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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


31
Dez16

Happy New Year

por LegoLuna

Hoje, último dia do ano, faço questão de dar-te as Boas Entradas e desejar-te um 2017 escandalosamente feliz. E nada melhor que este hit dos Abba para fazeres a passagem em grande estilo.

 

Que no novo ano que aí vem, eu e tu sejamos mais amorosos, mais generosos, mais pacientes, mais confiantes, mais positivos, melhores amigos, mais solidários, ou seja, verdadeiramente melhores pessoas. Que, a cada dia, sejamos capazes de trazer ao de cima a melhor versão de nós mesmos.

 

Aproveito ainda a oportunidade para agradecer-te por todo o carinho, dedicação, paciência e contributo para comigo e com este blogue. Posso não dizê-lo (taxativamente) muitas vezes, mas sem ti escrever não teria tanta graça nem daria tanta pica. Sem ti, isto não seria a mesma coisa, nem eu seria a mesma pessoa.

 

Obrigada por tudo e um Feliz 2017.

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Ora viva!

 

No último dia útil do ano, para mais uma sexta-feira, escolhi como tema de artigo do dia o caminho da felicidade, mais concretamente alguns hábitos que a psicologia associa a este estado de espírito, o objetivo primeiro e último da condição humana.

 

De acordo com inúmeras pesquisas psicológicas, citadas pelo Insider, certas atividades – algumas delas básicas e rotineiras – parecem ter a capacidade de aumentar o humor, em primeira instância, a saúde, em segunda, e a felicidade, em última.

 

Duvidas? Confere só esta lista:

1. Fazer uma caminhada ou mirar estrelas.

2. Anotar três coisas que nos fazem sentir bem, de forma a impulsionar esses desejos e transformar o que está escrito em realidade.

3. Ir para a Suíça, eleito o destino mais feliz do mundo em 2015.

4. Ingerir cafeína (sem exagero, claro).

5. Meditar e descobrir os benefícios da paz e do silêncio.

6. Ler uma história de aventura.

7. Sair da nossa zona de conforto e experimentar coisas novas.

8. Desfrutar do ar livre.

9. Realizar tarefas que fazem sentir feliz, mesmo quando não estamos.

10. Participar em atividades culturais.

11. Ouvir música triste, atividade associada ao aumento da felicidade (a chamada musicoterapia).

12. Definir metas e objetivos realistas para a nossa vida.

13. Apontar todos os nossos sentimentos, ótimo para esclarecer os pensamentos, resolver problemas de forma mais eficiente e aliviar o stress.

14. Gastar dinheiro com os outros e não só connosco.

15. Ser voluntário e ajudar os outros.

16. Arranjar algum tempo para estar com os amigos.

17. Sorrir.

18. Perdoar.

19. Ser íntimo.

20. Ser otimista e realista.

21. Sujar as mãos, já que parece que respirar odores estranhos pode elevar o nosso espírito.

22. Desfrutar de uma refeição na praia.

23. Fazer exercício.

24. Trabalhar a nossa habilidade favorita.

25. O mais importante: ser paciente, já que a felicidade tem tendência a crescer com a idade.

 

Não poderia estar mais de acordo com esta abordagem dos profissionais da mente. Não se diz por aí que a felicidade está nas pequenas coisas? Uma dose de felicidade inspirada numa noite estrelada, meia dose arrancada a suor de uma aula de zumba, dose e meia vinda do voluntariado, duas doses oriundas de uma bela noite de amor, outra dose de uma viagem à Suiça... e teremos uma quantidade suficiente de felicidade para sermos melhores pessoas, amigos, amores, colegas e cidadãos.

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 Ora viva!

 

Sem concentração para criar algo original (tenho um rendez-vous daqui a pouco com um pretendente), foi na minha biblioteca digital, a pasta onde guardo os artigos de que mais gosto, que descobri o tópico para a crónica de hoje.

 

A razão pela qual a sua vida ainda não é a que pretende, publicado há já uns meses pela InsiderPro e com o qual me identifiquei plenamente, é o artigo do qual me inspirei. A minha expectativa é que também te identifiques e que te ponha a (re)pensar o (real) papel que tens dado ao medo na tua vida.

 

"Quantas te sentiste impedido de agir? Em quantas é que te deixaste ficar calado? Quantas vezes mudaste de opinião antes de decidir fosse o que fosse? E em quantas hesitaste antes de abordar alguém? Quantas vezes optaste por guardar, em vez de dizer, coisas importantes? Provavelmente muitas. Porém, a verdadeira questão é: de todas essas situações, quantas vezes é que te arrependeste e sentiste mal a posteriori por não teres tido coragem suficiente de te manifestares e arregaçar as mangas? Aposto que em todas. Porquê essa paralisia?", assim começa o dito artigo.

 

Parece que o medo é a chave do mistério, a resposta a todas estas questões, o verdadeiro motivo que nos impede de mudar, de avançar para a vida que sempre desejamos. Sim, medo! Medo da rejeição. Medo da crítica. Medo de ser sincero. Medo de dizer a verdade. Medo de terminar relações. Medo de sair da zona de conforto. Medo de chamar a atenção. Medo de deixar um emprego que odeia. Medo de começar um negócio. Medo de se expressar abertamente. Medo de convidar a pessoa de quem gosta para sair. Medo de assumir responsabilidades. Medo de estar errado. Medo de parecer frágil.

 

É por causa deste maldito sentimento que duvidamos de nós próprios, já que acreditamos não ter o conhecimento ou as competências necessárias ao sucesso. Desistimos face aos nossos medos e sabotamo-nos a nós próprios antes mesmo de começarmos. Naturalmente, tornamo-nos o nosso pior inimigo.

 

O medo faz o ser humano contentar-se com o mediano, o medíocre. Não é à toa que esta citação do Les Brown dá tanto que pensar: "Muitos não vivem o seu sonho por estarem demasiado ocupados a viver o seu medo". Apesar de inerente à condição humana, o medo não tem que estar inerente às tuas ações. Conseguir ultrapassá-lo, ou pelo menos fintá-lo, é mais do que caminho andado para conseguires viver uma vida genuinamente feliz, e seres valorizada por aquilo que és.

 

Um novo ano, por excelência época de resoluções e ruturas com práticas antigas que não contribuem em nada para a nossa felicidade, está aí à porta. Logo é a altura ideal para nos desafiarmos e nos aventurarmos para lá das fronteiras da nossa zona de conforto. Afinal, diz-se que é lá que a magia acontece e onde nos sentimos genuinamente realizados.

 

Portanto, o desafio que lanço a ti, mas essencialmente a mim, é que neste 2017 tenhamos mais coragem; abracemos melhor a mudança; ajamos com mais convicção; dediquemo-nos de corpo e alma a algo que nos apaixona; cantemos mais; dancemos como se não houvesse amanhã; despertemos a nossa veia de escritor; resgatemos a criança adormecida que há em nós; ou seja, sejamos capazes de viver mais e recear menos.

 

Estás comigo nessa, meu bem? Espero que sim, pois eu não tenho nenhuma intenção de me contentar com o mais ou menos e tão pouco com o medíocre. Vou correr atrás dos meus sonhos, nem que para isso tenha que desafiar a mim mesma. Mal não faz, logo só poderá valer a pena.

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Ora viva!

 

Como não sou grande apreciadora de álcool e passei a consoada em casa, na companhia da minha colega, a minha narrativa sobre este Natal tem tanto de interessante como de emocionante. Já que não tenho nenhum episódio caricato ou vergonhoso para partilhar contigo, estou a contar que estejas disposta a contar-me algum episódio teu digno de registo. E não adianta torcer e nariz nem olhar para o lado, pois sei que, natal que é natal tem sempre alguma estória que nos causa embaraço ou desconforto.

 

Estou aqui a pensar naquela vez que apanhaste uma granda bebedeira, ou naquela em que acabaste descalça, com as meias rotas e a roncar debaixo do lava-loiça. Ou daquela tia velha que tasca nos mais incautos melados e enjoativos beijos na boca, como referiu no outro dia o Pedro. Ou daquele tio sem modos que arrota à mesa e distribui comentários racistas e xenófobos para quem quiser ouvir. Ou daquele primo que, às páginas tantas, apalpa tudo quanto se mexe. Ou de inconfidências provocadas pelo efeito do álcool, segredos que se revelam, disputas que se assumem, sentimentos recalcados. Enfim...

 

Quero saber que episódio, quanto mais caricato melhor, tens para me contar sobre o teu Natal, da safra 2016 ou de outra qualquer. O que eu quero mesmo é coscuvilhar a vida alheia e abstrair-me do marrasmo em que se encontra a minha vida social por estes dias.

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Ora viva!

 

A cidade de todos os encantos foi ontem abençoada com um dia sensacional, um convite mais do que irresistível a um passeio à beira-rio, uma ida ao Museu da Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) e um almoço em Belém, sempre na melhor das companhias: amigos. A mim, que mal tenho saído de casa nas últimas semanas, este programa soube-me pela vida, mais não seja porque tratei logo de garantir a DDR de vitamina D, risos, amizade, selfies, junk food e exercício físico. Que mais precisa uma solteira para ser feliz? Beijo na boca!

 

O Pão Pão Queijo Queijo, o meu restaurante favorito da zona, além do melhor shoarma do mundo, proporciona ainda aos clientes a oportunidade de se divertirem com os seus azulejos com alguns dos mais conhecidos provérbios portugueses. Um deles, o da imagem, parece ter sido pensado à medida deste blogue. Tanto assim é que não resisti a tirar uma fotografia, que agora publico com o propósito de te desafiar a interpretar o sentido deste dito:
Solteiro: um pavão.
Noivo: um leão.
Casado: um burro

 

Portanto, a partir de agora, cabe-te a ti concluir este artigo. Vamos a ver se haverá consenso entre a minha interpretação e a tua.

 

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Ora viva!
Que esta quadra festiva seja muito mais que confraternizações e trocas de prendas.
Que seja harmonia, alegria, partilha, solidariedade, amizade, comunhão e amor ao próximo.
Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.

Aquele abraço amigo de sempre.

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Ora viva!

 

Este meu dia não está nada bom – nada mesmo. E a prova disso é que há horas que estou a tentar parir um artigo decente, e nada. Quando não dá não dá, há que saber reconhecer isso.

 

Porque não tens culpa dos dramas-meus-de-todos-os-dias e porque este blogue ainda não desenvolveu o dom da autossuficiência, o artigo de hoje é praticamente um copy-paste de um texto que uma amiga postou logo cedo na rede social master. Só espero que ela não me acuse de apropriação ilícita de publicações alheias. Nah… acho que dessa purga estou safa, a não ser que me chamasse Tânia Ribas de Oliveira.

 

Se dúvidas restassem sobre o papel que a escrita assume, cada vez mais, na minha vida, estas acabam de ser dissipadas. Bálsamo, analgésico, anestesia, terapia, balão de oxigénio, alimentação intravenosa…bom, acho que percebeste a ideia. Minutos atrás estava eu lavada em lágrimas, e foi só começar a escrever para que o desânimo esvaísse, o coração aquietasse, a alma desanuviasse e a boa disposição, ainda que timidamente, começasse a despontar no espírito. Diz-se que quem canta seus males espanta. No meu caso é: quem escreve seus males prescreve.

 

Ainda assim, o nível de inspiração, a crescer a olhos vistos a cada caracter digitado, não atingiu os padrões normais para uma crónica (minimamente) cativante. É por isso que, saindo daqui, vou refugiar-me no meu encantando mundo da fantasia, não sem antes, claro está!, deixar-te com alguns conceitos associados à maturidade espiritual.

 

Afinal o que é a maturidade espiritual?
1. É quando paras de tentar mudar os outros e te concentras em mudar-te a ti mesmo.
2. É quando aceitas as pessoas tal como elas são.
3. É quando entendes que todos estão certos na sua própria perspetiva.
4. É quando aprendes a "deixar ir".
5. É quando és capaz de não ter "expectativas" num relacionamento, e te dês pelo bem de se dar.
6. É quando entendes que o que fazes, fazes em nome da tua própria paz.
7. É quando paras de provar para o mundo aquilo que és.
8. É quando não buscas aprovação dos outros.
9. É quando paras de te comparares aos outros.
10. É quando estás em paz contigo mesmo.
11. É quando és capaz de distinguir entre "precisar" e "querer" e és capaz de deixar ir o teu querer.
12. É quando paras de associar "felicidade" a coisas materiais.

 

Depois desta, só me resta desejar-te a ti, e a mim igualmente, uma vida espiritualmente amadurecida. E feliz!

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16
Dez16

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Ora viva!

 

Se dúvidas houvesse, aqui tens (mais) uma prova de que aqueles que me seguem também possuem o bichinho da escrita poética. Este é um texto do nosso Romeu algarvio, apaixonado por uma Julieta que não soube mostrar-se à altura do seu afeto. A pedido dele, partilho contigo os seus desabafos sentimentais.

 

"Gostava de acreditar em ti mas não consigo.
Por te conhecer tão bem que não consigo.

Por te amar tanto que acabo por te conhecer.
Desculpa.
Desculpa-me por tudo.
Por nunca ter sido capaz de te fazer feliz.
E por não te fazer futuramente.
Mas ambos sabemos do que estou a falar.
Não vale a pena negar, não vale a pena gritar, não vale a pena discutir.
Eu não valho a pena.
É por não valer que não vamos mais repetir.
Sabes bem do que falo.
Sabes que no fundo não mereço isso.
Talvez mereça, mas não dessa forma tão fria.
Fizeste uma escolha, mas tens de entender que eu não posso fazer parte dela.
Nós os dois sabemos que o amor é um sentimento bonito, por isso vamos deixá-lo ser bonito para sempre.
Tivemo-lo!
Eu estraguei, arrependo-me, as intenções seriam redimir-me perante ti, perante a tua família, mas nestas condições tenho que aceitar.
E tu tens de aprender, tal como eu, a viver sem me ter na tua vida.
O que sentimos foi a coisa mais pura que pode existir, e quem disser o contrário é porque nunca sentiu nada nem lá perto.
Mas temos os dois de ser honestos.
Disseste-me que não brincasse contigo, fizeste a tua cena de ciúmes, compreendo, por gostares de mim.
Mas não brinques mais, meu amor.
Tu sabes o quanto dói, porque também te dói a ti.
A possibilidade de eu ter outra pode assustar-te, e acredita que eu sei isso, porque sempre me assustou a possibilidade de haver outro na tua vida.
E sabendo que há, continua a assustar, é um pesadelo na minha cabeça.
Sei que o vais negar, sei que te vais enervar, mas respira fundo, não te enerves, está tudo bem princesa, vai estar sempre tudo bem.
Não sei quando vou ter coragem para to dizer.
Sou tão medricas que não tenho coragem.
Ficar sem ti assusta.
Perder-te é tão assustador.
É perder todos os nossos planos é jogar fora a casa que compramos e só imaginar nela os momentos que iríamos viver no início do ano, que já não vão ser vividos.
É esquecer todas as promessas, todos os beijos, todos os abraços, todas as noites juntos, todas as manhãs a dois.
É esquecer aquelas manhãs de inverno que faltávamos ao trabalho só para ficar a manhã inteira na cama, fazer amor, dormir, fazer amor, dormir, sem sequer comer coisa alguma até às quatro da tarde.
É esquecer que és o meu porto seguro e que eu sou o teu: o teu Porto, o teu saco de pancada, o teu analgésico.
É esquecer todos os momentos e tornam-se ainda mais difíceis porque foram tão intensos.
É esquecer que um dia me disseste que querias cuidar dos meus filhos porque sentias que eram teus.
É esquecer que tencionávamos ser pais novamente em breve.
É esquecer que estivemos mesmo por um triz, para nos casarmos às escondidas de tudo e todos.
Porque fomos loucos, e vivemos o amor como ele deve ser vivido.
Perder-te é perder uma grande parte do meu presente.
Porque o amor que sentimos é tão bonito que nada consegue estragá-lo.
Se eu uma dia tiver coragem para te dizer isto, não discutas, meu amor.
Está tudo bem, vai tudo correr bem.
Lembras-te dos pormenores?
O facto de eu ser atento aos pormenores.
Amavas isso em mim.
Hoje pareces odiar.
Eu conheço o meu amor, a mulher da minha vida, posso estar longe mas sei cada pedaço de ti.
Espero que ele também conheça, eu quero que ele te ame.
Afinal, ele realmente te faz feliz.
Espero que essa presença seja tudo o que precisas.
Sei que somos diferentes, eu precisaria de ti tal como tu de mim.
Mas sei que sou incapaz de fazer o que fazes.
Como tão bem sabes, não sou perfeito e cometi os meus erros contigo.
Talvez haja uma próxima oportunidade, numa outra ocasião onde passaremos a ser novamente só nos, e eu possa redimir e compensar-te pelo que tu realmente mereces: a felicidade.
E eu?
Eu vou ser teu.
Embora já não sejas minha.
Mas eu vou ser teu até que digas o contrário.
Sou teu.
Não tenho ideia de estar com alguém só porque sim.
Talvez precisarei para não pensar em ti, mas não quero fazê-lo.
O meu coração estará contigo, até entenderes devolver.
Até lá, este amor será sempre o que me move até ti.
Amo-te
!
"

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Ora viva!

 

Acordei com a ideia de que hoje podíamos falar sobre delírios eróticos alheios (DEA), o meu conceito para definir aquelas conversas de merda sobre sexo que não me interessam minimamente, mas que (alguns) gajos, carentes e delirantes, insistem em levar avante, não obstante a minha absoluta falta de entusiasmo e cooperação.

 

Preparava-me para traduzir em palavras os pensamentos que andaram a rondar-me a mente durante o sono quando o Mr. FB, tal qual a visita inesperada de um ente querido: bem vinda, porém invasiva, me estampa com esta memória, datada de há seis anos, sobre os sábios ensinamentos de uma das maiores inspirações que o mundo conheceu: Mahatma Gandhi.

 

Perante isto, está-se mesmo a ver que os DEA, por muito pertinentes que sejam, vão ter que ficar para uma outra oportunidade, já que é sempre oportuno lermos, retermos e refletirmos sobre os fatores que, segundo este grande senhor, destroem os seres humanos:


"A Política, sem princípios,
O Prazer, sem compromisso,
A Riqueza, sem trabalho,
A Sabedoria, sem caráter,
Os Negócios, sem moral,
A Ciência, sem humanidade,
A Oração, sem caridade,
A vida ensinou-me que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável,
Que as pessoas são tristes, se estou triste,
Que todos me querem, se eu os quero,
Que todos são ruins, se eu os odeio,
Que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
Que há faces amargas, se eu sou amargo,
Que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
Que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
Que as pessoas são gratas, se eu sou grato.
A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta.
A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.
Quem quer ser amado, ame!"

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Ora viva!

O post de hoje é dedicado ao autor do blog Malik, uma outra forma de poesia, um (fiel?) seguidor deste espaço, que escreve poesia há apenas dois anos e cujo primeiro, "escrito por brincadeira", foi De amor nua. Gentilmente, o nosso poeta de serviço cedeu-me a publicação, no Ainda Solteira, de uma das suas criações, à minha escolha. Para além do agradecimento da praxe, desafiei-o a parir uns versos sobre a temática que, de facto, interessa a este blog: a solteirice. Ficou de pensar… até lá deixa-te embalar por estas belas quadras poéticas.

 

Atracção

Nesta coisa da atracção

muito fica por entender,

raramente é ilusão

é nascente onde o coração

com sede, teme beber;

 

Olhando o que me rodeia

tentando compreender no geral,

salta-me logo à ideia

flores, abelha e colmeia

coisas do mundo animal;

 

Quem prescinde de doçura

ou de adrenalina a granel?

Um pouco de formosura

com um olhar de ternura

funciona como mel;

 

Há coisas que não se explicam,

a atracção é uma delas,

químicas se multiplicam

emoções se edificam

e até nascem estrelas;

 

Borboletas na barriga

passarinhos a cantar,

a atracção quando fustiga

o amor paira no ar.

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