Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

30
Mar17

15541129_1430644213642471_4249467513240405272_n.jp

Ora viva!

 

Não é novidade para ti que tens acompanhado a saga do Ainda Solteira que ultimamente tenho estado muito empenhada em explorar os caminhos da espiritualidade, uma inevitabilidade despoletada, em parte pela encruzilhada na qual se viu a minha vida nos últimos dois anos, em parte por uma necessidade (cada vez mais gritante) em preencher aquele vazio espiritual de que falei na crónica Serei filha de um Deus menor?.

 

Cheguei a uma altura da vida que uma voz interior questionava incessantemente se a vida seria apenas isso: existir. Com existir refiro-me a respirar, comer, dormir, trabalhar, pagar as contas, relacionar-se, e por aí fora. No meu íntimo, algo me dizia que não, que a vida era muito mais do que isso, bem mais.

 

Quando não encontrei, no plano da matéria, respostas que satisfizessem minimamente a estas questões existências, só mês restava procurá-las num outro plano, mais elevado, para lá do óbvio, para lá do senso comum, para lá do socialmente validado.

 

Foi assim que, aos poucos, comecei a formatar a minha mente para este tipo de assunto. Claro que o facto de ter trabalhado, durante nove meses, como assistente de social media de uma estrela de televisão ligada a ao universo esotérico, só me fez aceitar ainda mais que existem muito mais coisas entre o céu e a terra do que nos ensinam a acreditar, por mais que esta minha personalidade terra-terra, prática e descrente em relação ao invisível ao olhos, me pressionasse em contrário.

 

Teimei, e guiada por aquela voz interior a que nunca tinha dado muito crédito, dei por mim na minha primeira sessão de meditação. De lá para cá – já lá vão cerca de três meses – muita coisa aconteceu na minha vida. Nenhum acontecimento flagrante do ponto de vista material, admito, mas sutis mudanças interiores, desde a forma de encarar os episódios do quotidiano, até à mudança no meu modo de pensar, sentir, interagir, acreditar, viver.

 

Não preciso dizer que se trata de um processo que requer tempo, dedicação, experiência, prática, interiorização, superação e fracasso, naquela lógica de um dia de cada vez, tal qual os aditos em recuperação.

 

Para além da meditação coletiva, que pratico há 14 semanas, sem falhar uma única sessão, aventurei-me pelos labirintos da cura espiritual, que a reboque me permitiu uma regressão à vida passada. Sobre isso falarei noutra altura, pois há muito que contar: quem fui, o que ficou pendente, porque reencarnei, qual a minha missão nesta vida e como fazer para a levar a cabo.

 

O que posso adiantar é que tudo fez tanto sentido, que passei as duas noites seguintes sem consegui fechar, tamanho o impacto da revelação. Agora que é tudo tão claro, tudo o resto perde protagonismo. Agora que sei qual a minha missão nesta encarnação, é fácil identificar quais as batalhas que devo encarar, mais importante do que isso, as que nem sequer valem a esforço, já que só vão provocar um gasto desnecessário de esforços e recursos físicos, emocionais, afetivos, psicológicos e espirituais.

 

Hoje estou convicta que o caminho da felicidade plena passa por um harmonioso equilíbrio entre o corpo, a mente, o coração e a alma. Comprometido o bem-estar de um, os restantes ficam indubitavelmente comprometidos.

 

Ainda não atingi esse patamar de evolução, mas não tenho dúvidas de que lá chegarei. Estou a fazer por isso, um dia de cada vez.

Autoria e outros dados (tags, etc)

IMG_2943.JPG

Ora viva!

 

Não há como negar que sexta-feira é o melhor dia da semana. E parece que não sou a única a partilhar desta opinião, já que as seguidores deste espaço interagem bem mais nesse dia. Meu bem, vai de fim de semana na companhia desta bonita manifestação de carinho da EA, a quem envio desde já aquele beijinho amigo.

 

"O que dizer sobre o sorriso? Ele é fundamental nas relações entre as pessoas, sejam elas da mesma família, colegas de trabalho ou até mesmo um ilustre desconhecido. O sorriso faz bem para quem o dá e mais ainda para quem o recebe.

 

O sorriso desarma pensamentos negativos, ilumina o semblante, exercita os músculos da face, tem o poder de tornar um dia que começou nublado num belo dia de sol.

 

Vamos, portanto, sorrir mais, porque viver carrancudos, tristes, de mal com a vida só nos coloca em situações desagradáveis, pesadas, judia de nosso corpo e penaliza nosso eu interior.

 

Alguém disse que se sorrirmos para o mundo ele sorrirá para nós. Eu digo, se as coisas não estão indo bem, sorria mesmo assim; fica mais leve o fardo."

Autoria e outros dados (tags, etc)

23
Mar17

14424740_1316762761697284_3441626987222904568_o.jp

Ora viva!

 

Meu bem, olha só este artigo, publicado pelo Portal Raízes, com que me deparei ontem nas minhas andanças pelo cibermundo. Trata-se de uma interessante abordagem sobre um aspeto amplamente abordado aqui no Ainda Solteira: o porquê de eu, e tantas outras mulheres deveras interessantes, optarem por permanecer solteira, não obstante todo tipo de pressão para que assim não seja.

 

"Para muitas pessoas estar sozinha pode significar uma situação não desejada. Seja porque se sente mais à vontade com alguém para realizar planos que normalmente são executados em parceria ou, simplesmente, porque desejam amar e ser amada.

 

Mas o fato de estar sozinha não deve ser pensado como algo negativo, tão pouco permanecer sozinha tem que ser definitivo. Quem está sozinha deve apreciar os momentos de solteirice para que isso não resulte numa tortura ou busca desesperada por alguém a quem amar. Enquanto estiver solteira desfrute desta condição.

 

Estar sem uma companhia não representa sentir-se sozinha e abandonada. Se não formos capazes de estar connosco mesmas, teremos dificuldades de ficar bem com mais alguém. Devemos nos conscientizar de que devemos nos sentir plenas vivendo sozinhas para nos prepararmos  a um amor sem dependência de nenhuma índole.

 

Algumas vezes, pelo fato de resistirmos em estar sozinhas, seja por medo da solidão, pela necessidade de companhia, por nos sentirmos vulneráveis sem um parceiro, nos envolvemos com alguém procurando preencher espaços em nossos sentimentos. Quando vínculos se estabelecem com este motivo se criam relações pelas quais são atendidas apenas as necessidades um do outro. Neste ponto é gerado o apego que resulta em sofrimento.

 

O termo apego está muito relacionado com o amor, mas é como se a gente enxergasse o amor do ponto de vista do ego, não de dentro do coração. Quando que se ama de forma incondicional é um tipo raro de amor.

 

Posto que, geralmente, sempre esperamos alguma troca, sempre esperamos satisfazer –  com a companhia de outra pessoa – apenas as nossas próprias necessidades. E procurar em outra pessoa o bem-estar que desejamos em nós é egoísmo que produz ciúmes e a consequente disputa por espaço. Revela, por outro lado, o medo de perdermos o status, a relação e a comodidade de contar com alguém. E o medo não é bom companheiro do amor.

 

Tudo isso nos faz pensar que a maioria das relações se baseiam no apego e estas, geralmente, são mais propensas a conflitos, separações ou a uniões  meramente interesseiras.

 

Encaminhe suas energias ao caminho da liberdade donde surge o amor real. Coloque com clareza  a diferença ente preferir e necessitar. Aprenda a se sentir bem consigo mesma. E, sobretudo, procure não se envolver com alguém pelos motivos equivocados se realmente deseja viver um amor pleno e não apenas suprir uma necessidade do momento."

 

Feliz dia!

Autoria e outros dados (tags, etc)

16715925_1518632078177017_5994650801850247856_o.jp

Ora viva!

 

Sabias que hoje, no hemisfério norte, há um equinócio (período em que o dia e a noite têm a mesma duração) e com ele chega a primavera, estação que se prolonga até ao próximo dia 21 de junho, altura em que começa o solstício de verão? Por falar nisso, não te esqueças de, à uma da madrugada (hora continental) do próximo domingo, dia 26, acertar os teus relógios, adiantando sessenta minutos.

 

Quem sabe devido ao facto de esta estação do ano ser tão comummente conotada à felicidade, neste mesmo dia, 20 de março, se assinala o Dia Internacional da Felicidade. É mesmo, e, apesar de o sol ter resolvido dar um tempo, depois de um fim de semana divino, tudo parece conspirar a favor de quem está empenhado em apostar numa existência mais feliz e mais conectada com o lado bom da vida. Como é o meu caso, e acredito que o teu também.

 

A propósito disso, a minha guru do bem e agora indigitada consultora espiritual do Ainda Solteira, Isabel Soares dos Santos, recomenda que, para nos sentirmos um pouco melhor a cada dia, podemos começar por tirar cinco minutos só para nós, para apanhar sol, para respirar fundo, para meditar, para sorrir, ou seja, para ser feliz…

 

Segundo ela, a cada dia devemos tentar ser um pouco mais felizes, visto a felicidade só depender de nós, começando e acabando na nossa própria pessoa. Esperar que algo ou alguém nos torne feliz só nos traz frustração e terciariza a nossa felicidade. Ser feliz é algo que só a nós cabe, ponto final!

 

Mas afinal, o que é a felicidade? Embora ninguém, nem mesmo a ciência, consiga explicar com exatidão o que ela é, quais os mecanismos, os estados de espírito, os sentimentos de prazer e de bem estar que desencadeiam ou descrevem o ser feliz, a verdade é que ela é algo a que nenhum humano está alheio, pelo contrário! É o que nos move desde o dia em que nascemos até o dia em que deixamos de respirar.

 

É algo tão caro, mas tão caro, que nem preço tem, por mais que muitos tentem a todo o custo comprá-lo. E ao mesmo tempo é algo tão barato, mas tão barato que até a mais pobre das criaturas a ele pode ter acesso, desde que assim o queira. Isso porque a felicidade está dentro de nós e só depende da nossa vontade ativá-la (ou não).

 

É assim que a data de hoje tem por objetivo lembrar a importância da felicidade, um bem a ser conquistado, um direito e um dever pessoal, de se viver no máximo esplendor, porque a vida só vale a pena se for para ser feliz. Caso contrário, qual a razão da nossa existência?

 

Bem-vinda sejas tu querida primavera; eis-nos aqui prontos para receber tudo de bom que tenhas para nos dar. Que sejam, igualmente, bem-vindos dias mais felizes, pessoas mais alegres, sorrisos mais genuínos, amizades mais sinceras, corações mais amorosos e almas mais iluminadas.

Autoria e outros dados (tags, etc)

15732261_1452376364802589_2041830870306756887_o.jp

Ora viva!

 

A crónica de hoje é fruto da inspiração matinal da Elsex, que lá da terra faz questão de contribuir para a boa dinâmica deste espaço. Obrigada, minha deusa de ébano.

 

"Bom diaaa...
Tudo de bom nesta sexta-feira:
sorriso na cara...
alma leve..
coração calmo...
respeito aos outros...
simpatia...
boa alimentação...
cuidar da tua pessoa...
pensar nas pessoas queridas...
descansar...
beber muita água...
não se irritar...
desejar bem aos outros...
se amar...
fazer diferente...
elogiar...
confiar...
abraçar...
dormir..."

 

Meu bem, faço votos para que o teu dia seja bem feliz e o fim de semana excelente. Até segunda!

Autoria e outros dados (tags, etc)

16729465_10212249581061745_5126571181069086780_n.j

Ora viva!

 

Porque gente feliz não incomoda (pelo contrário); porque de fel e fealdade deve-se manter distância; porque a felicidade é um dos poucos sentimentos infecto-contagiosos que queremos, necessitamos e devemos ter por perto; porque acredito que a vida só vale a pena se for para ser e fazer os outros felizes; porque a essência deste blog é promover uma solteirice feliz; porque sim; deixa-me partilhar contigo este texto de Marcel Camargo, publicado este domingo no CONTI outra, um sítio bastante interessante onde volta e meia vou inspirar-me.

 

"A sociedade nos dita regras e normas de convivência, como se existissem manuais de como se portar perante os outros, como se houvesse homogeneidade naquilo que podemos ou não fazer, naquilo que devemos sempre sentir, em tudo o que é errado, inconveniente, e no que é o correto. Esquecem-se de que sentimentos não vêm com manuais, muito menos caráter. Esquecem-se de que não são as regras de etiqueta, mas sim o nosso comportamento com o próximo, que nos define a essência humana.

 

Existem pessoas extremamente polidas, bem vestidas, com um currículo académico impecável, mas que não cumprimentam ninguém por onde passam. Existem indivíduos que vivem em missas e cultos religiosos, que ditam de memória qualquer versículo bíblico, que participam ativamente dos eventos das paróquias, mas que só sabem fofocar e criticar a vida dos outros. Não podemos confundir apenas o que vemos superficialmente com o que cada um possui dentro de si.

 

Por outro lado, há pessoas que são solidárias, acolhedoras, agradáveis, éticas, que nos abraçam com verdade, que nos orientam com propriedade, que nos ouvem em silêncio reconfortante, sem precisar se mostrar, brilhar, sem afetações. São os sorrisos mais sinceros e curativos que existem. Pessoas que nos curam a alma, que nos resgatam dos escombros emocionais, que nos guiam para longe do nosso pior, que são felizes e por isso não aborrecem ninguém.

 

São aquelas pessoas doidas, simplesmente porque não se ajustam às convenções impostas, caso tenham que perder aquilo que as define, caso tenham que se anular para se adequar à suposta normalidade de uma sociedade hipócrita, cujos discursos, em sua maioria, cheiram a mofo. Na verdade, são doidas pela verdade, são loucas para ajudar, são malucas pelo bem do todo, pelo contentamento natural, sentindo-se bem quando quem caminha junto também está bem, sem inveja, sem mesquinharia alguma.

 

Se prestarmos atenção em tudo o que estamos perdendo, por conta de ficarmos dando importância a coisas inúteis, a momentos que devem ser deletados sumariamente e a pessoas desprezíveis, perceberíamos que falta muito pouco para sermos realmente mais felizes e tranquilos. Falta apenas caminhar junto das pessoas certas, guardando no coração somente o que nos fez melhores e nos desviando daquilo que não serve para nada, mas nada mesmo. É assim que deve ser e é de nós que isso depende, de mim e de você."

 

Que tal este artigo, tocou-te ou nem por isso? Dia bem feliz para ti, de preferência partilhado com pessoas felizes.

Autoria e outros dados (tags, etc)

10
Mar17

Free Your Heart - Chaplin Stencil.JPG

Ora viva!

 

Que me perdoes mas com o tempo maravilhoso que se faz lá fora, seria até pecado ficar sentada atrás de um computador, ainda que seja a escrever para ti. Por isso, só tenho a dizer-te: "liberta o teu coração" e aproveita o dia para recarregar o teu stock de vitamina D e ser (ainda) mais feliz.

 

Um bom resto de dia e um excelente fim de semana, que esta solteira aqui vai apanhar um solzinho lá para a zona ribeirinha, que está um mimo. Queres ver? Pega nessas lindas bochechas traseiras que aposto que andam a precisar de tarefa e vai até lá confirmar.

 

Aquele abraço amigo de sempre!

Autoria e outros dados (tags, etc)

poetry-main.jpg

Ora viva!

 

Meu bem, de volta à vida ativa ou (ainda) na ressaca da folia? Seja lá qual for o teu estado de espírito, ainda por cima num dia tão cinzento, nada melhor que poesia para aquecer a nossa alma e acender a luz da boa disposição no nosso coração. Um contributo da amiga KL, que muito gentilmente fez questão de partilhar connosco estas magníficas palavras do Mário de Andrade:

 

O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS

"Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana;
Que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!"

Mário de Andrade

Autoria e outros dados (tags, etc)

15000826_10211243499150326_4694552871248615973_o.j

Ora viva!

 

Quem melhor que nós para atestar as (reais) vantagens da solteirice? Pelos vistos, a ciência; já que tem vindo a dedicar uma maior e melhor atenção a este fenómeno social. Tanto assim é que investigações científicas comprovaram cinco vantagens inerentes ao celibato. Confirma aí:

 

1. Melhores relações extra-amorosas
Estudos comprovam que até os melhores enlaces têm o lado negativo de afastar as pessoas das outras relações sociais. Quem nunca protagonizou ou assistiu a um episódio da novela 'Já ninguém lhe põe a vista em cima desde que arranjou namorado/a' que fale agora ou cale-se para sempre. Ora aqui está a razão porque os solteiros têm melhor relacionamento com os familiares, amigos e até vizinhos.
 
2. Melhor forma física
Novamente, a ciência comprova o que se observa no dia a dia: os casados felizes têm maior probabilidade de ganhar peso nos primeiros quatro anos de união. E não é coincidência os singles terem maior probabilidade de se manterem em forma, já que estando no mercado há que cuidar da aparência, mais do que nunca.
 
3. Maior satisfação profissional
Ao solteiro é possível dedicar, sem problemas de consciência ou cobranças de ausência, todo o tempo que quiser à carreira. Uma investigação da Universidade de Washington sugere mesmo que os solteiros gostam mais do seu trabalho e dão-lhe mais valor.
 
4. Menos dívidas
Um estudo americano permitiu concluir que ter uma relação ou estar casado é, literalmente, mais caro do que ser solteiro. Os solteiros eram os que tinham menos dívidas e se os casados tivessem filhos, então, a situação piorava.
 
5. Melhor qualidade de sono
Sem companhia na cama, ou seja, sem roncos, movimentos alheios, falta de espaço, ficar destapado ou horários desencontrados, o sono dos solteiros tende a ser melhor. Um estudo de 2012 mostrou que mesmo 26% dos inquiridos casados dormiam melhor sozinhos.
 
Depois destas razões, e de todas as outras que temos vindo a mencionar ao longo deste blog, é caso para perguntar porque tantas almas continuam a sentir-se infelizes, miseráveis até, por não estarem emparelhados.

Autoria e outros dados (tags, etc)

mutuality.jpg

Ora viva!

 
Será uma boa ideia reatar uma relação? Voltar com quem já se esteve é prova de que o sentimento que existiu é verdadeiro? Resgatar sentimentos antigos é garantia de sucesso numa relação? Ou será insistir no erro e voltar a viver uma estória que se fosse para dar certo teria dado à primeira?
 
São estas as respostas que o artigo Voltar para os braços onde já foram felizes, uma publicação do DN, tenta dar àqueles que estejam numa onda de flashback amoroso, e não só. Antes que comeces com ideias, fica sabendo que não é o meu caso. Não mesmo! Feliz, ou infelizmente (já nem sei), não acredito em segundas oportunidades, pois penso que se não deu certo à primeira por algum motivo foi, pelo que convém não esquecer esse motivo.
 
Obviamente, esta minha perceção pode não coincidir com a tua, aliás nem tem que ser assim. Creio que todos nós temos conhecimento de algum caso de reconciliação francamente inspirador, capaz de nos fazer acreditar que o amor, quando verdadeiro, tudo vence, tudo supera, tudo alcança.
 
É esta minha personalidade vanguardista, focada no porvir e não no que já foi, que me leva a acreditar que se fosse para dar certo uma única oportunidade bastaria. Daí não ser adepta de reconciliações, expiradas 90 dias após a rutura. À custa da meditação, e de todas as palmadas que a vida me tem dado nos últimos tempos, vejo-me impelida a reformatar esta minha crença (e outras), empreitada que há de levar o seu tempo e que pode revelar-se inglória.
 
O essencial aqui é reconhcer que da leitura de todos aqueles testemunhos ficou a sensação de que todas aquelas estórias eram merecedoras de serem interpretadas como uma mensagem, uma espécie de lição de vida, um puxão de orelhas a esta minha tendência em ser intransigente e intolerante às falhas alheias, sobretudo na esfera amorosa.
 
Seja qual for a tua posição em relação a este assunto, acredito que vale a pena dares uma espreitadela, ainda que de relance, ao dito artigo, mais não seja porque finais felizes a poucos deixa indiferente.
 
Boa leitura, meu bem, e uma semana estupidamente feliz.

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D