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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Ora viva!

 

Um dos motivos porque continuo solteira tem precisamente a ver com o pesadelo das exs, verdadeiras almas penadas que mais não fazem que assombrar a relação das que as procedem, cujo único propósito é ser e fazer o outro feliz.

 

O que não falta no historial da minha vida amorosa são casos de antigas namoradas que não sossegaram até envenenarem a minha relação, ao ponto desta acabar por não resistir às suas investidas fatais.

 

Por não terem conseguido que a relação delas desse certo, o que as move é impedir que outra possa ser bem sucedida onde elas falharam. No meu último namoro então, já lá vão mais de seis anos, a ex tanto fez que ainda hoje continuo traumatizada. A forma como tudo aconteceu deixou marcas tão profundas que nunca mais consegui voltar a confiar em homem algum ao ponto de me entregar sem reservas e menos ainda de acreditar num happy end.

 

Porque te estou a contar tudo isto? Porque se tivesse estado mais atenta aos sinais, alguns tão flagrantes que até o Stevie Wonder seria capaz de retratar, talvez tivesse saltado fora da relação a tempo de salvaguardar este meu incauto coração de uma dor que, por mais do que uma vez, acabou com a minha alegria de viver.

 

A crónica de hoje tem precisamente a ver com algumas evidências sobre quando ele (ainda) não cortou o cordão umbilical que o liga à falecida. No meu caso, trata-se de um bom pretexto para rever a matéria dada e fazer um update ao sistema de alerta. No teu, pode ser uma dica amiga para te precaveres no caso de te reveres nestes sete exemplos, citados pela Women’s Health:

 

1. Ele fala da ex com muita frequência e parece continuar muito envolvido na vida dela.

2. Todos os pretextos são válidos para estar sempre a 'checar' e a 'gostar' das publicações que a ex faz nas redes sociais. 

3. Seja para elogiar ou para criticar, ele fala demasiadas vezes nela. 

4. Ele está tão empenhado na nova relação que dá a sensação que é para provar alguma coisa à ex. 

5. Sabe mais do que devia sobre a dita cuja, ao ponto de estar constantemente a fazer comparações entre ti e ela. 

6. Ele ainda guarda/usa o algum objeto pessoal que ela lhe ofereceu ou fez. 

7. Ele faz questão de manter a proximidade com a família dela.

 

No outro dia, perante a pergunta do quizz Quem Quer Ser Milionário, um dos meus passatempos favoritos, sobre quantos sentidos possui o ser humano, a minha resposta só poderia ser: "Depende do género. Se for homem, cinco: visão, audição, olfato, tato e paladar. Se for mulher, seis: visão, audição, olfato, tato, paladar e intuição".

 

Cito este exemplo como forma de deixar claro que se tens "aquela" sensação de que a pessoa com quem andas a sair, ou até mesmo o teu crush, ainda não ultrapassou a ex-namorada, talvez haja mesmo motivos para isso.

 

Portanto, olho aberto, foco na intuição e atenção nestes sinais.

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Ora viva!

 

A vida é uma grande bênção! Esta é para mim a mais absoluta das verdades. E diz isso uma criatura que nunca conheceu vida fácil, pelo contrário, aquela para quem a vida sempre foi mais madrasta do que mãe. Mesmo nos momentos mais críticos, em que, no auge do desespero e da desesperança, desejei abrir mão da própria existência, nunca deixei de acreditar nisso.

 

Vocação para suicídio não tenho, disso estou certa. Se tivesse, não estaria cá. Por diversas vezes cogitei a hipótese de por termo à vida, assumo. Contudo, despendia tanto tempo a analisar detalhadamente os prós e contras de cada uma das alternativas, que no fim chegava à conclusão que não havia uma única que não fosse excessivamente dolorosa, dramática ou de difícil execução.

 

Com isso, quero dizer que abrir voluntariamente mão da vida é uma empreitada que assumo ser incapaz de levar a cabo, por vários motivos: desistir é coisa de cobarde (algo que não sou de todo); a logística é demasiado complexa; desencadeia sofrimento alheio; o pós-morte é uma incógnita que pode-se revelar pior do que a realidade.

 

Milha a milha, légua a légua, braçada a braçada, fôlego a fôlego, vou dobrando o cabo das tormentas rumo ao cabo da boa esperança, tal qual Bartolomeu Dias. E apesar de os dramas-meus-de-todos-os-dias não me darem tréguas; tenho canalizado as minhas melhores energias no sentido de mudar (definitivamente) o chip, focando-me o mais possível no lado B (leia-se Bom) da vida, em vez do M (leia-se mau), como tenho feito a maior parte da minha existência.

 

A minha filosofia hoje em dia consiste neste raciocínio: "posso fazer algo para mudar determinada situação?". Se sim, mãos à obra; se não, então não quero saber. Aceito o que não depende de mim e sigo adiante. Parafraseando a letra de uma canção de que gosto bastante, "ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais. Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe, só levo a certeza de que muito pouco ou nada sei".

 

Com muita pena minha, constato que tantas pessoas teimam em encarar a vida, não como uma benção, mas sim como uma maldição, um sacrifício, uma penitência. A vida é, na verdade, uma grande aprendizagem, a qual só depende de nós torná-la extraordinária. Cumpri-la mais não é do compreender a marcha e seguir em frente, um dia de cada vez e dando sempre o melhor de nós.

 

De acordo com a filosofia do desenvolvimento pessoal, algo no qual tenho estado a investir, somos nós que transformamos a nossa vida num calvário, isso por não sabermos aceitar a aprendizagem e por continuarmos agarrados ao ego: "porquê eu?" ou "porque é que tenho que passar por isto?"

 

Não existe uma fórmula mágica para a felicidade, até porque cada indivíduo é um ser único, complexo e portador do livre arbítrio. A meu ver, aceitar que existe uma ordem superior regida por uma lógica perfeita (ainda que a maior parte das vezes não a compreendamos); que há coisas que, pura e simplesmente, não dependem de nós (como o comportamento alheio, por exemplo); que a vida é uma dádiva a qual devemos honrar; que a existência só faz sentido se for para estar em harmonia com o que nos rodeia; que, independentemente da raça, religião, crença ou filosofia de vida, todos nós merecemos ser felizes, já é meio caminho andado.

 

Despeço-me com este conselho amigo: aceita a benção da vida e faz de ti uma pessoa mais feliz e realizada. Desejo-te um fim de semana tão radiante como o sol que se faz lá fora.

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Ora viva!

 

Nos últimos tempos, quem sabe por estar a decorrer o meu processo de candidatura ao clube dos "entas", o que mais tenho ouvido é que a vida começa aos 40; isso porque, na opinião daqueles que partilham dessa visão, é nessa década que se atinge o auge da realização pessoal, sexual, profissional, familiar e emocional.

 

Até vivenciar por mim mesma, não posso atestar a veracidade desta teoria. O que posso fazer é depositar as minhas melhores expectativas para que, de facto, esta se confirme. Não sou de me lamentar, antes pelo contrário, mas a verdade é que não posso dizer que os trinta tenham sido generosos para com a minha pessoa, sob nenhum aspeto. Pelo contrário, foi a década mais difícil de toda a minha existência.

 

A propósito disso, a crónica de hoje consiste numa série de experiências, partilhadas por quem já atingiu essa idade, as quais toda mulher "deve" ou pode ter experimentado após quatro décadas de vida neste planeta.

 

São elas:

1. Um beijo tão poderoso que continuamente a faça lembrar da palavra "paixão".
2. Um homem que realmente soube amar.
3. Uma compreensão do histórico médico familiar que permita que tome as medidas apropriadas para preservar o seu bem-estar.
4. Saber confrontar um amigo ou alguém próximo sem perder o autocontrolo.
5. Aconselhar uma criança sobre compaixão.
6. Um lugar "seu" (onde possa permanecer em silêncio, confortável com os seus pensamentos).
7. Saber cozinhar decentemente, pelo menos, um prato.
8. Ter, pelo menos, um bom amigo que a faça rir …
9. E pelo menos, um amigo que, sem julgar, a chame à razão.
10. Algo muito caro que comprou, não por impulso, mas porque realmente mereceu.
11. Um sonho ou uma visão de si mesma tão extraordinária que realmente a assustou.
12. Uma experiência passada apaixonante que contará com prazer nos seus últimos anos.
13. A perceção de que a velhice é inevitável, e que deve ter uma maneira de financiá-la.
14. Uma cicatriz emocional que a fez sofrer, mas fortaleceu a sua personalidade.
15. Uma roupa tão adorável que vestiria descaradamente na frente de qualquer pessoa, a qualquer momento.
16. Uma atividade de rotina apenas para si.
17. Saber que os seus pais cometeram erros, mas muitas vezes fizeram o melhor que podiam, com o que tinham.
18. Memórias que a façam estremecer.
19. Um diário ou registro pessoal de seus pensamentos e sentimentos mais profundos.
20. Um amigo para quem possa ligar a qualquer momento.
21. Algum objeto que lhe traga um trago de sentimentalismo.
22. Saber o que considera, ou não, aceitável em qualquer relacionamento.
23. Um segredo bem guardado, que imediatamente provoque um sorriso.
24. Uma mulher mais velha na sua vida, que possui características que deseje imitar.
25. Um senso de espiritualidade (leia-se: não religiosidade) que nutre e ensina.
26. Uma canção ou peça musical que a defina.
27. Ou a faça querer cantar com toda a alma.
28. Uma lista de "tarefas pendentes" (que pode ou não ser completa).
29. Um propósito maior que a faça sair da cama, mesmo nos dias mais difíceis.
30. Uma compreensão completa de quem é como mulher – e implicações potenciais deste conhecimento.
31. Ter algo que ninguém lhe possa tirar, independentemente das circunstâncias.
32. Um álbum de fotos, de memórias amadas.
33. Perder alguém tão profundamente amado que vai deixar para sempre um vazio na sua alma e um buraco no seu coração.
34. Ter a capacidade de dizer "Não" sem qualquer explicação adicional.
35. Aceitar a pessoa que vê ao espelho, com imperfeições e tudo.
36. Qualquer passatempo ou interesse no qual se possa perder por horas.
37. Um cabelo grisalho ou dois, ou uma parte do seu corpo que provavelmente nunca irá aperfeiçoar.
38. Um parceiro romântico que, mesmo que as coisas não tenham funcionado, libertava o seu "lado selvagem".
39. Um pouco de dinheiro guardado, ou recursos suficientes em caso de emergência.
40. Perceber que os 40 anos de idade não a tornam "velha". Há muito o que viver!
 
É com esta listagem em mente e o coração repleto das melhores expectativas que pretendo tornar-me na mulher de 40, que Roberto Carlos tão bem soube cantar. 

 

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30
Mar17

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Ora viva!

 

Não é novidade para ti que tens acompanhado a saga do Ainda Solteira que ultimamente tenho estado muito empenhada em explorar os caminhos da espiritualidade, uma inevitabilidade despoletada, em parte pela encruzilhada na qual se viu a minha vida nos últimos dois anos, em parte por uma necessidade (cada vez mais gritante) em preencher aquele vazio espiritual de que falei na crónica Serei filha de um Deus menor?.

 

Cheguei a uma altura da vida que uma voz interior questionava incessantemente se a vida seria apenas isso: existir. Com existir refiro-me a respirar, comer, dormir, trabalhar, pagar as contas, relacionar-se, e por aí fora. No meu íntimo, algo me dizia que não, que a vida era muito mais do que isso, bem mais.

 

Quando não encontrei, no plano da matéria, respostas que satisfizessem minimamente a estas questões existências, só mês restava procurá-las num outro plano, mais elevado, para lá do óbvio, para lá do senso comum, para lá do socialmente validado.

 

Foi assim que, aos poucos, comecei a formatar a minha mente para este tipo de assunto. Claro que o facto de ter trabalhado, durante nove meses, como assistente de social media de uma estrela de televisão ligada a ao universo esotérico, só me fez aceitar ainda mais que existem muito mais coisas entre o céu e a terra do que nos ensinam a acreditar, por mais que esta minha personalidade terra-terra, prática e descrente em relação ao invisível ao olhos, me pressionasse em contrário.

 

Teimei, e guiada por aquela voz interior a que nunca tinha dado muito crédito, dei por mim na minha primeira sessão de meditação. De lá para cá – já lá vão cerca de três meses – muita coisa aconteceu na minha vida. Nenhum acontecimento flagrante do ponto de vista material, admito, mas sutis mudanças interiores, desde a forma de encarar os episódios do quotidiano, até à mudança no meu modo de pensar, sentir, interagir, acreditar, viver.

 

Não preciso dizer que se trata de um processo que requer tempo, dedicação, experiência, prática, interiorização, superação e fracasso, naquela lógica de um dia de cada vez, tal qual os aditos em recuperação.

 

Para além da meditação coletiva, que pratico há 14 semanas, sem falhar uma única sessão, aventurei-me pelos labirintos da cura espiritual, que a reboque me permitiu uma regressão à vida passada. Sobre isso falarei noutra altura, pois há muito que contar: quem fui, o que ficou pendente, porque reencarnei, qual a minha missão nesta vida e como fazer para a levar a cabo.

 

O que posso adiantar é que tudo fez tanto sentido, que passei as duas noites seguintes sem consegui fechar, tamanho o impacto da revelação. Agora que é tudo tão claro, tudo o resto perde protagonismo. Agora que sei qual a minha missão nesta encarnação, é fácil identificar quais as batalhas que devo encarar, mais importante do que isso, as que nem sequer valem a esforço, já que só vão provocar um gasto desnecessário de esforços e recursos físicos, emocionais, afetivos, psicológicos e espirituais.

 

Hoje estou convicta que o caminho da felicidade plena passa por um harmonioso equilíbrio entre o corpo, a mente, o coração e a alma. Comprometido o bem-estar de um, os restantes ficam indubitavelmente comprometidos.

 

Ainda não atingi esse patamar de evolução, mas não tenho dúvidas de que lá chegarei. Estou a fazer por isso, um dia de cada vez.

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Ora viva!

 

Não há como negar que sexta-feira é o melhor dia da semana. E parece que não sou a única a partilhar desta opinião, já que as seguidores deste espaço interagem bem mais nesse dia. Meu bem, vai de fim de semana na companhia desta bonita manifestação de carinho da EA, a quem envio desde já aquele beijinho amigo.

 

"O que dizer sobre o sorriso? Ele é fundamental nas relações entre as pessoas, sejam elas da mesma família, colegas de trabalho ou até mesmo um ilustre desconhecido. O sorriso faz bem para quem o dá e mais ainda para quem o recebe.

 

O sorriso desarma pensamentos negativos, ilumina o semblante, exercita os músculos da face, tem o poder de tornar um dia que começou nublado num belo dia de sol.

 

Vamos, portanto, sorrir mais, porque viver carrancudos, tristes, de mal com a vida só nos coloca em situações desagradáveis, pesadas, judia de nosso corpo e penaliza nosso eu interior.

 

Alguém disse que se sorrirmos para o mundo ele sorrirá para nós. Eu digo, se as coisas não estão indo bem, sorria mesmo assim; fica mais leve o fardo."

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23
Mar17

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Ora viva!

 

Meu bem, olha só este artigo, publicado pelo Portal Raízes, com que me deparei ontem nas minhas andanças pelo cibermundo. Trata-se de uma interessante abordagem sobre um aspeto amplamente abordado aqui no Ainda Solteira: o porquê de eu, e tantas outras mulheres deveras interessantes, optarem por permanecer solteira, não obstante todo tipo de pressão para que assim não seja.

 

"Para muitas pessoas estar sozinha pode significar uma situação não desejada. Seja porque se sente mais à vontade com alguém para realizar planos que normalmente são executados em parceria ou, simplesmente, porque desejam amar e ser amada.

 

Mas o fato de estar sozinha não deve ser pensado como algo negativo, tão pouco permanecer sozinha tem que ser definitivo. Quem está sozinha deve apreciar os momentos de solteirice para que isso não resulte numa tortura ou busca desesperada por alguém a quem amar. Enquanto estiver solteira desfrute desta condição.

 

Estar sem uma companhia não representa sentir-se sozinha e abandonada. Se não formos capazes de estar connosco mesmas, teremos dificuldades de ficar bem com mais alguém. Devemos nos conscientizar de que devemos nos sentir plenas vivendo sozinhas para nos prepararmos  a um amor sem dependência de nenhuma índole.

 

Algumas vezes, pelo fato de resistirmos em estar sozinhas, seja por medo da solidão, pela necessidade de companhia, por nos sentirmos vulneráveis sem um parceiro, nos envolvemos com alguém procurando preencher espaços em nossos sentimentos. Quando vínculos se estabelecem com este motivo se criam relações pelas quais são atendidas apenas as necessidades um do outro. Neste ponto é gerado o apego que resulta em sofrimento.

 

O termo apego está muito relacionado com o amor, mas é como se a gente enxergasse o amor do ponto de vista do ego, não de dentro do coração. Quando que se ama de forma incondicional é um tipo raro de amor.

 

Posto que, geralmente, sempre esperamos alguma troca, sempre esperamos satisfazer –  com a companhia de outra pessoa – apenas as nossas próprias necessidades. E procurar em outra pessoa o bem-estar que desejamos em nós é egoísmo que produz ciúmes e a consequente disputa por espaço. Revela, por outro lado, o medo de perdermos o status, a relação e a comodidade de contar com alguém. E o medo não é bom companheiro do amor.

 

Tudo isso nos faz pensar que a maioria das relações se baseiam no apego e estas, geralmente, são mais propensas a conflitos, separações ou a uniões  meramente interesseiras.

 

Encaminhe suas energias ao caminho da liberdade donde surge o amor real. Coloque com clareza  a diferença ente preferir e necessitar. Aprenda a se sentir bem consigo mesma. E, sobretudo, procure não se envolver com alguém pelos motivos equivocados se realmente deseja viver um amor pleno e não apenas suprir uma necessidade do momento."

 

Feliz dia!

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Ora viva!

 

Sabias que hoje, no hemisfério norte, há um equinócio (período em que o dia e a noite têm a mesma duração) e com ele chega a primavera, estação que se prolonga até ao próximo dia 21 de junho, altura em que começa o solstício de verão? Por falar nisso, não te esqueças de, à uma da madrugada (hora continental) do próximo domingo, dia 26, acertar os teus relógios, adiantando sessenta minutos.

 

Quem sabe devido ao facto de esta estação do ano ser tão comummente conotada à felicidade, neste mesmo dia, 20 de março, se assinala o Dia Internacional da Felicidade. É mesmo, e, apesar de o sol ter resolvido dar um tempo, depois de um fim de semana divino, tudo parece conspirar a favor de quem está empenhado em apostar numa existência mais feliz e mais conectada com o lado bom da vida. Como é o meu caso, e acredito que o teu também.

 

A propósito disso, a minha guru do bem e agora indigitada consultora espiritual do Ainda Solteira, Isabel Soares dos Santos, recomenda que, para nos sentirmos um pouco melhor a cada dia, podemos começar por tirar cinco minutos só para nós, para apanhar sol, para respirar fundo, para meditar, para sorrir, ou seja, para ser feliz…

 

Segundo ela, a cada dia devemos tentar ser um pouco mais felizes, visto a felicidade só depender de nós, começando e acabando na nossa própria pessoa. Esperar que algo ou alguém nos torne feliz só nos traz frustração e terciariza a nossa felicidade. Ser feliz é algo que só a nós cabe, ponto final!

 

Mas afinal, o que é a felicidade? Embora ninguém, nem mesmo a ciência, consiga explicar com exatidão o que ela é, quais os mecanismos, os estados de espírito, os sentimentos de prazer e de bem estar que desencadeiam ou descrevem o ser feliz, a verdade é que ela é algo a que nenhum humano está alheio, pelo contrário! É o que nos move desde o dia em que nascemos até o dia em que deixamos de respirar.

 

É algo tão caro, mas tão caro, que nem preço tem, por mais que muitos tentem a todo o custo comprá-lo. E ao mesmo tempo é algo tão barato, mas tão barato que até a mais pobre das criaturas a ele pode ter acesso, desde que assim o queira. Isso porque a felicidade está dentro de nós e só depende da nossa vontade ativá-la (ou não).

 

É assim que a data de hoje tem por objetivo lembrar a importância da felicidade, um bem a ser conquistado, um direito e um dever pessoal, de se viver no máximo esplendor, porque a vida só vale a pena se for para ser feliz. Caso contrário, qual a razão da nossa existência?

 

Bem-vinda sejas tu querida primavera; eis-nos aqui prontos para receber tudo de bom que tenhas para nos dar. Que sejam, igualmente, bem-vindos dias mais felizes, pessoas mais alegres, sorrisos mais genuínos, amizades mais sinceras, corações mais amorosos e almas mais iluminadas.

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Ora viva!

 

A crónica de hoje é fruto da inspiração matinal da Elsex, que lá da terra faz questão de contribuir para a boa dinâmica deste espaço. Obrigada, minha deusa de ébano.

 

"Bom diaaa...
Tudo de bom nesta sexta-feira:
sorriso na cara...
alma leve..
coração calmo...
respeito aos outros...
simpatia...
boa alimentação...
cuidar da tua pessoa...
pensar nas pessoas queridas...
descansar...
beber muita água...
não se irritar...
desejar bem aos outros...
se amar...
fazer diferente...
elogiar...
confiar...
abraçar...
dormir..."

 

Meu bem, faço votos para que o teu dia seja bem feliz e o fim de semana excelente. Até segunda!

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Ora viva!

 

Porque gente feliz não incomoda (pelo contrário); porque de fel e fealdade deve-se manter distância; porque a felicidade é um dos poucos sentimentos infecto-contagiosos que queremos, necessitamos e devemos ter por perto; porque acredito que a vida só vale a pena se for para ser e fazer os outros felizes; porque a essência deste blog é promover uma solteirice feliz; porque sim; deixa-me partilhar contigo este texto de Marcel Camargo, publicado este domingo no CONTI outra, um sítio bastante interessante onde volta e meia vou inspirar-me.

 

"A sociedade nos dita regras e normas de convivência, como se existissem manuais de como se portar perante os outros, como se houvesse homogeneidade naquilo que podemos ou não fazer, naquilo que devemos sempre sentir, em tudo o que é errado, inconveniente, e no que é o correto. Esquecem-se de que sentimentos não vêm com manuais, muito menos caráter. Esquecem-se de que não são as regras de etiqueta, mas sim o nosso comportamento com o próximo, que nos define a essência humana.

 

Existem pessoas extremamente polidas, bem vestidas, com um currículo académico impecável, mas que não cumprimentam ninguém por onde passam. Existem indivíduos que vivem em missas e cultos religiosos, que ditam de memória qualquer versículo bíblico, que participam ativamente dos eventos das paróquias, mas que só sabem fofocar e criticar a vida dos outros. Não podemos confundir apenas o que vemos superficialmente com o que cada um possui dentro de si.

 

Por outro lado, há pessoas que são solidárias, acolhedoras, agradáveis, éticas, que nos abraçam com verdade, que nos orientam com propriedade, que nos ouvem em silêncio reconfortante, sem precisar se mostrar, brilhar, sem afetações. São os sorrisos mais sinceros e curativos que existem. Pessoas que nos curam a alma, que nos resgatam dos escombros emocionais, que nos guiam para longe do nosso pior, que são felizes e por isso não aborrecem ninguém.

 

São aquelas pessoas doidas, simplesmente porque não se ajustam às convenções impostas, caso tenham que perder aquilo que as define, caso tenham que se anular para se adequar à suposta normalidade de uma sociedade hipócrita, cujos discursos, em sua maioria, cheiram a mofo. Na verdade, são doidas pela verdade, são loucas para ajudar, são malucas pelo bem do todo, pelo contentamento natural, sentindo-se bem quando quem caminha junto também está bem, sem inveja, sem mesquinharia alguma.

 

Se prestarmos atenção em tudo o que estamos perdendo, por conta de ficarmos dando importância a coisas inúteis, a momentos que devem ser deletados sumariamente e a pessoas desprezíveis, perceberíamos que falta muito pouco para sermos realmente mais felizes e tranquilos. Falta apenas caminhar junto das pessoas certas, guardando no coração somente o que nos fez melhores e nos desviando daquilo que não serve para nada, mas nada mesmo. É assim que deve ser e é de nós que isso depende, de mim e de você."

 

Que tal este artigo, tocou-te ou nem por isso? Dia bem feliz para ti, de preferência partilhado com pessoas felizes.

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10
Mar17

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Ora viva!

 

Que me perdoes mas com o tempo maravilhoso que se faz lá fora, seria até pecado ficar sentada atrás de um computador, ainda que seja a escrever para ti. Por isso, só tenho a dizer-te: "liberta o teu coração" e aproveita o dia para recarregar o teu stock de vitamina D e ser (ainda) mais feliz.

 

Um bom resto de dia e um excelente fim de semana, que esta solteira aqui vai apanhar um solzinho lá para a zona ribeirinha, que está um mimo. Queres ver? Pega nessas lindas bochechas traseiras que aposto que andam a precisar de tarefa e vai até lá confirmar.

 

Aquele abraço amigo de sempre!

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