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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Meu bem, não reparaste que por estes dias tenho vindo aqui à hora do costume, aquele que praticava antes de começar a trabalhar à noite? Tal deve-se ao facto de estar de baixa médica por incapacidade temporária. À causa deste (novo) trabalho, estou com um desvio na cervical – está explicado o motivo daquelas dores atrozes e da perda de sensibilidade no braço direito –, pelo que o médico recomendou repouso absoluto durante cerca de duas semanas.

 

Como tudo tem o seu lado positivo – ufa! –, agora posso (voltar) a dar mais atenção a este espaço, assim como a ter mais tempo e entusiasmo para as minhas crónicas. Com a inspiração ao rubro, o tópico do artigo de hoje é... rabo grande, isso mesmo, e a sua relação, cientificamente comprovada, com a inteligência e a saúde. Surpresa(o) ou nem por isso?

 

Cientistas do Oxford Centre for Diabetes, Endocrinology and Metabolism e do Churchil Hospital chegaram à conclusão que as mulheres que possuem um rabo maior são mais inteligentes e têm uma maior resistência a doenças crónicas. Segundo eles, as fêmeas anatomicamente avantajadas nas partes traseiras possuem menores níveis de colesterol e produzem mais hormonas responsáveis pela metabolização de açúcares. Para além disso, o tecido adiposo do rabo e das coxas ‘apanha’ as partículas de gordura mais perigosas e previne doenças cardiovasculares.

 

Os investigadores defendem, igualmente, que mulheres assim são mais inteligentes do que as restantes devido à "quantidade de ácido gordo Ómega 3" acumulada. "Está provado que este ácido gordo catalisa o desenvolvimento cerebral", explica a investigação.

 

Aposto que as Beyoncé, as Kardashians, as Minajis e as Amber Roses da vida foram as musas inspiradoras destes cientistas que, à custa das exigências do seu trabalho, duvido que alguma vez nas suas vidas tenham tido oportunidade de privar de perto com exemplares do género.

 

Será este o motivo que leva cada vez mais ladies à bioplastia, vulgo cirurgia para aumento dos glúteos? Hum... cheira-me que o motivo tem mais a ver com a vaidade feminina e com a libido masculina do que propriamente com a saúde ou inteligência.

 

Depois desta, eu é que nunca mais reclamo da generosidade da mãe natureza no que ao meu derrière toca. Afinal, a ela devo parte da minha sapiência e salubridade. Mais gratidão e menos reclamação é o meu mantra para hoje.

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28
Nov16

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O artigo de hoje inspira-se num outro intitulado Viver sozinho é uma tendência que veio para ficar, do Sapo LifeStyle. Dado a sua extensão, retirei apenas a parte que considerei mais relevante para a temática deste blog. Falemos então da solitude e da abordagem social a este fenómeno cada vez mais pujante e menos dramático.

 

O número de pessoas que optam por viver sozinhas, por opção ou por imperativos da vida, está a aumentar. Esta é uma tendência cada vez maior, sobretudo nos países mais desenvolvidos. Só para teres uma ideia, de acordo com os Censos de 2011, 8,2 por cento da população residente em Portugal vive sozinha, um número que duplicou nas últimas duas décadas.

 

Fruto de uma escolha ou resultado de circunstâncias da vida, morar sozinho está longe de ser sinónimo de isolamento, individualismo ou perda da importância da família. De acordo com Bella de Paulo, psicóloga da Universidade da Califórnia e uma das principais estudiosas da vida em solidão, citada num artigo recente do jornal El País, por norma, os solteiros contatam mais com amigos vizinhos e familiares do que as pessoas casadas.

 

"Outro conceito erróneo sobre os solteiros é o que os retrata como pessoas que fogem ao compromisso. Muitos deles têm mais tempo livre que dedicam aos amigos, familiares mais velhos ou, inclusivamente, a fazer algum tipo de trabalho social ou voluntário para a comunidade", remata esta especialista.

 

No livro Famílias nos Censos – Diversidade e Mudança, o capítulo Pessoas Sós em Portugal: Evolução e Perfis Sociais aponta vários fatores que confluem para o cada vez maior número de pessoas a viver sozinhas. "Nos últimos anos, a sociedade tem-se desenvolvido num sentido mais individualista, ou seja, cria-se a necessidade de uma população cada vez mais autónoma", escreveu Cristiana Pereira.

 

"Alguns estudos sobre este tema referem que as pessoas que vivem sozinhas sentem-no como uma marca de distinção e sucesso. E, por isso, vêem-no como uma forma de investir tempo no seu crescimento pessoal e profissional", afirma a psicóloga clínica da Oficina de Psicologia, para quem este tipo de investimento é necessário, tendo em conta a fragilidade das estruturas familiares e laborais contemporâneas. "Existe cada vez mais a necessidade de as pessoas serem capazes de dependerem delas próprias", salienta.

 

Esta tendência, que não é nova, mas que só agora ocupa o espeço que lhe é devido na esfera social, tem provocado mudanças na oferta de serviços, ao mesmo tempo que lança um desafio para o futuro. Como criar redes de apoio para uma futura geração de idosos sós? Esta é uma das perguntas que já começam a exigir respostas.

 

É um facto que há cada vez mais pessoas que vivem sozinhas. E gostam! Um paradigma que está a levar ao aparecimento de novos negócios e que obriga a repensar o futuro das novas gerações, levantando interrogações para as quais ainda não existem muitas respostas.

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25
Nov16

achas-que-tens-mau-feitio1.jpgOntem, um pretendente acusou-me de ser teimosa e ter mau feitio. Na altura, achei por bem não reagir, pois tenho tentando reprimir respostas a quente, das quais, quase sempre, me arrependo. Hoje, dou-lhe a resposta através deste artigo.

 

Um estudo da Universidade de Queensland, na Austrália, atesta que, tanto eles como elas, tendem a procurar parceiros que apresentem um comportamento fora do vulgar ou rebelde. Alguém com perfil out of the box (fora da caixa), digamos assim.

 

Esta pesquisa vem assim acrescentar (mais) um interessante dado aos padrões de comportamento instituídos e valorizados pela sociedade, ao mesmo tempo que desformata a ideia de que os homens preferem as boazinhas e bem comportadas.

 

Na realidade, muitos até preferem, já que mulheres assim – pacatas e cordatas – não dão muito trabalho, sendo mais fácil dominá-las e levá-las na cantiga. Por outro lado, mulheres como eu – donas e senhoras do seu nariz, que dizem o que pensam e pensam o que dizem, que não se anulam para tentar agradar nem recorrem a subterfúgios para conseguir caçar um macho – requerem mais inteligência, empenho, dedicação, jogo de cintura, tato e diplomacia.

 

Somos mais difíceis de conquistar e aturar, é verdade. Mas valemos, infinitamente, mais a pena, pois connosco a monotonia não fica para o jantar. Connosco tudo é intenso e arrebatador: a conquista, o beijo, o sexo, a zanga, a reconciliação, o tempo que se passa junto, a relação, a emoção e por aí fora.

 

Por termos personalidade forte e atitude firme; por sermos não-conformistas e portadoras daquele "feitio especial", que aos outros soa mais como maldição do que como bênção, quebramos as regras, pensamos pela nossa própria cabeça, emitimos opiniões sentidas e tomamos decisões por nós mesmas.

 

Colidimos com o senso comum? Claro que sim! Chocamos vezes sem conta? Podes crer! Somos passionais e reativas? Desde o berço! Por tudo isso, e mais umas quantas caraterísticas de que falarei noutra ocasião, somos mais interessantes, mais intensas, mais genuínas, mais autênticas e mais humanas. Sorte daqueles que nos souberem apreciar. Azar dos restantes (tapados), personalidades sem colhões para lidar com mulheres assim.

 

Pronto, está dado o recado.

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Nos últimos dias tenho refletido bastante sobre as relações, especialmente em como parece cada vez mais difícil mulheres inteligentes e bem resolvidas conseguirem estabelecer ou manter um relacionamento amoroso verdadeiro e saudável. Sim, porque relações há muitas, mas que valem, de facto, a pena não abundam por aí.

 

Falo por mim, óbvio, mas também pelas amigas que desabafam comigo e ainda pelas leitoras deste caderno que partilham suas estórias de vida. E a conclusão a que chego é que os portadores de um quociente de inteligência mais elevado revelam um maior ceticismo e desapego em relação ao amor. Não porque não lhe reconhecem a importância, mas, essencialmente, por estes três motivos: sabem exatamente o que querem e melhor ainda o que não querem; os seus padrões de exigência são elevados; são tão bem resolvidas que a independência, o amor-próprio, a realização pessoal e os projetos de vida acabam por falar mais alto que o compromisso emocional.

 

Com isso quero dizer que para estas pessoas o amor não é fácil de encontrar. Eis seis razões que justificam isso:

1. Não é uma prioridade: Na medida em que faz mais sentido a dedicação ao trabalho/ carreira, por exemplo, do que um companheiro.

 

2. Beleza oculta: As pessoas inteligentes, mais do que fisicamente atraentes, possuem uma beleza oculta, ou seja, um tipo de beleza interior que só uma pessoa especial consegue reconhecer e apreciar, sem sentir-se inseguro ou complexado.

 

3. A inteligência basta: A realização que sentem por serem inteligentes é suficiente para as suas vidas, fazendo assim com que um amor assuma um papel secundário. Não precisam de um relacionamento para se sentirem completos, mas se ele surgir, ele vem para acrescentar valor às suas vidas.

 

4. Objetividade: Têm a exata noção do que é certo e errado, pelo que muitas vezes fazem questão para o que outro saiba o que está errado na relação. Convenhamos, que nem toda a gente sabe lidar com essa objetividade.

 

5. Não são fáceis de entender: Por terem uma mente por vezes um pouco complicada, nem sempre conseguem fazer-se entender. Isso não quer dizer que não tentam, mas é difícil e cansativo estar o tempo todo a explicar o que lhes vai na cabeça e no coração.

 

6. Falta de sutileza: Dado que se focam nas coisas maiores, deixam passar as dicas sutis da outra pessoa acerca de coisas insignificantes. Não o fazem propositadamente, mas ainda assim pode magoar o parceiro.

 

O amor faz falta? Claro que sim! O amor dá outra cor à vida? Sem dúvida! O amor ilumina o sorriso, aquece a alma, acalma o coração, devolve a paz e ilumina a vida? Absolutamente! Seria mais feliz com ele? Com certeza! Posso viver sem ele? Estou aqui, não estou? Apesar de lhe reconhecer o seu valor, não é coisa sem a qual não possa viver ou ser feliz.

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Já ouviste falar dos homo sapiens? E do casamento entre indíviduos desta espécie? Faço-te esta pergunta a fim de saber se acaso pertences ao (des)informado grupo de portugueses que já ouviram falar do assunto, apesar de não fazerem a mínima ideia do que se trata. À toa com este meu parlapiê? Espreita só este vídeo que já entendes do que falo.

 

Boas gargalhadas, que este ensolarado dia pede humor e descontração.

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Algum tempo já que ando a enfornar um artigo sobre o assunto. Contudo, quando a inspiração dá o ar da sua graça, não há tempo e quando há tempo, cadê a inspiração? Enfim... parece que hoje consegui reunir os dois o suficiente para parir este artigo, cujo tópico é a dependência, cada vez mais premente e incontestável, das pessoas em relação à tecnologia, mais concretamente aos smartphones.

 

Eu, portadora de um telemóvel base de gama – herança de um ex-quelque chose, vê-se logo –, entretenho-me a observar a obsessão das pessoas para com o aprelho. É no metro, no autocarro, no trânsito, à hora da refeição, na discoteca, nos cafés, ou seja, em toda a parte, inclusive quando caminham pela rua. Um fenómeno altamente preocupante é reparar que as pessoas já não convivem entre si. Estão lá apenas de corpo presente, porque a cabeça está ausente, ligada á rede e agarrada ao telemóvel.

 

Um dia estava num desses terraços badalados da baixa pombalina e na mesa ao lado estava um grupo de 6 ou 7 rapazes, na casa dos 20 e tal. Desse grupo, apenas um único exemplar não estava agarrado ao telemóvel. Todos os outros estavam, desviando os olhos do ecrã apenas para bebericarem do seu cocktail e anuírem sobre uma conversa fantasma. Eu só observava e pensava: "Mas o que é isso? Estão eles a conviver? Assim mais vale deixarem-se estar em casa!".

 

Outro dado curioso. Eu, na qualidade de transeunte convicta, gosto de reparar no número de condutores que agarrados ao telemóvel enquanto esperam que o semáforo passe de vermelho a verde. Ficas surpresa se te disser que a média é de 1 em cada 10? Experimenta olhar para os carros parados no semáforo e vais chegar à mesma conclusão que eu.

 

Neste trabalho, à hora da refeição, às quatro e tal da manhã, esta pessoa aqui pertence à esmagadora minoria que não come com os olhos pregados ao ecrã do telemóvel, quase todos da marca iPhone ou Samsung.

 

Só para rematar este post, que ainda tenho que ir preparar a "janta", um estudo realizado pela plataforma iPass, que contou com a participação de mais de 1700 pessoas da América do Norte e da Europa, concluiu que 40% das pessoas refere a ligação wi-fi como a coisa mais essencial no seu dia a dia, mais do que sexo, álcool ou chocolate. Dá para acreditar? Do pessoal que recorre ao telélé logo a seguir ao sexo, para não falar durante, não quero nem falar.

 

A propósito disso, Patricia Hume, chief commercial officer da iPass comentou: "Wi-fi não é apenas o método mais popular de ligação à internet, superou muitos outros luxos e necessidades humanas. A ideia de que a ligação sem fios seria considerado mais importante do que o sexo, o álcool e o chocolate seria impensável há apenas alguns anos".

 

Se for para me tornar numa dessas criaturas autómatas e dependentes do mundo virtual, os que apelido de geração ‘Agarrados ao telemóvel’, prefiro continuar com o meu aparelho 1G, não vá o diabo tecê-las.

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Olha só este texto que tem estado na bombar na rede esta semana. Não cheguei a descobrir quem, de facto, o pariu, pois já o vi replicado em pelo menos três blogs e nenhum deles faz referência ao autor. De qualquer maneira, vale a pena dar uma espreitadela (o texto está em brasileiro, logo tenta dar aquele desconto).

 

"Chamamos de conquista. É a justificava que se utiliza para esforçar-se e correr atrás de alguém que – num primeiro momento – não está tão afim de você. Geralmente é assim, se quer o que não se pode ter. Deseja-se o que parece inatingível.

 

O problema disto é que, na maioria das vezes, não vale a pena. Acaba tornando-se um desgaste emocional que, no fim das contas, se transforma apenas em desperdício de energia. Agradar alguém que não tem interesse em ficar com você é perda de tempo. Querer estar com alguém que não tem como prioridade te ter ao seu lado é perda de vida.

 

Às vezes, acredita-se que algumas pessoas são tão ótimas no imaginário que se cria delas, que vale a pena pagar qualquer preço para tê-las em suas vidas, para que elas se tornem as protagonistas do seu dia-a-dia.

 

A verdade é que ninguém merece tanto esforço assim. É errado mudar a sua essência, os seus gostos e o seu jeito para tentar encaixar-se em outra pessoa. Bom mesmo é quando chega alguém que te admira por quem você é, sem máscaras, sem teatros e sem maquiagens. O bacana é quando chega alguém que se apaixona pelas suas imperfeições e vê nas suas limitações, motivos para continuar aqui.

 

Quando é pra ser, a pessoa gosta de você mesmo se aparecer na vida dela de pijama na padaria em um domingo de manhã. Porque quando chega alguém que é para ficar tudo é simples. Ela ri das suas piadas, gosta do seu cheiro e se sente em paz na sua companhia. É harmônico, como se ela já soubesse o roteiro a ser seguido.

 

Desconfie se uma pessoa é difícil. Se a conversa não tem continuidade ou encontrar-se com ela é custoso. Não há dificuldade quando existe vontade, é apenas falta de interesse. Não precisa gastar energia demonstrando o seu valor para alguém que não quer enxergar a beleza que é fazer parte dos seus dias.

 

Bom mesmo é ser natural. Acreditar que, um belo dia, alguém que compreenda o seu valor aparecerá. Alguém que acredite na magnificência que está em você – além do pijama de bolinhas ou da conversa sobre gostos musicais. Alguém que te permita demonstrar o seu mundo por vontade própria.

 

Porque a melhor parte da vida é quando chega alguém que te faz ver a vida simples, quando a conversa não se torna uma estratégia de xadrez e sair para ver o entardecer não precisa de burocracias. Alguém com quem se possa conversar sobre a lua, a vida, o futuro e os seriados atuais, sem perder o entusiasmo.

 

O melhor momento desta odisseia de relacionamentos é quando chega alguém que te traz a certeza de que você é a melhor pessoa do mundo sendo exatamente quem você é. Não é disto que todos precisam?

 

A vida já é complicada o suficiente para querer amores difíceis também."

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16
Nov16

Não gosto de...

por LegoLuna

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Há dias publiquei um post que começava assim: "Hoje estou em modo Happy". Lembras-te? Não sei se também te aconteceu o mesmo, mas um seguidor interpretou aquele happy como uma referência ao meu estado emocional e não aos meus gostos pessoais. Retomo o assunto, desta vez em modo oposto. Isto é, como já tinha partilhado contigo as coisas de que gostava (que me fazem happy), agora é a vez de dar-te a conhecer as de que eu não gosto (que me fazem unhappy).

 

Em modo unhappy, digo que:

"Não gosto de sapatos largos
Não gosto de mentira
Não gosto de andar depressa
Não gosto de filmes de guerra
Não gosto do Trump
Não gosto de discutir
Não gosto de injustiças
Não gosto de alho francês
Não gosto de doenças
Não gosto de stress
Não gosto de chegar atrasada
Não gosto de tatuagens grandes
Não gosto de pessoas más
Não gosto de cabelos brancos
Não gosto de palavrões
Não gosto de dentes encardidos
Não gosto de usar pratos/copos/talheres de plástico
Não gosto de natas
Não gosto de mau hálito
Não gosto de gente mal educada
Não gosto de gordura
Não gosto de gatos
Não gosto dos russos
Não gosto de dívidas
Não gosto de pessoas que falam demais
Não gosto de seitas
Não gosto de cebola
Não gosto do aroma Catinga Boss
Não gosto do Benfica
Não gosto de roupas largas
Não gosto de unhas postiças
Não gosto de gritar
Não gosto de sentar de costas para a entrada
Não gosto de malas Louis Vuitton e Michael Kors
Não gosto de centopeias
Não gosto de viajar no banco do meio
Não gosto que me tentem manipular
Não gosto de música alta
Não gosto de multidões
Não gosto de ser pobre
Não gosto de racismo/xenofobismo/radicalismo
Não gosto de pessoas tristes
Não gosto de comida nos dentes
Não gosto de dormir vestida
Não gosto de leite
Não gosto de azul escuro
Não gosto de álcool
Não gosto de sujidade
Não gosto de quem não gosta de mim."

 

Por ora é tudo, que já levo quase 20 horas sem dormir. Hoje é day off yehhhhhhhhh!

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Ainda na senda do artigo de ontem, hoje partilho contigo algumas razões para se ser solteiro. Sei que não precisas delas, mas é sempre bom estarmos a par do que se passo no Single World, um universo só nosso, que muitos não aprovam, outros não descodificam, vários invejam e uns alguns simplesmente rejeitam.

 

Não estar emparelhado é uma condição cada vez mais comum e que, felizmente, já não assume aquela conotação pejorativa ou determinativa do nosso grau de atratividade e felicidade. Começa-se assim a perceber que há mais pessoas solteiras do que se pensa. Por exemplo, na Suécia, um dos países com maior índice de desenvolvimento humano e felicidade, quase 60% da população vive só. Dá que pensar, não dá?

 

A propósito disso, invoco a obra Going Solo, da autoria do sociólogo Eric Klinenberg, que, entre outras coisas, aponta nove boas razões para se ser ou continuar solteiro:

1. São geralmente mais sociais do que os casados.

2. São benéficos para a economia, já que tendem a sair mais à noite e a gastar mais dinheiro em bares e restaurantes.

3. A maior parte das pessoas gosta de estar junto de solteiros, já que são "mais interessantes e divertidos", nas palavras do autor.

4. São boas para o mercado imobiliário (só nos EUA representam 1 terço dos compradores).

5. Têm mais poder político porque são cada vez mais.

6. Têm mais parceiros sexuais.

7. Investem mais nas suas carreiras profissionais.

8. Têm mais tempo pessoal, já que o tempo que passamos sozinhos é muito importante para revigorar a mente.

9. Estão a mudar o mundo e a desformatar paradigmas antigos. Por exemplo, há 32 milhões de americanos solteiros, o que faz com que a base da sociedade se altere profundamente.

 

Depois desta, sou uma solteira ainda mais feliz.

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14
Nov16

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Hoje é dia de super lua. O satélite está no ponto mais próximo da terra desde há 68 anos. De olhos postos no céu para admirar uma lua que hoje é especial: maior e mais brilhante? Aproveita, que, segundo os especialistas, este fenómeno só volta a repetir-se daqui a 18 anos, mais precisamente no dia 25 de novembro de 2034.

 

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