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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!


31
Dez15

Resolução para 2016

por LegoLuna

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As minhas resoluções para o ano que aí espreita é na verdade apenas uma: SORTE. Sorte em relação a tudo: ao trabalho, ao dinheiro, ao amor, ao rapaz lá do ginásio, ao sexo, ao euromulhões (sonhar não paga impostos), aos amigos (bons e verdadeiros), à família, aos projetos, a uma viagem ao exterior, a uma fuga (a dois de preferência) até Paris, ao curso de inglês, a uma jóis, a este blog e ao que mais vier e contribuir (ativamente) para a minha felicidade.

 

Daquela minha listinha de 10 itens que fiz no ano passado, a primeira vez que resolvi por preto no branco as minhas maiores aspirações para o novo ano, apenas uma se concretizou na totalidade e duas na parcialidade. Ou seja, o saldo é francamente negativo, pautando-se por uma taxa de não concretização na ordem dos 80%.

 

Por isso, este ano decidi que o mais desejo (e preciso) é sorte, pois quando se tem sorte, o alcançar dos nossos planos, sonhos e ambições será apenas uma questão de empenho, dedicação, foco e tempo. Porém, sem ela, por mais que nos esforcemos e batalhemos não há maneira. E eu sei do que falo (como sei!).

 

No ano que vem desejo-me a mim e a ti, minha fiel companheira de estórias, lamentos e experiências, SORTE. Apenas isso, que o resto virá por acréscimo, estou certa e penso que também tu!

 

Feliz 2016 e toda a sorte do mundo para todas nós!!!!!

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30
Dez15

Amar uma mulher

por LegoLuna

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Catei este testemunho, assinado pelo punho de um macho (resta saber se alfa ou beta), na página Alma Gêmea. Espero que te toque tanto quanto me tocou a mim.

 

Amar uma mulher

Muitos falam, muitos tentam, mas realmente poucos homens sabem amar verdadeiramente uma mulher. Dizer que elas são lindas, maravilhosas, perfeitas, amorosas, guerreiras e tantos outros adjetivos até representam um gesto de amor, mas ainda não é amor.

 

Amar verdadeiramente uma mulher não tem a ver com flores e chocolate, mas sim com palavras e atos. São nas palavras sinceras e nos atos verdadeiros que o amor existe na sua forma mais singela. Uma mulher nasce mulher, já nós homens precisamos caminhar, e muito, para nos tornarmos homens de facto. Se tivermos a ajuda delas, o processo é bem mais fácil e agradável.

 

Amar é algo bem mais simples, mas de tamanha simplicidade que poucos conseguem fazê-lo. Amar verdadeiramente uma mulher vai muito além dos traços físicos, dos elogios, do cheiro dos perfumes, dos saltos altos e de qualquer detalhe externo. E daí se ela possui imperfeições na pele, no rosto, se possui estrias ou celulite? Todas elas possuem, e são estas 'imperfeições' que as tornam perfeitas aos nossos olhos. Bobagem, não devemos ligar para isso e nem deixar que elas próprias liguem. Elas são lindas.

 

As mulheres entendem o amor de uma forma bem diferente da nossa, para não falar do modo certo. Não diga apenas que a ama, demonstre. Não dê apenas flores, mostre que ela é o jardim da sua vida. Uma simples mensagem com 'eu te amo' ou uma visita surpresa no final da tarde já são gestos de amor mais do que suficientes, elas entendem assim, acredite. Dê aquele abraço quando ela menos esperar, beije-a na testa, pegue na sua mão no momento mais tenso do filme, dê-lhe um abraço de boas-vindas e a melhor de todas: pergunte-a como foi seu dia. Elas vão entender.

 

Elas não querem muito, só querem alguém que esteja do lado delas quando elas precisarem ou não. Mostre que você está presente, diga a ela que não importa o que aconteça, você vai estar. Não precisa de muito para fazê-las sorrir, apenas da boa honestidade e uma grande dose de carinho. Elas vão entender. As mulheres não são complicadas, nós homens é que nos achamos os onipotentes que precisam mandar em tudo. Mandamos em nada. Elas é que comandam, que decidem, elas é que merecem toda nossa atenção e adoração.

 

Amar é simples!

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29
Dez15

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Um dos exemplares da minha (modesta) biblioteca pessoal é O Segredo, um livro que me foi recomendado pela minha amiga maior Clara há já muitos anos e que comecei a devorar com entusiasmo, mas que às páginas tantas (literalmente falando!) interrompi a leitura para nunca mais retomar. Na altura, considerei os seus ensinamentos meras palavras, bonitas de facto, mas inexequíveis ou ineficazes. Quanta ignorância e arrogância!

 

Por estes dias, altura propícia à introspeção e à reflexão sobre o ano que acaba, voltei a folheá-lo e abordagem ao tema resiliência pareceu-me um excelente pretexto para este post.

 

Quem de nós, em algum momento das nossas vidas, não sofremos algum tipo de situação traumática? Alguns traumas são devastadores (como a morte de um filho, uma doença grave ou ser vítima de um atentado ou violência sexual, por exemplo), mas outros podem ser bem mais "simples" e corriqueiros (como perder o trabalho, ter problemas económicos ou terminar uma relação).

 

O livro apregoa que cada um de nós tem a capacidade inerente de enfrentar as adversidades e superá-las, assim como aprender a adaptar-se às novas situações com que se depara. Essa faculdade é definida como resiliência (palavra com que tenho tenho levado inúmeras vezes nos últimos tempos, já que os recrutadores parecem adorá-la, usando-a torto e a direito e muitas vezes descontextualizadas).

 

Quando se diz que uma pessoa é resiliente, não quer dizer que ela não tem sentimentos ou que seja incapaz de sentir mal estar ou dor emocional perante as dificuldades. Significa, na verdade, que, depois de um tempo de dor, de incerteza e de insegurança, a pessoa tem a capacidade de juntar forças para aceitar a realidade e continuar com a sua vida.

 

Nesta ótica, os mais resilientes caraterizam-se por um modo de pensar mais exato, realista e flexível, além de serem menos propensos a tirar conclusões precipitadas ou exagerar. Além disso, partilham três caraterísticas principais:

– Aceitam a realidade tal como ela é;

– Acreditam que a vida tem um verdadeiro sentido;

– Possuem uma enorme capacidade de se recuperarem.

 

Deste modo, da mesma maneira que a fénix (criatura mitológica com a qual me identifico na íntegra) renasce das suas próprias cinzas, os seres humanos são capazes de deixar as tragédias para trás, aprender com elas e sairem fortalecidos dos problemas. No entanto, a família, a escola e a sociedade tem uma palavra a dizer na formação de uma pessoa mais, ou menos, resiliente.

 

Ser resiliente ajuda-nos a saber identificar as causas de um problema (para que este não se repita no futuro) e a controlar as emoções e os impulsos perante situações de crise. Sendo assim, o indivíduo resiliente tem um otimismo realista, com uma perceção positiva do seu futuro e da ideia de que controla a sua vida, além de ser dotado da capacidade de saber procurar novos caminhos e oportunidades para alcançar mais satisfação na sua vida.

 

Além disso, as pessoas resilientes esbanjam boa saúde (não só física, é claro), possuem uma melhor imagem sobre si mesmas, têm uma maior satisfação com as suas relações e são menos propensas a sofrer de depressão.

 

Partindo destes pressupostos todos, posso dizer com todo o orgulho de que sou uma resiliente, ainda que reconheça algumas nuances que merecem ser aprimoradas. E tu, meu bem, considera-se um resiliente ou uma vítima da vida?

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Um artigo da Ana Areal, autora do Sapato Nº 37, não poderia ser mais esclarecedor em relação aos benefícios do sexo na vida de qualquer ser humano. Dá uma olhadela e depois diz-me se confere ou não com a tua percepção.

 

"Andas mal-humorada e sem vontade de te divertires? Dói-te a cabeça e ainda invejas o corpo tonificado da tua vizinha, achando-te feia?! Então minha cara, o teu problema é falta de sexo. Todos já sabemos que o sexo faz bem à saúde e à mente. Mas queres saber exatamente a que é que o sexo faz mesmo bem? Então lê e começa a praticar.

 

Quilos a mais? Troca as dietas por prazer
Fazer sexo regularmente tonifica todos os músculos do corpo e queima as calorias em excesso acumuladas que vais ingerindo diariamente. Fica mais "boa" do que a tua vizinha.

 

Qual depressão, qual quê? Dorme sobre o assunto
O ato sexual liberta endorfinas no organismo e na corrente sanguínea, produzindo uma sensação de euforia e bem estar. Além disso, o sexo é o tranquilizante mais poderoso de todos. Chega a ser dez vezes mais eficaz do que todos os outros calmantes juntos.

 

Aspirinas para o lixo
Alivia as dores de cabeça com sexo. Fazer amor acaba com as dores de cabeça porque alivia a tensão que aperta os vasos sanguíneos no cérebro. Por isso, aspirinas para o lixo!

 

Sexo puxa sexo

É quase como quem faz desporto regularmente. Quanto mais fazemos mais queremos fazer. Um corpo sexualmente ativo, produz maior quantidade de feromonas, para o caso, uma espécie de perfume natural, que em contato com o sexo oposto deixa-o totalmente excitado.

 

Anti-histamínico natural
O sexo é um autêntico anti-histamínico natural, pois está provado que alivia a asma e a febre do feno.

 

Esquece os problemas de pele
Sabias que se fizeres sexo se reduzem as probabilidades de sofreres de dermatites, manchas ou erupções cutâneas? É que o suor produzido durante o ato sexual limpa os poros da pele, tornando-a muito mais saudável e igualmente muito mais lisa e macia.

 

Queres cabelo mais brilhante e saudável? Faz sexo
Testes científicos descobriram que quando as mulheres fazem sexo produzem o dobro de estrogénio, o que torna os seus cabelos muito mais brilhantes e saudáveis.

 

Convencida?
Consegui convencer-te? Ou preferes continuar com a tua falta de humor, borbulhas, cabelo sem brilho, ataques de asma, depressão e a olhar de lado para a tua vizinha jeitosa do lado, em vez de a fitares com um sorriso na cara?"

 

Outrora, quando a minha vida sexual pautava-se por três (fartas) refeições diárias - uma logo ao acordar, para começar o dia cheia de genica, e duas à noite, o primeiro, aquela base, e o segundo apenas por uma questão de viciadessa de corpo - expressão crioula que significa vício - os meus músculos do abdómen eram visíveis a olho nú (sem nunca ter posto os pés no ginásio, diga-se de passagem), a minha pele era de uma maciez e luminosidade dignas de um anúncio da Shiseido, passava semanas sem sequer lembrar que os anti-histamínicos existiam (sofro de urticária crónica, alergia ao pólen, a certos bichos do mar, ao pelo dos animais e uma data de outras coisas), se me deixassem dormia 15 horas seguidas, nunca tinha dor de cabeça, o meu cabelo era uma coisa só, ria e sorria por tudo e por nada (à toa mesmo), a autoestima e o sex-appeal absolutamente fatais (encantava e conquistava sem fazer por).

 

Hoje em dia, debato-me com manchas na pele (que me custam uma fortuna para tratar); borbulhas assassinas que não me dão tréguas (com toda a certeza em grande parte responsáveis pelos fios de cabelos brancos e rugas de expressão); os abdominais são fruto de árduo trabalho no ginásio e mesmo assim não estão visíveis a olho nu; o Atarax e o Kestine são companhia dia sim, dia não; as horas de sono não ultrapassam as sete (e mesmo assim...); o cabelo está uma miséria; o mau humor insiste em querer boicotar a minha alegria e positividade inatas e a tesão encolhida mudou-se de armas e bagagens cá para a casa (e pelos vistos, sem dia nem hora para ir embora).

 

Tudo isso para dizer que não poderia ser mais verdade que o sexo é o melhor remédio para todo (e mais algum) mal. Assim como é facto empírico que o mal de muito mulherio que anda por aí destilando mau humor, amargura, veneno e frustração é precisamente a ausência dele (ou quiçá a fraca qualidade dele).

 

Despeço-me com um conselho amigo: motivos já tens, portanto se a oportunidade se propiciar, não te acanhes: come, repete, lambuza, lambe os beiços, arrota, faz a digestão e recomeça de novo, quando e quantas vezes quiseres. Para nós que estamos na inatividade ou na clandestinidade, façamos a nós mesmas o favor de providenciarmos logo logo um provedor de orgasmos, que a vida é curta, é bela e com sexo fica melhor ainda.

 

E depois desta, saio daqui direitinha para o Tinder!

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26
Dez15

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Não há mulher mais inteligente do que a que sabe se fazer respeitar

Não há mulher mais bela do que a que tem um grande coração

Não há mulher mais forte do que a que acredita em si mesma

Não há mulher mais admirável do que a que tem dignidade

Não há mulher mais elegante do que a que é uma dama

Não há mulher mais saudável do que a que realmente se conhece

Não há mulher mais feliz do que a que sabe se valorizar

Não há nada mais feminino do que um enorme sorriso acompanhado de um olhar forte e feliz

Sem batom e blush, porque ao natural a mulher é muito mais bela.

By Raquel Aldana

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24
Dez15

Festas Felizes

por LegoLuna

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Que o teu Natal seja doce, feliz e abençoado e que a paz, a harmonia e o afeto façam parte da Noite da Consoada.

 

BOAS FESTAS!!!!

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Algumas de nós tentam manter uma relação de amizade com o ex-namorado (e falo por experiência própria), mas a verdade é que o prefixo está lá por alguma coisa. Como costumo dizer "se é ex por algum motivo é e convém não esquecer esse motivo".

 

A psicóloga Juliana Breines, que escreve para o site Psychology Today, apontou cinco das mais comuns razões que nos levam a manter uma relação com um antigo amor e explica porque devemos evitar este comportamento.

 

1. Têm amigos em comum: "Estudos sugerem que se os teus amigos e familiares querem que mantenhas uma relação com o teu ex, é mais provável que o faças", explica a psicóloga. No entanto, não é recomendável manter o contato apenas por questões sociais. "As pessoas têm o direito a estar com amigos sem a presença do ex, tal como o direito a rejeitar um convite para um evento onde o ex vai estar", afirma. Até se podem cruzar numa festa, mas isso não significa que tenhas de ser amiga dele.

 

2. Sentes-te mal por ele: Se foste tu quem terminou a relação e a outra pessoa não reagiu bem, é normal que sintas alguma responsabilidade por aquilo que aconteceu. "Mas não é da tua responsabilidade tratar do outro durante o desgosto amoroso. O teu apoio pode até estar a piorar a situação", afirma a psicológa. Isto porque esse amparo pode estar a impedir a outra pessoa de avançar para outra relação.

 

3. Sentes-te sozinha: Quando se termina uma relação, é normal sentirmos um vazio – vazio esse que pode demorar algum tempo a ser preenchido. A solução não passa por ir beber um copo com o ex ou trocar mensagens com ele, já que "isso pode levar a uma autêntica montanha-russa emocional, caraterizada pelos especialistas como uma relação pouco satisfatória, com menos amor, mais incertezas e mais problemas de comunicação do que as outras".

 

4. O ex ainda gosta de ti: "Se o teu ex ainda tem sentimentos por ti e tu já não sentes nada por ele, o melhor a fazer é deixá-lo ir à vidinha dele. Passar tempo com ele pode fazer com que te sintas bem contigo mesma – quem não gosta de ser adorado? – mas pode ser doloroso e confuso para o outro", lê-se no Psychology Today.

 

5. Ainda gostas dele: "Gostar do teu ex e ter esperança que a coisa se recomponha pode ser um motivo para continuares amiga dele, mas é também muito perigoso", explica a mesma especialista. Isto porque se a outra pessoa não te quer, há pouco que possas fazer quanto a isso, afinal quando "um não quer, dois não fica junto" (palavras minhas) – o que a irá levar a sucessivos desgostos amorosos.

 

Agora a pergunta fatal: já (em algum momento da tua vida, quando a lucidez e o amor próprio emigraram temporariamente para a terra do nunca) usaste alguma delas?

 

Eu já! E por isso digo de boca cheia que NÃO VALE A PENA. Acabou está acabado, se é para sofrer sofre-se mas o caminho é para a frente. Quem anda para trás é caranguejo e todas nós sabemos onde isso o leva: a servir de refeição a algum humano ou predador do oceano.

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22
Dez15

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Vi, gostei e partilho.

 

Meu corpo não é de revista, mas isso não me define

"Meu corpo não conhece o bisturi, minha estatura e meu peso não me definem, minha vida não gira em torno das calorias que consumo, não dependo do meu índice de massa corporal para ser feliz e tenho uma capacidade imensa de amar e abraçar as pessoas que amo.

Não, meu corpo não é de revista. Nem eu. Mas é que as pessoas de revistas não existem, a maioria das curvas que vemos são fruto de retoques e minha personalidade nunca dependeu do que os demais pensam de mim.

Meus braços e minhas pernas não estão completamente definidos, meus seios já não são tão firmes como antes, as rugas começam a aparecer em meu rosto, e minhas unhas nem sempre estão feitas.

Este corpo é o meu, um corpo no qual convivo pacificamente com as estrias, no qual os quilos a mais ou a menos não condicionam meu crescimento pessoal, porque não vivo escrava da falta ou do excesso de curvas.

Gosto de me cuidar, mas também posso comer uma pizza ou um bolo sem nenhum tipo de arrependimento. Isso é precisamente o que me permite não odiar meu reflexo e me sentir orgulhosa de cada centímetro de minha pele. Considero que sou perfeitamente imperfeita, fruto das experiências da minha vida e do meu bem-estar."

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21
Dez15

Sofres de FOMO?

por LegoLuna

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Já ouviste falar em FOMO? Até uns tempos atrás, eu também não! A primeira vez que tomei conhecimento deste conceito foi no meu mestrado, numa aula sobre o papel dos dispositivos móveis e das redes sociais nos novos comportamentos do consumidor.

 

FOMO ou "Fear Of Missing Out", em inglês, (medo de estar a perder algo) é uma nova tendência/conceito social que as sociedades atuais estão a vivenciar e que faz com que se fique online 24h por dia, na esperança de não se perder informações importantes ou de se correr o risco de outras pessoas estarem a fazer algo mais interessante que nós.

 

As pesquisas que têm sido feitas neste sentido mostram que o FOMO é mais observado entre adolescentes e jovens adultos, uma vez que têm as tecnologias sempre presentes no seu dia-a-dia, mantendo-se atentos a atualizações de informações, especialmente através das redes sociais, mas não é algo que se restringe apenas a eles. O que é um facto é que se não tiverem a possibilidade de o fazer, sentem "um vazio" e uma sensação de ansiedade.

 

Quem é que nunca se deu conta, numa ida ao cinema, durante um almoço, jantar ou encontro de amigos, que apesar de estarem todos juntos ninguém larga os telemóveis? Quando damos conta, em vez de falarmos uns com os outros, convivermos e tirarmos partido dos momentos e do que “acontece aqui e agora” estamos atentos a um mundo paralelo em que importam mais os likes, os comentários e as partilhas. Estar rodeado de gente e sentir necessidade de estar online para perceber quem fez ou está a fazer mais coisas interessantes. As redes sociais transformaram-se num verdadeiro "termómetro social fora da sociedade".

 

A propósito disso, desafio-te a responder a este pequeno quizz sobre a dependência em relação ao telemóvel:

1. Sempre que estás sozinha tens o telemóvel na mão?
2. Ficas nervosa quando a bateria está abaixo dos 20%?
3. Preferias perder a tua carteira ao teu telefone?
4. Acordas durante a noite e a primeira coisa que agarras é o telemóvel?
5. A primeira coisa que fazes quando acordas é ir ao Facebook ou Instagram?
6. Nunca tens espaço suficiente na memória do telefone?
7. Mesmo que não tenhas notificações vês o teu telefone de 20 em 20 minutos?
8. Se os teus amigos organizarem um jantar sem telemóveis serias capaz de comparecer?
9. Andas com o telemóvel para todo o lado?
10. Ficas em pânico quando não encontras o teu telemóvel?

 

É, meu bem, os resultados podem surpeender, assustar até. Comigo, pelo menos, foi o que aconteceu. Bora combater o FOMO e dar mais atenção à vida real e àqueles que estão ao alcance de um passo e não de um clique?

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17
Dez15

 

 

Hoje trago este tocante vídeo, intitulado "I'M A CREEP...", que retrata bem o medo que assombra alguns homens quando confrontados com a oportunidade de tomar a iniciativa para abordarem a  mulher que lhes interessa. O trabalho, da autoria de Sasha Daygame, é digno de ser visto e partilhado por todos nós.

 

Dá uma espreitadela que vais gostar, garanto-te (nem que seja da banda sonora)!

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