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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

07
Jul16

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Sabemos nós que há coisas que são autênticas "corta-tesão", tanto para eles como para elas. No meu caso particular são as tatuagens grandes, cabelo comprido, barba rija, demasiado músculo, camisa cavada, alargador, roupas demasiado justas, tabaco, pelos, dentadura feia ou mal cuidada, baixa estatura, só para citar os mais flagrantes. Sim, estou ciente que sou exigente e picuinhas. Porque achas que continuo solteira, não obstante todos os meus predicados?

 

Que me perdoem os meus seguidores que se revejam nesta minha descrição. Não é de todo minha intenção ferir suscetibilidades e muito menos marginalizar quem quer se seja. A culpa é da minha líbido, que, quando confrontada com estas caraterísticas, pura e simplesmente se recusa a despertar do seu estado letárgico de indiferença - muitas vezes, repugnância mesmo.

 

Adiante, que este artigo não é sobre o que me atrai a mim no sexo oposto, mas sim sobre o que pouco atrai os homens em nós. Meu bem, presta atenção ao que vem a seguir, pois o teu estado de solteirice talvez se deva a alguns destes aspetos.

 

Comer num transporte público ou ter um piercing na parte superior do lábio são dois dos aspetos que mais afastam os homens das mulheres, considera o Reedit, citado pelo The Telegraph. Brincos de argola (essa apanhou-me desprevenida, admito), perfume com cheiro a velha, sabrinas e unhas demasiado compridas tão pouco lhes agradam. Assim como batom com cor demasiado berrante.

 

Em contrapartida, não resistem a personalidade cativante, aspeto físico cuidado (independentemente do size dela), cor vermelha, voz agradável (nem grossa nem estridente), leveza de espírito e energia positiva. Estas caraterísticas que conseguem deixar qualquer macho pelo beicinho.

 

Como pudeste constatar, o sexo masculino não é assim tão esquisito ou exigente no que toca ao sex apeal. Sendo assim, cabe às mulheres que estiverem para aí viradas investir nestes aspetos e começar a colecionar admiradores e pretendentes.

 

Caso contrário, sempre podem continuar solteiras e seguidoras deste blog. Afinal, alguém tem que me fazer companhia na minha solteirice.

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Hoje tenho um almoço com uma grande amiga que veio lá da terra, daí que o tempo para escrever é pouco. Ainda assim, trago-te um artigo publicado no Observador e que vem complementar o post de ontem. Refere-se a um novo conceito de relação: benching.

 

Benching, nouvelle terminologia em matéria de relações, como o próprio nome indica vem de bench, que em inglês significa banco, ou seja, é o ato de ficar no banco.

 

Ilustrando a coisa, pode-se dizer que é quando conheces alguém — regra geral no Tinder ou numa rede social –, têm um ou dois encontros e essa pessoa subitamente deixa de responder às tuas mensagens, para umas semanas mais tarde voltar a dar sinais de vida, isso é benching. A comunicação é intermitente e pressupõe convites para jantares ou cafés que à última da hora nunca acontecem. E isto pode durar meses. Quem está "sentado" acha que é uma questão de timing e que, eventualmente, a coisa vai dar-se.

 

As desculpas pela ausência inexplicável são sempre elaboradas, envolvem agendas preenchidíssimas, prazos de entrega de trabalhos ou problemas familiares que são corroborados por fotografias tiradas com um único propósito: iludir a pessoa sentada.

 

Quem "senta" outra pessoa fá-lo por indecisão e para manter as suas hipóteses em aberto. Não tem a certeza de gostar o suficiente para assumir uma relação, mas não quer descartar essa possibilidade — está à espera de que apareça alguém melhor e não se quer comprometer, para além de estar de olho em mais dois ou três pretendentes. Quer ver no que vai dar e, no caso de não dar com alguma das alternativas, não fica sem ninguém. Tem sempre alguém seguro, no banco.

 

Há dois tipos de benching: quando alguém é solteiro e está ocasionalmente com outra pessoa de quem não tem a certeza se gosta ou não, mas não quer deixá-la ir, e quando alguém está numa relação e não tem a certeza de querer continuar nela, mas prefere não acabar e começar a procurar outras opções.

 

Segundo escreve o The Telegraph, as "benchees" também servem para acompanhar a casamentos ou para quando a pessoa não quer chegar a uma festa sozinha e sabe que basta mandar uma mensagem no Whatsapp para arranjar um par. Para quem está sentado isto só aumenta a incerteza de não saber se aquela pessoa gosta efetivamente de ti ou não. Basicamente o que te passa pela cabeça é: se não gostasse de mim não me mandava estas mensagens versus se gostasse de mim não ficava tanto tempo sem dizer nada.

 

Porque é que tanta gente cai nesta história? Porque o bencher (aquele que pratica o benching) é atencioso, tem o cuidado de perguntar à pessoa como é que ela está, como foi o seu dia, além de uma série de outros cuidados que são interpretados como interesse genuíno. Mesmo que isso só aconteça de duas em duas semanas e seja sempre por telemóvel.

 

O que diferencia o benching do ghosting é que no último a pessoa desaparece sem aviso e de vez, isto é, não volta para se assegurar de que não perdeu nada. De acordo com a revista nova-iorquina BetaMale, o benching é bem mais traiçoeiro do que o ghosting ou do que simplesmente dizer que não está interessado e acabar com tudo de uma vez. Uma vítima de ghosting pode fazer o seu luto quando se apercebe do fim da relação — mesmo que não encontre uma explicação –, já a vítima de benching não sabe em que pé estão as coisas porque a pessoa desaparece e aparece constantemente.

 

Jason Chen, editor da referida revista, acredita que esta é uma prática essencialmente dos homens. As mulheres entram em jogos com homens que conhecem há muito tempo e com os quais têm confiança, mas não são capazes de o fazer com alguém que acabaram de conhecer. Até porque elas ainda se regem bastante pela ideia de o homem ter de dar o primeiro passo.

 

A verdade é que o nome até pode ser recente e as aplicações de encontros até podem propiciar um acréscimo da prática, mas infelizmente o conceito não tem nada de novo. É o velho "iludir alguém" com uma roupagem nova e tecnológica.

 

Se depois de leres este texto chegaste à conclusão de que estás "sentada"”, tens duas opções: sentar a outra pessoa de volta ou ires à tua vida. Porque quando o benching acontece, a velha máxima de "ele/a não está assim tão interessado" continua a ser verdadeira.

 

É por estas e por outras que estou (ainda) solteira. Para ser assim, mais vale estar só do que "sentada". Cheira-me que o tal fulano de que te falei ontem, a prioósito do "datexit" é um bencher. O que ele não deve ter previsto é que já levo muitos anos na estrada da vida e uns quantos nas redes sociais.

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01
Jul16

Sexo? Sim, por favor!

por LegoLuna

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Ainda na senda do post anterior, eis 10 motivos que levam nós mulheres a fazer sexo:

1. Sentirem-se atraídas pela outra pessoa;

2. Quererem ter prazer físico;

3. Só porque lhes sabe bem;

4. Quererem mostrar carinho pela outra pessoa;

5. Quererem expressar o amor que sentem pela outra pessoa;

6. Quererem libertar a tensão;

7. Têm uma vontade inexplicável de fazer sexo;

8. Por ser divertido;

9. Por terem percebido que estavam apaixonadas;

10. Por se terem envolvido no calor do momento.

 

Nota: Este top ten é obra do Daily Star que se baseou numa investigação da Universidade de Otava que descobriu que existem 237 motivações diferentes para as mulheres quererem ter relações sexuais.

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Longe de mim querer ferir suscetibilidades, até porque a beleza é algo muito subjetivo, mas o facto é que pessoas pouco apelativas ao olhar (vulgo, feias) são constantemente alvo de discriminação. Até na hora de coisar. Sim, já sabemos que as mais atraentes têm a priori maiores possibilidades de serem bem sucedidas na arte da conquista. O assunto aqui é outro e passo a explicar.

 

Um estudo das Universidades de Bristol e Southampton, publicado no British Medical Journal, assegura que a vontade de um homem usar preservativo numa relação sexual casual varia consoante a beleza física da parceira. Ou seja, se a gaja for bonita (boa como o milho também serve) ele não faz muita questão de se proteger, já que parte do princípio que ela será saudável. Agora, se a coitada teve o azar de não ter nascido bela ou rica (digo isso porque hoje em dia, desde que se tenha capital, pode-se perfeitamente comprar a beleza, e à la carte, convém salientar), aí sim, ele faz questão de evitar o contacto pele-pele.

 

Contraproducente, não? Talvez! O facto é que os dados estão aí para quem quiser tirar as suas ilações: 51 homens heterossexuais entre os 19 e os 61 anos foram convidados a avaliar fotos de 20 mulheres diferentes e a dizer com as quais concordariam ter sexo sem proteção. As conclusões não deixam margens para dúvidas: para eles, quanto mais atraente fosse a mulher, menores seriam as hipóteses de terem uma doença sexualmente transmissível e portanto maior a probabilidade de se deitarem com as mesmas sem proteção.

 

Estes dados só vêm reforçar aquela (velha e insensata) ideia que, regra geral, temos tendência a associar a boa aparência à saúde ou à ausência de algo com que nos devamos acautelar. O que muitas vezes se esquece, como se constatou neste caso, é que as doenças – sobretudo as sexualmente transmissíveis  – não olham a raça, credo, religião, filiação política, genética ou um físico atraente. Elas são democráticas, afetando feios, bonitos, pobres e ricos, brancos, negros, hétero, homo, bi ou trans.

 

O meu conselho aos meus seguidores masculinos? Na hora H usem primeiro a cabeça de cima e só depois a de baixo, de preferência devidamente equipada com capacete de latex.

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Hoje é dia de repescagem, já que o tempo anda sumido. Este artigo, publicado há uns mesitos atrás, é sobre aquele tipo de gajo que está desesperado por trocar calores e ansioso pelo "O" (de orgasmo) com que me deparo praticamente todos dias no Second Love, no Felizes, no Tinder (e noutras plataformas da rede), no ginásio e na vida real. Nessa então... é o que mais há.

 

Segundo Michelle Martin, bloger do Huffington Post e criadora do conceito, estes tipos nada mais são do que "Cinderfellas", isto é "homens que se sentem desesperados por uma relação emocional e física íntima. Querem paixão! Querem fogo-de-artifício! Querem sentir-se vivos! Querem ser retirados de uma vida solitária". "E querem isto tudo logo no segundo ou no terceiro encontro", considera Martin. De acordo com esta, o Cinderfella é atraente, romântico e carinhoso, mas é também carente e obsessivo. Não gosta de conflitos, mas adora situações dramáticas. A autora diz mesmo que, na maioria dos casos, são homens que se divorciaram recentemente.

 

Por experiência própria, e acredito que a maior parte das fêmeas que preencham os requisitos mínimos de beleza e sex apeal também, subscrevo totalmente esta teoria da Martin. O que não me falta é estórias de gajos que querem passar, em modo via verde (ou seja, sem pagar portagem nem fila de espera), do "olá como te chamas" para o finalmente.

 

Afinal, no auto (sim, auto!) da sua deficiência emocional, a corte é pura perda de tempo, portanto bora lá dar o corpo ao manifesto, sem muita fita, paleio, expetativas ou promessas de sentimentos mais profundos que a tesão. O que importa aqui é despejar os colhões, de preferência a custo zero: zero sentimento, zero despesa, zero compromisso, zero fidelidade, zero relação, zero apego.

 

O que lhes salva a vida, o ego e os colhões, é que para cada Cinderfella há sempre uma fulana qualquer disposta a aderir às suas causas. Generosas elas, liberais, desapegadas e muito (mal) resolvidas. Tudo que esta pré-quarentona aqui não é. Nem pretende ser.

 

Felizes daqueles que não complicam e se contentam com aquilo que lhes aparece à frente. Quando pouco se espera da vida, pouco dela se recebe!

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Amiga, caso estejas numa relação ou pretendas embarcar nessa de vida a dois, abre as pestanas que este artigo é para ti.

 

Por mais que as sociedades ocidentais estejam a desconstruir as convenções respeitantes ao estereótipo de mulher para se levar a sério, a verdade é que na mente masculina existe uma linha muito vincada entre mulher para casar e mulher para comer. Vais desculpar-me esta linguagem crua, mas de pouco nos vale estar com cerimónias quando é mesmo assim que eles pensam.

 

Tudo isso para chegar ao cerne do post de hoje: o tipo de mulheres que eles nunca apresentam às mães, mais não seja porque querem poupar-se a si próprios de interrogatórios, dramas, conselhos, sermões, lições de moral e por aí fora.

 

Como se não bastasse a natural relutância em assumir compromissos, quando chega a hora de oficializar a relação, os homens são bastante seletivos. Por isso, as mulheres que querem uma relação a médio/longo prazo é bom que tenham consciência de que devem cair no agrado da "sogrinha". Ou, em último caso, não cair no desagrado dela.

 

Existem alguns tipos de mulheres que eles pura e simplesmente não costumam apresentar à família, por mais que ela tenha uma carinha laroca ou seja boa de cama. Lembro-me de pelo menos cinco.

 

A promíscua

O tipo mais flagrante de mulher que dificilmente chega a conhecer a residência ofical da família. Além de não ser a "nora ideal", mulheres do tipo não inspiram confiança, já que eles receiam o tempo todo levar com os cornos. Ninguém gosta de ser traído, os homens menos ainda. Atrofia-lhes o ego. Para mulheres suscetíveis a comportamentos do tipo o meu conselho é que tenham cuidado para não parecerem demasiado vulgar e chamativa e moderar a linguagem perto dos amigos e da família dele.

 

A controladora

O ciúme é uma condição inerente ao amor. Contudo, convém não exceder os limites do bom senso e muito menos fazer disso uma obsessão. Os homens não gostam de se sentir controlados (aliás, quem gosta?). Isso fá-los sentirem-se sufocados e com mais vontade ainda de "pular a cerca". Mãe já ele tem, por isso as mulheres controladoras têm muito poucas chances de serem levadas a sério, até porque seria uma adversária à altura da sogra.

 

A fútil

Estas mulheres são ótimas para se divertirem (na cama), fazer inveja aos amigos ou exibir como acessório num bar ou a numa after party. Já no que toca à família, a conversa é bem outra. Não há mãe que queira ver o seu mais-que-tudo nas mãos de uma gaja qualquer que quando abre a boca a todos os outros apetece fechar os ouvidos. O culto da loira burra tem cada vez mais os dias contados.

 

A competitiva

É verdade que as mulheres podem fazer um pouco de tudo e ser bem-sucedidas. Dar uma de "miss i have opinion about everything" ou de mulher independente e autónoma de tudo e de todos, além de irritante, acaba por fazer com que ele se afaste, já que ele não se vê preciso na vida delas. Salvo raras exceções, eles não gostam de ficar mal ao pé das mulheres, muito menos à frente da família. Se te revês nessa descrição (eu sim), o meu conselho é que neutralizes esse teu lado e que te mantenhas fiel a ti mesma, mas sem ofuscá-lo. Isto é, deixá-lo ser o centro das atenções de vez em quando.

 

A resmungona

Mulher mal-humorada, de trombas, propensa a amuos e ceninhas é uma mala. Sem alça. Não há nada mais aborrecido e contaminante do que o mau humor- e quando é constante, torna-se mesmo insuportável. As mulheres negativas, que estão sempre a reclamar e a passar sermões, dificilmente se integram e não criam bom ambiente, o que é motivo suficiente para que ele evite os jantares de apresentação à família. Se tens propensão para este tipo de comportamento, fica sabendo que ninguém está para te aturar. Por pior feito que tenhas, esforça-te para seres agradável, ou pelo menos educada, ao pé do pessoal com quem ele priva.

 

Gostemos ou não, dificilmente uma mulher consegue entrar para a família do homem amado sem passar pelo crivo, e consequente aprovação, da mãe dele. Costumo chamar a isso "o teste da sogra". Do meu historial amoroso só tive duas sogras assumidas e ambas foram impecáveis comigo: muitas vezes bem mais generosas e amorosas do que a minha própria mãe. Será que, de alguma forma, conseguiram antever que eu não duraria muito na vida dos seus rebentos?

 

Quem sabe!

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Há sempre alguém com uma teoria sobre o facto de uma mulher estar solteira durante muito tempo. Se essa fêmea for minimamente gira, inteligente, divertida e sexy, então… ui! Fazem disso uma autêntica tragédia grega. A pensar naquelas que, como eu, levam com isto o tempo todo, a Cosmo fez-nos o favor de preparar algumas respostas…
 
Razão nº 1: "És demasiado picuinhas. Escolhes demais!"
Resposta: "Estou a escolher um parceiro para a vida, não um sofá!"
Este é provavelmente o comentário que uma mulher solteira mais vezes ouve, quando toda a gente à volta encontrou a sua "metade da laranja"… e ela não. Pode ser considerado um elogio, se tivermos em conta que é importante existir algum critério de escolha, pois nunca se sabe com quem se está a lidar. A verdade é que atualmente as mulheres não procuram um parceiro com um ordenado considerável ou que as sustentem. Aquilo que realmente importa para o sexo feminino é bastante específico e simples: um homem atencioso, surpreendente e fiel. Mas com quem exista química sexual. Outro ponto a ter em conta é a quantidade de vezes que ouves essa observação. O conselho: foca-te na tua intuição e bom senso e dispensa a opinião das 12 melhores amigas, sempre que conheces alguém.
 
Razão nº 2: "Não te mostres tão disponível"
Resposta: "Deixa-me ver se entendi: se estou disponível devo mostrar que não estou, é isso?"
Com a exceção de um romance de três anos, a maioria dura três meses, e por isso pedes conselhos às amigas casadas. O diagnóstico? "Pensas muito, esforças-te demasiado! Tens de te fazer de difícil para conseguires o que queres." Falamos portanto em criar uma falsa confiança e em fazer com que o outro se sinta inseguro, sem dar a entender se estás ou não interessada. O ideal, em tudo na vida, é conseguir agir de forma verdadeiramente natural, sem jogos ou estratégias para fazer com que o outro goste ou fique mais interessado em ti, e sobretudo sem medo de expressar sentimentos genuínos, sem condicionantes.
 
Razão nº 3: "Tens que saber jogar!"
Resposta: "Procuro um namorado, não um troféu!"
Existe uma tendência para que a mulher se comporte sempre na defensiva. Envolvida nesta posição totalmente defensiva, podes esquecer-te de que homens e mulheres procuram exatamente o mesmo: um parceiro nesta vida tão confusa! Então como sabes se estás a seguir o teu instinto, ou a colocar-te numa posição de superioridade? Pergunta a ti mesma: "Como é que ele me faz sentir?" Claro que te podes desiludir, mas em vez de partires para a "batalha" com a armadura já vestida e uma série de regras sobre aquilo que não permites, talvez seja mais corajoso arriscar e sair com alguém sabendo que pode não correr bem, mas que, seja como for, vais sobreviver!
 
Razão nº 4: "Tens questões por resolver!"
Resposta: "E tu, não?"
Tens fobia a compromissos? Medo de intimidade? Uma relação demasiado próxima com o teu pai? Ou demasiado distante? Se és solteira e aparentemente não sabes por que ainda não encontraste "o tal", as patologias que te podem apontar são infinitas! Reconhecer e tentar resolver determinados bloqueios que possas ter é um exercício extremamente saudável. O problema surge quando usas esses mesmos bloqueios como desculpa para não conseguir manter uma relação. Na verdade é perfeitamente possível ser feliz numa relação, mesmo quando existem questões interiores mais ou menos evidentes por resolver. Não havendo um caso clinico que o justifique, o único bloqueio poderá ser o facto de acreditares nos problemas que te impedem de ter um relacionamento. E a razão pela qual estás sozinha pode ser, apenas e só, porque ainda não conheceste a pessoa certa.
 
Depois deste artigo até tenho pena do próximo desinfeliz que me vier com esta legalenga do porquê de eu estar solteira. Nem faz ideia do que lhe espera.

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29
Mar16

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O artigo de hoje aborda o drama do regresso ao status quo de solteira. Acredito que, em algum momento da tua vida, passaste por tal situação. Acredito também que, na altura, soube-te bem contar com o apoio "daquela" amiga. Aquela que se recusou a desistir de ti. Aquela que, que, por mais que dissesses que estavas bem e que precisavas de um tempinho só para ti, não permitiu que te deixasses levar pela depressão pós-separação. Aquela que nunca se cansou de puxar por ti, incentivando-te a dar a volta à situação com classe, dignidade e confiança. Estou certa?

 

Depois algum tempo no outro lado da barricada, é normal que te sintas um pouco perdida na hora de voltar a estar sozinha. Sei por experiência própria o quão doloroso é um rompimento, especialmente se estiveram envolvidos sentimentos sinceros e verdadeiros. Lamentos à parte, nada mais natural que queiras refazer a tua vida. E o primeiro passo para que tal aconteça é voltares a fazer uma vida de solteira (de preferência saudável). A pensar nisso, a Cosmo Brasil reuniu algumas dicas para voltares num instante a ser uma solteira super feliz.

 

1. Sê tu mesma

Se não gostarem, não há problema estamos no século XXI – ninguém é obrigado a nada. Depois de algum tempo com a mesma pessoa é normal que percas o jeito para flertar e para estar à vontade com outro homem, mas isso não implica abrires mão da tua essência.

 

2. Experimenta sexo ocasional

Pode parecer estranho ao início estar com outra pessoa – primeiro estranha-se, depois entranha-se -, mas pode ser uma oportunidade para te aventurares num mundo diferente. Quem sabe não descobres pontos de prazer que nunca pensaste ter.

 

3. Define bem o que realmente procuras num homem

Óbvio que isso irá aumentar as tuas expectativas, mas pensa naquilo que não gostavas no teu ex e se queres voltar a ter mais do mesmo. Não tenhas medo de ficar sozinha, leva o tempo que precisares até encontrares o tal.

 

4. Investe em ti

Sai sozinha para jantar, beber um copo ou ir de férias. És a tua melhor companhia. Desfruta das coisas que mais gostas sem ter de agradar a ninguém. Experimenta.

 

Se por algum infortúnio da vida estejas a passar por semelhante situação, atenta-te a estas dicas e faz do teu novo estado civil uma coisa boa, em vez de ficares a amargar a dor. Ser solteira pode não ser a melhor coisa do mundo, reconheço, mas também não é o fim do mundo. Muito pelo contrário! Tem inúmeras vantagens, pelo que só tens é que te concentrar no lado bom da coisa e deixar o passado aonde ele pertence: lá atrás.

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23
Mar16

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Parece que afinal as meias, geralmente consideradas um atentado estético ao ato sexual, podem ser autênticas aliadas na hora do prazer master.

 

Pelo menos é esta a convicção de Inés Picornell Darder, especialista em neurofisiologia, que contou ao El País que dormir com meias que permitam aquecer e manter a temperatura corporal não só é saudável, como até é recomendável.

 

Isto, porque segundo um estudo da Universidade de Groningen, na Holanda, ter meias calçadas durante as relações sexuais "facilita a ambos a chegada ao orgasmo". O autor deste estudo, Gert Holstege, comprovou que 80% dos casais tinham meias calçadas durante o clímax, comparativamente aos restantes que preferiram permanecer descalços.

 

Cristina Callao, psicóloga especializada em sexologia, concorda: "quando a temperatura dos nossos pés é suficientemente quente e confortável, mantemos a autorregulação do nosso corpo e, deste modo, o sangue irriga de forma direta o clitóris e os genitais masculinos."

 

Com que então, nós mulheres temos andado este tempo todo a implicar com as pobres das peúgas, rotulando-as de corta-tesão, quando na verdade elas até podem contribuir para a nossa felicidade. A ser assim…, deixai estar as coitadas no lugar onde elas melhor servem. Escusado será dizer que é essencial escolher-se umas confortáveis (que não apertem) e limpas (nunca as mesmas que se usou durante o dia). Convém também lavar bem os pés antes de calçar aquelas com que se vai dormir.

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03
Mar16

Homens vs Compromissos

por LegoLuna

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O tema de hoje é (quase) tão velho como as relações humanas. Não obstante isso, este dá sempre pano para manga, pelo que o artigo de hoje foca-se na conexão homens versus compromisso.

 

Que os homens denotam uma maior dificuldade em comprometer-se já nós sabemos. Ainda no outro dia tive provas disso: resolvi assuntar junto do professor mais hot do Hut sobre a sua disponibilidade amorosa, já que uma amiga muito querida está com intenções para com a sua pessoa. Responde-me ele, sem nem mesmo pestanejar: "não me lembro de ter no meu facebook ou nas redes sociais nenhum anúncio a dizer que procuro compromisso". Ou seja, se a tua amiga quiser envolver-se comigo eu alinho, mas que fique bem claro que ela será apenas mais uma na minha extensa lista de conquistas. Compromisso está fora de questão.

 

Perante a mais que óbvia relutância masculina em assumir compromisso, a nós mulheres só nos resta (tentar) perceber o que faz com que os gajos fujam, ou pelo menos resistam até onde lhes for possível, de uma relação mais séria? Com base na minha experiência - significativa, diga-se de passagem - estes são os principais motivos para terem medo de se comprometer.

 

1. Perder a liberdade - O maior de todos os seus temores. Alguns até começam a hiperventilar quando pensam que provavelmente terão que abrir mão (ou, no mínimo, diminuir drasticamente) das saídas à noite, da paródia com os amigos, dos jantares e serões na companhia da PlayStation, do futebol, de trocar mensagens com outras fêmeas, de saírem com outras espécies femininas, e por aí adiante. Perante este cenário, uma relação séria afigura se lhes como uma condenação, já que tomam consciência que terão que abrir mão de algumas dessas práticas. Este é sem dúvida um dos pontos a que é mais difícil de dizer adeus.

 

2. Abrir mão do seu espaço – Virem o seu território invadido com cuecas, artigos de beleza, tampões, coisas em rosas, velas, bibelôs e enfeites não é coisa que se encare de ânimo leve. Imaginar que aquele cantinho onde guardam as suas preciosas tralhas: jornais, jogos, livros, CD's, etc, pode deixar de existir é quanto baste para atrofiar as ideias de qualquer um. A mim atrofia, de certeza.

 

3. A ideia de ficar com a mesma mulher para sempre assusta – A não ser que estejamos perante a nossa alma gémea, coisa que deve acontecer a cerca de 10% dos casais, não deve fácil visualizar o resto da nossa vida ao lado da mesma pessoa. Para os homens então… a ideia de "comerem" da mesma comida over and over again até que a morte os separe deve ser simplesmente castradora. Nesse aspeto sou macha, admito. Não me seduz nem um pouco esta possibilidade. Nada mesmo. Este é sem dúvida um dos meus maiores contras a uma relação para a vida. Feliz ou infelizmente, o que acontece é que com o passar dos anos a vontade de variar o cardápio vai diminuindo e um belo dia apercebemo-nos que estamos sozinhos, solitários e extremamente carentes de uma relação com conteúdo.

 

4. Guardam traumas - Os psicólogos revelam que esta é uma das razões mais comuns para terem medo de se comprometer. Ou porque já foram abandonados, ou porque já foram traídos ou porque viveram uma relação problemática. Seja qual for o trauma, este acaba por afetá-los mais do que pensam ou querem admitir.

 

5. Demasiadas expectativas por parte delas - Pode não parecer, mas os homens são criaturas bem mais inseguras do que aparentam. No fundo, quase todos têm medo de não estar à altura das exigências das mulheres - que não são poucas, admitamos - quer seja porque ressonam, por falarem asneiras, por não cultivarem o intelecto, por se desleixarem com a aparência física, por cheirarem mal dos pés, por terem mania de deixar a toalha molhada em cima da cama, e por aí adiante. A mim, que sou chata e exigente, já me confessaram algumas vezes que sentiam não estarem à minha altura, daí terem-me trocado por outra que esperavam menos deles e não lhes moía tanto os miolos.

 

6. Não é a mulher certa – Muitos homens acabam por não comprometer-se porque sabem que a mulher com quem estão não é a que querem para a vida. Conheço Já passei por isso, dói que se farta, mas é a realidade. Por mais que gostemos dessa pessoa, por mais que façamos tudo e mais alguma coisa por ela, por mais que nos esforcemos por mostrar-lhe que somos a mulher ideal para ele, ele pode não sentir isso. Daí que muitos deles sigam aquela máxima: "enquanto não encontrares a mulher certa, vai-te divertindo com a errada".

 

7. Medo da intimidade – Estar com alguém todos os dias não é a mesma coisa que viver com ela todos os dias. Aqui tem que existir a partilha de tudo e isso por vezes assusta. Venhamos e convenhamos não é fácil aturar outra pessoa o tempo todo, levando com o seu mau humor, aturando as suas crises existências, os tpm's, as inseguranças, os "amas-me?", "diz-me que sou a mulher da tua vida". Nem eu aguento, só de estar a escrever isso.

 

8. Não gostam de ser pressionados - Se existe coisa que eles não gostam é de se sentirem pressionados. Na verdade, ninguém gosta. Só que há uns que convivem melhor com isso do que outros. Há que reconhecer que existem mulheres que são autênticas malas sem alça, chatas, inseguras, carentes, pedantes, imaturas, levianas, caprichosas e fúteis, que mais não fazem que atazanar o juízo a um homem. Perante este cenário, quem pode censurá-los por darem de frosque quando elas insistem para que eles deem o próximo passo na relação?

 

9. Estão habituados a viver sozinhos - Esta é outra das razões mais comuns (e falo por mim). Depois de muito tempo leves, livres e soltos, a serem donos e senhores dos seus narizes, sem ter que dar satisfações nem fazer um relatório das suas atividade, o medo das mudanças que uma mulher possa causar na vida deles é real e bem mais comum do que se imagina. Daí muitos homens nunca convidarem as mulheres com quem se relacionam para ficar lá em casa e se convidam, na maior parte das vezes não passa mesmo disso, de um convite. E não precisamos ser videntes para saber o que justificou esse convite.

 

10. Ainda é cedo - Neste capítulo, nós as mulheres somos (por norma) bem mais apressadas. Os machos preferem deixar a coisa andar por tempo indeterminado, à espera de ver se a relação tem ou não futuro. E sim, este deixar andar pode levar meses, anos ou até décadas. Sem falar que os homens pensam assim: "se estou bem assim para que mudar".

 

Depois deste artigo, acho que vou suspender, por uns tempos, as minhas pretensões em apostar numa relação para a vida. Cada vez mais, vejo-me obrigada a admitir que, como casada, sou uma excelente solteira.

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