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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Ora viva!

 

Hoje, mais do que nunca, faço votos para que a liberdade, que tão caro custou a tantos, seja motivo de celebração, orgulho e reflexão, sobretudo junto daqueles que nunca conheceram outra realidade que não o pleno exercício dos seus direitos.

 

Só quem vivenciou a ditadura, a censura e a autonomia espartilhada é capaz de reconhecer o verdadeiro espírito que hoje se festeja. Mais de quatro décadas se passaram desde a Revolução dos Cravos. O saldo, francamente positivo, não há como negar. Contudo, muito há ainda a melhorar e bem mais a dignificar.

 

Vinte de cinco de abril, é a data em que a liberdade – um dos mais fundamentais e inalienáveis direitos humanos – é celebrada aqui e ali, em Portugal e na diáspora. Feriado nacional, este é um dia por demais precioso para ser encarado como um mero day off, uma pausa na vida ativa.

 

Deve sim ser encarado como o dia em que a realidade mudou; o dia em que se escreveu um novo capítulo na história de um país; o dia em que se começou a trilhar os caminhos da democracia; o dia em que uma nação assumiu o comando do seu próprio destino; o dia em que a vontade do povo se fez ouvir nas ruas; o dia em que se gritou, sem olhar por cima do ombro, LIBERDADE.

 

Por tudo isso, hoje é dia de cada um de nós levantar os braços e gritar com orgulho e convicção: "Viva a liberdade!"

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 Ora viva!

 

Como podes ler estou viva e de boa saúde. Digo isso a propósito do último post onde assumi a resolução de jejuar durante 24 horas. Sempre a levei avante e posso dizer-te que custar até custa, mas os efeitos compensam o esforço.

 

Se a minha capacidade de discernimento não estiver senil, com apenas uma sessão, sinto-me menos inchada e ligeiramente mais adelgaçada. Tanto assim é que estou decidida a manter esta prática, não só como estratégia anti-engorda, mas sobretudo como forma de investir em mais e melhor saúde.

 

Agora que já sabes que está tudo bem no reino da legolunalândia, fica a saber que a crónica de hoje versa sobre um ex que resolveu dar sinal de vida, numa clara tentativa de reaproximação à minha pessoa. Refiro-me ao Second Love (SL), site de encontros com quem dei por encerrada a relação em finais de 2015.

 

Pelos vistos o dito cujo, sabe-se lá porque carga d’agua, anda numa onda de nostalgia, já que acaba de me enviar uma mensagem a dizer que sente saudades minhas. Através de um e-mail, personalizado vê lá tu a minha importância aos seus olhos, diz-me ele que sente a minha falta e quer que volte ao seu convívio (leia-se reativar a inscrição).

 

Fofo ele, não? Ainda que mexida com toda essa atenção, e com o índice de carência pessoal em mínimos históricos, a ideia de um flashback amoroso com o Mr. SL não me entusiasma. Nada mesmo. Afinal, no que me toca, manteem-se os pressupostos que me levaram ao rompimento: não estou interessada num amor de segunda.

 

Não sei se te recordas do artigo Queres um amor de segunda? Vai ao Second Love!Para o sim e para o não, ei-lo. Só lendo o que na altura escrevi para compreenderes esta minha determinação em não reatar algo que sei, por experiência, que não vai dar em nada. Até porque se fosse para dar certo, não estaria aqui a carpir as mágoas. Não é mesmo?

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Ora viva!

 

Nos últimos cinco meses, desde a lesão na cervical, que a minha relação com o exercício físico anda estremecida, naquela dinâmica semana-no-ginásio-semana-no-sofá. Saldo dessa atividade intermitente? Quatro quilos na balança, alguma celulite a reivendicar o seu lugar ao sol e o abdómen a perdez a rijeza a olhos vistos.

 

Ansiosa como sou e sem muita inspiração para dar duro no ginásio, nada melhor que uma solução rápida, ainda que de eficácia controversa. Já algum tempo que venho ouvindo falar na prática do jejum. Dias atrás, numa palestra sobre saúde e bem-estar, tomei conhecimento de que, segundo a filosofia oriental, estar sem comer durante 24 horas, uma vez por semana, ao longo de um ano, pode traduzir-se em benefícios vários para o nosso organismo, sendo as duas mais flagrantes o rejuvenescimento celular e a perda da massa gorda.

 

A ideia de experimentar tal método, que não só "promete" melhor saúde, como a perda daqueles extras que não fazem falta a ninguém, começou a ovular na minha mente. Coincidência ou não, depois disso para onde quer que me virasse lá vinha o assunto à baila, quer em conversas de gajas, artigos ou este vídeo da Autoridade Fitness.

 

Vou saltar a parte dos prós e contras de tal técnica, que disso trata o vídeo que aqui partilho, e concentrar-me apenas na curiosidade em testar o seu efeito, na minha capacidade de resistência à fome, na possibilidade de queimar os extras e no lançamento da primeira pedra de uma forma de estar que pode vir-se a traduzir em mais e melhor saúde e num corpinho danone tudo de bom.

 

Este domingo será, literalmente, o dia D, portanto, se na segunda-feira eu não der sinal de vida é porque deu m****. Bom jejum para mim e bom fim de semana para ti.

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Ora viva!

 

O que se faz quando o tempo não quer nada connosco e a inspiração recusa-se a dar o ar da sua graça? Recicla-se artigos, ora essa, de preferência um que tenha tido bastante aceitação, como é o caso deste, onde revelo alguns dos meus maiores aliados na luta para permanecer uma solteira gostosa, feliz e bem resolvida.

 

1. Pinça – este é sem dúvida um item imprescindível para qualquer solteira que se preze e um dos meus favoritos. Pequeno, leve e fácil de transportar, tenho-o sempre à mão, quando quero livrar-me dos persistentes e inestéticos pelos nas sobrancelhas, na aréolas dos mamilos, nos dedos dos pés, à volta do umbigo, nas virilhas (quando os mais resistentes recusam-se a sair, mesmo depois da depilação). Uso-a ainda para arrancar os (poucos) fios de cabelos brancos, sobretudo nas têmporas, e para remover as cutículas.

 

2. Bicarbonato de sódio – barato, acessível e altamente eficaz para quem deseja uns dentes branquinhos e uma pele suave. Antes de ir dormir, escovo os dentes com pasta dentífrica normal, para no fim repetir a ação, desta vez com um bocadinho deste pó. Mergulho a escova molhada na embalagem, passo pelos dentes e deixo ficar sem cuspir nem enxaguar. Horas depois acordo com os dentes branquinhos e um hálito fresco. Também uso o bicarbonato na esfoliação do rosto. Para tal, basta misturar um pouco deste pó com água e esfregar suavemente no rosto. É tão soft que pode ser usado diariamente (eu não o faço porque, como padeço de urticária, a minha pele fica logo irritada).

 

3. Limão – só não faço sandes de limão pelas razões óbvias, mas de resto uso este citrino para temperar carne, peixe, marisco (na panela, na grelha ou no prato), para limpar o organismo logo pela manhã (a mais que recomendada água morna com limão em jejum), para aclarar a pele, para reduzir as manchas do rosto, para combater a acne (sabias que o limão é um poderoso adstringente?), para retirar cheiros fortes das mãos, para fazer chá, para curar gripe ou constipação, para fazer bolo e biscoitos, enfim… para tudo e mais alguma coisa.

 

4. Cor vermelha – não é à toa que o vermelho é a cor associada à paixão, à sedução, ao desejo, à fúria, ou seja, a sentimentos fortes. Talvez por isso, seja a minha cor predileta. Solteira que se preze deve ter pelo menos um exemplar dos seguintes artigos em versão encarnada: sapato, mala, casaco, vestido, acessórios, batom, écharpe, lingerie, lençol, almofada, velas, cortinado, luvas, chapéu e verniz.

 

5. Água micelar/água termal – a meu ver um dos mais bem conseguidos artigos da dermocosmética. A micelar dá-me um jeitão na hora de limpar rápida e convenientemente a pele (de manhã ou à noite, tanto faz) e a termal para refrescar durante o dia. Sabe-me, literalmente, a uma lufada de ar fresco.

 

6. Açúcar/sal – o que estes ingredientes têm de prejudiciais à saúde (quando usados sem moderação), têm de benéficos à pele. Geralmente no primeiro dia de cada mês, ponho-me de molho na banheira durante uns 20 minutos, para depois fazer uma esfoliação com sal grosso. É só misturar um punhado com um pouco de gel de banho e esfregar suavemente com a ajuda de uma bula (aquelas luvas de esfoliação) para se obter uma pele macia e uma aura imaculada, já que, por ser o mais puro dos cristais (sabias disso?), o sal está associado à limpeza energética e ao afastamento das energias negativas.

 

7. Limpeza de pele – nada como uma limpeza de pele profunda - e com isso refiro-me a uma intervenção feita por profissionais - para que me sinta a própria Cleópatra, não rainha do Egito, mas da Estefânia. E nesse aspeto sou fiel ao Ruana Spa, já que nenhum outro sítio cuidou tão bem da minha pele. A pele fica macia, sedosa (põe-se a mão e ela escorrega), iluminada e rejuvenescida.

 

8. Duche frio – "água fria em pele nua tanto bate até que firma", não poderia ser mais verdade. A água fria faz milagres na pele humana, em especial naquela que começa a perder a firmeza e a elasticidade (culpa do maldito colagénio que, a partir dos 30 anos, começa a ficar forreta). Além de deixar a pele brilhante e rijinha, ajuda ainda a melhorar a circulação sanguínea e a minimizar o risco de constipações.

 

9. Batom – Acho que este item é indispensável a qualquer descendente direta de Eva com mais de 10 anos, mas para as solteiras é uma das mais poderosas armas de autoafirmação, atração e sedução. Não sou de me maquilhar no dia a dia, mas o batom esse não dispenso. Prefiro os tons mais escuros, já que os meus lábios dispensam destaque, em versão gloss (quando baixa em mim o espírito da cantora funk) ou em versão nude (sem brilho).

 

10. Água-de-colónia – Uma das coisas de que uso e abuso diariamente. A seguir ao duche, ponho a loção corporal, para em seguida espalhar água-de-colónia pelo corpo todo. Como os poros ainda estão dilatados, isto é, mais propensos a absorver tudo o que se lhes põem em cima, a essência da colónia entranha-se na pele e vai sendo libertada ao longo do dia. No tempo das vacas gordas e da (ex) BFF assistente de bordo costumava usar os da Victoria Secret, importados diretamente da América. Agora, contento-me com aqueles que se compram nos supermercados (1l custa menos de 10 euros). Como são baratos e cheiram divinamente não economizo na dose. Assim fico a cheirar bem o dia todo, mesmo no ginásio quando estou alagada em suor, sinto que o meu odor sabe a colónia.

 

Amanhã há mais, até lá toma conta de ti e orgulha-te do teu status quo, que ser solteira é o que está a dar por estes tempos (sem querer desmerecer os emparelhados).

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18
Abr17

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Ora viva!

 
Há que tempos que estou para partilhar contigo um artigo que aborda a realidade de um fenómeno cada vez mais flagrante: pessoas que moram sozinhas.
 
Como já aqui referi, divido casa com mais duas colegas (uma conterrânea e outra tuga), não por vontade própria (vê-se logo), mas por falta de condições financeiras para sustentar um cantinho só meu. Não se quiser continuar a residir no centro da cidade.
 
Na minha terra, por duas vezes vivi sozinha. Arrumada, asseada, amante do sossego, ciosa da privacidade e cada vez mais adepta do silêncio, ter um espaço só meu é o meu sonho de consumo, desde sempre. Nessas ocasiões, fui de tal modo feliz que faço questão de manter viva a esperança de conseguir voltar a viver esse sonho aqui em Portugal, de preferência na Estefânia Street, a Manhattan de Lisboa, como gosto de chamar o meu adorado bairro.
 
É por isso que não poderia estar mais de acordo com o artigo Por que é que há cada vez mais gente a querer viver sozinha? – publicado há cerca de dois meses no noticiasmagazine – quando este assume que morar só é cada vez menos um constrangimento e cada vez mais uma escolha.
 
O artigo, cujo primeiro parágrafo começa por referir que este é um fenómeno em crescimento nos países mais desenvolvidos e ligado à melhoria das condições socioeconómicas e à emancipação das mulheres, faz uma análise detalhada do perfil de quem vive só.
 
Para além de dados estatísticos (p.e., em duas décadas, o fenómeno quase duplicou em Portugal), cita vários testemunhos de quem escolheu esse modo de vida. Pelo meio, o texto (extenso, porém compensador) faz referência a estudos sobre a temática, abordagens sociodemográficas, dados de recenseamento populacional, pareceres de peritos na matéria, e por aí fora, culminando nesses termos: "um futuro em que viver só seja uma escolha cada vez mais acessível a quem quer fazê-la e cada vez menos significado de solidão, isolamento e olhares oblíquos, porque é apenas isso: uma escolha".
 
O que importa aqui salientar é que nunca como nos dias de hoje, tanta gente viveu sozinha. E mais: quem escolhe viver sozinho não quer outra coisa, isso posso garantir. Convém é saber se esta realidade é "resultado de constrangimento, de escolha, de constrangimento que se tornou escolha ou de escolha que acabou em constrangimento".

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Ora viva!

 

Penso já ter, por mais do que uma vez até, ter-te confidenciado que não sou parente chegada da D. Religião, não obstante ter sido criada, até aos 20 anos, no seio da Igreja Católica. Feliz ou infelizmente, a verdade é que no meu espírito não reconheço um único cromossoma associado à crença.

 

Com ou sem fé, teria que ser uma criatura no mínimo desnaturada para não reconhecer o lado B dos ensinamentos católicos, sobretudo no que toca à solidariedade, tolerância, amor e respeito ao próximo, só para citar os mais flagrantes.

 

Ainda adolescente, tive o privilégio de conhecer João Paulo II, aquando da sua visita às ilhas da morabeza, no longínquo ano de 1990. Talvez por isso, e à sua postura ímpar, nutra por ele um afeto especial, que vai muito além da mera admiração.

 

Ora esse sentimento, que misteriosamente se esfumou no reinado do Ratzinger (deixo ao teu critério os motivos para tal), voltou a ser resgatado pelo atual big boss da Santa Sé, pessoa humilde, dedicada e muito inspiradora, que este ano, à luz da homilia da sexta-feira paixão, dedicou aos fiéis estas palavras, que me tocaram de um modo tão profundo que não posso deixar de partilhar contigo:

 

"Você pode ter defeitos, ser ansioso, e viver alguma vez irritado, mas não esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode impedir que vá em declínio. Muitos lhe apreciam, lhe admiram e o amam. 

 

Gostaria que lembrasse que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, uma estrada sem acidentes, trabalho sem cansaço, relações sem deceções. Ser feliz é encontrar a força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor na discórdia. 

 

Ser feliz não é só apreciar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza. Não é só celebrar os sucessos, mas aprender lições dos fracassos. Não é só sentir-se feliz com os aplausos, mas ser feliz no anonimato.

 

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões, períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista para aqueles que conseguem viajar para dentro de si mesmo.


Ser feliz é parar de sentir-se vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas conseguir achar um oásis no fundo da nossa alma. É agradecer a Deus por cada manhã, pelo milagre da vida.

 

Ser feliz, não é ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si. É ter coragem para ouvir um "não". É sentir-se seguro ao receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, mimar os pais, viver momentos poéticos com os amigos, mesmo quando nos magoam.


Ser feliz é deixar viver a criatura que vive em cada um de nós, livre, alegre e simples. É ter maturidade para poder dizer: "errei". É ter a coragem de dizer:"perdão". É ter a sensibilidade para dizer: "eu preciso de você". É ter a capacidade de dizer: "amo-te".


Que a tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz... Que nas suas primaveras seja amante da alegria. Que nos seus invernos seja amante da sabedoria. E que quando errar, recomece tudo do início. Pois somente assim será apaixonado pela vida. Descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Utilizar as perdas para treinar a paciência. Usar os erros para esculpir a serenidade. Utilizar a dor para lapidar o prazer. Utilizar os obstáculos para abrir janelas de inteligência. Nunca desista.... Nunca renuncie às pessoas que lhes ama. Nunca renuncie à felicidade, pois a vida é um espetáculo incrível".

 

Depois do que acabaste de ler, diz-me lá se este senhor não é das criaturas com maior espiritualidade que o Vaticano já viu circular pelas suas ruas. Que o espírito da Páscoa e as palavras do papa Francisco estejam sempre contigo. Amém!

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Abr17

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Ora viva!

 

Não é que hoje é o dia internacional do beijo? De acordo com o Calendarr, esta data visa comemorar o ato do beijo, comum em várias sociedades, seja como forma de cumprimentar ou saudar alguém ou de demonstrar amor e carinho por outra pessoa, assim como os benefícios da sua prática.

 

Beijar faz bem à saúde, tanto a nível emocional como físico, pelo que só tenho a lamentar por aqueles (eu, por exemplo) que neste dia não poderão dar tarefa aos beiços. Aos que possam desejo muitos, doces, melosos, apaixonados e escaldantes beijos.

 

Despeço-me com o artigo Mais e melhores beijos, sff, aqui publicado em outubro passado, aproveitando para te desejar uma santa e feliz páscoa, bem como um excelente fim de semana prolongado. Vemo-nos na segunda, meu bem. Até lá beija o mais que puderes, por mim e por todos os outros que não o vão fazer.

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13
Abr17

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Ora viva!

 

Porque nunca é demais vestir a camisola desta causa; porque a violência é um atentado ao mais básico direito humano; porque a tolerância da sociedade para com tal prática deve ser zero; porque as vítimas não devem ficar caladas; porque os agressores não podem ficar impunes; porque quem cala torna-se conivente; porque mulher merece ser tratada com afeto e respeito; porque este é o tipo de coisa que me revolta; porque antes solteira do que numa relação abusiva; partilho contigo uma publicação da atriz Camila Pitanga sobre os vários tipos de agressão (física, psicológica, moral, sexual, etc.) a que pode estar sujeita uma mulher.

 

"Toda e qualquer violência física e psicológica contra a mulher deve, sim, ser repudiada. Quando se fala em agressão, não devemos pensar apenas em socos, tapas e chutes. A agressão também se faz com palavras, atitudes e manipulações que ferem a nossa dignidade. Estar presa em um relacionamento abusivo é também não ter real dimensão da gravidade da situação. É preciso que fique claro aqui que as atitudes de Marcos Harter são de truculência e violência, principalmente psicológica, contra Emilly Araújo. Sempre é importante destacar: a lei Maria da Penha enquadra a tortura psicológica como violência doméstica.

Para além dessa nossa fala, o protagonismo do público em denunciar e amplificar o caso é comovente. Que nossa voz ecoe e ajude a não deixar uma de nós só. Porque se mexeu com uma, mexeu com todas, SIM."

 

Acredito que este tomar de posição, não só dela, mas de muitas outras figuras públicas e anónimas, seja uma reação ao caso de assédio sexual que envolveu, há coisa de dias, um conhecido galã das telenovelas brasileiras.

 

Junta-te a nós neste retumbante não à violência contra a mulher partilhando este artigo. Juntas somos mais fortes.

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Ora viva!

 

O homem (o ser) é uma criatura de hábitos, disso estou certa. Do que não estou assim tão certa é do quanto estes beneficiam ou condicionam a nossa vida. A propósito disso, garante o site Mind Body Green que algumas dessas práticas rotineiras devem ser abandonadas já, porquanto podem estar a contribuir para a nossa má saúde.

 

A primeira delas é o mau stress, aquele que nos deixa com os nervos em frangalhos, incapazes de ter uma respiração consciente ou de manter a concentração. Esse tipo de tensão é incapacitante, já que faz com que o cortisol, uma hormona nada amiga do nosso bem-estar físico, emocional e psíquico, se adone do nosso organismo.

 

A fome emocional é outro hábito a ser banido da nossa vida, o mais rápido possível, não só porque pesa na balança como também na carteira. Comer à toa, ainda que muitas vezes de forma inconsistente, é uma prática associada ao stress. Se bem que ingerir porcarias seja uma rotina comum a tantos mortais.

 

Outro mau hábito a perder tem a ver com dormir pouco, menos do que o recomendado, uma tendência cada vez mais gritante, já que as tentações para se permanecer acordado são mais que muitas e chegam de toda a parte. A boa qualidade do sono é fundamental para a saúde e para o bem-estar em geral.

 

O desleixo para com a higiene oral após as refeições não é só um mau hábito higiénico, como pode ser dos que mais contribui para a má saúde.

 

Outro mau hábito a ser eliminado do nosso dia a dia, talvez o mais difícil de todos, é o sedentarismo, muito por culpa da dinâmica profissional que nos leva a passar horas e horas sentados.

 

Meu bem, como bem sabes, todos nós temos um ou outro hábito que repetimos diariamente e que já fazem parte da nossa forma de estar na vida. Se os teus pequenos momentos rotineiros (beber água após acordar ou dedicar os últimos momentos do banho à água fria, por exemplo) contribuem para o teu bem-estar, maravilha. Caso contrário, preciso dizer-te o que fazer? Penso que não, já que ninguém melhor do que tu para saber o que te faz bem (ou não).

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Ora viva!

 

Lembra-me o Mr. FB de uma publicação, datada de há três anos, que agora partilho contigo, já que o tempo hoje anda dimunuto.

 

"Uma das primeiras coisas que aprendi nesta vida é que as pessoas que não prestam passam o tempo todo a tentar convencer o mundo do contrário.

As que prestam nem se dão a este trabalho, pois sabem que não há nada de errado com elas, por isso, quando é para rir, riem, quando é para gritar, gritam, quando é para perder as estribeiras, perdem, quando é para chorar, choram...

Na minha modesta opinião, não é possível ao ser humano (dito normal) manter o controlo e a linearidade das emoções o tempo todo.

Moral da história: meus amigos ponham-se em sentido com pessoas que são 'boazinhas' o tempo todo."

 

Uma santa e feliz semana, meu bem.

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