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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


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Longe de mim querer ferir suscetibilidades, até porque a beleza é algo muito subjetivo, mas o facto é que pessoas pouco apelativas ao olhar (vulgo, feias) são constantemente alvo de discriminação. Até na hora de coisar. Sim, já sabemos que as mais atraentes têm a priori maiores possibilidades de serem bem sucedidas na arte da conquista. O assunto aqui é outro e passo a explicar.

 

Um estudo das Universidades de Bristol e Southampton, publicado no British Medical Journal, assegura que a vontade de um homem usar preservativo numa relação sexual casual varia consoante a beleza física da parceira. Ou seja, se a gaja for bonita (boa como o milho também serve) ele não faz muita questão de se proteger, já que parte do princípio que ela será saudável. Agora, se a coitada teve o azar de não ter nascido bela ou rica (digo isso porque hoje em dia, desde que se tenha capital, pode-se perfeitamente comprar a beleza, e à la carte, convém salientar), aí sim, ele faz questão de evitar o contacto pele-pele.

 

Contraproducente, não? Talvez! O facto é que os dados estão aí para quem quiser tirar as suas ilações: 51 homens heterossexuais entre os 19 e os 61 anos foram convidados a avaliar fotos de 20 mulheres diferentes e a dizer com as quais concordariam ter sexo sem proteção. As conclusões não deixam margens para dúvidas: para eles, quanto mais atraente fosse a mulher, menores seriam as hipóteses de terem uma doença sexualmente transmissível e portanto maior a probabilidade de se deitarem com as mesmas sem proteção.

 

Estes dados só vêm reforçar aquela (velha e insensata) ideia que, regra geral, temos tendência a associar a boa aparência à saúde ou à ausência de algo com que nos devamos acautelar. O que muitas vezes se esquece, como se constatou neste caso, é que as doenças – sobretudo as sexualmente transmissíveis  – não olham a raça, credo, religião, filiação política, genética ou um físico atraente. Elas são democráticas, afetando feios, bonitos, pobres e ricos, brancos, negros, hétero, homo, bi ou trans.

 

O meu conselho aos meus seguidores masculinos? Na hora H usem primeiro a cabeça de cima e só depois a de baixo, de preferência devidamente equipada com capacete de latex.

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Estes dias tenho dado de cara com tanto texto interessante e pertinente para este nosso espaço, que nem vejo necessidade de dar largas à minha imaginação e criatividade, (oficiosamente) em modo férias. Voltando ao assunto do post de hoje, digo-te que se trata de uma crónica da psicóloga Ana Alexandra Carvalheira, publicada na revista Visão, que nos convida a uma reflexão sobre os efeitos do passar dos anos no corpo feminino.

 

"O verão apenas começou e estou cansada de tantas advertências e pressões para conseguir um corpo magro, tonificado, e jovem. São receitas de refeições light, prescrições de chás e alimentos com funções detox, adelgaçante ou diurética, anúncios de cremes e óleos, tratamentos que engolem adipócitos, procedimentos que fazem desaparecer celulite, modalidades de exercícios físicos para todas as agendas, dos trinta minutos diários aos cinco para os mais ocupados. Tudo a favor de um determinado modelo de beleza que é ditado socialmente. E nesse modelo dominante o padrão de beleza está associado à idade jovem, ao vigor e à forma física. É um modelo extraordinariamente exigente sobretudo para a mulher, mas também já para o homem. É um modelo que exclui, despreza e expulsa totalmente um corpo a envelhecer.

 

Passados quarenta anos de enormes transformações na sociedade, continua a ser verdade a afirmação de Susan Sontag:

"Um homem, inclusive um homem feio, mantém-se sexualmente elegível até ter uma idade avançada. É um parceiro aceitável para uma mulher jovem e atraente. As mulheres tornam-se inelegíveis numa idade muito mais jovem. Assim, para a maior parte das mulheres o envelhecimento constitui um humilhante processo de desqualificação sexual" (Susan Sontag, 1975)

 

Querem-se corpos magros e jovens, e não praticar exercício físico é quase um sinal de debilidade de personalidade. Proliferam as campanhas "anti-aging" (odeio o nome), em que os cremes lifting para senhoras a partir dos 50 anos são publicitados por mulheres de 30. Na minha opinião, a luta desenfreada não deve ser contra o processo natural e vital que é o envelhecimento, mas sim contra a deserotização do corpo a envelhecer. Aqui, declaro a minha defesa do erotismo no envelhecimento e da possibilidade livre da atração entre pessoas que procuram o prazer independentemente da idade. Aqui me declaro contra as brigadas anti-aging que negam o envelhecimento e prometem juventudes eternas (que grande chatice…!).

 

Estou contra a tirania e escravatura do corpo tonificado e jovem. Uma ditadura que é transversal a todas as idades, que não afeta só as mulheres na segunda metade da vida. E a anorexia nas miúdas de 17 anos? E os rapazes de 16 a fazerem depilação definitiva? E a elevadíssima frequência de cirurgia estética mamária em miúdas no final da adolescência, em países como a Itália? Afirmo-me contra as imposições sociais sobre padrões de beleza e de atração que desconsideram e anulam a diversidade. E ainda mais contra aquela coisa abominável que é a subjugação ao que os outros pensam, ao que os outros vão dizer. Isto sim, uma falta de liberdade que nos impede de crescer.

 

Sou a favor do exercício físico, sim, ao longo de toda a vida. Dedicar tempo e trabalho ao cuidado do corpo e a favor da saúde e do bem estar, sempre. Também sou a favor da cirurgia estética e outros procedimentos que visam ajudar a pessoa a sentir-se mais atraente, sim, mas sem cairmos nas redes da tirania. Que seja sempre uma escolha livre, que vem de dentro, e não em resultado de malditas pressões externas para cumprir requisitos e exigências impostas socialmente que tantas vezes acarretam culpas e frustrações. Os problemas de autoimagem são altamente perturbadores da vivência sexual, sobretudo nas mulheres. Não gostar do próprio corpo, ter uma imagem negativa dele, não se sentir atraente, é um dos fatores que mais afeta o desejo sexual, a excitação, e a satisfação sexual. Digamos que a dificuldade com a autoimagem é um veneno para o prazer sexual.

 

Não ouço falar sobre a aceitação do processo de envelhecimento. De como pode ser importante ficar cara a cara com as rugas, com a perda da elasticidade da pele, dos músculos, dos tendões, entre outras coisas que se perdem. O que aqui defendo é a aceitação do envelhecimento com respetivos danos e perdas, numa atitude positiva que encara este período da vida como mais um momento desenvolvimental como todos os anteriores, em que se pode explorar as mais-valias e desfrutar e tirar partido dessa sabedoria que vem da experiência da vida longa. E sim, encontrar estratégias para minimizar as perdas e praticar atividade física adequada, que traga gozo e prazer. E que seja uma escolha livre e no sentido da saúde e do bem estar. Não por obrigação ou por sucumbir às malditas pressões sociais e ao inferno dos outros, do que eles dizem e do que eles pensam. E isto quanto mais cedo melhor! Não pensem que é tarefa dos velhos e comecem já.

 

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28
Jun16

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Este blog é essencialmente um espaço onde se debate assuntos relacionados com a solteirice. Contudo, há outros que são tão atuais, tão pertinentes e tão virais que não faz sentido ficar fora deste nosso espaço de debate e convívio. E por estes dias, só dá Brexit na rede, na televisão, nos jornais, nas conversas de café e até nos escritórios. De entre uma infindável panóplia de conteúdos, esta é aquela que, a meu ver, faz todo o sentido ser aqui partilhado. Depois desta introdução, deixo-te então com este divertido e cativante artigo de Bruno Vieira Amaral, publicado esta segunda-feira no Observador, sobre a emancipação das terras de Sua Majestade da velha-mãe Europa.

 

Querem o divórcio, é isso? Então vamos às partilhas. Durante anos, tolerámos as vossas escapadinhas, a vossa gastronomia, os vossos hooligans, os turistas em Albufeira, os expat em Albufeira e Albufeira em geral. Fizemos de conta que gostávamos dos Take That, deixámos que um jogador como Michael Thomas fosse titular do Benfica, pedimos que nos mandassem o Vale e Azevedo de volta, aturámos os McCann e fomos tão misericordiosos que só vos eliminámos duas vezes nos penáltis. Em nome da Europa a que orgulhosamente pertencemos esta é a nossa lista de exigências. Esperemos que as vossas futuras gerações tenham a beleza do Boris Johnson e a inteligência do Nigel Farage.

 

Em nome da Europa a que orgulhosamente pertencemos esta é a nossa lista de exigências, matéria que também nos pertence e da qual não abdicamos:
Adele – Cantou enrolada a uma bandeira portuguesa. Querem mais provas da ligação profunda ao nosso país? Comeu sardinhas e ouviu fado. Um conselho: invistam na desmumificação das Spice Girls ou na recauchutagem da Samantha Fox. A Adele é nossa!

Blur – Durante alguns anos foram os cronistas reais do país real: parques, desempregados, transportes públicos, pessoas com sotaque cockney. Depois abandonaram a vocação paroquial e foram à procura de novos sons na América, em África naquele planeta distante a que só Damon Albarn tem acesso. Ficamos com estes, se não se importam.

Chá das cinco – What goes around, comes around. Já se devem ter esquecido, mas foi uma portuguesa, Catarina de Bragança, que levou para essas terras bárbaras o hábito civilizado de que tanto se vangloriam. It’s payback time, bitches!

Comentários no The Guardian – Não desfazendo dos excelentes comentários dos leitores do Observador (que leio religiosamente), não há nada que se compare às caixas de comentários do The Guardian. É verdade que temos acesso ao site em qualquer lugar do mundo, excepto na Coreia do Norte e na Carruagem 2 do Intercidades, mas achámos por bem "europeizar" este monumento à liberdade de imprensa.

Harry Potter – É do conhecimento geral que se J.K. Rowling não tivesse vivido no Porto no início da década de 90 nunca teria criado Harry Potter. De acordo com a lei de propriedade intelectual em vigor na Europa continental (e que acabei de inventar), isso confere-nos direitos sobre qualquer personagem de ficção inventada por ela, mesmo que assine com um pseudónimo masculino.

Helen Mirren – Aos 70 anos está mais sexy do que nunca. Retirem-lhe o título, insultem-na, façam o que quiserem, o certo é que a Europa lhe fica muito bem e ela fica muito bem à Europa.

Hugh Grant – A pensar na vossa reputação, concluímos que seria melhor extirpar-vos deste senhor que ocupa os tempos livres a receber prazer oral de travestis. Estamos em crer que o eleitorado do UKIP não terá qualquer objecção.

Isabel II – Eu sei, eu sei, vocês agora gostam todos muito da senhora, ela é o garante da união, o último e duradouro símbolo das vossas manias imperiais, mas aqui no continente também nos faz falta uma figura unificadora e unânime. Não se preocupem, na volta mandamos a Letizia e a Teresa Guilherme.

James Bond – Vai custar, mas tudo na vida tem o preço. Além disso, Sean Connery é escocês, Pierce Brosnan é irlandês, portanto sabemos bem de que lado é que eles estão. E não é do vosso. Como também ficam sem a rainha, não vão precisar de um espião ao serviço de sua majestade.

Jarvis Cocker – Este foi o homem que escreveu "Disco 2000" e "Common People" e pensavam que podiam ficar com ele? Nem pensar!

Julian Barnes – Num ano em que teve uma grande alegria com o triunfo do Leicester na Premier League, vocês tinham de lhe estragar a vida com isto do Brexit. Saibam que este é o mais continental dos vossos escritores, apaixonadíssimo pela cultura francesa, portanto, nem vão dar pela sua falta. Au revoir!

Keith Richards – De início pensámos em reclamar os Rolling Stones, mas como prova da nossa generosidade e boa-fé cumprimos o dever doloroso de vos deixar Mick Jagger, Ron Wood e aquilo que resta do Charlie Watts. Sim, somos péssimos negociadores, mas temos este coração de "beurre". Nada a fazer.

Martin Amis – Aos 66 anos, cheio de rugas e sem a frescura dos tempos de Money, o filho de Sir Kingsley continua a ser o “enfant terrible” da literatura inglesa. Ora, "enfant terrible" não é uma expressão muito inglesa, pois não? É nosso, temos pena.

Mo Farah – Os vossos branquelas já não dão uma para a caixa? Onde é que andam os Sebastian Coe? Já não bastava terem subtraído os mármores aos gregos ainda têm de roubar um atleta destes à Somália? Sempre a bater nos pequeninos. Fica connosco com a promessa de o devolvermos à Somália assim que possível.

Noddy – Esta é pessoal, desculpem lá qualquer coisinha. O Noddy irritava-me bastante, confesso, mas depois de ter passado os primeiros anos de vida do meu filho a ver repetidamente clássicos como "Noddy Salva o Natal" ou o "Pó Mágico da Lua", sinto que é meu dever enquanto pai resgatar o Noddy das vossas garras. Além disso, antes da chegada da Uber, era o único motorista simpático que eu conhecia.

Página 3 do The Sun – Esclareçam-me só uma coisa: já acabaram com as maminhas ao léu? Em caso afirmativo, a página 3 é toda vossa.

Premier League – Essa grande instituição puramente inglesa tem de passar a Mancha. Quer dizer, nós mandamos Mourinho, Guardiola, Wenger, Ranieri, Klopp, Hazard, Ozil, Martial e o magnífico Robert Huth e ainda têm o desplante de achar que a Premier League é vossa? Não brinquem com coisas sérias. Ouvi dizer que o campeonato escocês vai ser muito animado no próximo ano.

Roger Scruton – Nos divórcios são sempre as crianças que sofrem mais. E os politólogos. Assim, rogamos a vossas excelências que nos seja atribuída a guarda de Roger Scruton e, em troca, ficam com o João Carlos Espada, que nos poderá visitar de quinze em quinze meses e nas férias de Natal dos anos bissextos.

Rolls Royce – Não é que eu tenha intenção de (nem dinheiro para) comprar um, mas não quero que a lembrança dos tempos áureos do Herman seja conspurcada por este símbolo da vossa arrogância aristocrático-industrial.

Rowan Atkinson – O Bean, sobretudo depois dos filmes americanos, é perfeitamente detestável, eu sei. Porém, vive na minha memória cada um dos episódios do "Blackadder". Very british, não é? Pois, mas a ideia é fazer-vos sofrer um bocadinho.

Steve McQueen – Se pensarem bem (e caso tenham dúvidas perguntem ao Nigel Farage), o Steve McQueen não vos faz falta. Têm o Ken Loach e o Mike Leigh para fazer filmes sobre a vidinha inglesa, desemprego, aborto e outros temas fracturantes. A nós dá-nos jeito um McQueen. Prometemos não o enviar para certas zonas da Polónia e da Hungria.

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Hoje é dia de repescagem, já que o tempo anda sumido. Este artigo, publicado há uns mesitos atrás, é sobre aquele tipo de gajo que está desesperado por trocar calores e ansioso pelo "O" (de orgasmo) com que me deparo praticamente todos dias no Second Love, no Felizes, no Tinder (e noutras plataformas da rede), no ginásio e na vida real. Nessa então... é o que mais há.

 

Segundo Michelle Martin, bloger do Huffington Post e criadora do conceito, estes tipos nada mais são do que "Cinderfellas", isto é "homens que se sentem desesperados por uma relação emocional e física íntima. Querem paixão! Querem fogo-de-artifício! Querem sentir-se vivos! Querem ser retirados de uma vida solitária". "E querem isto tudo logo no segundo ou no terceiro encontro", considera Martin. De acordo com esta, o Cinderfella é atraente, romântico e carinhoso, mas é também carente e obsessivo. Não gosta de conflitos, mas adora situações dramáticas. A autora diz mesmo que, na maioria dos casos, são homens que se divorciaram recentemente.

 

Por experiência própria, e acredito que a maior parte das fêmeas que preencham os requisitos mínimos de beleza e sex apeal também, subscrevo totalmente esta teoria da Martin. O que não me falta é estórias de gajos que querem passar, em modo via verde (ou seja, sem pagar portagem nem fila de espera), do "olá como te chamas" para o finalmente.

 

Afinal, no auto (sim, auto!) da sua deficiência emocional, a corte é pura perda de tempo, portanto bora lá dar o corpo ao manifesto, sem muita fita, paleio, expetativas ou promessas de sentimentos mais profundos que a tesão. O que importa aqui é despejar os colhões, de preferência a custo zero: zero sentimento, zero despesa, zero compromisso, zero fidelidade, zero relação, zero apego.

 

O que lhes salva a vida, o ego e os colhões, é que para cada Cinderfella há sempre uma fulana qualquer disposta a aderir às suas causas. Generosas elas, liberais, desapegadas e muito (mal) resolvidas. Tudo que esta pré-quarentona aqui não é. Nem pretende ser.

 

Felizes daqueles que não complicam e se contentam com aquilo que lhes aparece à frente. Quando pouco se espera da vida, pouco dela se recebe!

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Apesar da linguagem um tanto ou quanto vulgar, este texto publicado no Com você suor e calafrios está hilariante, logo digno de partilha.

 

Esse título foi inspirado por uma grande amiga, prostituta aposentada, que acumulou uma experiência de vida que poucas vezes vi igual. Na verdade, ela tem a idade da minha mãe e sempre me deu conselhos dizendo: ouve o conselho dessa puta velha! Por incrível que pareça, toda vez que não seguia os conselhos dela me dava mal. Esta mulher até hoje tem em suas mãos tudo que quer e um poder de atração de dar inveja a qualquer ninfeta de 20 anos, soube investir todo dinheiro que ganhou e tem uma vida mais que tranquila ao lado do grande e único amor de sua vida. E quando pensamos em puta, pensamos logo em promiscuidade e vender o corpo, mas tem muita puta por aí mais digna e honesta que certas mulheres tidas como "damas da sociedade", mas que já se venderam mais que tudo e por muito pouco. Histórias assim são para quebrar os paradigmas e fazer repensar alguns valores, sem contar que chacoalham os puritanos, as feministas e críticos de plantão.

 

Não se esforce demais
A lingerie de seda, o perfume importado e o jantarzinho à luz de velas com vinho caro é para quem merece. Algumas mulheres têm mania de pegar um ficante que encontrou há a uma semana na balada, levar pra casa e tratar como um rei. Tratamento vip é para namorado firme e marido, se merecerem. Porte-se como uma joia rara e, como tal, não se doe facilmente para o primeiro que aparecer, não importa o nível da sua carência, seja valiosa.

 

Pare de ser tão boazinha
Abrir mão do que gosta, mudar o jeito de ser, deixar de se divertir, só porque começou um relacionamento e está apaixonada? Homem gosta de mulher com vida própria, orbitar em volta dele é receita certa para o fracasso, ele pode momentaneamente demonstrar que gosta deste estilo, mas logo se cansa. No fim você perde o namorado e os amigos. Sem contar que ele não vai abrir mão de assistir futebol para ficar com você. Use o mesmo critério para lidar com ele e no fim ele estará te acompanhando em tudo, feliz da vida, afinal é muito bom estar ao lado de pessoas que tem vida.

 

Pare com os joguinhos
Os casais perdem a oportunidade de se conhecer de verdade e sem máscaras. Está manjado demais transar só no terceiro encontro, não responder a mensagem antes de 60 minutos, só atender o telefone no quinto toque, fazer ciúmes sem necessidade e fingir que não dá a mínima. Encontrar o equilíbrio entre ser disponível demais e ser inacessível está difícil. Ninguém mais demonstra interesse e tesão pelo outro de forma saudável. Nunca sabemos se o outro não liga no dia seguinte porque não está interessado ou porque está se fazendo de difícil para valorizar o passe. Ter tacto para não perder a dignidade e saber a hora de bater em retirada é importante, mas um pouco de transparência e sinceridade não faz mal a ninguém. Se for fazer joguinho, seja inteligente, crie novos truques, pois alguns já estão batidos demais.

 

Jamais se rebaixe
Não importa qual foi a traição, a culpa é do seu parceiro e não da "vagabunda" que ele comeu, a não ser que ela tenha colocado um revolver na cabeça dele. Essa história de mulher bater na amante é ridícula. Nenhum homem é digno de escândalos e manifestações públicas de ciúmes, isso inclui as indiretas nas redes sociais. Mesmo que tiver chorando lágrimas de sangue, fique em cima do salto, ninguém precisa saber da sua condição miserável, não dê esse gostinho para as inimigas e para algumas amigas falsas e invejosas. Aprenda, para algumas pessoas só contamos as vitórias.

 

Seja você mesma
A performance do filme pornô de quinta categoria não precisa necessariamente ir para sua cama, nada mais patético que a mulherada que finge orgasmo e ainda quer contar vantagem "pras amiga". Sem contar que se a coisa for forçada demais o homem percebe. Já ouvi depoimentos de caras que simplesmente brocharam em situações assim. Nada contra quem gosta do estilo e faz porque realmente gosta e está com vontade, mas tudo que é falso e feito somente para tentar impressionar o outro pode gerar efeito contrário.

 

A diferença entre ser feminina e mulherzinha
Homem quer ser homem, o chefe da casa. Suba na cadeira e chame o gato pra matar a barata, peça-o para abrir a conserva de azeitona e trocar a resistência do chuveiro (essa é uma lição que ainda não aprendi). Quando o macho alfa terminar, não esqueça de agradecer e elogiar tanta virilidade. Não importa se você é presidente de uma multinacional e ganha cinco vezes mais que ele, seu parceiro vai adorar uma mulher feminina que o valorize enquanto homem e que o faça sentir-se útil (isso se ele merecer). A mulherzinha olha a marca do carro, dá golpe da barriga e é manipuladora, faz escândalo por qualquer coisa, quebra as finanças do parceiro, requer atenção total, mas é afetivamente mesquinha, só recebe. Mulherzinha, ai que preguiça! Para os leitores que levam tudo ao pé da letra, é claro que esse é um exemplo, existem infinitas possibilidades para valorizar um homem, e não podemos limitá-los apenas a matadores de baratas e abridores de conservas.

 

Escolha bem seu parceiro: use a razão não só o coração
A mulherada lutou e luta tanto por igualdade, mas hoje tem jornada dupla e até tripla para dar conta da vida profissional, casa, filhos e marido. Queria saber onde está a igualdade nisso, pois enquanto a mulher se desdobra, muitos maridos estão no sofá assistindo tv ou no bar com os amigos. Quando for se relacionar com alguém, antes de se envolver loucamente em um amor de pica sem fim, preste muita atenção na sogra, veja como ela trata os filhos. Dá tudo na mão, recolhe os sapatos e meias sujas pela casa, faz o pratinho de comida com o feijão em cima, lava as cuecas, defende cada um até a morte mesmo que estejam errados? Se for esse o caso, amiga corraaaa! Caso contrário, você será uma forte candidata a Amélia emancipada.


O borogodó – magnetismo pessoal – e amor próprio vale mais que um corpo sarado
A mulherada está caprichando tanto no treino, na lipoaspiração e no silicone, mas o número de fracassos amorosos não diminui. Outra ala se sente gorda demais e sem autoconfiança para atrair o sexo oposto, mas também não faz nada para mudar. Existem mulheres que aparentemente não possuem nada de especial, podem até ser "feias", porém, por alguma razão os homens caem aos seus pés. Esse magnetismo em algumas mulheres vem de onde? O que elas têm é independência emocional, se apoiam sozinhas, se bastam, tem outras metas além de agarrar um homem, estudam, trabalham, viajam e são felizes sozinhas ou acompanhadas. Não vivem carentes chorando pelos cantos, não são cheias de mágoas, não pegaram ódio dos homens por conta de deceções do passado. Aconteça o que acontecer, essas mulheres estão sempre de cabeça erguida e tem uma vida que não se limita apenas em se arrumar para encontrar um macho.

 

Seja uma puta entre quatro paredes e o que quiser na sociedade

Afinal o que é ser uma dama na sociedade? A Amélia emancipada devotada à família, a esposa renegada que trabalha que nem camela para dividir com o marido as contas de casa? Tem algo mais irritante que estereótipos do que é ser uma boa mãe e esposa? E a quantidade de cobranças que recebemos quando não atendemos esse modelo? E essa mulher resignada e atarefada, consegue ser o mulherão que os homens adoram entre quatro paredes? Claro que não! Conheço casais que nunca conversaram sobre suas preferências e fantasias sexuais. Tudo bem que não é fácil manter o tesão a todo vapor 100% do tempo, mas quanto vale o seu relacionamento? Será que ele não merece um pouco mais de investimento? Nem é tão difícil assim satisfazer um homem, faça bem feito, faça com gosto, mostre que ele é desejado (se ele merecer) nem precisa se pendurar no lustre e saber todas as posições do kama sutra, basta tirar algumas horas para dedicar exclusivamente a ele, com amor, carinho e uma pitada de sacanagem, por que não? Por ele sim vale investir no jantarzinho a luz de velas, na lingerie de renda e no vinho caro.

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22
Jun16

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Este artigo é para ler, reter e ter sempre à mão, afinal nunca se sabe quando pode dar jeito usá-lo como atestado de atrasadez (essa acabei de inventar). Agora falando a sério, um estudo britânico, publicado no Nuffield Department of Clinical Neurosciences, sugere que forçar alguém a acordar antes das 10 da manhã é extremamente prejudicial para o metabolismo corporal, de tal modo que equivale a tortura.

 

De acordo com Paul Kelley, da Universidade de Oxford, forçar alguém a trabalhar e estudar antes dessa hora afeta fisica e emocionalmente o desempenho do corpo, podendo causar stress e exaustão.

 

A explicação para tal parece residir no argumento de que, antes dos 55 anos de idade, o ritmo circadiano dos humanos, o ciclo biológico influenciado principalmente pela variação de luz, temperatura, marés e ventos entre o dia e a noite, é iniciado a partir das 10 horas da manhã. Para quem tem o hábito de dormir tarde e acordar cedo, os efeitos no cérebro é comparado à embriaguez.

 

Os investigadores defendem ser necessário uma mudança global nos horários, de modo a haver uma melhor sincronização. A ser assim este é um argumento mais do que válido para justificar os atrasos, especialmente quando levamos nas orelhas por parte das chefias.

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O lifehack.org publicou há dias um artigo com 20 conselhos de uma mulher de 40 anos destinadas a nós trintinhas e trintonas. Ei-las:

 

1. Ama a ti mesma e aceita-te por completo

Estou convencida de que poderia ter evitado muitos erros se, quando mais jovem, tivesse aceitado o bom e o mau que existe em mim. Depois de aprenderes a amar-te a ti mesma, poderás também amar e aceitar as outras pessoas. Isto é muito importante para te relacionares de maneira saudável com os outros.

 

2. Enriquece a tua alma

Se nãos sabes do que precisa a tua alma e nem do que realmente gostas, experimenta algo novo, vai a eventos aos quais nunca tinhas ido, por exemplo, até que encontres algo que te dê a sensação de seres livre e te preencha como pessoa.

 

3.Encontra apoio

Durante muito tempo tentei, sozinha ou com a ajuda dos amigos, esquivar-me das dificuldades. Logo entendi que ter amigos e entes queridos que possam ajudar e apoiar ativamente em situações difíceis é muito importante.

 

4. Sê honesta

Antes, quando perante alguma dificuldade, simplesmente punha uma máscara com um sorriso e fazia de conta que nada aconteceu. Só pessoas muito próximas sabiam o que na realidade se passava. Mas a verdade é que não há nada de mau em demonstrares o que se passa contigo, todos passamos por situações difíceis na vida e isso faz parte da nossa existência. Além disso, as pessoas que sentem um carinho sincero por ti vão-se aproximar mais ao saber que, assim como elas, também tens problemas, alegrias e tristezas.

 

5. Vive por ti

Dediquei grande parte da minha vida a cuidar dos outros, sem deixar tempo para mim. O resultado disso foi que consegui fazer a minha vida mais complicada do que poderia ter sido na realidade. Lembra-te, nunca conseguirás fazer felizes todos os que te rodeiam, por isso começa a fazer coisas que te alegram e a tua vida será bem melhor.

 

6. Não te sacrifiques com tanta frequência

O sacrifício é necessário em qualquer relacionamento porque somos diferentes e temos necessidades distintas. E é aceitável, desde que ambas as partes o façam por igual. Se és sempre tu quem sacrifica as suas necessidades e desejos para satisfazer os outros, então é hora de repensares se esses relacionamentos valem a pena. Precisas realmente ter algo assim na tua vida?

 

7. Viaja mais

Talvez seja isso o que mais lamento. Não viajei o suficiente quando era mais jovem e ainda não tinha filhos. Foi um erro. Podes escolher no que gastar o teu dinheiro: comprar lembranças ou coisas. Se eu tivesse entendido isto antes, teria deixado de gastar em coisas de que na verdade não precisava e teria investido dinheiro em visitar ao menos um novo país por ano. As viagens dão a sensação de liberdade, abrem a mente e permitem que te dês conta do quanto diferente a vida pode ser num outro lugar do mundo.

 

8. Preocupa-te menos

Antes, eu andava sempre a braços com a preocupação e a angústia. As preocupações alimentavam a angústia e a minha personalidade mudava até tornar-se quase irreconhecível. Mas logo te dás conta de que o facto de te preocupares não irá mudar a situação de maneira nenhuma. E então começarás a aceitar o que acontecer. Entenderás que, no fim das contas, tudo acabará se encaixando e que deves fazer aquilo que está dentro do possível, do contrário é inútil preocupares-te. Quando parei de me preocupar tanto, o meu nível de estresse baixou imediatamente.

 

9. Para de comparar

Às vezes penso que as redes sociais deveriam acabar agora mesmo. Uma coisa é comparares a tua vida com a da tua melhor amiga, outra muito diferente é compará-la com a de alguém da tua lista de 500 'amigos' do Facebook. Isso machuca, e só irás superar isso quando entenderes que o facto de te comparares aos outros não mudará nada na tua vida, irá apenas diminuir a tua autoestima. Haverá sempre alguém mais inteligente, mais bonito ou melhor que eu, e aceitei isso. No momento em que sinto que vou começar a comparar-me, foco o meu pensamento no quão agradecida sou pelo que tenho, e desta forma tiro algo bom daquilo que poderia ter chegado a deprimir-me.

 

10. Esquece as expectativas
Cresci com a 'síndrome da Disney'. Cresci pensando que um dia encontraria o meu príncipe encantado, casaria e viveria feliz para sempre. Mas isto não é verdade, não tem nada a ver com a realidade. Depois de ter aguentado dois maus casamentos, joguei minhas expectativas no lixo. Feito isso, podes começar a pensar na tua vida sem esperar nada das outras pessoas, e passarás a viver aqui e agora.

 

11. Vive para trabalhar, não trabalhes para sobreviver

Se eu pudesse voltar a começar do zero, gostaria de tentar profissões diferentes para escolher a que melhor combina comigo. Depois de encontrares uma vocação que possas seguir de verdade até o fim dos teus dias, irás entender que viver para trabalhar significa amar e respeitar a tua escolha. Muitos ficam presos num trabalho de que não gostam apenas pelo salário, e isso está longe de ser saudável.

 

12. Economiza

Pode parecer que não é necessário pensar muito para decidir algo assim, mas eu não o fiz quando era mais jovem. Agora, ao ver meus pais aproveitarem a reforma, penso no que devo fazer para poder garantir financeiramente a minha velhice. A vida muda constantemente e pode fazer-nos uma boa quantidade de surpresas, por isso economizar para as emergências é algo necessário e inteligente.

 

13. Doa-te mais

Compreendi um pouco tarde que gosto de ajudar as pessoas. Seja como voluntária, fazendo obras de caridade ou simplesmente ajudar um amigo próximo que esteja numa situação difícil. Quando fazes algo por outra pessoa, esqueces-te um pouco dos teus próprios problemas. Ao fazeres isto de todo coração, e sem esperar nada em troca, verás que os problemas da tua vida começarão a resolver-se pouco a pouco, e de formas inesperadas.

 

14. Perdoa-te e perdoa os outros

Durante grande parte da minha vida estive aborrecida por causa de situações pelas quais tive de passar e tinha 100% de certeza que a culpa era de outra pessoa. Quando entendi que a impossibilidade de me perdoar e perdoar os outros por erros do passado não me deixaria viver feliz, decidi mudar. Levou algum tempo para que eu tirasse este peso das costas, mas, depois, senti-me realmente livre. Deixa que o passado vá embora e irás entender que a vida é bela.

 

15. Não gastes muito tempo com pessoas negativas

Às vezes é difícil deixar de se relacionar com pessoas negativas, principalmente se são colegas ou membros da família, mas sempre é possível escolher o tipo de amigos que queres e com quem poderás passar a maior parte do tempo. Quando souberes claramente quais são os limites que protegem a tua tranquilidade da energia das outras pessoas, vais sentir que, sem a influência negativa deles, a vida será mais fácil e alegre.

 

16. Diz não mais vezes

Foi-me sempre muito difícil dizer 'não'; queria dizer sempre 'sim' e fazer toda gente feliz, mas isso é impossível. Cada vez que dizia 'não', tentava justificar-me ou explicar a situação. Depois de amadurecer um pouco mais, ficou claro que dizer 'não' com consciência é muito importante e que não sou obrigada a justificar porque não quero tomar a responsabilidade por algo ou não posso fazer algo por alguém. Se estiveres certa de que queres dizer 'não', é provável que a outra pessoa aceite a tua posição com mais facilidade.

 

17. Pensa bem antes de dizer sim

Divorciei-me e é-me difícil aceitar isso, mas agora sei o que quero, o que desejo e o que mereço. É muito fácil afundarmo-nos em emoções e sentimentos. Eu contava o tempo que estava com certa pessoa, queria mais do que tinha e por isso casei-me esperando que tudo mudasse para melhor por si só. De facto, tudo mudou, mas para pior. Se não sentes que o relacionamento em que estás no momento é para a vida toda ou se existem muitos 'mas', então deverias reconsiderar se essa pessoa deve continuar na tua vida. É muito mais fácil acabar uma relação antes que ela se transforme em algo mais sério.

 

18. Alegra-te com as pequenas coisas

Vivemos num mundo no qual cada pessoa está conectada ao seu computador ou smartphone, e ficou mais difícil desconectar-se e simplesmente aproveitar a vida. Presencia um entardecer ou acorda cedo para ver o amanhecer, apaixona-te por uma noite estrelada, para um momento para cheirar uma flor, observa o mar ou as montanhas, reserva um tempo para contemplar a natureza. Como disse um herói de um filme: "a vida passa muito rapidamente. Se você não parar para observá-la, pode até perdê-la".

 

19. Deixa de te preocupares com o que os outros pensam

Como eu gostaria de ter entendido isto antes. Estava sempre muito preocupada com o que os outros pensariam de mim, e com certa frequência fazia coisas que pensava que esperavam que eu fizesse. Quando entendi que as conjeturas dos outros nada têm a ver com minha vida, pude finalmente motivar-me com aquilo que realmente desejava. Quando te transformares na tua melhor versão e não tentares agradar os outros, a vida fica mais fácil, e bem mais leve.

 

20. Muda

Quando eu era mais jovem, queria que tudo fosse previsível e estável. Achava que era mais fácil pensar que a minha vida seria de uma forma ou de outra no decorrer dos anos. Quando precisei encarar grandes mudanças, não estava pronta. Agora sei que a única certeza na vida são as mudanças. Quando entenderes que a tua vida pode ter curvas inesperadas, será mais fácil estares preparada para tudo o que possas encontrar pelo longo, interessante e feliz caminho da vida.

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Solteira, por opção ou não, a verdade é que o verão rima com amor. Dias iluminados, noites mornas, sol abrasador, mar e areia, corpos da cor de canela, roupas leves, beach e sunset parties, picnics ao luar, viagens, terraços, miradouros, marinas e tudo o mais que nos convide a libertar o nosso lado mais sensual e a querer ter alguém com quem partilhar experiências próprias desta época do ano.

 

A pensar nisso, hoje trago dez dicas de sedução e mudança de atitude que o Insider Pro garante serem capazes de te fazer parecer mais atraente, logo com maiores probabilidades de conseguires uma bela história de amor de verão, daquelas para mais tarde recordar com um doce (ou travesso) sorriso. Aponta aí, que servem tanto para elas como para eles, que sei que vem cá cuscar.

 

1. Cuidar dos dentes
Pes­quisas con­fir­maram que uma den­tição branca e uni­for­me­mente es­pa­çada torna as pes­soas mais atra­entes. O estudo dos ci­en­tistas das uni­ver­si­dades bri­tâ­nicas de Leeds e Cen­tral Lan­cashire con­cluiu que os dentes são o "equi­va­lente hu­mano da cauda de um pavão", ou seja, são um sinal de saúde e de boa ge­né­tica e ajudam a en­con­trar um com­pa­nheiro.

 

2. Comer vegetais
De acordo com uma investigação pu­bli­cada na re­vista PLoS ONE, con­sumir mais frutas e le­gumes é uma forma na­tural de fazer com que a tua pele se torne mais atra­ente, já que estes estão re­pletos de an­ti­o­xi­dantes e pig­mentos à base de plantas que deixam a derme com um ar sau­dável. Além disso, os re­sul­tados são ime­di­atos.

 

3. Sorrir mais (especialmente as mulheres)

De acordo com uma pes­quisa pu­bli­cada na re­vista Emo­tion, a fe­li­ci­dade é a emoção mais atra­ente nas mu­lheres. Se­gundo os ci­en­tistas, um sim­ples sor­riso é capaz de fazer com que os ho­mens con­si­derem as mu­lheres mais bo­nitas.

 

4. "Pensar" mais (especialmente os homens)

De acordo com um estudo da Uni­ver­si­dade de Co­lúmbia Bri­tâ­nica, os ho­mens com um ar pen­sa­tivo são muito mais atra­entes do que os que sor­riem. De facto, as mu­lheres in­qui­ridas avan­çaram que a fe­li­ci­dade é a "qua­li­dade" que con­si­deram menos atra­ente no sexo oposto (talvez resida aqui a explicação por que razão al­gumas mu­lheres se sentem atraídas por "bad boys").

 

5. Não "pensar" tanto (para as mulheres)

Se estás à pro­cura de uma one night stand a melhor estratégia é dares uma de tonta, ou seja, pareceres frívola e desprendida. Numa pes­quisa pu­bli­cada na re­vista Evo­lu­tion and Human Beha­vior, foi constatado que os ho­mens sentem-se mais atraídos pelas mu­lheres que pa­recem "tontas ou ima­turas" e "so­no­lentas ou em­bri­agadas" para uma noite amo­rosa.

 

6. Fazer a barba (homens, claro)

Uma pes­quisa re­cente pu­bli­cada num Ox­ford Jour­nals mos­trou que as mu­lheres ava­liam os ho­mens com barba como menos atra­entes. Ho­mens com barba são vistos como mais agres­sivos ou com um es­ta­tuto so­cial mais ele­vado e pouco atra­entes.

 

7. Utilizar batom vermelho (mulheres, óbvio)

Da pró­xima vez que fores às com­pras não voltes para casa sem aquele batom (in)decentemente encarnado. Uma pes­quisa da Uni­ver­si­dade de Man­chester atesta que os lábios são a parte mais atra­ente do corpo feminino, es­pe­ci­al­mente quando co­lo­rida com um batom escarlate. Constatou-se que os ho­mens olham para os nossos lá­bios ao longo de sete se­gundos quando estes estão pin­tados dessa cor.

 

8. Fazer-se de difícil (homens)

Resultados de mum estudo pu­bli­cados na re­vista Psy­cho­lo­gical Sci­ence mos­trou que as mu­lheres acham um homem mais atra­ente quando não têm a cer­teza se o mesmo está in­te­res­sado, ao con­trário de quando têm a cer­teza de que este está. No início do re­la­ci­o­na­mento um pouco de mis­tério e um q.b. de indiferença é um extra que faz aumentar o interesse feminino.

 

9. Afinar a sua voz (mulheres)

Pelos vistos é para esquecer tudo o que se dizia sobre a voz rouca ser con­si­de­rada sen­sual. Ci­en­tistas da Uni­ver­sity Col­lege London des­co­briram que os ho­mens sentem-se mais atraídos pelas mu­lheres com vozes finas, já que as­so­ciam-nas a um corpo menor.

 

10. Respirar fundo e relaxar (especialmente os homens)

De acordo com uma investigação pu­bli­cada na re­vista Royal So­ciety B, as mu­lheres acham os ho­mens menos stres­sados con­si­de­ra­vel­mente mais atra­entes do que o oposto. Os in­ves­ti­ga­dores con­cluíram que aqueles com me­nores ní­veis de stress são con­si­de­rados mais atra­entes, pois lidar com uma si­tu­ação de stress exige uma estrutura ge­né­tica "forte" que pode ser trans­mi­tida aos fi­lhos.

 

Digam o que disserem, a vida corre melhor quando se é bonito, ou pelo menos quando nos percecionam como tal, pois a beleza é demasiado subjetiva. A própria ciência assim o diz: as pessoas bonitas são mais saudáveis, mais confiantes e mais persuasivas. E para isso nem precisas dever muito à genética, basta seguires estas dicas e apresentares a melhor versão da tua personalidade.

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17
Jun16

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No outro dia, Pedro Lopes, seguidor deste nosso espaço, reagia assim ao post Ser solteira não faz de nós menos: "Penso que a grande maioria das pessoas confunde o conceito de solteiro(a) com o facto de uma pessoa estar só.O que nem sempre coincide, pelo senso comum, uma pessoa quando está solteira (sem estar em nenhuma relação estável) tem uma vida social muito mais ativa, sai mais vezes, faz mais atividades, relaciona-se com diferentes pessoas, faz muito mais aquilo que lhe apetece sem o condicionalismo do "outro" junto a nós...".

 

De facto, é comum as pessoas associarem o estado de solteirice com solidão, mas nós sabemos que não é nada disso, pelo contrário! Vejamos o que diz a ciência sobre isso. De acordo com John T. Cacioppo, autor de Loneliness, diversos estudos internacionais apontam no sentido de que uma em cada três pessoas sente-se sozinha. O número é alto e o assunto tabu, o que o torna difícil de ser admitido e combatido. Então, o que se pode fazer?

 

Para o terapeuta comportamental Ghoeber Morales, em primeiro lugar, é preciso saber viver bem e feliz sozinho, sem depender ou depositar a felicidade em outra pessoa. "Grosso modo, podemos pensar em duas visões diferentes de formas de se relacionar: uma visão complementar e outra suplementar", sugere, explicando que a primeira está relacionada ao ideal romântico da cultura ocidental. "A ideia é a da 'metade da laranja', em que uma pessoa só se completará e será plenamente feliz quando encontrar alguém para ocupar esse vazio".

 

Já pela visão suplementar, o indivíduo sente-se bem consigo mesmo, independente da presença de um parceiro. "Nesse caso, a felicidade não é depositada no outro, mas a companhia de um alguém especial pode fazer com que a pessoa se sinta mais feliz", resume. Para Morales, é possível aprender a relacionar-se consigo mesmo. O especialista recomenda que, inicialmente, sejam escolhidas atividades que proporcionam prazer sem precisar de companhia, como ir ao cinema sozinho para ver um filme.

 

"São pequenos passos que aumentam as probabilidades de não se sentir tão isolado e começar a gostar de se estar consigo mesmo. Afinal, encontrar prazer na sua própria companhia pode ser um desafio", avisa. Indica, ainda, que procuremos mudar os hábitos aos poucos. Passar umas horas sozinhos num sábado, por exemplo, tem menos risco de nos provocar frustração do que uma viagem que dura uma semana inteira.

 

Eu como nasci sozinha e sozinha hei de morrer, convivo muito bem com a ausência de companhia. Claro que, como ser social que somos, aprecio bastante conviver (com algumas pessoas, pelo menos). Na ausência destas, a minha própria pessoa é-me suficiente para estar feliz. E a sensação que tenho é que, quanto mais o tempo passa, mais vou preferindo a minha companhia à dos outros.

 

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À vontade ou incomodada com a questão, a verdade é que o online é cada vez mais uma opção para quem quer arranjar-se em matéria de coração. Seja para uma noite, um fim de semana, ou algo mais duradouro, esta é uma forma prática, conviniente e imediata de conhecer pessoas novas e explorar novas alternativas de relacionamento.

 

Já aqui tinha abordado esta questão, tendo inclusive assumido que sou utilizadora ativa de sites e apps de encontros online. Apesar de nunca ter dado em nada – ainda solteira – continuo a achar que esta pode ser (mais) uma ferramenta para se tentar a sorte: arranjar companhia, aliviar-se quando bate aquela carência ou, quem sabe, encontrar um novo amor.

 

Para o caso de te interessar, estas são algumas aplicações que podem revelar-se uma (agradável) surpresa. Já houve amigas que não passaram do primeiro dia, outras da primeira semana e ainda aquelas, como eu, que resistem, persistem e insistem, mais não seja para recolher material de pesquisa para um blog.

 

Tinder

A crème de la crème, já que, em apenas quatro anos, tornou-se uma das aplicações de encontros mais populares do mundo com milhões e milhões de acessos por dia. Aos utilizadores, essencialmente na casa dos 20-30 anos, é apresentada uma fotografia do potencial candidato, sendo-lhes dada a opção de deslizar para a esquerda para recusar ou para a direita para aceitar. Gratuito, funcional, divertido e rápido, esta app instala-se num instante, bastando fazer login com o perfil do Facebook ou Instagram.

 

Bumble

O Bumble é a primeira aplicação de encontros para mulheres, o que significa que temos de ser nós a chegar-se à frente, ou seja, a enviar a primeira mensagem. É maioritariamente composto por profissionais ativas na faixa 25-30 anos. Não conheço esta app, mas ouvi falar muito bem dela. Por não ter um grande número de utilizadores, rapidamente se esgotem as opções de candidatos elegíveis.

 

Happn

O Happn baseia-se essencialmente na localização, ou seja, mostra uma lista de potenciais parceiros com os quais se cruzou na rua, permitindo assim verificar quem vive ou trabalha perto de nós. Já a usei e não achei grande coisa. Embora os seus utilizadores sejam predominantemente indivíduos nos seus 20 anos, raramente enviam mensagens quando há match (o termo virtual para click). Sem falar que a maioria dos gajos deixam os perfis em branco, o que nos deixa com pouco critérios de procura e seleção.

 

OkCupid

No OkCupid os potenciais pares utilizam uma série de perguntas destinadas a revelar certos aspetos da sua personalidade, para, a seguir, as respostas serem convertidas em percentagem - quanto maior for a percentagem em relação a alguém, teoricamente, mais hipóteses de serem compatíveis. Ainda não tenho muito para opinar, já que acabei de instalar esta app. Ainda assim, dá-me a sensação que o pessoal daqui, maioritariamente profissionais nos seus 20-30 anos, parece mais na onda de relacionamento do que engates (como no Tinder, por exemplo). À primeira vista parece-me interessante, já que não é tão restrita à localização, o que permite explorar pretendentes além-fronteiras. Também tem a opção de filtrar por etnia, idade e determinadas palavras-chave. Ou seja, à vontade do freguês.

 

Skout

Esta é uma interface um tanto ou quanto confusa, já que mete tudo ao molho e fé em Deus. A pessoa gosta do teu perfil e envia-te um pedido de chat, que só aceita se quiseres. Apesar de poderes definir o âmbito geográfico da tua procura, pessoas do mundo inteiro podem contactar-te. Entre todas as outras esta é a mais rasca. Com isso quero dizer que não abundam muitos gajos atraentes e menos ainda qualificados. Em várias semanas nunca conheci ninguém que me tivesse cativado ao ponto de sequer trocar outro meio alternativo de contacto.

 

Antes de me despedir, deixo-te com algumas dicas sobre como criar um bom perfil nas redes de encontros online: uma fotografia de perfil que mostre a tua cara, mas sem revelar tudo (sugiro esbatida, a P&B, com máscara ou na penumbra); uma foto de corpo inteiro, mas sem ser atrevida (a não ser que queiras começar a receber propostas para sexo explícito ou fotos de gajos em pelo); poucas mas boas fotos (três ou quatro são suficientes para se ficar com uma ideia de quem está por detrás do perfil); fotos com outras pessoas está fora de questão e cortadas também (dão a ideia de que não queres dar a cara por inteiro); quanto mais informações sobre a tua profissão e qualificações académicas mais possibilidade terás de ser encarada como mulher e não como “despeja-colhões”; a descrição de perfil é o fator crítico do sucesso: em não mais do que três frases, tenta descrever quem és, o que procuras e o que tens para dar. Este por exemplo é uma das minhas descrições mais populares: "Mulher gira, culta, inteligente e divertida, que gosta de ser e estar feliz, procura quem acrescente valor à sua vida. Queres fazer-me companhia?"

 

 

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