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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


Lembras-te deste vídeo que publiquei há uns mesitos? Se sim, hoje voltas a levar com ele, pois a busca por um emprego ando num frenesim que não me permite fazer um break para parir um post original. Se não, esta é uma boa ocasião para te inteirares da dinâmica das redes sociais em locais com pequenos aglomerados de pessoas.

 

Na humilde e pequena aldeia italiana de Civitacampomarano, com pouco mais de 400 habitantes, a rede móvel e a internet são realidades ainda muito longínquas porque as ligações nem sequer existem. Ainda assim, toda a gente tem acesso ao Facebook, WeTransfer, Whastapp, Tinder, E-bay, Gmail, Twitter e companhia.

 

Graças ao artista Fra Biancoshock, toda a população sabe o que acontece por ali e pode comunicar livremente, mas de uma forma bem diferente daquela a que estamos habituados. Aqui, o Facebook é literalmente um mural com as mais recentes atualizações, o Gmail funciona tal e qual como os correios convencionais e o WeTransfer faz realmente jus ao nome.

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