelado, até cru. A lista de vitaminas e minerais fornecidos por estes animais marinhos é extensa. Entre eles destacam-se sódio, potássio, magnésio, cálcio, ferro, fósforo, iodo, flúor, selênio, manganês e cobalto, além de vitamina A, D e E. Fonte privilegiada de ómega 3, são ricos em aminoácidos essenciais (substâncias não produzidas pelo nosso organismo), o que os tornam fornecedores de proteínas com valor nutritivo superior ao das carnes vermelhas, sem falar que as suas proteínas são mais fáceis de serem digeridas pelo organismo. E opções é o que não faltam na hora de escolher: atum, bacalhau, cavala, carapau, dourada, robalo, salmão, sardinha, garoupa, moreia, serra... até perco a conta.

 

Por hoje é tudo. mas para a semana volto com mais quatro alimentos que fazem toda a diferença na hora de manter o corpo isento de gordura e doenças. Até lá, porque não experimenta incluir mais vezes estes itens no seu cardápio? O seu corpo vai agradecer e sua saúde também!

O consumo de arroz integral ajuda ainda no combate ao colesterol e à arteriosclerose, dando um grande contributo para a eliminação de todo o tipo de toxinas do nosso corpo. Auxilia a controlar os níveis de açúcar no sangue, sendo naturalmente uma óptima escolha para todos os que sofrem de diabetes.

O arroz integral é ainda abundante em selénio, um nutriente essencial para o correcto funcionamento do nosso corpo, uma vez que promove o bom funcionamento do nosso metabolismo. Como o selénio é um antioxidante natural, o nosso sistema imunológico é muito beneficiado pelo consumo deste cereal.

Como não é sujeito a tratamentos químicos e não tem glúten é também apropriado para quem é mais sujeito a alergias, pois o risco de alergia do arroz integral é praticamente inexistente.

- See more at: http://www.emforma.net/6440-os-beneficios-do-arroz-integral#sthash.71Rtg97V.dpuf

O consumo de arroz integral ajuda ainda no combate ao colesterol e à arteriosclerose, dando um grande contributo para a eliminação de todo o tipo de toxinas do nosso corpo. Auxilia a controlar os níveis de açúcar no sangue, sendo naturalmente uma óptima escolha para todos os que sofrem de diabetes.

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O arroz integral é ainda abundante em selénio, um nutriente essencial para o correcto funcionamento do nosso corpo, uma vez que promove o bom funcionamento do nosso metabolismo. Como o selénio é um antioxidante natural, o nosso sistema imunológico é muito beneficiado pelo consumo deste cereal.

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