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Crónicas e confissões de uma rapariga gira e bem resolvida, na casa dos 30, que (ainda) não cumpriu o papel para a qual foi formatada: casar e procriar. Caso para cortar os pulsos ou dar graças? Talvez nem uma coisa nem outra!

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Ora viva!
 
Faço uma breve pausa no trabalho – estes dias ando a produzir que é uma maravilha e quando assim é convém não dispersar demasiado, não vá a concentração 'desdar' o ar da sua graça – para partilhar contigo algumas "qualidades" que a escritora australiana mais famosa na área da sexologia e dos relacionamentos, Tracey Cox, associa às mulheres boas na cama.
 
Papel e caneta a postos, olhos fixos no ecrã e concentração na máxima potência, vamos lá então desconstruir as 15 características que fazem da legítima herdeira de Eva uma bomba sexual, capaz de deixar qualquer descendente direto de Adão viciado nela.
 
Ei-las: 
1. Na hora do bem bom, tomam a iniciativa.
2. Não julgam as sugestões do parceiro nem são 'pudicas' (isto é, não se armam em esquisitas).
3. Não têm medo de dizer 'não' quando não estão a fim daquilo ou de realizar qualquer fantasia do parceiro.
4. Conseguem ver o 'lado negro' (vulgo, Grey) do seu parceiro.
5. Gostam de ousar (variar e inovar).
6. Sabem o que querem e não são passivas.
7. Tratam bem os genitais do parceiro.
8. Sabem que o homem não é um robot e que nem sempre tem a mesma performance.
9. Sabem fazer sexo oral e gostam de o receber.
10. Dão feedback de forma delicada.
11. Fazem barulho, mas não exageram.
12. São felizes com o próprio corpo.
13. Gostam de se arranjar e vestir bem.
14. Mostram aos amigos que acham o parceiro sexy, mas não partilham detalhes da intimidade que o podem deixar ficar mal.
15. Não têm por hábito fingir o orgasmo.
 
A primeira ilação que se pode tirar desta lista é que, de facto, confirma-se aquela velha ideia de que os homens querem 'uma lady na mesa, uma louca na cama'. Só que em vez de louca, a especialista prefere usar a definição "uma mulher que é sexualmente confiante, aventureira e que sabe o que quer".
 
Quem sabe a crónica de hoje não nos inspira a … tu sabes. E com esta, volto ao batente, não sem antes desejar-te um excelente fim de semana, de preferência pautado por uma queca de kel bom.

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Ora viva!

 

A propósito de uma conversa, desenrolada há instantes, via chat do Twoo, trago à baila a crónica do passado 13 de fevereiro, que fala precisamente sobre essas "novas" mulheres que, pela sua independência, deixam os homens com medo.

 

Quando o single guy com quem trocava caracteres me confessou que, "por já não terem controlo sobre as mulheres (que nos dias que correm não têm qualquer pudor em dizer NÃO), os homens sentem-se um tanto ou quanto perdidos, recomendei-lhe a leitura deste artigo que agora republico, não sem antes deixar este recado aos meus seguidores solteiros: "Rapazes, estou ciente que mulheres autónomas, independentes e bem resolvidas (ainda) vos faz muita confusão. Também sei que "todos os homens querem abrir a caixa dos segredos das mulheres, mas elas têm o seu próprio código, impossível de decifrar", palavras do próprio. Bem, vamos lá então ao artigo.

 

Por diversas vezes aqui assumi que mulheres demasiado bem resolvidas não fazem muito sucesso junto do sexo oposto, a não ser que delas se queira apenas sabura (palavra crioula que qualifica tudo que seja diversão). A última foi na passada sexta-feira, quando escrevi que: "Tanto tempo de solteirice fez com que me tornasse egoísta, individualista, mais introspetiva e demasiado autossuficiente. Caraterísticas que tantos homens assumem admirar, mas que poucos conseguem aturar."

 

Esta declaração rendeu-me todo o tipo de reações, de tal modo que se justifica uma nova incursão ao âmago desta questão de independência feminina versus sucesso amoroso. Inspirada num texto do Thought Catalog, o artigo de hoje, uma sequela da anterior, visa esmiuçar o porquê de tantos homens não acharem grande piada a mulheres fortes e independentes.

 

Se "forte" e "independente" são caraterísticas inerentes à tua personalidade, deves estar habituada a dificuldades acrescidas no que toca a relações amorosas. Uma das razões primeiras, provavelmente a mais enraizada, prende-se com a educação patriarcal que confere ao sexo masculino o dever de zelar pela segurança e bem-estar do chamado sexo frágil, nós mulheres.

 

Encarada como um ser indefeso, tal qual a donzela das estórias de encantar, a mulher precisa de quem a conduza, de quem a proteja, de quem a defenda de tudo e mais alguma coisa. E cabe aos homens, autênticos cavaleiros andantes de armadura e espada em riste, o papel de zelar pela sua segurança e sobrevivência. Assim vigorava no tempo das cavernas e assim continua a vigorar em muitas sociedades e na cabeça de muitas pessoas.

 

A maioria dos homens demonstra desconforto perante mulheres autossuficientes precisamente porque têm consciência de que o papel que lhe caberia na vida delas seria de mero figurante, com sorte de coprotagonista, ao invés do protagonismo que a sociedade lhe incutiu desde sempre. Sem donzela para ser salva, como pode ele desempenhar o papel do herói salvador? Se ela não precisa dele para garantir a sua preservação, então qual o seu papel na vida dela?

 

À custa dessa tal sociedade patriarcal e de milénios de lavagem cerebral, os discípulos de Marte precisam das mulheres, melhor dizendo das meninas, para acariciarem os seus egos e fazê-los sentirem-se elemento sine quo non na vida delas e membro ativo da esfera privada, uma espécie de macho alfa da relação.

 

Na presença de espécies femininas portadoras de atributos qualificativos semelhantes ou até superiores aos deles, o mais certo é que estes se sintam inibidos ou diminuídos. A verdade é que estes homens não foram programados para duvidarem de si mesmos, para porem em causa o seu valor, para sentirem-se intimidados, especialmente pelas mulheres.

 

Preferem ir atrás de uma "donzela", dependente e submissa, capaz de fazê-los sentirem-se superiores, necessários e responsáveis, do que batalhar por uma que o desafie, que o encare de igual para igual, que o estimule a superar-se e a dar o melhor de si (todos os dias).

 

Se estes exemplares pudessem aprender a amar e aceitar uma mulher forte e independente, muitas vezes mais disposta a dar mais e melhor para o bem da relação, não assistiríamos a este fenómeno tão contemporâneo e francamente desolador: um crescendo de mulheres espetaculares desemparelhadas, estigmatizadas e rotuladas. Talvez resida aqui a justificação para tantas preferirem submeter-se a relações ocas, estéreis e abusivas a enfrentarem o celibato.

 

Com muita pena nossa, mulheres fortes e independentes, não abundam pelos tortuosos caminhos do amor homens com segurança e autoestima suficientes para, sem pudor nem receio, desafiar o status quo e contentar-se com uma companheira de batalhas ao invés de uma mera espetadora das suas façanhas.

 

Se também te assumes como uma mulher assim fica sabendo que não há nada de errado contigo. Pelo contrário, deves é ter orgulho em seres quem és. Em meio a tantas ovelhas, opta por ser a tresmalhada. Aquela que pensa pela própria cabeça, assume o comando da própria vida, é responsável pelas suas escolhas e decisões, dá a cara tal qual é e recusa-se a usar o espartilho social com quem se tenta moldar-nos.

 

A tua luz, especial, rara e preciosa, é o que deve guiar os teus passos rumo à felicidade plena. É precisamente a originalidade, a genuinidade, a particularidade e a força que fazem de ti digna de merecer um homem à tua altura, alguém com quem possas partilhar a tua essência sem filtros.

 

Desses homens de que falei ao longo do texto, só nos resta esperar que, ainda nessa encarnação, venham a consciencializar-se que, apesar de este tipo de mulher dar mais trabalho para conquistar e ainda mais para conservar, a vida ao seu lado é infinitamente mais interessante. Afinal não é à toa que se diz que quanto maior o esforço maior a recompensa.

 

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Ora viva!

 
Enquanto a senhorita inspiração não volta ao ativo a tempo inteiro, ganho mais em contentar-me com contribuições alheias, desta feita do FR a quem aproveito para endereçar sinceros agradecimentos  a respeito da força de acreditar.
 
Acredita no destino. Lembra-te que às vezes o que temos que fazer é soltar as rédeas e acreditar que quem nos guia conhece o caminho.
Acredita no amor. Por mais que ele nos faça sofrer, não há outra fonte que alimente tanto o sentido desta vida.
Acredita no amanhã. Embora incerto, é lá que devem estar as nossas esperanças mais sinceras.
Acredita nas pessoas. Eu sei, elas erram muito, mas nós também. É justamente por isso que existe o perdão: para que pessoas como tu e eu tenham a condição de continuarmos juntos apesar de tudo.
Acredita na vida, na paz e na guerra.
Acredita nos teus sonhos, jamais desistas de perseguir a tua felicidade.
É simples, mas é quase tudo!
 
Meu bem, aproveita este post para renovar a tua crença de que coisas realmente boas caminham na tua direção. Boa semana, single mine!

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Ora viva!

 

Não sei se te deste conta, mas a minha inspiração por estes dias anda arisca como ela só. Sendo assim, que tal darmos por encerradas as publicações da semana com este recado do profeta Mahatma Gandhi sobre a força do pensamento positivo?

 

Mantém teus pensamentos positivos, porque teus pensamentos tornam-se tuas palavras.
Mantém tuas palavras positivas, porque tuas palavras tornam-se tuas atitudes.
Mantém tuas atitudes positivas, porque tuas atitudes tornam-se teus hábitos.
Mantém teus hábitos positivos, porque teus hábitos tornam-se teus valores.
Mantém teus valores positivos, porque teus valores tornam-se teu destino.

 

Meu bem, capricha aí na positividade que só terás a ganhar. Bom fim de semana, que segunda tamos juntos!

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13
Jul17

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Ora viva!

 

Dando continuidade à onda 'Gosto de...', partilho contigo mais umas quantas preferências minhas, pequenas coisas que me definem enquanto humana, mulher, africana, solteira e escritora.

 

Gosto de dançar à toa.

Gosto de quem sorri com os olhos.

Gosto de música celta.

Gosto de aeroportos.

Gosto de homens de fato.

Gosto de vermelho.

Gosto de produtos Nuga Best.

Gosto de banho frio.

Gosto de musculação.

Gosto de telenovelas brasileiras.

Gosto de vestidos de gala.

Gosto de beijar na boca.

Gosto de nudez.

Gosto do verão.

Gosto de vinho tinto.

Gosto de lingerie ousada.

Gosto de correr à chuva.

Gosto de salto alto.

Gosto de abacate com mel.

Gosto do imprevisto.

Gosto de amendoin.

Gosto de spa.

Gosto que me lavem o cabelo.

Gosto de massagem.

Gosto de pessoas doidas.

Gosto de paella.

Gosto de cartas de amor.

Gosto de corpos ao luar.

Gosto de beijos roubados.

Gosto do por do sol.

Gosto de sorrisos francos.

Gosto de dar conselhos.

Gosto de ser prestativa.

Gosto de escrever.

Gosto de ti!

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12
Jul17

Eu gosto de...

por LegoLuna

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Ora viva!

 

Hoje só há mesmo tempo para isso. Feliz dia, single mine!

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Ora viva!

 

Humor às primeiras horas de uma segunda-feira é um dos meus segredos para encarar com leveza e otimismo uma nova semana de trabalho. Pensando nisso, trouxe-te estas ilustrações, na esperança de que te proporcionem disposição suficiente para os próximos cinco dias.

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Uma espetacular semana, meu bem!

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Ora viva!

 

Que tal encerrarmos esta semana, que espero que tenha sido tão boa para ti como foi para mim, com uma crónica sobre estilo e bom gosto, inspirada num artigo que me pareceu digno de partilha, mais não seja porque identifiquei-me ipsis verbis com o seu conteúdo?

 

Apesar de fazer questão de me manter a par das tendências, não me vejo como uma fashion victim. Pelo contrário, a minha moda sou eu que a faço, dia a dia, peça a peça, ocasião a ocasião, estado de espírito a estado de espírito. Para mim, ela mais não é do que o filho pródigo de um feliz enlace entre estilo, atitude e gosto pessoal.

 

Esta minha forma de pensar traduz-se num estilo único, que me tem rendido (rasgados) elogios e (várias) solicitações como informal personal stylist. Se com pouca margem financeira já sou vista como uma referência em matéria de elegância e bom gosto, no dia em que a minha conta bancária conhecer um saldo a quatro dígitos, ninguém me segura.

 

De volta ao planeta Terra (fazer o quê se gosto de viajar pelo espaço sideral?), retomo o fio à meada trazendo à baila Ines de la Fressange, bem-sucedida modelo dos anos 80 que acaba de publicar o livro O que hei de vestir hoje? - O estilo da Parisiense, um autêntico guia prático de requinte e elegância na forma de vestir.

 

Não obstante a moda ser um mundo em constante mutação, sem nenhuma garantia de que o démodé de hoje não venha a ser o must-have de amanhã, existem erros que, no parecer desta especialista francesa, devem ser evitados a todo o custo, seja por não serem propriamente bonitos ou por simplesmente nada acrescentarem ao look e atitude de uma mulher. São eles:

1 - Leggings;

2 - Mala de marca contrafeita;

3 - Bermudas compridas com bolsos;

4 - Ténis compensados;

5 - Saia-calça;

6 - Anoraque comprido;

7 - Pele da cabeça aos pés;

8 - Solas de crepe (um tipo de borracha);

9 - Tamancos de plástico com buracos;

10 - Sutiã de alças transparentes;

11 - Look totalmente assinado;

12 - T-Shirt com um gatinho;

13 - Acumulação de bijuteria;

14 - Collants cor de carne;

15 - Bustier de licra;

16 - Mostrar demasiada pele;

17 - Calças de cintura demasiado descida;

18 - Mistura de riscas;

19 - Chapéu de pano;

20 - Calças de ganga 'mom fit'.

 

Bazofaria à parte, é com o maior orgulho que digo que passei com distinção (20 valores) no teste da madame La Fressange. Para mim, já não restam dúvidas de que fui uma parisiense très chic numa das minhas vidas passadas. E com essa, saio de cena para um merecido descanso. Au revoir, ma belle celibataire!

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06
Jul17

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Ora viva!

 

Talvez porque eles andam aí aos magotes, porque nos cercam por todos ou porque a nossa sanidade é um bem precioso, hoje quero falar-te de certas criaturas que deambulam pelas redes sociais, mas que pouco ou nada contribuem para o nosso bem estar psíquico e emocional.

 

Pessoas tóxicas há em toda a parte, é facto. Se por vezes é difícil fintá-las na vida real, o virtual oferece-nos uma margem de manobra bem maior quando se trata de aturar quem não nos faz bem; aqueles que com as suas manias, "bocas" ou dramas devemos manter à distância de um 'unlike'.

 

A propósito do dia mundial das redes sociais, assinalado no passado dia 30 de junho, este assunto veio à baila pelos carateres do Huffington Post, que listou alguns perfis, aos quais tomei a liberdade de acrescentar outros tantos, de amigos virtuais que devem ser banidos da nossa vida online, pelas razões acima mencionadas.

 

Porque não mereces levar com conteúdos tóxicos, potenciadores de algum tipo de desconforto, fica a conhecer melhor o tipo de pessoa por detrás de publicações assim:

 

O politiqueiro
Opiniões políticas todos temos, pelo que não há nada de errado em partilhá-las com os nossos. Agora levar com aquele amigo que metralha constantemente o nosso feed com politiquices, que tem sempre um comentário anti governo para tudo (tal qual líder da oposição), ninguém merece. E tu, menos ainda. A solução? ‘Desamigá-lo’ ou deixar de seguir as suas publicações.

 

O pessimista
Dias maus e momentos de tristeza fazem parte da vida, mas não é chorando as mágoas na rede que elas se vão resolver. É deveras estressante, de cada vez que se acede ao mural, dar de cara com frases deprimentes, imagens negativas ou emojis choramingas. Amigos assim não valem a pena fazerem parte da nossa vida, até porque está provado que tristeza e stress são emoções altamente contagiosas. 

 

O ex-quelque chose
Cuscar a vida do ex, seja ele teu ou de alguém que te é próximo, além de uma grande perda de tempo, representa um enorme desgaste emocional. Por maior que seja a curiosidade, de pouco te vale estar a par da vida de quem optou por deixar o teu convívio. Portanto, para teu próprio bem, o melhor mesmo é eliminar essa pessoa e seguires em frente com a tua vida.

 

O perfeito
É altamente frustrante seguir aquele amigo que parece ser a personificação da felicidade: férias de sonhos, beleza estonteante, roupas trendy, namorado gostoso, relação amorosa perfeita, amigos giros, ótimo emprego e por aí adiante. Passo muito bem sem eles, pois não preciso que me lembrem o quanto a vida pode ser mãe para uns e madrasta para outros.

 

O carente
É aquele tipo de amigo que faz tudo para chamar a atenção, cujo propósito primeiro e último é despertar compaixão alheia. Publicações como "O pior dia da minha vida…", "A sentir-se triste…" ou "Porque me acontece isso se eu não faço mal a ninguém..." são frequentes no seu mural. Haja paciência! Agora diz-me lá se há lugar para alguém assim na tua vida online.

 

O caça-likes
É o Indiana Jones da rede, que se mete nas mais variadas acrobacias para conseguir um 'Gosto' nas suas publicações. São incapazes de dar um peido (não sou o Salvador, mas também tenho direito ao meu momento P) sem que dar conhecimento à rede. Este tipo de amigo cansa-me, pelo que não penso duas vezes na hora de ocultar as suas notificações.

 

O humanitário
Outra espécie que não faz falta no meu grupo de amigos. Abraçar boas causas, através da partilha de conteúdos humanitários, é algo louvável e que nos mostra que ainda há quem se importe com os outros e queira fazer deste mundo um lugar melhor. Mas passar a vida a partilhar conteúdos sobre catástrofes humanitárias, injustiças sociais, pessoas desaparecidas, animais abandonados, doentes terminais ou correntes de solidariedade já é demais. Não preciso que me estejam a lembrar o tempo todo das desgraças alheias, que para isso basta-me ver tv, ler o CM ou ouvir as trumpshits.

 

O maldoso
Essa espécie tem sempre um reparo a fazer em relação a publicações alheias, que faz tudo para desvalorizar tudo e todos. Para ele nenhuma publicação, foto, música ou vídeo é merecedor de um elogio na íntegra. Se comentários como "Bela foto, pena que…", "Já lá estive, mas não achei grande coisa…" ou "Prefiro a versão b…" te soam a familiar, não te acanhes e espeta-lhe com um cartão vermelho. A tua autoestima há-de agradecer-te, garanto.

 

Depois do que acabaste de ler, talvez seja hora de fazeres uma autoanálise a fim de confirmares se o teu perfil não se enquadra em nenhuma destas descrições. Nunca se sabe…

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Ora viva!

 

Hoje escolho partilhar contigo Imagine, uma das mais belas e inspiradoras canções alguma vez criada. Esta genial composição de John Lennon é capaz de nos tocar fundo na alma, e por isso mesmo eis o extrato da letra original:

 

Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today...
 
Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people
Living life in peace...
 
You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one
 
Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people
Sharing all the world...
 
You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will live as one
 
Meu bem, no caso do teu nível de inglês se revelar insuficiente para a total compreensão do acima exposto, não hesites em recorrer ao G Translater, que ele terá todo o gosto em ajudar-te. Boa escuta!

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